Brasil e Itália disputam neste sábado no ginásio Palalottomatica, com capacidade para 10.700 torcedores, a partir das 15h (MS) o jogo que vai decidir quem passará para a final do Campeonato Mundial masculino de vôlei. Antes, às 11h, Cuba e Sérvia estarão em quadra brigando pela primeira vaga na decisão. A final do Mundial será neste domingo, às 15h.
Brasil e Itália já se enfrentaram 67 vezes. São 41 vitórias brasileiras e 26 italianas. O último confronto entre as duas seleções foi na semifinal olímpica em Pequim/2008, quando o time brasileiro ganhou por 3 a 1. Na "Era Bernardinho", são 18 jogos e apenas três derrotas - a última foi na Liga Mundial, em 2003, quando os italianos venceram por 3 a 0.
E o Brasil jamais perdeu contra a Itália quando jogou em Roma. Foram apenas duas vezes, ambas pela Liga Mundial. Em maio de 1990, a seleção brasileira ganhou por 3 sets a 1. Em julho de 2004, pelo mesmo placar.
O técnico Bernardinho, que começou a carreira de treinador na Itália, comandando a equipe feminina do Perugia, na década de 90, diz que, jogando em casa, a motivação dos italianos é grande. "Mas não vejo favoritismo. É um jogo entre dois países que marcaram épocas. A equipe da Itália tem uma capacidade física muito boa e taticamente joga bem. Tem o pilar de três grandes e experientes jogadores: Vermiglio, Mastrangelo e Fei, que comandam o grupo. É uma equipe que sabe jogar e colocar o adversário em dificuldades por sua capacidade tática. A ansiedade é grande e o importante é sabermos lidar com ela."
Bicampeão mundial (2002/2006), o Brasil pode igualar o recorde da Itália, tricampeã em 90/94/98, dentro da casa do adversário. Os jogadores brasileiros já sabem o que encontrarão quando a equipe entrar na quadra do Palalottomatica neste SÁBADO.


