Esportes

Montaria em touros

Em volta, José Vitor Leme vence etapa de Nova Iorque da PBR

Peão de MS parou em três dos quatro touros que montou

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Após ficar afastado por mais de 50 dias devido a uma lesão nas costelas, o sul-mato-grossense José Vitor Leme, natural de Ribas do Rio Pardo voltou às arenas neste fim de semana nos Estados Unidos e faturou a etapa de Nova Iorque da Professional Bull Riders (PBR).

Disputada no Madison Square Garden, de 6 a 8 de janeiro, esta foi a sexta etapa da temporada 2023.

O peão parou em três das quatro montarias que fez no evento e faturou a etapa. Com notas entre 87.75, 86.50 e 92.00, o sul-mato-grossense fez um somatório de 266.25 e levou o evento. Ao todo ele já venceu 63 etapas da liga.

Os dois títulos mundiais de Leme foram conquistados em 2020 e 2021, feito que o colocou como segundo atleta a vencer dois campeonatos consecutivos na história da liga americana. O outro a conquistar o feito foi o também brasileiro Silvano Alves, em 2011 e 2012. 

Retomada

Apesar de ter perdido as primeiras cinco etapas da temporada, Leme mantém chances de brigar pelo tricampeonato mundial, visto que serão realizados 17 rodeios antes da final mundial, que acontecerá no Texas, em maio. 

Confira a classificação do evento e o cenário atual da liga

 

Classificação Final New York City

1 José Vitor Leme, BRA 266,25 pontos

2 Eduardo Aparecido, BRA 262,50 pontos

3 Bob Mitchell, EUA 175,00 pontos

4 Jessi Petri, EUA 174,25 pontos

5 Thiago Salgado, BRA 173,75 pontos 

 

Ranking Parcial Após 6 etapas

1 Andrew Alvidrez, EUA 377,00 pontos

2 Cooper Davis, EUA 265,50 pontos

3 Daniel Keeping, EUA 247,00 pontos

4 Thiago Salgado, BRA 218,50 pontos

5 Rafael de Brito, BRA 218,00 pontos

6 Mason Taylor, EUA 186,50 pontos

7 Eduardo Aparecido, BRA 174,50 pontos

8 Jessi Petri, EUA 166,50 pontos

9 Silvano Alves, BRA 161,00 pontos

10 José Vitor Leme, BRA 158,50 pontos

 

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ESPORTE

Brasil vence Venezuela e está no mundial de vôlei masculino

Seleções brasileira e argentina decidem vaga olímpica no domingo

19/09/2026 13h38

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. Divulgação: CBV

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A seleção masculina de vôlei venceu a equipe da Venezuela por 3 sets a 0 na manhã deste sábado (19) na quarta rodada do Sul-Americano da modalidade. A partida foi disputada no ginásio do Maracanazinho e valeu a vaga para o Brasil no mundial de 2027.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

As parciais foram 25/19, 25/14 e 25/19 para mais de 7200 pessoas. 

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. O oposto Bryan foi novamente o maior pontuador em quadra, desta vez com 13 acertos. 

Neste domingo (20), às 10h, o time do técnico Bernardinho enftenta a Argentina, valendo o título e a vaga nos Jogos Olímpicos Los Angeles 2028.

manifesto

Reação de clubes a MP contra bets saiu após casas de apostas ameaçarem revisão de patrocínios

Clubes e as federações divulgaram um manifesto no qual dizem que medida contra bets anunciada pelo governo será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso

18/09/2026 23h00

Foto: IA

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A reação dos clubes e federações de futebol a rumores de que o governo pretende tomar "medida drástica" contra as bets saiu depois de as empresas de apostas avisarem os times e entidades esportivas que a decisão vai forçá-las a rever contratos de patrocínio.

Hoje, 13 dos 20 times da Série A do Brasileirão têm contratos com empresas de apostas. A própria competição é patrocinada pela principal empresa do mercado, a grega Betano.

As plataformas de apostas chegaram a patrocinar 19 dos 20 clubes da primeira divisão. O número caiu, mas elas ainda dominam o futebol brasileiro e injetam mais de R$ 1 bilhão nos contratos de patrocínio com as equipes da elite.

Clubes manifestaram preocupação às patrocinadoras quando leis municipais passaram a proibir a exibição de marcas de bets em espaços públicos, como estádios. As restrições foram adotadas em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Em seguida, as empresas de apostas apresentaram aos clubes um panorama ainda pior para o setor: o governo pretende editar uma Medida Provisória (MP) que acaba com os cassinos online (jogo do tigrinho e similares), parte principal do faturamento das principais bets. A expectativa é de que a medida seja publicada e enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias, ainda antes do 1º turno das eleições.

Mesmo sem que estejam definidos quais serão os termos dessa MP, os clubes e as federações divulgaram, nesta quinta-feira, 17, um manifesto no qual se dizem preocupados com os "rumores" e que, caso eles se confirmem, será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso, segundo as agremiações.

"A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência", diz o texto divulgado por alguns dos principais clubes do País, entre eles Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Flamengo.

Segundo representantes de empresas de apostas ouvidos pela reportagem, a maioria dos contratos de patrocínio firmados com os clubes têm cláusulas que permitem revisões em caso de mudanças significativas no arcabouço regulatório.

Essas cláusulas serão ativadas se o governo confirmar medidas que afetam o faturamento das bets. E os clubes já foram avisados a respeito.

As bets também têm cobrado uma posição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que optou por tratar o tema com cautela.

As casas de apostas também têm acordos comerciais com a CBF, aparecem nas transmissões da Globo e de outras emissoras e amarram parcerias até com torcidas organizadas de alguns dos maiores times do País.

Executivos do setor defendem que seja feito um estudo de impacto econômico e jurídico antes da eventual aplicação de restrições às bets. As casas de apostas foram regulamentadas no início de 2024 e terão de ser recompensadas caso a MP seja aprovada, uma vez que cada empresa pagou R$ 30 milhões para operar no País por um período de cinco anos.

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