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CBF decide demitir Juninho Paulista e procura novo diretor para a seleção

A demissão ainda não foi formalizada e é possível que o dirigente permaneça no cargo mais alguns dias para uma espécie de transição

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A cúpula da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) decidiu demitir o coordenador da seleção brasileira, Juninho Paulista.

A demissão ainda não foi formalizada e é possível que o dirigente permaneça no cargo mais alguns dias para uma espécie de transição, mas a decisão já foi tomada pelo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, em meio a uma restruturação na entidade.

Juninho Paulista estava na coordenação da seleção brasileira desde julho de 2019. Antes, ocupava o cargo de diretor de desenvolvimento da CBF.

O ex-jogador que participou da campanha do penta em 2002 substituiu Edu Gaspar, que trocou a CBF pelo Arsenal-ING naquele ano.

Juninho Paulista chegou à CBF pelas mãos do então presidente da entidade Rogério Caboclo, afastado em 2021.

O dirigente deixa a CBF junto com toda a comissão técnica de Tite, que deu aval para sua contratação em 2019.

A CBF busca agora um novo diretor para a seleção brasileira. Segundo apurou o UOL Esporte, a ideia é contratar um diretor de futebol com perfil moderno e profissional que seria o condutor de um projeto esportivo nos próximos anos.

O perfil pensado na CBF é de um diretor como Thiago Scuro, com seu projeto construído no Red Bull Bragantino.

Algo similar também é enxergado na confederação em Gabriel Lima, no Cruzeiro. Não significa que esses serão os nomes para o cargo, mas o modelo almejado é similar ao deles nos clubes.

Outra linha para a diretoria da seleção é o lobby político que tem sido feito em favor do ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez.

Ex-diretor da seleção entre 2011 e 2012, ele tem o nome cogitado entre políticos dentro da CBF.

nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

Queda de sanção

FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

13/08/2026 23h00

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1 Foto: Divulgação / FIA

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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira que as restrições a pilotos da Rússia e de Belarus por causa da guerra com a Ucrânia, impostas desde março de 2022, chegaram ao fim e eles poderão disputar corridas defendendo a bandeira de seu país e ouvirem o hino nacional no pódio.

Até esta semana, os pilotos destes países estavam obrigados a correr sob a bandeira da FIA. Mesmo as seleções destes países não podiam disputar eventos sob a chancela da federação. Apenas quem tinha dupla nacionalidade competia, e defendendo as cores de outro país.

"Atualização sobre a resposta da FIA ao conflito na Ucrânia. O objetivo desta circular é notificar todos os membros da FIA, detentores de licenças, competidores e oficiais, organizadores e outras partes interessadas da FIA sobre a decisão recente do Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC), adotada em 3 de agosto de 2026. Pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais da Rússia e de Belarus têm permissão para participar de competições internacionais ou zonais sem quaisquer restrições", anunciou a FIA em nota oficial.

"A exigência de assinar um termo de neutralidade não se aplica mais", continuou o comunicado. "A exibição de símbolos nacionais, cores e bandeiras da Rússia e de Belarus (em uniformes, equipamentos e veículos), bem como a execução de seus hinos nacionais, é permitida em competições internacionais ou regionais."

A liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1. O piloto da Rússia defendeu a Haas na temporada de 2021, mas acabou demitido pela escuderia norte-americana no ano seguinte por causa das restrições imposta após os ataques à Ucrânia. Deu lugar para Kevin Magnussen.

A autorização dos pilotos não significa que o Grande Prêmio da Rússia voltará ao calendário. Ao menos não de imediato. A prova ocorreu no circuito de Socchi até 2021. Depois, o contrato acabou rompido pela FIA justamente pela guerra. Belarus também não pode receber GPs.

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