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MUNDIAL

Estádios da Copa de 2014 são tema de debate em Nova York

Estádios da Copa de 2014 são tema de debate em Nova York

DA REDAÇÃO

21/10/2010 - 18h00
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A convite do AIA (Instituto Americano de Arquitetos) uma comitiva com profissionais envolvidos nos projetos das doze arenas da Copa 2014 viaja à Nova York para participar do “2014 Brazil World Cup Architectural Summit”. O evento acontece na sede da AIA em Nova York entre os dias 18 e 20 de novembro, com uma série de debates entre brasileiros e norte-americanos, além de uma pequena exposição sobre os projetos dos estádios para 2014.

Com curadoria da brasileira Denise de Alcantara-Hochbaum e da arquiteta Noushin Ehsan, do AIA/NY, o evento revelará imagens e informações inéditas sobre as futuras arenas do futebol. “Nova York é única cidade dos Estados Unidos que poderia sediar um evento desta natureza, pois além de sua enorme comunidade brasileira, a cidade ainda recebe turistas de todo planeta, muitos deles apaixonados por futebol.” explica Denise.

O encontro permitirá discutir até que ponto os projetos das novas arenas trarão melhorias urbanas às cidades-sede, caso dos projetos de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Natal. Outro tema alvo das discussões será o das tecnologias "limpas" aplicadas nas arenas, com o objetivo de se ter uma Copa Verde em 2014, com bons exemplos em Curitiba, Cuiabá, Belo Horizonte, Brasília e Salvador. Além das arenas, o seminário mostrará os desafios do Brasil em setores como mobilidade urbana, aeroportos, esporte e turismo.

Participam do encontro os arquitetos Ralf Amman (Arena Amazônia, Manaus), Ronald Werner (Estádio Castelão, Fortaleza), Daniel Fernandes (Arena Pernambuco, Recife), Marc Duwe (Estádio Fonte Nova, Salvador), Cátia Castro (Maracanã, Rio de Janeiro), Laura Penna (Mineirão, Belo Horizonte), Carlos Arcos (Arena da Baixada, Curitiba), Fernando Balvedi (Estádio Beira Rio, Porto Alegre), Eduardo de Castro Mello (Estádio Nacional Mané Garrincha, Brasília), Sérgio Coelho (Arena Cuiabá) e Christopher Lee (Estadio da Dunas, Natal). A cidade de São Paulo, que ainda não definiu o estádio para o mundial, será representada pelo arquiteto Ruy Othake, com o projeto do estádio do Morumbi.

Além dos arquitetos autores estão confirmadas as participações do cônsul do Brasil em New York, Osmar Chohfi, do presidente do AIA/NY, Anthony P. Schirripa, da jornalista Susan Lizovitch (CNN), de Leon Myssior, vice-presidente de Arquitetura do Sinaenco e dos jornalistas Marcos de Sousa e Rodrigo Prada, diretores do Portal 2014.

Futebol

Brasileirão terá 10 novas regras de arbitragem a partir da 23ª rodada

Todos presidentes de clubes presentes no encontro concordaram com as mudanças

10/08/2026 22h00

Foto: Reprodução/Futebol Paulista

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O Brasileirão terá 10 mudanças relacionadas à arbitragem a partir da próxima rodada, a 23ª. Dirigentes de todos os clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro se reuniram com os dirigentes da CBF nesta segunda-feira, 10, no Rio, e aprovaram a implementação das novas regras.

As novas regras foram propostas pela International Football Association Board (IFAB) antes do Mundial e foram criadas com a ideia de combater a cera, deixar as partidas mais dinâmicas e reduzir a perda de tempo. Também foram definidos ajustes no protocolo do VAR. O árbitro de vídeo poderá intervir mais vezes, ampliando sua atuação no jogo, e ficará mais "poderoso". A maioria das normas discutidas e aprovadas foi adotada pela Fifa na última Copa do Mundo.

Todos presidentes de clubes presentes no encontro concordaram com as mudanças. Alguns, porém, segundo apurou o Estadão, consideraram prematuro implementar as alterações neste momento. Mesmo assim, a maioria aprovou. As alterações serão aplicadas em todas as divisões do Campeonato Brasileiro, na Copa do Brasil e no Feminino A1.

Entre as normas aprovadas está a chamada "Lei Vini Jr.", que pune com cartão vermelho o jogador que tapar a boca em discussões com adversários.

Na reunião, a CBF apresentou os estudos sobre impactos das mudanças das regras e mostrou o cronograma para a adoção nos torneios organizados pela entidade.

A CBF argumenta que a prioridade, com as mudanças, é aumentar o tempo de bola rolando nas partidas, problema evidenciado em relatório produziu com dados da empresa OPTA Stats Perform que mostrou que, até a parada para a Copa do Mundo, o tempo médio de bola rolando no Brasileirão era de 52 minutos e 54 segundos. A meta da Fifa é de 60 minutos de bola rolando.

AS NOVAS REGRAS APROVADAS:

1 - Oito segundos com a bola nas mãos: goleiro que exceder o limite gera escanteio ao adversário.

2 - Cinco segundos para arremesso lateral: contagem começa assim que o jogador tiver a bola em mãos.

3 - Cinco segundos para cobrar tiro de meta: árbitro apita e conta cinco segundos. Caso goleiro exceda tempo, é concedido escanteio ao adversário.

4 - Dez segundos para deixar o campo em substituições: jogador substituído deve sair pelo ponto mais próximo rapidamente, sem caminhar.

5 - Um minuto fora após atendimento: jogador que for atendido no gramado precisará sair e deve permanecer fora por um minuto.

6 - Jogador de linha fica fora por um minuto após atendimento ao goleiro: treinador ou capitão indica quem cumpre o minuto fora.

7 - Somente o capitão fala com o árbitro: um único interlocutor por equipe durante toda a partida.

8 - ‘Lei Vini Jr: vermelho para quem tapar intencionalmente a boca ao discutir com adversário.

VAR mais 'poderoso'

A atuação do árbitro de vídeo foi ampliada. Antes, o VAR podia intervir em quatro tipos de lance: gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identificação. Agora, o novo protocolo prevê mais duas correções:

Checagem de VAR para aplicação de segundo cartão amarelo: árbitro de vídeo pode revisar cartão que resulta em expulsão.

9 - Checagem de VAR para escanteio concedido por engano (aprovada para 2027): Revisável quando levar diretamente a gol ou pênalti.

10 - O VAR pode avisar ao árbitro sem que ele tenha de ir ao monitor rever o lance, já que são lances objetivos.

Medalhistas

Lorrane Oliveira e Caio Souza são ouro no Brasileiro de Ginástica

Ela foi campeã nas barras assimétricas e ele brilhou nas argolas

09/08/2026 23h00

Foto: CB Ginástica

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Os primeiros vencedores do Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística foram conhecidos neste sábado (8), diante do lotado Ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF). A carioca Lorrane Oliveira (Flamengo) faturou a medalha de ouro nas barras assimétricas ao somar 13.700 pontos.

A companheira de clube Flávia Saraiva (13.466) foi prata e a paulista Sophia Weisberg (13.400 ), do Pinheiros, completou o pódio com o bronze. A competição termina neste domingo (9), com as últimas finais masculinas (salto, paralelas e barra) e femininas (trave e solo).

"Estou muito feliz, estava parada com uma lesão no ombro. Só tenho a agradecer à minha equipe, meu trabalho foi feito, a cada dia fui melhorando e a medalha veio", disse Lorrane em depoimento à emissora Sportv.

No salto feminino, quem brilhou com a medalha de ouro foi Nicole Bello (Flamengo), que logo na primeira tentativa chegou a 13.300 pontos. Em seguida, executou um salto ainda mais complexo e conseguiu 13.200. Duas ginastas do Grêmio Náutico União também subiram ao pódio: Francine Oliveira (12.799) conquistou a prata e Clara Stecca (12.783 o bronze.

Pódios masculinos

Quem também comemorou neste sábado (8) foi o ginasta Caio Souza (Minas Tênis Clube - MTC) que arrebatou o público ao executar uma difícil série nas argolas. Nascido em Volta Redonda (RJ), Caio fez valer seu favoritismo e faturou o ouro ao totalizar 13.600 pontos. Também subiram ao pódio Juliano Oliva (13.200), atleta do Grêmio Náutico União, com a prata, e Gustavo Pereira (12.733), do MTC, com o bronze.

Na final do solo,Yuri Guimarães, atleta da Associação de Ginástica Di Thiene de Pais (Agith), foi campeão brasileiro pela terceira vez na carreira. Ele somou 13.700 pontos, 200 a mais que João Perdigão (Pinheiros), que ficou como a prata. O ginasta Tomas Florencio (13.300), do AGITH, levou o bronze.

Na disputa do cavalo, o campeão foi Johnny Oshiro (Agith). Último a competir entre os finalistas, Oshiro faturou ouro com soma total de 13.600 pontos, após uma apresentação com alto grau de dificuldade dos movimentos. Já os ginastas Diogo Rodrigos (Pinheiros) e Vitaliy Guimarães (MTC) empataram com 13.330 pontos e ambos ficaram com a prata.
 

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