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Futebol de MS

Em casa, Pantanal e Naviraiense fazem estreia na Copa MS

Equipes jogam neste domingo, pela segunda rodada do torneio que garante ao campeão uma vaga na Copa do Brasil de 2027

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Neste domingo (1), o futebol de Mato Grosso Sul volta a ganhar espaço na rotina dos torcedores com a segunda rodada da Copa MS, competição criada em 2026 para encorpar o calendário dos clubes do estado. Além de ser um torneio a mais para os times, o campeão ainda garante vaga na Copa do Brasil de 2027. 

A primeira rodada já aconteceu durante a semana, e contou com a vitória do Dourados sobre o 7 de Setembro e o empate em 2 a 2 entre São Gabriel e União ABC. Ambas as partidas aconteceram na quarta-feira, dia 28. 

Para o domingo, ficou reservado para as estreias de Pantanal e Naviraiense, que irão enfrentar São Gabriel e Dourados respectivamente. 

Após perder parte do elenco após o fim do estadual, o Pantanal vem para a competição com caras novas e um novo comandante, já que o clube contratou o técnico português João Carlos Barros, que foi campeão da Série B Sul-Mato-Grossense pelo Aquidauanense. 

A equipe do Pantanal faz a estreia em casa jogando no Estádio Jacques da Luz, na cidade de Campo Grande.

O Naviraiense é outro time que teve sua estreia reservada para este domingo, jogando em casa contra o Dourados. E o time de Naviraí também vem com caras novas, tanto dentro de campo quanto na beira do gramado, o time anunciou Claudemir Sturion, com novo técnico da equipe. 

Formato de Disputa 

A competição será disputada em três fases, grupos, semifinal e final. Na primeira etapa, os clubes se enfrentarão em turno e returno dentro de seus respectivos grupos.

O Grupo A será formado por Naviraiense, Dourados e 7 de Setembro, enquanto o Grupo B terá Pantanal, São Gabriel e União ABC.

Após o término da fase de grupos, as duas equipes mais bem colocadas de cada chave avançam às semifinais. Os confrontos serão definidos da seguinte forma, o primeiro colocado do Grupo A enfrentará o segundo colocado do Grupo B, enquanto o líder do Grupo B medirá forças com o segundo colocado do Grupo A.

Os vencedores das semifinais disputarão a grande final, também em partidas de ida e volta. O campeão garantirá uma vaga na Copa do Brasil de 2027, ao lado de Operário e Bataguassu.
 

Baixas

Brasileirão 2026 chega a 20 técnicos demitidos e só 6 clubes não trocaram de treinador

No caso de Seabra, ele até começou com uma boa campanha e levou a equipe paranaense

28/10/2026 23h00

Fernando Seabra, ex-treinador do Coritiba

Fernando Seabra, ex-treinador do Coritiba Foto: Divulgação / Twitter

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Na noite da última terça-feira, 27, Fernando Seabra não resistiu a uma sequência de sete jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro e foi demitido do Coritiba, tornando-se a mais nova vítima da competição. Com isso, a Série A, em sua 32ª rodada, soma 20 técnicos demitidos em 2026.

No caso de Seabra, ele até começou com uma boa campanha e levou a equipe paranaense, em seu retorno à primeira divisão, a frequentar a parte de cima da tabela. Porém, na reta final, o clube perdeu fôlego e posições na tabela, enfrentando uma sequência negativa e ficando na 12ª posição do torneio, com 39 pontos conquistados, a cinco da zona de rebaixamento.

Com a troca de comando no Coritiba, o Campeonato Brasileiro chega à marca de 20 mudanças de treinadores nesta edição, com apenas seis clubes mantendo o mesmo técnico desde o início da competição.

Os únicos comandantes que seguem à frente de suas equipes desde a primeira rodada da competição são: Abel Ferreira, no Palmeiras (2ª); Rogério Ceni, no Bahia (7ª); Vagner Mancini, no Red Bull Bragantino (10ª); Rafael Guanaes, no Mirassol (15ª); Odair Hellmann, no Athletico-PR (4ª); e Jair Ventura, no Vitória (14ª)

Já a primeira saída aconteceu ainda na 3ª rodada do Brasileirão, quando o Atlético-MG optou pela troca no comando técnico após empatar em 3 a 3 com o Remo e encerrou o trabalho de Jorge Sampaoli.

Além disso, até aqui, seis equipes estão em seu terceiro treinador na competição, já tendo realizado três mudanças no comando, ou seja, demitido dois treinadores. São elas: Vasco, Remo, São Paulo, Botafogo, Chapecoense e Corinthians.

TREINADORES DEMITIDOS NESTA EDIÇÃO DO BRASILEIRÃO:

Fernando Seabra, Coritiba

Fernando Diniz, Corinthians

Paulo Pezzolano, Internacional

Léo Condé, Remo

Luís Castro, Grêmio

Franclim Carvalho, Botafogo

Luis Zubeldía, Fluminense

Renato Gaúcho, Vasco

Fábio Matias, Chapecoense

Roger Machado, São Paulo

Dorival Júnior, Corinthians

Gilmar Dal Pozzo, Chapecoense

Martín Anselmi, Botafogo

Juan Vojvoda, Santos

Tite, Cruzeiro

Hernán Crespo, São Paulo

Juan Carlos Osorio, Remo

Filipe Luís, Flamengo

Fernando Diniz, Vasco

Jorge Sampaoli, Atlético-MG

futebol

Vini Jr. é 17º e Brasil iguala sua pior Bola de Ouro em 30 anos

A última vez que o Brasil ficou sem representantes entre os dez primeiros foi em 2021

26/10/2026 19h00

Vini Jr ficou em 17º lugar no Bola de Ouro

Vini Jr ficou em 17º lugar no Bola de Ouro Divulgação/Fifa

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O Brasil teve seu pior desempenho em uma Bola de Ouro desde 2010. Na premiação que acontece nesta segunda-feira, 26, em Londres, Vini Jr. foi o brasileiro mais bem colocado, ficando em 17º lugar. O resultado iguala a pior marca do País em 30 anos, quando Ronaldo Fenômeno terminou na 26ª posição.

A temporada do camisa 7 do Real Madrid não foi das melhores. No período avaliado pela premiação, o jogador marcou 28 gols e deu 16 assistências, porém não conquistou títulos individuais nem com seu clube.

Pela seleção, o atleta teve uma boa Copa do Mundo, na qual marcou quatro vezes e deu uma assistência. Na competição, porém, o Brasil caiu nas oitavas de final para a Noruega. Além de Vini, Gabriel Magalhães, zagueiro do Arsenal, também ficou no top 30, na 21ª posição.

BRASIL NÃO REPETIA DESEMPENHO TÃO ABAIXO DESDE 2010

A última vez que o Brasil ficou sem representantes entre os dez primeiros foi em 2021. Naquela edição, Neymar terminou na 16ª posição e foi o brasileiro mais bem colocado da votação.

Em 2010, Maicon também foi o destaque nacional na lista, ao terminar em 17º lugar. A marca passou a representar a pior colocação de um brasileiro desde então, agora igualada por Vini Jr.

Antes disso, Ronaldo Fenômeno ficou em 26º lugar, em 1995. A edição marcou a primeira vez que a Bola de Ouro permitiu a participação de jogadores de qualquer nacionalidade, desde que atuassem por clubes europeus.

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