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Cafu diz que seleção deve apostar em técnico 'jovem e brasileiro'

O ex-lateral direito ponderou que a vaga para a próxima Copa já está praticamente garantida, o que aliviaria o peso do trabalho durante a preparação

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Bicampeão mundial com o Brasil, em 1994 e 2002, além de finalista da Copa do Mundo de 1998, Cafu opinou que o novo treinador da seleção brasileira deve ser um jovem brasileiro. O ex-lateral direito ponderou que a vaga para a próxima Copa já está praticamente garantida, o que aliviaria o peso do trabalho durante a preparação para o principal torneio de seleções.

Tite, que anunciou que deixaria a seleção brasileira antes mesmo do início da Copa do Mundo do Qatar, assumiu o cargo de técnico do Brasil em 2016, e comandou a seleção em dois Mundiais, parando nas quartas de final em ambos - derrotado por Bélgica, em 2018, e Croácia, em 2022. O único título do treinador foi a Copa América de 2019.

"Por que não dar a chance a um jovem treinador brasileiro? Essa é minha pergunta para vocês. Nós temos quatro anos para disputar uma Copa do Mundo. O Brasil, automaticamente, vai estar na próxima Copa do Mundo. São 48 seleções. É impossível o Brasil estar de fora. Vão seis mais uma na repescagem [da América do Sul]", disse Cafu.

"Temos quatro anos para formar uma grande seleção. Dá essa seleção para um treinador jovem, para que ele possa trabalhar, dá tranquilidade para ele nesses quatro anos, e eu tenho certeza que ele forma uma grande seleção", complementou.

Na opinião de Cafu, a imprensa brasileira deveria pensar em um treinador com as características citadas antes de cogitar estrangeiros. O ex-defensor refletiu que os técnicos jovens não terão sua capacidade colocada à prova a menos que ganhem uma oportunidade.

Por fim, questionado sobre quem se encaixaria no perfil que ele imaginou para o comando da seleção, Cafu citou dois nomes: Fernando Diniz, do Fluminense, e Rogério Ceni, do São Paulo, defendendo que ambos fazem ótimos trabalhos nos clubes.

Decisão

Pantanal decide acesso inédito à Série A2 contra o Planalto em Goiás

O clube sul-mato-grossense precisa reverter a desvantagem de 1 a 0 para subir de divisão

08/08/2026 11h00

Reprodução Rede Social

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No próximo domingo (9), a equipe feminina do Pantanal vai até o estado de Goiás para enfrentar a equipe do Planalto. O duelo decisivo é válido pelo jogo de volta das quartas de finais, valendo vaga direto para o Brasileirão Feminino A2. 

A equipe pantaneira precisa reverter o placar caso queira avançar de fase, já que na partida de ida perdeu o confronto jogando no Jacques da Luz, por 1 a 0. 

A classificação do Pantanal representaria um marco para o esporte sul-mato-grossense, visto que nenhum clube do estado jamais disputou a segunda divisão nacional do futebol feminino. 

O time do Planalto é um velho conhecido do Pantanal, as equipes estavam alocadas no mesmo grupo na primeira fase, onde a equipe de Mato Grosso do Sul levou a melhor nos duelos, vencendo uma partida por 2 a 1 e empatando outra em 0 a 0. 

A matemática da vaga é simples, mas exigente. O Pantanal não pode empatar no agregado, se a diferença no resultado somado dos dois jogos for de apenas um gol em favor dos sul-mato-grossenses, a classificação será decidida nas cobranças de pênaltis.

Do outro lado, o Planalto joga pelo empate. Um resultado igualado garante aos goianos a primeira participação na Série A2 da sua breve história com o futebol feminino profissional, iniciado apenas em 2025.

A partida fecha a rodada final das quartas, já que os confrontos entre Coritiba x Realidade Jovem-SP, Portuguesa-AP x Tiradentes-PA e Juventude-SE x Prosperidade-ES, serão disputadas neste sábado (8). 

A bola rola para Planalto e Pantanal, às 15h, horário de MS e contará com transmissão ao vivo no Youtube pelo canal da CBF TV. 
 

LUTO

Morre pai de Lionel Messi aos 68 anos na Argentina

A família havia informado, em junho, que Jorge seguia em recuperação, embora seu estado de saúde ainda fosse considerado delicado

08/08/2026 10h00

Lionel Messi e seu pai Jorge Messi

Lionel Messi e seu pai Jorge Messi Foto:Reprodução/Instagram

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Jorge Messi, pai e empresário de Lionel Messi, morreu na noite de sexta-feira (7), aos 68 anos, em Rosário, na Argentina. A informação foi divulgada pelo jornal argentino Infobae. Ele enfrentava uma longa doença.

A família havia informado, em junho, que Jorge seguia em recuperação, embora seu estado de saúde ainda fosse considerado delicado. Na ocasião, Lionel Messi chegou a se emocionar após a estreia da Argentina na Copa do Mundo de 2026. Mais tarde, o camisa 10 explicou que as lágrimas não estavam relacionadas ao futebol, mas ao momento difícil vivido por sua família.

Jorge Horacio Messi esteve ao lado de Lionel desde o início da carreira. Foi ele quem acompanhou os primeiros passos do filho no futebol e participou da decisão que levou a família para a Espanha, quando Messi ainda era criança. A mudança permitiu que o argentino ingressasse nas categorias de base do Barcelona, onde começou a construir a trajetória que o levaria a se tornar um dos maiores jogadores da história do esporte.

Ao longo dos anos, Jorge também assumiu a função de empresário do craque argentino. Sempre atuando de forma discreta, foi responsável por administrar a carreira de Messi fora dos gramados, conduzindo negociações, contratos e decisões estratégicas, enquanto evitava exposição pública.

Em uma entrevista concedida em 2012, Jorge contou que a família chegou a pensar em voltar para a Argentina nos primeiros anos de Messi na Espanha. O motivo eram os problemas com a documentação, que impediram o jovem de atuar por um período. No fim, a decisão de permanecer no país partiu do próprio Lionel.

Jorge era casado com Celia Cuccittini e deixa os filhos Lionel, Rodrigo, Matías e María Sol. Até o momento, a família não divulgou informações sobre o velório e o sepultamento.

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