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queda de energia

Argentina x Brasil é cancelado

Argentina x Brasil é cancelado

terra

03/10/2012 - 22h51
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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que o jogo Brasil x Argentina desta quarta-feira pelo Superclássico das Américas não será realizado. A decisão foi anunciada por volta das 23h05 (de Brasília), após o apagão que atingiu o Estádio Centenário, na cidade de Resistencia, palco do confronto.

Os dois times se enfrentariam na noite desta quarta-feira pelo jogo de volta do Superclássico das Américas 2012 - na partida de ida, em Goiânia, a Seleção Brasileira venceu por 2 a 1.

As duas equipes chegaram a entrar normalmente em campo por volta das 22h para o jogo. No entanto, uma queda de energia em dois refletores acabou por suspender o início da partida. O árbitro chileno Enrique Osses conversou com as duas equipes, até que se encontrasse uma solução ¿ sem sucesso.

De acordo com a Conmebol, o problema nos refletores se deu por conta do horário em que as luzes do estádio foram acesas. A entidade afirmou que os organizadores de Argentina x Brasil ligaram muito cedo a iluminação, que, por consequência, não resistiu ao tempo ligado.

Inicialmente, a Seleção Brasileira irá retornar de Resistencia ainda na madrugada desta quinta-feira em voo fretado. Os dirigentes brasileiros descartam a remarcação da partida para esta quinta-feira. Segundo a assessoria da CBF, o Brasil espera conquistar o título de 2012 do Superclássico, uma vez que não deve haver novas datas para o jogo entre argentinos e brasileiros.

DECISÃO

Corinthians desbanca favorito Flamengo, conquista a Supercopa Rei e empilha mais uma taça

Com gols de Gabriel Paulista e Yuri Alberto, mais de 71 mil pessoas assistiram o endividado time paulista bater o bilionário carioca

01/02/2026 17h45

Corinthians é o campeão da Supercopa Rei de 2026, com gols de Gabriel Paulista e Yuri Alberto

Corinthians é o campeão da Supercopa Rei de 2026, com gols de Gabriel Paulista e Yuri Alberto Foto: Wilton Júnior/Estadão

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O Corinthians desbancou o favoritismo do Flamengo e ganhou o título da Supercopa Rei. Neste domingo, o Timão venceu o rubro-negro por 2 a 0 no Mané Garrincha, em Brasília, na decisão entre os atuais campeões do Brasileirão e Copa do Brasil.

O primeiro gol do título foi marcado pelo zagueiro Gabriel Paulista, recém-contratado neste começo de temporada, aos 25 minutos do primeiro tempo. Já nos acréscimos da etapa final, Yuri Alberto ampliou para o Timão.

A equipe carioca teve a estreia de Lucas Paquetá, que nesta semana se tornou a maior contratação da história do futebol brasileiro (42 milhões de euros). O meia entrou no segundo tempo, mas pouco conseguiu produzir, já que o Flamengo jogou a etapa final inteira com 10 em campo por conta da expulsão de Carrascal por um lance com Breno Bidon no final do primeiro tempo.

O título mantém a boa fase do Corinthians dentro das quatro linhas - enquanto fora dela acumula uma dívida estratosférica de quase R$ 3 bilhões - e também é mais um baque para o Flamengo neste começo de ano.

A equipe rubro-negra acumula sua terceira derrota seguida neste começo de temporada. Contra Fluminense (Carioca), São Paulo (Brasileirão) e agora Corinthians.

Já o Timão acumula a terceira taça de campeão nos últimos 12 meses, tendo conquistado também os títulos do Paulistão e Copa do Brasil no ano passado e agora o bi da Supercopa.

COMO FOI O JOGO

Há quem acredite que os times de futebol são o reflexo de sua torcida em campo. Coincidência ou não, os milhares de corintianos que marcaram presença em Brasília, cujo número de flamenguistas é muito superior - inclusive no Mané Garrincha - empurraram o time para ir para cima do adversário no início de partida.

Os paulistas protagonizaram o primeiro lance de perigo da partida, com Memphis quase completando cruzamento de Yuri para o gol, e demonstraram disposição para pressionar a saída de bola do rival.

Os cariocas demonstraram qualidade para fugir da pressão por meio do toque de bola. Carrascal, motorzinho do time, serviu como o desafogo da equipe e Plata, pelo lado direito, deu trabalho em jogadas individuais. O Flamengo quase abriu o placar em chute de fora da área de Pulgar. O goleiro Hugo Souza, por duas vezes, impediu o gol rubro-negro quase em cima da linha, em finalizações de Pedro e Carrascal.

Rápido na transição, o Corinthians não ficou nas cordas graças à habilidade de Bidon e André, ambos "crias do Terrão", para articular jogadas no meio-campo. Aos 25 minutos, Gustavo Henrique desviou de cabeça após cobrança de escanteio e Gabriel Paulista completou do pé esquerdo para o fundo das redes. Castigo para o Flamengo, que era melhor na partida.

Apesar do gol, o Flamengo continuou com mais posse de bola e maior presença no campo adversário, mas não encontrou soluções para furar a defesa corintiana. Apagado, Arrascaeta mal tocou na bola. O outro camisa 10 da partida, Memphis Depay, teve grande chance de ampliar o placar aos 37 após contra-ataque puxado por Bidon, mas Rossi impediu o segundo da equipe alvinegra.

Pouco antes do intervalo, aconteceu outro evento que mudou a partida. Carrascal acertou o braço no rosto de Breno Bidon. Inicialmente, o árbitro em campo não marcou o lance e encerrou o primeiro tempo.

No entanto, antes de recomeçar o jogo na etapa final, após o intervalo, Rafael Klein reviu o lance no VAR e expulsou Carrascal, deixando o Flamengo com um homem a menos em campo.

Mesmo assim, o time rubro-negro seguiu pressionando. Mas o Corinthians novamente levou perigo e chegou a balançar as redes com Memphis Depay, mas o gol foi anulado por um impedimento de Yuri Alberto no começo do lance. Porém, a transmissão não mostrou o lance sendo revisado e tendo as linhas traçadas pelo VAR.

FICHA TÉCNICA - FLAMENGO 0 X 2 CORINTHIANS

FLAMENGO - Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Pulgar, Jorginho (De La Cruz) e Arrascaeta; Plata (Cebolinha), Carrascal e Pedro (Paquetá). Técnico: Filipe Luis.

CORINTHIANS - Hugo Souza; Matheuzinho, Gustavo Henrique, Gabriel Paulista (André Ramalho) e Matheus Bidu; Raniele, André (Matheus Pereira), Carrillo (Garro) e Breno Bidon (Charles); Memphis (Kaio César) e Yuri Alberto. Técnico: Dorival Junior.

ÁRBITRO - Rafael Rodrigo Klein

GOLS - Gabriel Paulista, aos 25 do primeiro tempo; Yuri Alberto, aos 52 do segundo tempo

CARTÕES AMARELOS - Memphis Depay, Bidon, Gabriel Paulista e Matheus Pereira

CARTÕES VERMELHOS - Carrascal (Flamengo)

PÚBLICO - 71.244

RENDA - não informada

LOCAL - Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília (DF)

TÊNIS MUNDIAL

Alcaraz vira sobre Djokovic, leva o Australian Open e fecha o ciclo de Grand Slams aos 22 anos

Espanhol já era bicampeão do US Open, de Roland Garros e de Wimbledon

01/02/2026 13h15

Tenista espanhol Carlos Alcaraz

Tenista espanhol Carlos Alcaraz Foto: Rio Open

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Atual número 1 do mundo, Carlos Alcaraz nunca havia passado das quartas de final do Australian Open. Quando o fez, arrancou para conquistar o Grand Slam que lhe faltava e se tornar, aos 22 anos, o mais jovem tenista a fechar o ciclo com os quatro troféus de Grand Slams - já era bicampeão do US Open, de Roland Garros e de Wimbledon.

Após um início lento, o espanhol imprimiu seu ritmo para derrotar, de virada, o experiente Novak Djokovic, 38 anos, e conquistar o inédito troféu na Austrália por 3 sets a 1, parciais de 2/6, 6/2, 6/3 e 7/5, em uma batalha de 3h02, neste domingo, no Melbourne Park. Com o resultado, Alcaraz superou o conterrâneo Rafael Nadal, que acompanhou a partida da primeira fila, ao conquistar os quatro majors do circuito aos 22 anos - Nadal tinha 24 quando fechou o ciclo no US Open em 2010.

A derrota teve um gosto amargo para Novak Djokovic, que sentiu o esgotamento físico após uma dura partida de mais de 4 horas contra Jannik Sinner na semifinal. Maior vencedor de títulos no Australian Open, com 10 taças, e de Grand Slams, com 24, ele desperdiçou a chance de superar a australiana Margaret Court como recordista absoluto de majors. De quebra, não conseguiu quebrar a hegemonia da dupla Alcaraz e Sinner, que conquistaram os últimos nove troféus da categoria. Apesar do revés, ele passará ao posto de 3 do mundo nesta segunda-feira.

Diante das lendas do tênis que ocupavam a primeira fila na arquibancada da Rod Laver Arena, Djokovic foi dominante no primeiro set. Após um início equilibrado, o sérvio pressionou o número 1 do mundo e aproveitou um de seu três break points no quarto game para quebrar o serviço de Alcaraz e abrir 3/1.

O espanhol, que sofreu com cãibras na dura batalha com Alexander Zverev na semifinal, demorou a se encontrar em quadra e levou outra quebra no oitavo game, caindo por 6/2, em apenas 33 minutos, graças ao saque potente de Djokovic - foram 93% a 67% de aproveitamento no primeiro serviço.

Em desvantagem, Alcaraz entrou de vez no jogo no segundo set. Com um saque mais agressivo - foram 3 aces na parcial - e ocupando melhor os espaços, o espanhol conseguiu a quebra logo no terceiro game e, controlando a partida, aproveitou seus dois break points no sétimo para ampliar a vantagem para 5/2, fechando a parcial em 6/2 no game seguinte.

O terceiro set foi o mais equilibrado, com os dois tenistas confirmando seus saques até o quinto game, quando Alcaraz imprimiu um ritmo forte e quebrou o serviço do sérvio. Demonstrando cansaço e com apenas 52% de aproveitamento no primeiro saque, Djokovic reduziu a intensidade e cedeu outro game, após salvar quatro set points, deixando o espanhol vencer o set em 6/3.

Na quarta parcial, mesmo sentindo o cansaço com os ralis cada vez mais longos e perdendo força no saque, Djokovic manteve a disputa equilibrada game a game com o espanhol, que, mais agressivo e sólido, era pouco ameaçado em seu serviço - só teve um break point contrário no nono game - e pressionava nos saques do sérvio. O número 4 do mundo conseguiu salvar cinco break points no segundo game, mas não resistiu e sofreu a quebra que definiu a partida no 12º game, encerrado em 7/5, levando Alcaraz ao título que lhe faltava.

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