Economia

fim de ano

Confira 7 dicas para economizar na ceia de Natal com a mesa cheia

O planejamento deve ser feito o quanto antes

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A alta dos preços dos alimentos obriga o brasileiro a ser criativo para garantir uma ceia completa de Natal sem se endividar para o próximo ano. O planejamento deve ser feito o quanto antes.

Servir os produtos tradicionais ficou cerca de 10% mais caro neste ano em comparação a 2021. Em média, é preciso gastar R$ 294,75 para levar aves natalinas, azeite, caixa de bombom, espumante, lombo, panetone, pernil, peru, sidra e tender neste mês, segundo levantamento da Abras (Associação Brasileira de Supermercados).

Para quem já está no limite do orçamento, a pressão é ainda maior. "Por mais que seja grande a vontade de confraternizar, é importante controlar os excessos e estar atento aos gastos no cartão de crédito, evitando o descontrole financeiro já nos primeiros meses do próximo ano", orienta Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros).

Um caminho é utilizar uma parte da segunda parcela do 13º salário, paga a quem tem carteira assinada até o dia 20 deste mês, com parcimônia. A recomendação é deixar a maior parte do recurso para negociar ou quitar dívidas e investir, se possível.

Antes de iniciar as compras, é fundamental somar todos os gastos previstos para dezembro e janeiro, quando há cobrança de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), seguros e matrículas escolares. "Cair no descontrole financeiro no fim do ano é um risco iminente, ainda mais neste, com comemorações da Copa do Mundo", diz Domingos. Veja abaixo mais orientações para organizar a ceia com tranquilidade:

1- DEFINA COM ANTECEDÊNCIA O NÚMERO DE CONVIDADOS
A partir dessa definição será possível calcular a quantidade ideal de pratos para que a "mesa farta" não vire um festival de sobras e desperdício

2 - ESTABELEÇA UM VALOR A SER GASTO
- A ceia deve obedecer o padrão de vida da família
- Os itens da ceia natalina representam um custo alto no orçamento não só por causa da inflação, mas também pela maior demanda nesta época do ano
- Sair de casa com um teto, evita o endividamento

3 - ESCOLHA O CARDÁPIO E SIGA A LISTA DOS INGREDIENTES NECESSÁRIOS
- O excesso de variedades é uma das grandes causas do desperdício
- O melhor é pensar em pratos que agradem a todos
- Apostar em uma salada bem colorida e com frutas da época ajuda a saciar o apetite
- Se a família for grande, duas carnes como prato principal são suficientes
- Chester, Tender e Peru tendem a ser mais caros por serem tradicionais nesta época
- Há receitas com carnes suínas e frango recheado, de menor custo, que rendem boas opções

4 - PESQUISE E FAÇA AS COMPRAS EM LUGARES DIFERENTES
- Feiras livres podem ter itens mais frescos e baratos
- Frutas secas e castanhas podem ser compradas em estabelecimentos que vendam a granel
- Para comprar itens em grande quantidade, como carnes e bebidas, há os mercados atacadistas
- Encomendar alguns pratos em padarias, restaurantes ou supermercados pode ajudar a economizar a depender do número de convidados
- Trocar alimentos e bebidas importados por itens nacionais e mais baratos ajuda a se manter no orçamento sem perder no sabor ou na qualidade

5 - NÃO DEIXE PARA A ÚLTIMA HORA PARA EVITAR COMPRAR POR IMPULSO
- Ir a mercado cheio e movimentado sem tempo e tranquilidade provoca estresse e pressa, o que podem te levar a pegar os produtos mais caros e desnecessários
- Em cima da hora, os preços ficam mais ainda caros por conta da alta procura

6 - SE PUDER, EVITE O CARTÃO DE CRÉDITO
- Pagar alimentos de forma parcelada pode apertar o orçamento do início de 2023, afinal há outras despesas típicas, como IPTU, IPVA e material escolar
- O acúmulo de parcelas pode levar ao descontrole financeiro
- Entre os principais tipos de dívida estão o cartão de crédito, que lidera disparado, com 86,2% em outubro de 2022, calcula a CNC (confederação nacional do comércio)

7 - SUGIRA A CADA CONVIDADO LEVAR UM PRATO DIFERENTE OU DIVIDIR O TOTAL DA COMPRA
- É uma forma de cada um ser um pouco responsável pela noite e ninguém se endividar
- De forma organizada e comprovando os gastos, não haverá problemas

ECONOMIA

Bancos começam a escalar consignado privado, mas aguardam ajustes operacionais

Cenário desenha múltiplas oportunidades para instituições financeiras, mas também endurece a competição no setor

24/05/2026 12h44

Itaú segue em destaque, com uma carteira que subiu de cerca de R$ 12 bilhões antes do programa do governo para R$ 19,5 bilhões no primeiro trimestre.

Itaú segue em destaque, com uma carteira que subiu de cerca de R$ 12 bilhões antes do programa do governo para R$ 19,5 bilhões no primeiro trimestre. Reprodução

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Maiores bancos brasileiros acirraram a disputa pelo crédito consignado privado no começo do ano, depois de demonstrarem apetite mais comedido nos primeiros meses do programa de Crédito do Trabalhador.

O mercado ainda aguarda a resolução de pendências operacionais no sistema do DataPrev que processa os empréstimos, mas já acelerou a concessão na modalidade, em um esforço para blindar os balanços da pressão de endividamento e inadimplência no País.

Em março, a carteira total do consignado para funcionários do setor privado superou a marca de R$ 100 bilhões, um crescimento de 142% na comparação com igual mês do ano passado, de acordo com dados mais atualizados do Banco Central.

O volume ainda representa pouco mais de 1/4 do saldo de R$ 384 bilhões do consignado para servidores públicos, o que indica maior espaço para expansão à frente - O Brasil tem cerca de três vezes mais trabalhadores CLT que empregados do setor público.

O consignado é visto como um instrumento mais seguro para canalizar crédito pessoal, porque as parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento.

O produto também prevê a possibilidade de uso de parte do saldo do FGTS para amortizar a dívida, em caso de demissão sem justa causa. Os mecanismos reduzem o risco de inadimplência e limitam os juros cobrados nas operações.

"A Selic alta mudou a postura dos bancos, que estão diminuindo a exposição ao crédito pessoal sem garantia, como cartão de crédito, e dando importância para linhas em que o consumidor pode dar um ativo como garantia ou então para o consignado", explica a head de crédito da Integral Group, Maria Estela Ferraz de Campos.

O cenário desenha múltiplas oportunidades para instituições financeiras, mas também endurece a competição no setor.

Entre os grandes bancos, a briga será principalmente pela conquista das empresas com quadro de empregados mais robusto, não necessariamente pela relação direta com o cliente pessoa física, avalia o vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa Econômica Federal, Marcos Brasiliano Rosa.

"É por isso que estamos observando bancos com uma carteira PJ maior estão alavancando mais o segmento", explicou, em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

A Caixa, que participou da elaboração do programa, ainda está nos estágios iniciais de implementação do produto. A carteira do consignado CLT atingiu cerca de R$ 9 bilhões, de acordo com Brasiliano. O número ainda representa uma fração do saldo de R$ 114,2 bilhões do consignado como um todo, mas o maior banco do País planeja escalar a concessão nos próximos meses.

Entre os privados, o Itaú segue em destaque, com uma carteira que subiu de cerca de R$ 12 bilhões antes do programa do governo para R$ 19,5 bilhões no primeiro trimestre.

O banco é líder no segmento, com uma participação de mercado de pouco mais de 20%. "Estamos crescendo com muita qualidade, nos clientes certos, naturalmente com uma visão de rentabilidade adequada", disse o presidente do Itaú, Milton Maluhy Filho, na teleconferência com analistas para discutir os resultados.

No Bradesco, o privado ainda representa 6% do portfólio consignado, mas a proporção vem aumentando gradualmente. O saldo na linha cresceu quase 43% no comparativo anual, para cerca de R$ 6,7 bilhões, que corresponde a uma fatia de 6,6% do mercado geral.

Dataprev

Para continuar acelerando a exposição à modalidade, o setor bancário ainda cobra a evolução do sistema do DataPrev, em especial para garantir a portabilidade entre bancos e a migração automática do contrato quando o trabalhador muda de emprego.

Atualmente, quando há uma troca de empresa, o modelo exige a formalização de um novo contrato. O governo trabalha para automatizar o processo, mas esse é um procedimento complexo, porque envolve ajustes nos sistemas das instituições.

Segundo Brasiliano, da Caixa, as melhorias começaram a ser implementadas em maio e devem estar totalmente operacionais em setembro. "Algumas coisas mais relevantes acontecem agora em maio, podendo já começar a produzir efeitos no mês seguinte", explicou o executivo.

Os bancos privados vinham divergindo dos públicos em relação ao modelo de acesso a garantias vinculadas ao FGTS, ponto central para consolidação do consignado privado. O governo defendia a centralização o mecanismo pela Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) digital, enquanto a indústria bancária queria disponibilizá-lo nos canais próprios.

Para acomodar um meio termo, o ministério do Trabalho deve liberar os bancos a ofertarem as garantias em seus aplicativos, mas em operações sujeitas a uma conjunto de restrições, de acordo com Brasiliano. Se o empréstimo for concedido via CTPS, as condições serão livres.

O Broadcast procurou o a pasta para esclarecer o desenho do processo, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Taxas 'abusivas'

No mês passado, o governo publicou uma portaria que busca coibir o que as autoridades consideram "taxas abusivas".

A resolução prevê punições para instituições financeiras que cobrem juros que excedem uma taxa de referência calculada pelo Ministério do Trabalho.

Também determina que o custo efetivo total (CET) das operações contratadas por plataformas digitais fica limitado a um ponto porcentual acima da taxa de juros mensal da operação. Em março, o juro médio do consignado CLT estava em 56,8% ao ano, ou cerca de 3,8% ao mês, conforme números do BC.

Para analistas da Fitch, as incertezas regulatórias e operacionais têm implicado em múltiplas dificuldades para escalar o consignado privado, apesar do potencial do produto para o modelo de negócios dos bancos.

"Caso persistam, estes desafios continuarão pressionando os custos dos juros, aumentando o conservadorismo dos originadores e reduzindo a eficiência do mercado", alerta a agência.

 

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LOTERIA

Resultado da Mega-Sena de hoje, concurso 3010, domingo (24/05)

A Mega-Sena realiza três sorteios semanais, terça, quinta e sábado, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

24/05/2026 10h04

Arquivo

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 3010 da Mega-Sena na manhã deste domingo, 24 de maio de 2026, a partir das 11h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$320 milhões.

Os números da Mega-Sena 3010 são:

Confira o resultado da Mega-Sena de hoje!

  • 35 - 33 - 45 - 30 - 47 - 03 

O sorteio foi transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pôde ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Mega-Sena 3011

Como a Mega Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 26 de maio, a partir das 20 horas, pelo concurso 3011. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Mega-Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 6,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 6 dentre as 60 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de 4 a 6 números.

Como jogar na Mega-Sena

A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas.

Para realizar o sonho de ser milionário, você deve marcar de 6 a 20 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 e 12 concursos consecutivos (Teimosinha).

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