Esportes

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Ganso admite em jogar no futebol italiano

Ganso admite em jogar no futebol italiano

Estadão

22/04/2011 - 16h54
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O futuro de Paulo Henrique Ganso ainda é incerto, mas ele próprio admitiu que está mais perto do futebol italiano. Apesar de ter contrato com o Santos até 2015, o jovem meia de 21 anos pretende deixar o clube, provavelmente no meio do ano, para realizar o sonho de jogar na Europa. E, no momento, os rivais Milan e Inter de Milão são os maiores candidatos para contratá-lo.

Em entrevista à rede de tevê italiana Sky, divulgada nesta sexta-feira, Ganso reconheceu o interesse de Milan e Inter na sua contratação, mas garantiu que ainda não tem nada certo - o Santos não tem interesse em vendê-lo e diz que só aceita liberá-lo pelo valor da multa rescisória, estipulada em 50 milhões de euros. Mesmo assim, ele revelou estar "mais próximo" da Itália.

Quando perguntado pelo repórter italiano se iria para Milan ou Inter, Ganso respondeu: "Não sei. Uma das duas, quem sabe. Me sentiria útil para as duas equipes. Espero que isso possa acontecer um dia, que eu possa jogar em uma das duas". Depois, ele avisou que ainda não tem nada definido. "Estou procurando sempre os melhores passos para a minha carreira", completou o jogador.

Ganso também lembrou que tem "muitos amigos" na Itália, o que ajudaria numa possível transferência. "Falo sempre com o Robinho e com o Thiago Silva. São amigos e estão loucos para me levar para lá", disse o meia, citando os jogadores brasileiros do Milan. "O Leonardo me elogia muito. É um grande treinador e uma grande pessoa", afirmou ele, ao falar do técnico brasileiro da Inter.

Enquanto Ganso sofre assédio de Milan e Inter, a diretoria do Santos bem que tentou reformular o contrato do jogador, para tentar mantê-lo por mais tempo na Vila Belmiro. Mas não houve acordo. Apesar disso, o jovem astro continua defendendo a camisa santista na Libertadores e no Paulistão - está confirmando no time que encara a Ponte Preta, neste sábado, pelo campeonato estadual.

ESPORTE

Brasil vence Venezuela e está no mundial de vôlei masculino

Seleções brasileira e argentina decidem vaga olímpica no domingo

19/09/2026 13h38

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. Divulgação: CBV

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A seleção masculina de vôlei venceu a equipe da Venezuela por 3 sets a 0 na manhã deste sábado (19) na quarta rodada do Sul-Americano da modalidade. A partida foi disputada no ginásio do Maracanazinho e valeu a vaga para o Brasil no mundial de 2027.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

As parciais foram 25/19, 25/14 e 25/19 para mais de 7200 pessoas. 

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. O oposto Bryan foi novamente o maior pontuador em quadra, desta vez com 13 acertos. 

Neste domingo (20), às 10h, o time do técnico Bernardinho enftenta a Argentina, valendo o título e a vaga nos Jogos Olímpicos Los Angeles 2028.

manifesto

Reação de clubes a MP contra bets saiu após casas de apostas ameaçarem revisão de patrocínios

Clubes e as federações divulgaram um manifesto no qual dizem que medida contra bets anunciada pelo governo será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso

18/09/2026 23h00

Foto: IA

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A reação dos clubes e federações de futebol a rumores de que o governo pretende tomar "medida drástica" contra as bets saiu depois de as empresas de apostas avisarem os times e entidades esportivas que a decisão vai forçá-las a rever contratos de patrocínio.

Hoje, 13 dos 20 times da Série A do Brasileirão têm contratos com empresas de apostas. A própria competição é patrocinada pela principal empresa do mercado, a grega Betano.

As plataformas de apostas chegaram a patrocinar 19 dos 20 clubes da primeira divisão. O número caiu, mas elas ainda dominam o futebol brasileiro e injetam mais de R$ 1 bilhão nos contratos de patrocínio com as equipes da elite.

Clubes manifestaram preocupação às patrocinadoras quando leis municipais passaram a proibir a exibição de marcas de bets em espaços públicos, como estádios. As restrições foram adotadas em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Em seguida, as empresas de apostas apresentaram aos clubes um panorama ainda pior para o setor: o governo pretende editar uma Medida Provisória (MP) que acaba com os cassinos online (jogo do tigrinho e similares), parte principal do faturamento das principais bets. A expectativa é de que a medida seja publicada e enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias, ainda antes do 1º turno das eleições.

Mesmo sem que estejam definidos quais serão os termos dessa MP, os clubes e as federações divulgaram, nesta quinta-feira, 17, um manifesto no qual se dizem preocupados com os "rumores" e que, caso eles se confirmem, será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso, segundo as agremiações.

"A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência", diz o texto divulgado por alguns dos principais clubes do País, entre eles Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Flamengo.

Segundo representantes de empresas de apostas ouvidos pela reportagem, a maioria dos contratos de patrocínio firmados com os clubes têm cláusulas que permitem revisões em caso de mudanças significativas no arcabouço regulatório.

Essas cláusulas serão ativadas se o governo confirmar medidas que afetam o faturamento das bets. E os clubes já foram avisados a respeito.

As bets também têm cobrado uma posição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que optou por tratar o tema com cautela.

As casas de apostas também têm acordos comerciais com a CBF, aparecem nas transmissões da Globo e de outras emissoras e amarram parcerias até com torcidas organizadas de alguns dos maiores times do País.

Executivos do setor defendem que seja feito um estudo de impacto econômico e jurídico antes da eventual aplicação de restrições às bets. As casas de apostas foram regulamentadas no início de 2024 e terão de ser recompensadas caso a MP seja aprovada, uma vez que cada empresa pagou R$ 30 milhões para operar no País por um período de cinco anos.

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