Economia

ENERGIA ELÉTRICA

Quem consome entre 300 e 600 kWh pode pagar de R$ 11,50 até R$ 66 a mais na conta

Com ICMS por faixa de consumo, imposto é de 20% para quem consumir acima de 201 kWh, com média nacional de consumo oscilando entre 152,2 e 273,1

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Longe de ser a região brasileira que, residencialmente, mais consome energia elétrica, os sul-mato-grossenses que passarem de 201 kWh consumidos no mês já entrarão no imposto de 20% sobre o serviço. 

Com essa alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) voltando a ser classificada por faixa de consumo e, consequentemente, sendo elevada, conforme decretro estadual publicado em 30 de dezembro de 2022, só haverá isenção para quem consumir até 50 kWh. 

Segundo análise do Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (labEEE), nem mesmo a região com menor consumo do país registra um nível baixo de Quilowatt-hora mensal, com o Norte do país apresentando média de 96,5 kWh/mês. 

Dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) apontam que, no Estado, 99,68% depende dos serviços da rede geral de distribuição, ou seja, da concessionária (Energisa).

Conta mais cara

Diante desse cenário, conforme o Conselho de Consumidores da Área de Concessão da Energia de Mato Grosso do Sul (Concen-MS), um cliente que consumir, por exemplo, 300 kWh no mês terá um aumento de R$ 11,50 na conta de luz. 

Como detalha o Concen, caso o consumo seja dobrado (600 kWh), o aumento na tarifa de energia elétrica será de R$ 66 no mês, que corresponde à um imposto de 25% cobrado a mais. 

"É preciso ter em mente, ainda, que estamos em processo de Revisão Tarifária Periódica e que em abril teremos  mais um impacto" , comenta também a presidente do Concen, Rosimeire Costa. 

Pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que se baseou o ex-governador Reinaldo Azambuja, para a elevação da alíquota, a redução do ICMS em serviços não só de energia, como também telefone e internet, só poderá ser feita a partir do ano que vem. 

 

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ECONOMIA

MS bate recorde de trabalhadores ocupados e alcança 7ª maior renda média do país

Estado chegou a 1,46 milhão de pessoas ocupadas em 2025, com massa salarial recorde de R$ 6,75 bilhões

12/05/2026 10h30

Mercado de trabalho sul-mato-grossense registrou crescimento de 4% no número de pessoas ocupadas em 2025, segundo levantamento do IBGE

Mercado de trabalho sul-mato-grossense registrou crescimento de 4% no número de pessoas ocupadas em 2025, segundo levantamento do IBGE Divulgação

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Mato Grosso do Sul atingiu em 2025 o maior número de pessoas ocupadas da série recente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE. Ao todo, o Estado contabilizou 1,46 milhão de trabalhadores, crescimento de 4% em relação a 2024, quando havia 1,41 milhão de pessoas empregadas.

Os dados fazem parte do levantamento “Rendimento de Todas as Fontes 2025”, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que também colocou Mato Grosso do Sul entre os estados com maior rendimento médio do país. A renda habitual dos trabalhadores chegou a R$ 3.727, a sétima maior do Brasil.

Outro indicador que chamou atenção foi a massa mensal de rendimentos, que alcançou R$ 6,75 bilhões, o maior valor já registrado no Estado pela pesquisa.

Do total de trabalhadores ocupados em Mato Grosso do Sul, 825 mil eram homens e 638 mil mulheres. Segundo o levantamento, a renda proveniente do trabalho também ganhou maior peso na composição financeira das famílias sul-mato-grossenses.

Em 2025, os rendimentos do trabalho passaram a representar 80,7% da renda domiciliar per capita, acima dos 79,5% registrados no ano anterior. Em contrapartida, aposentadorias, pensões e programas sociais perderam participação relativa.

Para o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Artur Falcette, os resultados refletem o atual momento econômico do Estado.

“A PNAD mostra um Estado que cresce com geração de trabalho, renda e oportunidades. Quando a renda do trabalho ganha participação na composição das famílias, isso indica dinamismo econômico, atração de investimentos e fortalecimento das cadeias produtivas”, afirmou.

O secretário destacou ainda que os números ajudam a explicar o desempenho de Mato Grosso do Sul no Ranking de Competitividade dos Estados 2026 – Eleições, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), no qual o Estado aparece com o segundo melhor índice do país na dimensão Capital Humano.

Conforme os dados do ranking, Mato Grosso do Sul saiu de nota 64,45 em 2023 para 67,73 em 2025, indicando crescimento contínuo em indicadores ligados à educação, qualificação e desenvolvimento social.

A pesquisa do IBGE também apontou avanço no nível de escolaridade da população trabalhadora. Entre os ocupados, 488 mil possuem Ensino Médio completo, enquanto 375 mil têm Ensino Superior completo.

A escolaridade segue diretamente ligada à renda. Pessoas com diploma universitário recebem, em média, R$ 6.632 mensais no Estado, mais de três vezes o rendimento médio de quem não possui instrução, estimado em R$ 1.824.

O rendimento domiciliar per capita médio em Mato Grosso do Sul chegou a R$ 2.369, o oitavo maior do país. Já o Índice de Gini, utilizado para medir desigualdade social, permaneceu praticamente estável, passando de 0,454 em 2024 para 0,457 em 2025.

Outro dado destacado pela PNAD foi a redução no percentual de domicílios atendidos pelo Bolsa Família. Depois de atingir 13% em 2024, o índice caiu para 9,5% em 2025, equivalente a cerca de 102 mil residências.

Com isso, Mato Grosso do Sul passou a ter o quinto menor percentual de beneficiários do programa no país, abaixo da média nacional, de 17,2%.

Segundo o secretário-executivo de Qualificação Profissional e Trabalho da Semadesc, Esaú Aguiar, o cenário é impulsionado principalmente pela expansão industrial e pela atração de novos investimentos privados.

“O resultado da PNAD reflete o momento de transformação econômica vivido por Mato Grosso do Sul, marcado pela expansão da agroindústria, novos investimentos privados e fortalecimento da economia verde e da inovação”, afirmou.

De acordo com ele, setores como celulose, bioenergia e proteína animal ampliaram a demanda por mão de obra qualificada, o que levou o governo estadual a reforçar programas de qualificação profissional e interiorização do emprego.

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LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 845, segunda-feira (11/05): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

12/05/2026 08h11

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 845 da Super Sete na noite desta segunda-feira, 11 de maio de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 300 mil.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 22 apostas ganhadoras, (R$ 1.199,19)
  • 4 acertos - 376 apostas ganhadoras, (R$ 70,16)
  • 3 acertos - 3.053 apostas ganhadoras, (R$ 6,00)

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 845 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 4
  • Coluna 2: 2
  • Coluna 3: 6
  • Coluna 4: 8
  • Coluna 5: 8
  • Coluna 6: 4
  • Coluna 7: 1

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 846

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 13 de maio, a partir das 21 horas, pelo concurso 846. O valor da premiação está estimado em R$ 400 mil.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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