Esportes

Copa Audi

Bayern vence e vai à final contra Barça

Bayern vence e vai à final contra Barça

ap

27/07/2011 - 00h00
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O Bayern de Munique é o segundo finalista da Copa Audi 2011. Nesta terça-feira, em jogo na Allianz Arena, em Munique, o time alemão garantiu a vaga ao derrotar o Milan nos pênaltis por 5 a 3, após empate no tempo regulamentar da partida por 1 a 1.

Na decisão do torneio amistoso, válido pela pré-temporada europeia, a equipe bávara enfrentará o Barcelona, que despachou o Internacional também nos pênaltis - os dois times se enfrentam nesta quarta-feira, às 15h30 (de Brasília). Antes disso, às 13h15, Inter e Milan disputam o terceiro lugar.

Mesmo jogando fora de casa, o Milan não demorou para abrir o placar. Logo aos 5min de jogo, Emanuelson lançou em profundidade para Ibrahimovic, que teve apenas o trabalho de bater na saída do goleiro Manuel Neuer para fazer 1 a 0 na Allianz Arena.

Apesar do revés prematuro, o Bayern não se abateu e passou a pressionar. Um minuto após o gol, Mario Gomez quase empatou, mandando rente a trave o passe recebido de Thomas Mueller. Aos 21min, quem teve a chance foi o brasileiro Rafinha, que também mandou um chute perigoso rente à trave do goleiro rubro-negro.

E de tanto ser pressionado, o time alemão enfim chegou ao gol. Aos 35min, Toni Kroos recebeu de Rafinha pela esquerda e bateu para vencer o goleiro Abbiati. Era o empate bávaro diante de sua torcida.

Após o intervalo, o Milan apostou em diversas mudanças para dar ritmo ao time e para buscar o segundo gol - saíram Nesta, Abate, Boateng e Cassano para as entradas de Thiago Silva, Antonini, Valoti e Robinho. Mesmo assim, quem continuou pressionando foi o Bayern, que arriscou aos 37min com Luiz Gustavo, recém-convocado por Mano Menezes que quase surpreendeu.

Sem sucesso no tempo normal, os dois times decidiram a vaga nos pênaltis. Aí, o Bayern mostrou eficiência, convertendo suas cinco cobranças, encerrando a série com Bastian Schweinsteiger. O Milan, por sua vez, desperdiçou a quarta batida com Albert Paloschi, para fora, e deu adeus à vaga.

ESPORTE

Brasil vence Venezuela e está no mundial de vôlei masculino

Seleções brasileira e argentina decidem vaga olímpica no domingo

19/09/2026 13h38

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. Divulgação: CBV

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A seleção masculina de vôlei venceu a equipe da Venezuela por 3 sets a 0 na manhã deste sábado (19) na quarta rodada do Sul-Americano da modalidade. A partida foi disputada no ginásio do Maracanazinho e valeu a vaga para o Brasil no mundial de 2027.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

As parciais foram 25/19, 25/14 e 25/19 para mais de 7200 pessoas. 

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. O oposto Bryan foi novamente o maior pontuador em quadra, desta vez com 13 acertos. 

Neste domingo (20), às 10h, o time do técnico Bernardinho enftenta a Argentina, valendo o título e a vaga nos Jogos Olímpicos Los Angeles 2028.

manifesto

Reação de clubes a MP contra bets saiu após casas de apostas ameaçarem revisão de patrocínios

Clubes e as federações divulgaram um manifesto no qual dizem que medida contra bets anunciada pelo governo será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso

18/09/2026 23h00

Foto: IA

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A reação dos clubes e federações de futebol a rumores de que o governo pretende tomar "medida drástica" contra as bets saiu depois de as empresas de apostas avisarem os times e entidades esportivas que a decisão vai forçá-las a rever contratos de patrocínio.

Hoje, 13 dos 20 times da Série A do Brasileirão têm contratos com empresas de apostas. A própria competição é patrocinada pela principal empresa do mercado, a grega Betano.

As plataformas de apostas chegaram a patrocinar 19 dos 20 clubes da primeira divisão. O número caiu, mas elas ainda dominam o futebol brasileiro e injetam mais de R$ 1 bilhão nos contratos de patrocínio com as equipes da elite.

Clubes manifestaram preocupação às patrocinadoras quando leis municipais passaram a proibir a exibição de marcas de bets em espaços públicos, como estádios. As restrições foram adotadas em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Em seguida, as empresas de apostas apresentaram aos clubes um panorama ainda pior para o setor: o governo pretende editar uma Medida Provisória (MP) que acaba com os cassinos online (jogo do tigrinho e similares), parte principal do faturamento das principais bets. A expectativa é de que a medida seja publicada e enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias, ainda antes do 1º turno das eleições.

Mesmo sem que estejam definidos quais serão os termos dessa MP, os clubes e as federações divulgaram, nesta quinta-feira, 17, um manifesto no qual se dizem preocupados com os "rumores" e que, caso eles se confirmem, será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso, segundo as agremiações.

"A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência", diz o texto divulgado por alguns dos principais clubes do País, entre eles Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Flamengo.

Segundo representantes de empresas de apostas ouvidos pela reportagem, a maioria dos contratos de patrocínio firmados com os clubes têm cláusulas que permitem revisões em caso de mudanças significativas no arcabouço regulatório.

Essas cláusulas serão ativadas se o governo confirmar medidas que afetam o faturamento das bets. E os clubes já foram avisados a respeito.

As bets também têm cobrado uma posição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que optou por tratar o tema com cautela.

As casas de apostas também têm acordos comerciais com a CBF, aparecem nas transmissões da Globo e de outras emissoras e amarram parcerias até com torcidas organizadas de alguns dos maiores times do País.

Executivos do setor defendem que seja feito um estudo de impacto econômico e jurídico antes da eventual aplicação de restrições às bets. As casas de apostas foram regulamentadas no início de 2024 e terão de ser recompensadas caso a MP seja aprovada, uma vez que cada empresa pagou R$ 30 milhões para operar no País por um período de cinco anos.

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