Economia

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Resultado da Dupla-Sena de ontem, concurso 2899, segunda-feira (15/12): veja o rateio

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2899 da Dupla Sena na noite desta segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 3 milhões.

Premiação - 1º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 6 apostas ganhadoras, (R$ 11.451,16)
  • 4 acertos - 560 apostas ganhadoras, (R$ 140,21)
  • 3 acertos - 11.909 apostas ganhadoras, (R$ 3,29)

Premiação - 2º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 7 apostas ganhadoras, (R$ 8.833,75)
  • 4 acertos - 470 apostas ganhadoras, (R$ 167,06)
  • 3 acertos - 10.109 apostas ganhadoras, (R$ 3,88)

Confira o resultado da Dupla-Sena de ontem!

Os números da Dupla Sena 2899 são:

Primeiro sorteio: 18 - 47 - 48 - 34 - 24 - 21

Segundo sorteio: 49 - 29 - 06 - 20 - 34 - 39

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Dupla Sena 2900

Como a Dupla Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 17 de dezembro, a partir das 21 horas, pelo concurso 2900. O valor da premiação está estimado em R$ 3,2 milhões.

Para participar dos sorteios da Dupla Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 2,50.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Como jogar na Dupla-Sena

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais: às segundas, quartas e sextas, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer.

Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 2,50.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com seis dezenas e preço de R$ 2,50, a probabilidade de acertar 6 números e ganhar o prêmio milionário é de 1 em 15.890.700 segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 3.174, ainda segundo a Caixa.

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Endividamento

Cresce número de famílias sem condições de quitar dívidas em Campo Grande

Mesmo com o número de endividados ter diminuído no final de 2025, a quantidade de endividados que afirmam não ter condições de quitar as pendências fechou em alta no final do ano

14/01/2026 16h30

Pelo menos 68% das famílias da Capital possuem dívidas em aberto

Pelo menos 68% das famílias da Capital possuem dívidas em aberto FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Campo Grande encerrou o ano de 2025 com um número maior de famílias endividadas que afirmaram não ter condições de pagar as dívidas que no final de 2024. 

De acordo com dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com análise do Instituto de Pesquisa da Fecomércio MS, no mês de dezembro de 2025, 68,6% das famílias campo-grandenses possuíam alguma dívida em atraso. 

Destas, 13,7% não terão condições de arcar com as dívidas, número maior que o do ano passado, de 12,5%. 

No entanto, com relação ao mês de novembro de 2025, mesmo com um número de famílias endividadas maior em dezembro, a quantidade dos indivíduos que disseram não ter condições de pagar com as inadimplências diminuiu, saindo de 47.318 em novembro para 45.061 em dezembro do ano passado. 

Pelo menos 68% das famílias da Capital possuem dívidas em abertoFonte: Instituto de Pesquisa Fecomércio MS

O número de famílias endividadas, em comparação com a quantidade em dezembro de 2024 (65%) mostra que aumentou o número de compromissos parcelados como cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de loja, empréstimos e seguros ao longo do ano. 

Em número absolutos, no final de 2025, eram 226.248 famílias endividadas (muito ou pouco) na Capital. 

A pesquisa também mostrou que o tempo médio de atraso entre as famílias era de 70 dias de atraso, sendo a maior porcentagem, o atraso acima dos 90 dias (51,8%). 

Também era alto o tempo onde haviam as dívidas, sendo que 37,8% estavam com dívidas em atraso há mais de um ano. 

Perfil econômico

A pesquisa mostra que o perfil dos endividamentos muda de acordo com a renda familiar. Entre as famílias que têm rendimento de até 10 salários mínimos, há maior concentração de dívidas em carnês, categoria associada ao parcelamento no varejo e que não necessita de grande acesso a linhas de créditos mais estruturadas. 

A porcentagem de endividamento de famílias dessa modalidade era de 21,7%, enquanto nas famílias com renda superior a 10 salários mínimos era de apenas 12,5%. 

Nesses núcleos familiares, com maior renda, o endividamento está mais associado  a financiamentos de maior valor, como o de veículos, presente em 19,6% desse grupo, contra 9,1% entre as rendas menores. 

O cartão de crédito continua sendo o maior e principal instrumento de endividamento em todas as faixas de renda, mas ainda é maior entre as famílias de renda mais elevada (69,6% contra 65,9% nas rendas menores). Isso mostra que a facilidade desempenha um papel importante na economia das famílias brasileiras. 

De acordo com a economista do Instituto de Pesquisa da Fecomércio MS, Regiane Dedé de Oliveira, os levantamentos são importantes para entender quais as realidades e desafios específicos presentes em cada grupo. 

"As famílias de menor renda tendem a utilizar instrumentos de crédito mais imediatos, como carnês, enquanto as de maior renda acessam financiamentos estruturados. Isso exige políticas e estratégias de educação financeira adaptadas a cada realidade", ressaltou. 

Pelo menos 68% das famílias da Capital possuem dívidas em abertoFonte: Instituto de Pesquisa Fecomércio MS

Inadimplência

O endividamento do consumidor sul-mato-grossense atingiu o nível mais alto da série histórica em 2025, comprometendo mais da metade da população adulta. Segundo os dados do mês de outubro, o Estado somou 1.234.934 moradores com o nome negativado, o equivalente a 57,2% da população. Juntos, eles acumulam 5,42 milhões de dívidas, que totalizam R$ 9,23 bilhões.

As dívidas com bancos e cartões de crédito são as principais responsáveis pela inadimplência, concentrando 29,6% do total. Em seguida vêm as financeiras (18,3%), o varejo (10,9%) e as contas básicas de serviços como energia e telefonia (12,8%). 

Os dados mostram que a inadimplência em Mato Grosso do Sul é estrutural e crescente, mesmo com o avanço de modalidades de crédito mais acessíveis, como o consignado CLT e o saque aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que têm funcionado como alívio imediato, mas aumentando o risco de endividamento permanente.

Conforme já publicado pelo Correio do Estado, somente as dívidas com bancos "sujam" o nome de quase 500 mil sul-mato-grossenses, número que vem crescendo mesmo com o aumento de linhas de crédito e renegociação. Até outubro de 2025, o Estado registrou 105,1 mil novos nomes incluídos em cadastros de inadimplência.


 

Economia

Privatização da Hidrovia do Rio Paraguai será no segundo semestre, diz ministro

Investimentos na hidrovia devem superar os R$ 60 milhões; Leilão é aposta para destravar logística de Mato Grosso do Sul

14/01/2026 16h01

Concessão da hidrovia do Rio Paraguai, que passa pelo Estado, será no segundo semestre

Concessão da hidrovia do Rio Paraguai, que passa pelo Estado, será no segundo semestre Foto: Rodolfo César / Correio do Estado

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (14), que o leilão da Hidrovia do Rio Paraguai, que ajudará no escoamento de produtos da América do Sul, será realizado no segundo semestre deste ano.

"Será a primeira concessão hidroviária do Brasil. A gente espera que sejam feitos investimentos de mais de R$ 60 milhões [nesta hidrovia]. A partir daí, vamos avançar fortemente nessa agenda de concessões hidroviárias brasileiras", disse o ministro.

O leilão da Hidrovia do Rio Paraguai é tratado como uma das principais apostas para destravar a logística de Mato Grosso do Sul.

Conforme reportagem do Correio do Estado, o processo é pioneiro no País e demanda cuidados técnicos, regulatórios e institucionais específicos.

Concessão da hidrovia do Rio Paraguai, que passa pelo Estado, será no segundo semestre

Projeto

O projeto da hidrovia é apontado como estratégico para o escoamento de grãos e minérios de Mato Grosso do Sul.

No entanto, desde que foi incluído na carteira do programa de parcerias de investimentos (PPI), técnicos do setor alertavam que o calendário inicial era “otimista demais”. A necessidade de estudos aprofundados e de compatibilização com as regras ambientais sempre indicou que a modelagem não seria concluída em tempo para um leilão ainda em 2025.

Em setembro do ano passado, o Ministério informou ao Correio do Estado que o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental [Evtea] foi concluído e serviria de base para a modelagem, prevendo intervenções como dragagem, sinalização, monitoramento hidrográfico, gestão do tráfego e medidas ambientais.

O governo federal também destacou que a fase de participação social já foi cumprida, como a Tomada de Subsídios, a Consulta e a Audiência Pública.

Esses pontos são considerados cruciais porque o projeto atravessa o Pantanal, bioma sensível que exige cuidados específicos em qualquer tipo de obra.

O Ministério admitiu, ainda, na ocasião, que o processo passa por adaptações, como parte natural de uma iniciativa dessa envergadura.

Mesmo com a previsão para realização no segundo semestre, a definição final da data do leilão depende do Tribunal de Contas da União (TCU), que irá analisar a modelagem e ainda poderá impor novas condições, o que pode prolongar o processo.

Mais leilões

Na coletiva desta quarta-feira (14), o ministro anunciou ainda que o governo federal pretende fazer 40 novos leilões na área de infraestrutura este ano. A lista inclui, segundo o ministério, 21 aeroportos e 18 portos, além da  hidrovia.

A previsão é que, já em fevereiro, seja leiloado o primeiro bloco, com quatro empreendimentos portuários localizados em Macapá, Natal, Porto Alegre e no Recife. A expectativa é que o bloco receba aproximadamente R$ 230 milhões em investimentos.

Para março, está previsto o leilão do Tecon Santos 10, projeto que tem uma previsão de investimentos na faixa de R$ 6,4 bilhões, para ampliar em 50% a capacidade de movimentação de cargas do Porto de Santos.

A expectativa do ministro é lançar este edital entre o final de fevereiro e o início de março, para que, já em abril, seja feito o leilão.

Silvio Costa Filho destacou também, entre as prioridades para 2026, o leilão do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, marcado para o dia 30 de março, e de outros 20 aeroportos regionais.

“Estamos reduzindo investimentos em aeroportos regionais para jogá-los à iniciativa privada, a exemplo dos 13 leilões que nós fizemos no ano passado, de forma a retirar, de prefeitos e governadores, a responsabilidade de cuidar do aeroporto. Até porque, acho, isso cabe a iniciativa privada”, argumentou o ministro.

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