Economia

REAÇÃO

Índice de famílias endividadas na Capital recua em julho

Cartão de crédito continua sendo o principal meio de endividamento

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Em julho, o índice de pessoas com dívidas, como cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, prestações de carro e seguros, em Campo Grande, apresentou ligeira queda, de 61% a 60,7%, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), desenvolvida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

No mês passado, Campo Grande tinha 190.621 endividados, e em julho esse número passou a 189.986. Segundo a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio (IPF-MS), Daniela Dias, apesar de menos pessoas estarem endividadas, o número de famílias com contas em atraso aumentou.  

“A principal variação que notamos é no índice de famílias com contas em atraso, que passou de 33,2% para 34,7%. Entre os que estão com dívidas em atraso, a maioria dos que responderam, 34,4%, já estão há mais de 90 dias inadimplentes”, explicou.

O cartão de crédito continua sendo o principal meio de endividamento, citado por 61,7% dos entrevistados, seguido dos carnês e financiamentos de carro e casa. 

A pesquisa também aponta que o maior índice de endividados está entre os que recebem até 10 salários mínimos. Nesta faixa de renda, 63,3% informaram ter compromissos parcelados, enquanto entre os que estão em faixas de renda superior o índice é de 47,5%.

COMPROMETIMENTO

De acordo com o levantamento, considerando o total da renda mensal da família, a maioria (51,9%) dos que possuem contas em atraso tem entre 11% e 50% da renda comprometida com dívidas mensais. 

Outros 5% comprometeram até 10% da renda mensal e os que empenharam mais de 50% da renda são 4,5% dos entrevistados.  

Entre os que estão com as contas em atraso, 12,4% apontam atraso de até 30 dias. 

A maioria (34,4%) tem débitos vencidos há mais de 90 dias. Os que sinalizaram atraso médio de pagamentos entre 30 e 90 dias são 14,5%. 

E outros 38% não souberam ou não responderam.

A coleta dos dados foi realizada nos últimos 10 dias do mês de junho.

IBGE

Campo Grande aparece com a maior inflação do País em maio

Energia elétrica e tomate são "vilões" do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na Cidade Morena, que empata com Aracaju na maior variação percentual no período

12/06/2026 13h01

Entre os

Entre os "vilões" da comida em casa aparecem as altas no preço: do tomate (22,61%), batata inglesa (60,25%), cebola (29,37%) e nas carnes Marcelo Victor/Correio do Estado

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Dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que Campo Grande lidera a alta da inflação no mês de maio, empatada com Aracaju como a maior variação percentual no período (1,31%).

Conforme divulgado pelo IBGE, o IPCA nacional para o mês de maio ficou em 0,58%, índice esse que aparece 0,09 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de 0,67% registrada em abril. Esse valor indica ainda alta de 3,20% no ano e 4,72% nos últimos doze meses consecutivos. 

Nacionalmente ainda, a maior variação e impacto vieram do grupo de alimentação e bebidas (1,33% e 0,29 p.p. respectivamente). Ou seja, a nível nacional, os principais "vilões" da inflação de maio foram representados pelas seguintes altas: 

  • 44,69% - batata-inglesa  
  • 20,62% - do tomate  
  • 16,80% - da cebola e
  • 1,39% - das carnes 

Até o mês de maio, a comida mais cara e os combustíveis figuravam como "vilões" da inflação local, com Campo Grande sentindo influência na inflação graças à alta no preço da batata-inglesa e pressões exercidas pela gasolina e óleo diesel no grupo dos transportes 

Desde 1980 o IBGE realiza o cálculo do chamado Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que mede o rendimento monetário das famílias que recebem entre um e até 40 salários mínimos. 

Cabe relembrar que, Campo Grande fechou 2025 com a menor inflação do País, porém, apesar de três meses consecutivos e a 4ª deflação anual registrada em outubro do ano passado, o índice voltou a subir em 2026.

Apesar de abrir o ano de 2026 com inflação de 0,48%, acima da média nacional, até fevereiro a Cidade Morena aparecia com o 2ª menor índice entre as capitais. 

Inflação em CG

Empatada com Aracaju no topo das maiores variações, a Cidade Morena bateu alta de 1,31% na inflação de maio, segundo o IBGE, índice esse que aparece 0,29 ponto percentual acima do 1,02% registrado por Campo Grande em abril. 

Sendo que o IPCA de maio de 2025 bateu 0,13%, o acumulado do IPCA no ano chega a 3,95%, enquanto o índice nos últimos doze meses chega à casa de 4,30%.

Neste recorte regional, oito dos nove grupos tiveram alta no último mês, com destaque para "habitação" e "alimentação e bebidas", com as seguintes variações e impactos: 4,88% (0,73 p.p.) e 2,09% (0,46 p.p.) respectivamente. 

Com o maior peso mensal no índice local, os 2,09% de alta em "Alimentação e bebidas" foram influenciados principalmente pela refeição em domicílio graças aos diversos itens que compõem a mesa do campo-grandense e ficaram mais caros. 

Entre os "vilões" deste subitem, aparecem as altas no preço dos seguintes itens: 

  1. Tomate (22,61%), 
  2. Batata inglesa (60,25%),
  3. Cebola (29,37%), 
  4. Costela (2,16%) e 
  5. Contrafilé (3,21%). 

Já no sentido oposto, o campo-grandense viu quedas nos preços da banana d’água/nanica (-11,09%), café moído (-2,99%) e do ovo de galinha (-5,8%). 

Também vale citar a influência do aumento da energia elétrica residencial (de 3,67% nacionalmente) na alta registrada em "habitação" no IPCA de maio. 

Nesse sentido, desde 24 de abril passou a vigorar em Campo Grande o impacto de energia elétrica residencial no IPCA local. Para a Capital do MS, a alta neste subitem foi de 13,56%. 

"Quando comparada às demais capitais e regiões metropolitanas que integram a pesquisa, Campo Grande registrou a maior alta no subitem energia elétrica residencial", cita a seção de disseminação de informações do IBGE em nota. 

 

LOTERIAS

Resultado da Dia de Sorte de ontem, concurso 1224, quinta-feira (11/06): veja o rateio

A Dia de Sorte realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

12/06/2026 08h18

Confira o rateio da Dia de Sorte

Confira o rateio da Dia de Sorte Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 1224 da Dia de Sorte na noite desta quinta-feira, 11 de junho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 200 mil.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 33 apostas ganhadoras, (R$ 2.297,80)
  • 5 acertos - 1.273 apostas ganhadoras, (R$ 25,00)
  • 4 acertos - 14.426 apostas ganhadoras, (R$ 5,00)

Mês da Sorte

  • Junho - 49.662 apostas ganhadoras, (R$ 2,50)

Confira o resultado da Dia de Sorte de hoje!

Os números da Dia de Sorte 1224 são:

  •  28 - 07 - 02 - 16 - 22 - 27 - 15 
  • Mês da sorte: 06 - Junho

O sorteio da Dia de Sorte é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 1225

Como a Dia de Sorte tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no sábado, 13 de junho, a partir das 21 horas, pelo concurso 1225. O valor da premiação está estimado em R$ 400 mil.

Para participar dos sorteios da Dia de Sorte é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 7 dente as 31 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Como apostar na Dia de Sorte

Os sorteios da Dia de Sorte são realizados às terças, quintas e sábados, sempre às 20h (horário de MS).

O apostador marca entre 7 e 15 números, dentre os 31 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 7 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

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