Esportes

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Clube russo oferece a Ganso R$ 15,5 milhões por temporada

Clube russo oferece a Ganso R$ 15,5 milhões por temporada

ig

14/07/2011 - 06h00
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Após a conquista da Copa Libertadores da América, os jogadores do Santos continuam sendo “assediados” pelo futebol europeu. Com isso, as duas principais “estrelas” do time não poderiam ficar de fora. Além das negociações envolvendo Neymar com Real Madrid e Barcelona, da Espanha, o iG apurou que o Anzhi Makhachakala, da Rússia, time que joga o brasileiro Roberto Carlos, está disposto a contratar o meia Paulo Henrique Ganso, e pretende pagar 7 milhões de euros (R$ 15,5 milhões) de salário por temporada para ficar com Ganso.

Os russos estão dispostos a pagar 40 milhões de euros (R$ 89 milhões) para tirar o camisa 10 da Vila Belmiro, e a proposta salarial oferecida a Ganso supera a oferta do Real Madrid feita por Neymar, já que os espanhóis ofereceram cerca de 5 milhões de euros (R$ 11 milhões) de salarios anuais ao camisa 11 do Santos.

O Santos já está ciente do interesse do Anzhi Makhachakala, mas não se posicionou sobre o assunto, e deve esperar que os russos cheguem ao valor da multa rescisória, avaliada em 50 milhões de euros (R$ 111 milhões). Nesta temporada, o Milan, da Itália, e o até o Corinthians tentaram tirar o jogador do Santos, mas esbarraram no valor da multa.

O iG obteve a informação que o lateral-esquerdo Roberto Carlos espera o término da Copa America da Argentina, onde Ganso está defendendo a seleção brasileira, para conversar pessoalmente com o camisa 10 e tentar convencê-lo, já que o mercado russo ainda não seduz tanto as grandes estrelas do futebol.

Recentemente, o próprio lateral confirmou que o Anzhi estava interessado no atacante Neymar, mas os russos não conseguiram competir com o assédio das duas principais equipes da Espanha: Real Madrid e Barcelona. Entretanto, assim como os espanhóis, a equipe de Roberto Carlos ofereceu o valor da multa rescisória para levar Neymar para a Rússia.

ESPORTE

Brasil vence Venezuela e está no mundial de vôlei masculino

Seleções brasileira e argentina decidem vaga olímpica no domingo

19/09/2026 13h38

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. Divulgação: CBV

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A seleção masculina de vôlei venceu a equipe da Venezuela por 3 sets a 0 na manhã deste sábado (19) na quarta rodada do Sul-Americano da modalidade. A partida foi disputada no ginásio do Maracanazinho e valeu a vaga para o Brasil no mundial de 2027.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

As parciais foram 25/19, 25/14 e 25/19 para mais de 7200 pessoas. 

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. O oposto Bryan foi novamente o maior pontuador em quadra, desta vez com 13 acertos. 

Neste domingo (20), às 10h, o time do técnico Bernardinho enftenta a Argentina, valendo o título e a vaga nos Jogos Olímpicos Los Angeles 2028.

manifesto

Reação de clubes a MP contra bets saiu após casas de apostas ameaçarem revisão de patrocínios

Clubes e as federações divulgaram um manifesto no qual dizem que medida contra bets anunciada pelo governo será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso

18/09/2026 23h00

Foto: IA

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A reação dos clubes e federações de futebol a rumores de que o governo pretende tomar "medida drástica" contra as bets saiu depois de as empresas de apostas avisarem os times e entidades esportivas que a decisão vai forçá-las a rever contratos de patrocínio.

Hoje, 13 dos 20 times da Série A do Brasileirão têm contratos com empresas de apostas. A própria competição é patrocinada pela principal empresa do mercado, a grega Betano.

As plataformas de apostas chegaram a patrocinar 19 dos 20 clubes da primeira divisão. O número caiu, mas elas ainda dominam o futebol brasileiro e injetam mais de R$ 1 bilhão nos contratos de patrocínio com as equipes da elite.

Clubes manifestaram preocupação às patrocinadoras quando leis municipais passaram a proibir a exibição de marcas de bets em espaços públicos, como estádios. As restrições foram adotadas em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Em seguida, as empresas de apostas apresentaram aos clubes um panorama ainda pior para o setor: o governo pretende editar uma Medida Provisória (MP) que acaba com os cassinos online (jogo do tigrinho e similares), parte principal do faturamento das principais bets. A expectativa é de que a medida seja publicada e enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias, ainda antes do 1º turno das eleições.

Mesmo sem que estejam definidos quais serão os termos dessa MP, os clubes e as federações divulgaram, nesta quinta-feira, 17, um manifesto no qual se dizem preocupados com os "rumores" e que, caso eles se confirmem, será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso, segundo as agremiações.

"A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência", diz o texto divulgado por alguns dos principais clubes do País, entre eles Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Flamengo.

Segundo representantes de empresas de apostas ouvidos pela reportagem, a maioria dos contratos de patrocínio firmados com os clubes têm cláusulas que permitem revisões em caso de mudanças significativas no arcabouço regulatório.

Essas cláusulas serão ativadas se o governo confirmar medidas que afetam o faturamento das bets. E os clubes já foram avisados a respeito.

As bets também têm cobrado uma posição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que optou por tratar o tema com cautela.

As casas de apostas também têm acordos comerciais com a CBF, aparecem nas transmissões da Globo e de outras emissoras e amarram parcerias até com torcidas organizadas de alguns dos maiores times do País.

Executivos do setor defendem que seja feito um estudo de impacto econômico e jurídico antes da eventual aplicação de restrições às bets. As casas de apostas foram regulamentadas no início de 2024 e terão de ser recompensadas caso a MP seja aprovada, uma vez que cada empresa pagou R$ 30 milhões para operar no País por um período de cinco anos.

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