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Fla impede entrega da Taça das Bolinhas ao São Paulo

Fla impede entrega da Taça das Bolinhas ao São Paulo

uol

14/02/2011 - 16h36
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A polêmica da entrega da Taça das Bolinhas, que parecia ter chegado ao fim na noite de domingo, continua. Isso porque, já na madrugada desta segunda-feira, o departamento jurídico do Flamengo conseguiu uma liminar que impede a entrega do troféu ao clube paulista.

A Justiça determinou que, enquanto a briga pelo título de 1987, entre Flamengo e Sport, não estiver resolvida, um terceiro, no caso o São Paulo, não pode ser beneficiado.

Na edição do Campeonato Brasileiro de 1987, os times do Módulo Verde, no meio da competição, teriam que enfrentar equipes do Módulo Amarelo. Flamengo e Internacional, entretanto, se recusaram a jogar contra Sport e Guarani.

Em abril de 2010, o Flamengo já tinha feito uma solicitação à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) pedindo uma reavaliação que considerava apenas o Sport campeão brasileiro de 1987. A entidade, entretanto, ignorou o pedido da diretoria rubro-negra.

No fim do ano passado, com a unificação dos títulos nacionais antes de 1971, o Flamengo esperava o reconhecimento da conquista de 1987, mas a CBF permaneceu dizendo que apenas o Sport era o campeão daquele ano.

Isso gerou uma irritação da presidente Patrícia Amorim, que até “discutiu” com Ricardo Teixeira pela imprensa. Diante dos fatos, a diretoria rubro-negra avisou que iria até as “últimas consequências” para ter o título de 1987 reconhecido.

Copa do Mundo

Gigantes contra velozes: o contraste entre Tchéquia e África do Sul

Entre jogo aéreo e contra-ataques velozes, Tchéquia e África do Sul tentam aproveitar suas diferenças físicas na busca pela primeira vitória na Copa do Mundo 2026

17/06/2026 20h32

Foto: Divulgação FIFA

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Todo jogo da Copa do Mundo 2026 é um duelo de gigantes, mas alguns times são fisicamente mais gigantescos do que outros no sentido literal.

O confronto entre Tchéquia e África do Sul o primeiro da segunda rodada do torneio, pelo Grupo A colocará frente a frente dois elencos de estaturas e propostas físicas muito diferentes nesta quinta-feira, 18 de junho.

A Tchéquia tem 1,85m de média de altura e o sexto elenco mais alto dentre os 48 da competição. Embora tenham perdido por 2 a 1 para a República da Coreia na primeira rodada, os tchecos usaram um "latereio' (um lateral longo como um escanteio) para marcar de cabeça com Ladislav Krejci.

"Não somos monstros em termos de altura física [risos], mas temos jogadores suficientemente altos, sim", analisou o treinador Miroslav Koubek. O capitão Krejci, autor do gol no primeiro jogo, concordou: "O time todo tem qualidades muito fortes, e estamos conscientes de que enfrentaremos outros jogadores de elite."

A África do Sul, por outro lado, tem média de 1,78m de altura e o segundo elenco mais baixo do torneio (mais alto apenas que o da Arábia Saudita).

Porém, com a expulsão do meio-campista Sphephelo Sithole (1,97m) na primeira rodada, o elenco sul-africano se transforma no plantel mais baixo de toda a Copa do Mundo 2026.

Por isso, o treinador Hugo Broos está ciente do risco aéreo que precisará evitar contra a Tchéquia.

"O mais importante é analisar o que fizemos de errado contra o México. Perdemos na estreia [por 2 a 0] e agora já vamos enfrentar um adversário totalmente diferente. A Tchéquia tem um time muito duro e físico, então preciso montar um time com uma proposta diferente para enfrentá-los", explicou na véspera da partida.

"Sabemos o que aconteceu de errado no jogo contra o México. Se conseguirmos melhorar nossa estratégia com a bola no pé, teremos uma chance de vencer o jogo", completou.

O goleiro sul-africano Ronwen Williams também demonstrou preocupação com a estatura tcheca.

"O jogo de abertura já passou. Nós fizemos nossa lição de casa para as próximas partidas. É difícil porque o time deles é muito alto, então precisaremos ter cuidado com jogadas ensaiadas e aéreas dentro da área. Não temos o time mais alto, mas, se tivermos talento, vontade e coragem, as coisas vão ficar bem", analisou.

"Não queremos perder essa fé. Será difícil porque as duas seleções estão na mesma situação agora [após as derrotas na primeira rodada], então será uma luta. Talvez a derrota para o México tenha sido necessária para nós melhorarmos no torneio", disse Williams.

Naturalmente, a tendência é de que a África do Sul priorize o jogo por baixo, algo que sabe fazer bem nos contra-ataques velozes. Ou seja, mesmo se a Tchéquia tiver vantagem na estatura, pode correr riscos de formas diferentes se não tiver atenção com a bola no pé.

"Vamos ajustar a estratégia a esse novo oponente, que tem contra-ataques muito rápidos. Sabemos que a África do Sul é excelente na pressão para recuperação de bola, e são um time muito diferente do que enfrentamos na primeira rodada", alertou o tcheco Koubek.

Foto: Divulgação FIFA

Apesar do tom de cautela, o treinador disse que não há nervosismo de sua parte para o jogo.

"Nervoso? Não estou. Vamos dizer que estou sentindo uma tensão saudável. Apesar da derrota no primeiro jogo, ainda podemos mudar nossa sorte", afirmou o tcheco.

O treinador da África do Sul parece pensar parecido.

"Isso é parte do nosso trabalho. Quando perde, você é criticado; quando vence, é um rei.Quando nos classificamos para a Copa do Mundo, alguém disse que deveriam fazer uma estátua minha na África do Sul. Eu disse: ‘então façam de madeira, porque assim vai queimar mais fácil se eventualmente perdermos um jogo’. Será uma partida muito importante para nós", concluiu Broos.

Foto: Divulgação Fifa

 


 

Copa do Mundo

Ancelotti prepara mudanças na seleção brasileira contra o Haiti; saiba a provável escalação

Treinador italiano ficou insatisfeito com o que viu em campo no empate com a seleção marroquina

17/06/2026 18h02

Foto: Divulgação CBF

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Insatisfeito com o que viu diante do Marrocos na estreia da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti prepara modificações na seleção brasileira para o duelo com o Haiti, na sexta-feira, às 21h30. O italiano comandou, nesta quarta-feira, o terceiro treino em preparação ao confronto e ensaiou mudanças.

Danilo, na lateral-direita, Fabinho, no meio de campo, e Matheus Cunha, no ataque, são os nomes mais cotados para entrar no time. Eles ocupariam as vagas de Ibañez, Casemiro e Igor Thiago.

Luiz Henrique também tem boas chances de começar entre os titulares no lugar de Lucas Paquetá, o que faria o treinador voltar a usar o esquema com quatro atacantes, do qual tanto gosta.

Raphinha e Gabriel Magalhães têm feito controle de carga e, por isso, não participaram de todo o treinamento de terça-feira. Ainda assim, ambos devem estar aptos para o confronto diante dos haitianos.

Certo é que Neymar, apesar de ter retornado ao campo, ainda está em transição física e não enfrenta o Haiti. Ele realizou atividades no gramado acompanhado do preparador físico Cristiano Nunes.

Dessa forma, o Brasil deve ir a campo contra o Haiti com a seguinte escalação: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Fabinho e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Raphinha, Matheus Cunha e Vini Jr.

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