Economia

ENTREVISTA

"O mercado financeiro não tem nada contra a política social de Lula"

O economista Gustavo Loyola foi presidente do Banco Central nos mandatos dos presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso e esteve em Campo Grande proferindo palestra

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GUSTAVO JORGE LABOISSIÈRE LOYOLA 

Doutor em economia e ex-presidente do Banco Central 

O economista Gustavo Loyola esteve em Campo Grande proferindo palestra para o setor produtivo do Estado nas áreas de agricultura, pecuária, indústria e comércio. A reportagem do Correio do Estado esteve com ele antes do encontro com os empresários.

Loyola, que foi presidente do Banco Central nos mandatos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, criticou a sede do novo governo em querer garantir mais recursos para a área social e rebateu o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que no mercado financeiro ninguém é contra um Auxílio Brasil ou Bolsa Família, no valor de R$ 600.

Para ele, o novo governo Lula terá missões espinhosas para resolver, como o combate à inflação, a diminuição da taxa de juros, a geração de empregos, o dólar em ascensão, a reforma tributária, além das políticas sociais.

Na entrevista, Loyola expõe perspectivas econômicas para os próximos dois anos, em conjunto a uma série de desafios a serem superados.

O ex-presidente do Banco Central, que já foi eleito o economista do ano, em 2014, mostrou-se atento também à economia sul-mato-grossense ao destacar que o Estado tem a nova rota do agronegócio nas mãos, com os biocombustíveis e a geração de energia limpa por meio de biomassa de bagaço de cana-de-açúcar e eucalipto. Confira a entrevista:
 
Como o senhor analisa a PEC da Transição, que, segundo parlamentares de oposição ao presidente eleito, vai furar o teto de gastos para o próximo ano?

Eu acho que, na forma original que foi proposta, essa PEC é uma transição para a irresponsabilidade fiscal, porque abre um espaço muito grande no Orçamento. Basta dizer que o Orçamento atual já prevê, dentro do teto de gastos, o pagamento de até R$ 405 para o Auxílio Brasil.

Então, só necessitaria buscar a aprovação para mais R$ 200. Entendo que a PEC é necessária, mas deveria ser mais modesta e concentrada apenas no primeiro ano de gestão, enquanto o governo eleito toma outras providências para colocar outros temas de controle fiscal a partir de 2024. Essa transição não pode ir para o sentido do descontrole fiscal. 
 
Quais os principais desafios para o novo governo em 2023?

Na área econômica, o grande desafio é a questão fiscal como um todo. Não é só uma questão de abrir espaços para gastos adicionais. É, na realidade, mudar a forma como o dinheiro público é gasto no Brasil e como os impostos são arrecadados, ou seja, do lado da arrecadação, precisamos de uma reforma tributária bastante profunda e, do lado do gasto, precisamos acabar com esse Orçamento, que é superengessado.

O Orçamento é apropriado para grupos de interesses. É preciso, sim, que haja espaço para o atendimento das necessidades básicas da população brasileira, como educação, saúde, enfim, todo aquele conjunto de atividades que são inerentes ao Estado e que não podem ser substituídas pelo setor privado.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva vai pegar uma situação melhor ou pior da que herdou há 20 anos?

Eu acho que será pior, porque, há 20 anos, o governo tinha superavit fiscal. O governo anterior ao de Lula, no caso o de Fernando Henrique Cardoso, tinha sido de muitos ajustes. Além disso, Lula pegou um vento muito favorável do exterior, que foi aquele boom de commodities.

Foi um período em que o Brasil se aproveitou disso. Então, considerando a herança do governo anterior naquela época e os ventos que ele se apropriou e aproveitou, com uma situação externa favorável, bastou a ele manter a política econômica, que foi o que ele fez na gestão do ex-ministro Antonio Palocci.

A situação começou a mudar entre 2008 e 2009 e se deteriorou com a ideia de fazer algumas experiências, já na gestão do Guido Mantega. Essa nova matriz econômica levou o País a uma descendente que acabou gerando aquela recessão no fim do governo da Dilma, o que se tornou um ingrediente importante no impeachment em 2016. 

O senhor é a favor de uma reforma tributária? Acredita na proposta de um imposto único?

Sou a favor da reforma tributária, mas quanto ao imposto único, eu sou radicalmente contra. Acho que toda vez que você quer simplificar um problema complexo ou dar uma reposta simples tudo isso acaba dando errado.

Tributação é uma coisa muito complexa para ser abarcada com o imposto único, que seria ainda um imposto em cascata e vai se agregando ao valor dos bens de serviços e vai acumulando um sobre o outro. Imposto único não deu certo em nenhum país do mundo.

Essa ideia de simplificação excessiva não funciona. Precisamos de uma reforma tributária que simplifique o nosso sistema, mas o imposto único seria uma ideia insana.
 
Acredita que a taxa Selic, atualmente em 13,75%, comece a baixar no próximo ano?

Sim. Acredito que em 2023 nós tenhamos um início de queda gradual. Mas qual é a hipótese por trás desse pensamento? Essa PEC de Transição não será vista como desestabilizadora do ponto de vista fiscal ou que vá colocar a trajetória da dívida pública em um terreno perigoso.

Então, se tivermos um mínimo de política fiscal responsável e com o que o Banco Central já fez, a inflação tende a cair.

Tanto que as próprias previsões já direcionam para uma queda, embora ainda permaneçam acima da meta, mas já começam a cair.

Quando chegar no meio do ano que vem, o Banco Central já estará mirando em 2024. Dentro desse contexto, as expectativas estarão mais próximas da meta. Aí será possível começar a reduzir os juros.

Quanto ao dólar, acredita que a moeda tende a se valorizar ou virá um novo ciclo de queda?

Acredito que o dólar ficará acima dos R$ 5 por razões simples: os juros americanos estão subindo, e essa tendência se manterá por mais tempo. Isso tende a fortalecer o dólar em relação a todas as demais moedas. O real, neste momento, encontra-se desvalorizado e abaixo da média histórica.

A rigor, o Brasil deveria esperar que o real se recuperasse, mas, em função dos juros elevados nos Estados Unidos, isso não acontecerá tão cedo. A atual cotação é influenciada fortemente pela nossa política doméstica, principalmente pela questão fiscal.

Se a gestão do presidente Lula for vista como irresponsável, do ponto de vista macroeconômico, aí, sim, o dólar pode subir acima dos R$ 6. Mas o Brasil tem grandes reservas internacionais e, o principal, não tem dívida em dólar.

Então, isso serve de âncora para evitar uma desvalorização excessiva do real. Caso haja mais desvalorização do real, isso passará para a inflação e aí não será possível reduzir as taxas de juros.

Por que quando o presidente eleito fala de questão social o mercado reage tão mal?

Eu não acho que o mercado reaja mal, mas as pessoas não pensam igual. Eu, por exemplo, penso que a responsabilidade macroeconômica não exclui as políticas sociais. Ao contrário, o problema é que o que há no Brasil – quanto ao Orçamento – é que o dinheiro não é bem gasto em políticas sociais, ou seja, não é focalizado. Então, nós temos uma distorção muito grande.

Uma delas vem das Universidades Federais, porque quem tem mais recursos vai para as universidades públicas, não paga nada, e tem muita gente que necessita trabalhar o dia inteiro para pagar a faculdade privada à noite, por não ter acesso a uma universidade pública.

Dessa forma, o Brasil acaba tendo um gasto em educação muito grande para quem não precisa. Não estou dizendo que deveria haver cobranças nas universidades.

Por esse raciocínio, dá para perceber que o setor público gasta dinheiro à toa. Eu não vejo ninguém no mercado que seja contra o pagamento do auxílio no valor de R$ 600.

A questão é que esse auxílio é pior que o Bolsa Família, que foi baseado no Bolsa Escola, que incentivava as famílias a colocar as crianças na escola e, portanto, era muito focalizado na infância.

Havia um olhar nesta questão. As transferências de renda de hoje não têm essas condicionalidades. Outro caso é o governo reduzir alíquota de impostos nos combustíveis.

O cara que tem o fusca é beneficiado, o da Ferrari também e o que tem uma frota de mil veículos também é. Será que é justo isso? Eu acho que não. Seria necessário, por exemplo, uma política para subsidiar o gás de cozinha para pessoas sem condições de comprá-lo.

É necessário que haja política social para a primeira infância, para a mulher que é a cabeça da família, pessoas idosas e com deficiência.

Na época que a economia brasileira foi melhor, não foi por causa do Bolsa Família. Foi por causa que a taxa de desemprego caiu. O melhor auxílio que um país pode dar é a de geração de empregos, que vai gerar crescimento econômico.

Não adianta gastar se endividando porque vai gerar inflação e vai bater, primeiramente, no bolso do mais pobre. O economista John Maynard Keynes disse que a inflação nada mais é que um imposto que incide sobre os mais pobres.

Esse conceito está correto, e tivemos uma prova disso nos últimos dois anos. O consumo das classes mais altas quase não foi afetado, mas os mais pobres sofreram mais.
 
Mato Grosso do Sul tem crescido em níveis acima da média nacional. O senhor acredita que o Estado está no rumo certo?

O agronegócio é a vocação natural de Mato Grosso do Sul. Evidentemente, a atração de investimentos públicos e privados tem de acontecer levando em conta essa vocação. Não precisa investir somente nesse setor, mas é preciso dar uma atenção à infraestrutura, à indústria de insumos, ao beneficiamento dos produtos e às inovações.

Agora uma nova avenida do agronegócio está sendo aberta, que é a do combustível verde, ou biocombustível. Então, o etanol de cana-de-açúcar e de milho tornam-se segmentos merecedores de uma atenção maior até por causa da sustentabilidade.

Em vez de usar derivados de petróleo, que é negativo para o meio ambiente, usa-se o combustível que vem do agro. Até mesmo a energia oriunda da biomassa, que no Estado pode ser de bagaço de cana e também do eucalipto.

Por isso, precisa-se vocacionar ainda mais as universidades para o aprimoramento de pesquisas. O Brasil tem vocação para a agricultura e a floresta. Podemos ter investimentos adicionais nos dois setores. É bom ter mais de uma opção.

INDEFINIÇÃO

Empresas de MS fazem ofensiva nos EUA para tentar barrar tarifaço de Trump

A JBS e as indústrias do setor sucroenergético recorreram ao governo norte-americano para defender exportações brasileiras

11/07/2026 09h00

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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À espera da decisão final do governo de Donald Trump sobre o tarifaço a produtos brasileiros, empresas com atuação em Mato Grosso do Sul partiram para uma ofensiva direta nos Estados Unidos para tentar barrar a medida, sob o argumento de que ela também prejudicará a indústria e os consumidores norte-americanos.

Os setores industriais sul-mato-grossenses ligados à produção de energia e de transformação recorreram ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para apresentar argumentos contra a aplicação da sobretaxa.

Durante a audiência pública realizada na segunda-feira, a JBS e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa as seis usinas de etanol instaladas no Estado, formalizaram manifestações pedindo que os produtos brasileiros fiquem fora da medida.

A investigação foi aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, dispositivo que permite ao governo norte-americano apurar práticas comerciais consideradas injustas, discriminatórias ou não razoáveis.

O Brasil foi incluído no processo, que pode resultar na adoção de tarifas adicionais sobre produtos nacionais. Como parte da tramitação, empresas e cidadãos puderam apresentar argumentos durante audiência pública promovida pelo USTR.

A decisão final ainda não foi anunciada, embora o prazo legal para a definição seja o dia 15 deste mês. Em entrevista à Fox Business Network nesta quinta-feira, um representante do Departamento de Comércio dos Estados Unidos afirmou que as contribuições apresentadas na audiência estão sendo analisadas e que uma posição será divulgada em breve.

“Tenho conversado com os brasileiros. Temos tentado negociar. Acho que ainda há uma distância considerável entre nós. Por isso, vocês verão uma decisão final sobre o Brasil muito em breve, porque temos um prazo legal até 15 de julho”, disse.

Fonte: Mdic/Comex Stat

COMPANHIAS

A JBS S.A. apresentou manifestação por escrito, assinada por Carlos Alberto Santos Obregon, defendendo a retirada dos questionamentos envolvendo produtos não metálicos, especialmente o couro bovino. Segundo a empresa, o insumo abastece indústrias norte-americanas dos setores automotivo e moveleiro e poderá ser atingido por uma eventual sobretaxa.

Para a operação da companhia em Mato Grosso do Sul, a elevação das barreiras comerciais afeta um mercado que movimentou US$ 23,2 milhões nos últimos cinco anos.

Apenas entre janeiro e maio deste ano, as exportações de couro somaram US$ 1,6 milhão, conforme levantamento encaminhado pela empresa ao governo dos Estados Unidos.

“O trabalho bilateral e o diálogo diplomático entre EUA e Brasil são a única forma efetiva de mecanismo para resolver o complexo regulatório e suas políticas tarifárias previstas com o aumento com base na Seção 301. Questões como mercado digital, sistemas de pagamentos e registros de propriedades intelectuais exigem cooperação técnica e alinhamentos institucionais, que não podem ser alcançados com barreiras unilaterais.

Impor 25% de tarifa em cadeias produtivas de produtos manufaturados, como a cadeia do couro bovino, é uma estratégia contraprodutiva”, defendeu a empresa.

A companhia também afirmou que o setor privado acaba pagando o preço de disputas regulatórias entre governos.

“Ao invés de incentivar mudanças em políticas, essas tarifas vão gerar disrupção em linhas de produção, aumentar o custo de fábricas dos EUA e causar danos econômicos para os negócios norte-americanos e os consumidores”.

No setor de produção de energia, Mato Grosso do Sul tem vinculadas à Unica as empresas Adecoagro, em Ivinhema e Angélica, Atvos, em Rio Brilhante e Nova Alvorada do Sul, Copersucar, em Rio Brilhante, BP Bioenergy, em Ponta Porã, e Raízen, em Caarapó.

Além de emitir um comunicado por escrito, a instituição que representa as empresas do setor também solicitou participação para argumentação oral por meio do escritório de advocacia Barral Parente Pinheiro, com nota assinada por Welber Barral.

“A Unica pode demonstrar que o acesso ao mercado de etanol brasileiro segue o regime de acesso da OMC, não discriminatório, com nenhum compromisso bilateral que exige que o Brasil mantenha tarifas para o etanol dos EUA, e que o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos não abordou adequadamente os comentários sobre o tema; e as tarifas punitivas, em vez de avançar os interesses comerciais energéticos entre EUA e Brasil, vão prejudicar”, sustentou a instituição.

Diante de seis pontos de argumentação, a Unica também conduziu o discurso de que um tarifaço deve aumentar custos de refinarias nos EUA e gerar impacto no mercado consumidor do país, especialmente em se tratando de um combustível de baixo carbono, que atualmente está muito concentrado na Califórnia.

“O Brasil tem também passos específicos para facilitar a participação dos EUA no programa RenovaBio por meio de guias técnicos específicos”, também ponderou o grupo de produtores de etanol sobre o programa de incentivos do Brasil.

IMPACTO

Enquanto a decisão do governo norte-americano não é anunciada, conforme publicou o Correio do Estado na semana passada, o comércio entre Mato Grosso do Sul e os Estados Unidos já dá sinais de desaceleração.

Depois de atingir US$ 73,39 milhões em abril, os embarques para o mercado norte-americano recuaram para US$ 36,53 milhões em maio, uma queda de 50%.

De acordo com a economista da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) Bruna Mendes Dias, ainda não há como avaliar o impacto definitivo das tarifas.

“Desde o primeiro mandato de Trump, o uso de tarifas tem sido uma ferramenta recorrente de negociação comercial e diplomática. Ao longo desse período, vimos anúncios, revisões, adiamentos e acordos sendo construídos durante as negociações. Por isso, embora o anúncio mereça atenção, ainda é cedo para avaliar seus efeitos definitivos, já que esse tipo de medida costuma passar por um processo de ajustes e tratativas entre os países envolvidos”, afirmou ao Correio do Estado.

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 871, sexta-feira (10/07): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

11/07/2026 08h26

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 871 da Super Sete na noite desta sexta-feira, 10 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 3 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 64 apostas ganhadoras, R$ 781,11
  • 4 acertos - 723 apostas ganhadoras, R$ 69,14
  • 3 acertos - 6.406 apostas ganhadoras, R$ 6,00

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 871 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 6
  • Coluna 2: 4
  • Coluna 3: 0
  • Coluna 4: 8
  • Coluna 5: 3
  • Coluna 6: 6
  • Coluna 7: 7

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 872

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na segunda-feira, 13 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 872. O valor da premiação está estimado em R$ 3,1 milhões.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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