Esportes

Superação

Dupla de Coxim vence e crava melhor tempo da 3ª edição de prova de Duathlon em Campo Grande

Com 1h06m13s, Cleiton Silva e Josimar Schimanski foram os mais rápidos da edição; ao todo, cinco categorias foram premiadas

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Naturais de Coxim, interior do Estado, a dupla formada por Cleiton Miguel da Silva (37) e Josimar Schimanski (49) cravou o melhor tempo da 3ª edição da prova de Duathlon de Campo Grande.

Com o tempo de 1h06m13s, os esportistas competiram pela primeira vez juntos neste domingo (5), evento disputado no Parque das Nações Indígenas.

A competição começou com um percurso de corrida de 4 km. Depois, os atletas trocaram de modalidade para o ciclismo, na qual realizaram duas voltas pelo parque, totalizando 15 km.

O percurso foi finalizado com mais 2,2 km de corrida. O trecho percorrido na etapa do ciclismo passou por trajetos pelos gramados do parque, que foram devidamente sinalizados e não vão interferir na pista de comum acesso dos visitantes do Parque das Nações. 

As provas foram divididas em cinco categorias: duplas mistas, masculinas e femininas; e prova individual masculina e feminina.

“O sol judiou muito, gostei da prova, os atletas são muito fortes, mas sabíamos que seríamos campeões. Em caso de segundo lugar nem iríamos ao pódio (risos). Não é ser desumilde, mas viemos focados para pegar o primeiro colocado”, destacou ao Correio do Estado,Cleiton Silva, professor de Educação Física.

Na mesma linha, o mecânico de bicicletas, Josimar Schimanski (49), competidor há 25 anos, destacou a divisão realizada pela dupla para enfrentar o percurso de prova. “Como sou do Mountain bike, fiz o trajeto de bicicleta e o Cleiton o trajeto de corrida", frisou Schimanski. 

De Naviraí, a competidora Isa Monteiro (40) elogiou a competição. “Comecei em julho do ano passado, meu primeiro foi em Cascavel-PR, esse é o segundo.

Questionada sobre a intensidade da prova, a empresária destacou o fato da categoria ser bem desgastante. "A prova foi muito dura, difícil, para mim foi uma surpresa, tive que me adaptar rápido. Prova muito desafiadora, mas gostosa de correr”, pontuou Isa Monteiro. 

Para o policial militar Henrique do Amaral (50), competidor na categoria individual,o evento foi positivo, apesar do “tempo extra” em um dos trajetos.

“Sempre participamos de corridas de trilha, corrida de rua e Mountain bike. Temos apoio de logística em Corumbá, isso facilita. Minha prova foi boa, fui bem na corrida, meu tempo no mountain bike foi além daquele previsto nos treinos”, finalizou o competidor. 


Vencedores por categoria 

Categoria

Competidor (es)

Tempo 

Individual feminino

Gabriela Messias

01h30m41s

Individual masculino       

André Mossini

01h22m04s

Duplas mistas

Silvana Poletto / Leandro Carvalho              

01h16m01s

Dupla masculina

Cleiton Silva / Josimar Schimanski

01h06m13s

Dupla feminina

Maria Eduarda Feliz / Ariane Aguero

01h31m30s

 

Colaborou Marcelo Victor

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nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

Queda de sanção

FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

13/08/2026 23h00

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1 Foto: Divulgação / FIA

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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira que as restrições a pilotos da Rússia e de Belarus por causa da guerra com a Ucrânia, impostas desde março de 2022, chegaram ao fim e eles poderão disputar corridas defendendo a bandeira de seu país e ouvirem o hino nacional no pódio.

Até esta semana, os pilotos destes países estavam obrigados a correr sob a bandeira da FIA. Mesmo as seleções destes países não podiam disputar eventos sob a chancela da federação. Apenas quem tinha dupla nacionalidade competia, e defendendo as cores de outro país.

"Atualização sobre a resposta da FIA ao conflito na Ucrânia. O objetivo desta circular é notificar todos os membros da FIA, detentores de licenças, competidores e oficiais, organizadores e outras partes interessadas da FIA sobre a decisão recente do Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC), adotada em 3 de agosto de 2026. Pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais da Rússia e de Belarus têm permissão para participar de competições internacionais ou zonais sem quaisquer restrições", anunciou a FIA em nota oficial.

"A exigência de assinar um termo de neutralidade não se aplica mais", continuou o comunicado. "A exibição de símbolos nacionais, cores e bandeiras da Rússia e de Belarus (em uniformes, equipamentos e veículos), bem como a execução de seus hinos nacionais, é permitida em competições internacionais ou regionais."

A liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1. O piloto da Rússia defendeu a Haas na temporada de 2021, mas acabou demitido pela escuderia norte-americana no ano seguinte por causa das restrições imposta após os ataques à Ucrânia. Deu lugar para Kevin Magnussen.

A autorização dos pilotos não significa que o Grande Prêmio da Rússia voltará ao calendário. Ao menos não de imediato. A prova ocorreu no circuito de Socchi até 2021. Depois, o contrato acabou rompido pela FIA justamente pela guerra. Belarus também não pode receber GPs.

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