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STF se divide sobre permissão para Executivo limitar repasses

STF se divide sobre permissão para Executivo limitar repasses

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A possibilidade de o Executivo limitar repasses de recursos a outros poderes em caso de frustração de receitas no Orçamento ganhou o apoio de cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) até o momento, durante o julgamento sobre a validade da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Outros quatro votaram pela nulidade dessa autorização. Mas o placar ainda está em aberto porque dois ministros ainda não declararam suas posições, o que deve ocorrer em sessão nesta quinta-feira (22).

Para declarar um dispositivo inconstitucional, são necessários os votos de seis ministros. Uma decisão final da Corte é aguardada pelos Estados, que veem no dispositivo uma possibilidade de estancar parte do problema que drena recursos dos cofres estaduais. Hoje, quando a arrecadação fica abaixo do projetado no Orçamento, os demais poderes ficam imunes a tesouradas nas despesas e continuam recebendo o repasse mensal (duodécimo) normalmente, às custas do Executivo.

Por conta disso, os poderes Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Defensoria dos Estados tinham no fim do ano passado uma sobra de R$ 7,7 bilhões em recursos livres, que poderiam ser usados para bancar outras despesas, como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, em junho. Enquanto isso, os Executivos dos Estados continuam com contas atrasadas e muitos não conseguem sequer colocar salários de servidores em dia.

O repasse do duodécimo é um dos principais pontos na análise de oito ações que contestam uma série de dispositivos da lei, sancionada em 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Outro tema que deve ganhar destaque é a possibilidade ou não de reduzir jornada e salários de servidores em caso de estouro do limite de gastos com pessoal.

Placar 

Até agora, cinco ministros já se posicionaram a favor de o Executivo poder promover um corte linear nos chamados 'duodécimos' de outros poderes, caso eles próprios não façam o ajuste nas despesas diante da queda na arrecadação: o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, além dos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello.

Por outro lado, quatro ministros haviam se manifestado contra o Executivo reduzir repasses para outros poderes: Alexandre de Moraes (relator das oito ações julgadas), Rosa Weber, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski. Faltam os votos de Luiz Fux e do decano, Celso de Mello.

"Essa lei celebra nossa estabilidade monetária e uma cultura nova de que os recursos públicos são finitos e que, se o Estado repetidamente gastar além do que arrecada e descontroladamente, ele vai produzir consequências negativas para si ou para o País de maneira geral", disse Barroso. "Dinheiro não cresce em árvore, recursos são finitos e é preciso tomar decisões econômicas e jurídicas com responsabilidade fiscal", acrescentou

Na avaliação de Barroso, a interpretação das leis não se faz nem de maneira abstrata nem alienada das circunstâncias da realidade

"A realidade fática brasileira, sobretudo no âmbito dos Estados membros, é neste exato momento de absoluto descontrole fiscal na maior parte dos Estados da federação com uma ou outra exceção. A norma (da LRF) me parece excessivamente óbvia e acho que ela, em deferência à independência dos poderes e à autonomia do Ministério Público, dá a essas instituições a prerrogativa de elas mesmas cortarem, ajustarem as suas despesas. É um imperativo dos fatos: não tem dinheiro, tem de gastar menos", afirmou.

Barroso salientou que a lei dá a oportunidade de os poderes "cortarem na própria carne" diante do aviso do Executivo de que a arrecadação ficou abaixo do projetado no Orçamento. "Se eles não fizerem, aí o Executivo, que é quem tem a chave do cofre, tem que fazê-lo", defendeu o ministro.

O presidente do STF propôs uma interpretação do artigo que assegure um corte linear entre os poderes, que foi acompanhado por outros quatro ministros. Ele argumentou que "o Estado é um só, e a máquina arrecadadora se encontra no Executivo". Para ele, anular o dispositivo que permite a contenção nos repasses poderia provocar uma judicialização constante. "O ato do Executivo sempre será necessário porque o Tesouro é um só", afirmou.

Divergência

A posição do relator, Alexandre de Moraes, é pela inconstitucionalidade do artigo. Na visão do ministro, a autorização para o Executivo reduzir os repasses representa "total afronta" ao princípio da separação dos poderes. "Não significa que o poder Judiciário, o Legislativo e o Ministério Público não precisem realizar adequação. Se o gestor não realizar essa adequação, será responsabilizado. O que não se pode permitir é que unilateralmente o Executivo decida e corte o repasse de duodécimos", afirmou argumentou.

A ministra Rosa Weber acompanhou o relator e se posicionou contra a possibilidade de o Executivo reduzir repasses para outros poderes. "Essa possibilidade de o Executivo atuar punindo o Judiciário e o Legislativo afronta o princípio da separação de poderes", afirmou Rosa.

Cármen Lúcia concordou com a colega. "Não cabe ao Executivo determinar sozinho esse corte. É preciso que os outros poderes promovam isso como dever."

LOTERIAS

Resultado da Dia de Sorte de hoje, concurso 1246, quarta-feira (15/07)

A Dia de Sorte realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

16/07/2026 08h36

Confira o resultado do Dia de Sorte

Confira o resultado do Dia de Sorte divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 1246 da Dia de Sorte na noite desta quarta-feira, 15 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 1 milhão.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 25 apostas ganhadoras, (R$ 4.615,75)
  • 5 acertos - 1.396 apostas ganhadoras, (R$ 25,00)
  • 4 acertos - 20.264 apostas ganhadoras, (R$ 5,00)

Mês da Sorte

Outubro - 82.386 apostas ganhadoras, R$ 2,50

Confira o resultado da Dia de Sorte de ontem!

Os números da Dia de Sorte 1246 são:

  •  19 - 17 - 01 - 21 - 09 - 08 - 22 
  • Mês da sorte: 10 - Outubro

O sorteio da Dia de Sorte é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 1247

Como a Dia de Sorte tem seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quinta-feira, 16 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 1247. O valor da premiação está estimado em R$ 2 milhões.

Para participar dos sorteios da Dia de Sorte é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 7 dente as 31 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Como apostar na Dia de Sorte

Os sorteios da Dia de Sorte são realizados às terças, quintas e sábados, sempre às 19h (horário de MS).

O apostador marca entre 7 e 15 números, dentre os 31 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 7 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

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LOTERIAS

Resultado da Dupla-Sena de ontem, concurso 2983, quarta-feira (15/07): veja o rateio

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

16/07/2026 08h32

Confira o rateio da Dupla-Sena

Confira o rateio da Dupla-Sena Foto: Arquivo

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2983 da Dupla Sena na noite desta quarta-feira, 15 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 996 mil.

Premiação - 1º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 7 apostas ganhadoras (R$ 5.986,02)
  • 4 acertos - 296 apostas ganhadoras (R$ 161,78)
  • 3 acertos - 6.610 apostas ganhadoras (R$ 3,62)

Premiação - 2º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 8 apostas ganhadoras (R$ 4.713,99)
  • 4 acertos - 399 apostas ganhadoras (R$ 120,02)
  • 3 acertos - 7.673 apostas ganhadoras (R$ 3,12)

Confira o resultado da Dupla-Sena de ontem!

Os números da Dupla Sena 2983 são:

Primeiro sorteio

  • 01 - 40 - 29 - 46 - 13 - 04 

Segundo sorteio

  • 06 - 28 - 33 - 42 - 46 - 21

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Como jogar na Dupla-Sena

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais: às segundas, quartas e sextas, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer.

Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com seis dezenas e preço de R$ 2,50, a probabilidade de acertar 6 números e ganhar o prêmio milionário é de 1 em 15.890.700 segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 3.174, ainda segundo a Caixa.

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