Economia

CAMPO GRANDE

Taxas de embarque na rodoviária ficarão mais caras a partir desta sexta

Reajuste será de 4,84%; também foram reajustados preços do estacionamento, guarda-volumes, entre outros

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As tarifas de serviços do Terminal Rodoviário de Campo Grande - Senador Antônio Mendes Canale -  ficarão mais caras a partir desta sexta-feira (24). O reajuste tarifário será de 4,84%.

Portaria com a homologação do reajuste foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Município de hoje, pela Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg).

O reajuste vale tanto para linhas metropolitanas, quanto para as de transporte intermunicipal, interestadual e internacional, além da tarifa de acostamento do terminal.

As taxas de embarque na rodoviária custarão de R$ 1,27 a R$ 8,31, dependendo do tipo de linha. Atualmente, os valores variam entre  R$ 1,21 a R$ 7,93.

Já a tarifa de acostamento passará de R$ 22,03 para R$ 23,09.

Veja os novos valores das tarifas da Rodoviária de Campo Grande:

Estrutura Tarifária da Tarifa de Embarque e Tarifa de Acostamento do Terminal Rodoviário de Campo Grande
Tipo de Embarque  Tarifa de Embarque do Terminal (TET)
Linhas Metropolitanas R$ 1,27
Linhas Intermunicipais  R$ 6,02
Linhas Interestaduais R$ 8,31
Linhas Internacionais R$ 8,31
Tarifa de Acostamento do Terminal R$ 23,09

Os procedimentos administrativos a serem adotados pela concessionária do Terminal Rodoviário, a Socicam, para aplicação do reajuste tarifário, deverão ser determinados pela Agereg, através de atos normativos.

Também foi publicada a estrutura tarifária dos serviços acessórios do Terminal Rodoviário de Campo Grande, com reajuste do estacionamento e guarda-volumes, entre outros.

A partir de 24 de janeiro, o estacionamento custará R$ 4,10 a primeira hora, com acréscimo de R$ 2,05 a cada hora subsequente, até o limite de 15 horas. A partir da 16ª hora, o valor sobe para R$ 35,10. O aumento da primeira hora e subsequentes é de R$ 0,20 em relação ao valor atual.

Confira o novo valor dos serviços na rodoviária:

Serviços Acessórios
Estacionamento Preço
01h:00min  R$ 4,10
A cada 1h até a 15ªh  R$ 2,05
A partir da 16ªh  R$ 35,10
Mensalista locatário  R$ 124,00
Mensalista  R$ 165,45
Mensalista especial  R$ 103,35
Guarda-volumes  Preço
Guarda-volumes pequeno  R$ 6,20
Guarda-volumes médio  R$ 9,85
Guarda-volumes grande  R$ 13,95
Guarda-volumes ext.  R$ 17,70 
Banho  R$ 12,40
Toalha (caução)  R$ 20,70
Sanitários   -

jornada de trabalho

Marinho: o que cabe neste momento é a escala 5x2 com redução para 40 horas semanais

Ministro do Trabalho e Emprego defendeu enfrentar o debate do impacto de custo decorrente da mudança

10/03/2026 15h03

Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego

Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego Valter Campanato/Agência Brasil

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o que cabe neste momento é a escala 5x2, com redução de 44 horas para 40 horas de trabalho semanais. Ele disse que a economia hoje suporta a redução para 40 horas semanais, não 36 horas semanais.

As declarações ocorreram em audiência pública realizada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira, 10, sobre o fim da jornada de trabalho 6x1.

"O que cabe nesse momento é redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, jornada máxima, sem redução do salário, com duas folgas na semana. Portanto, eu estou falando de 5x2", disse a parlamentares.

Marinho defendeu enfrentar o debate do impacto de custo decorrente da mudança. "Nós não podemos negar que há um impacto de custo, evidentemente que acontece um impacto de custo. Mas é preciso não entrar numa neura de que esse custo é proibitivo a tal ponto de não encontrarmos um ponto de equilíbrio", sustentou o ministro. "Nós não desejamos asfixiar a economia. O que nós precisamos é criar condições de trazer uma conquista, porque é uma exigência especialmente da juventude trabalhadora", prosseguiu.

Segundo ele, há empresas se antecipando à redução da jornada e a economia já precificou os impactos da mudança. "Nós estamos seguros de que a redução da jornada para 40 horas semanais é plenamente factível, é plenamente sustentável", concluiu.

Admissibilidade constitucional

A proposta que dá fim à escala 6x1 está sendo analisada pela CCJ do ponto de vista da admissibilidade constitucional. O mérito da matéria será discutido somente após a instalação da comissão especial.

De acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a expectativa é de que a PEC seja levada para votação no plenário em maio deste ano.

Dados

A subsecretária de Estatística e Estudos do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Paula Montagner, afirmou que, a partir de dados enviados pelas empresas através do eSocial, 66,8% dos vínculos celetistas (29,7 milhões de pessoas) operam em cinco dias trabalhados com dois dias de descanso.

Ela ressaltou que, além de um dado trabalhista, trata-se de um dado previdenciário e tributário, "então, a gente espera que seja o mais próximo da realidade vivenciada nas empresas". "Nossa leitura é de que a transição é viável, estratégica e benéfica", afirmou sobre a redução para a escala 5x2, com 40 horas semanais.

A subsecretária disse que 35% dos trabalhadores de micro e pequenas empresas, 33,7% dos trabalhadores das grandes empresas e 35,4% dos trabalhadores da agropecuária fixos estão na escala 6x1. No caso de pessoas físicas (empregadores domésticos), só 3% operam na escala 6x1. Sobre os setores críticos para o fim dessa escala, ela mencionou o transporte aéreo (53,2% na escala 6x1) e serviços de alojamento (52,0%), alimentação (47,1%) e comércio (42,2%).

Paula Montagner também apresentou destaques regionais, os Estados em que há mais trabalhadores na escala 6x1 são nas fronteiras agrícolas - Tocantins, Santa Catarina e Roraima. Em volume absoluto, o Sudeste lidera com 7 milhões de celetistas na escala de seis dias de trabalho.

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 820, segunda-feira (09/03): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

10/03/2026 08h28

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Super Sete

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 820 da Super Sete na noite desta segunda-feira, 9 de março de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 3,3 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 3 apostas ganhadoras, (R$ 11.449,22)
  • 5 acertos - 43 apostas ganhadoras, (R$ 1.141,11)
  • 4 acertos - 658 apostas ganhadoras, (R$ 74,57)
  • 3 acertos - 6.267 apostas ganhadoras, (R$ 6,00)

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 820 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 3
  • Coluna 2: 0
  • Coluna 3: 1
  • Coluna 4: 8
  • Coluna 5: 8
  • Coluna 6: 5
  • Coluna 7: 5

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 821

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 11 de março, a partir das 21 horas, pelo concurso 821. O valor da premiação está estimado em R$ 3,5 milhões.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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