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Grêmio derrota o Vitória fora de casa

Grêmio derrota o Vitória fora de casa

Redação

02/10/2010 - 20h09
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Salvador (BA)

 

O Vitória bem que tentou, pressionou, criou chances, mas não conseguiu evitar que o Grêmio chegasse à quarta vitória consecutiva fora de casa. Os gaúchos venceram por 2 a 0, no Barradão, com um gols marcados pelo meio-campista Maylson, ainda na primeira etapa e por Diego e Edílson, já no finalzinho do jogo.

O primeiro gol do jogo saiu depois de uma saída de bola errada da equipe baiana. O zagueiro Wallace chutou em cima de Jonas e a bola sobrou limpa para Maylson marcar o tento gremista. No final, Diego aproveitou rebote de Lee e ampliou o placar. Em seguida, Diego acertou belo chute e deu números finais ao duelo.

O Grêmio teve diversos desfalques e por isso jogou apenas com Jonas no ataque. Com isto, o time apostou nos contra-ataques e, com o gol logo aos 20 minutos do primeiro tempo, o tricolor gaúcho pôde se postar no campo de defesa.

Com o resultado, o Grêmio se mantém como melhor time do segundo turno do Campeonato Brasileiro e continua com o sonho de chegar à Copa Libertadores da América vivo.

Mesmo jogando fora de casa, quem foi para cima no início do jogo foi o Grêmio, que quase abriu o placar logo a um minuto de jogo, depois de uma cobrança de escanteio. A cabeçada do gremista Neuton, entretanto, passou por cima da meta de Lee, com muito perigo.

A resposta do Vitória veio aos quatro minutos, também em uma cobrança de escanteio. O goleiro Victor, entretanto, estava atento e conseguiu ficar com a bola.

Ramon, o principal jogador do time baiano, assustou o goleiro Victor aos 12 minutos, quando conseguiu ganhar da zaga gremista, chegou à entrada da área e bateu com firmeza, mas a bola subiu demais e foi pela linha de fundo.

Em jogada muito parecida, Henrique quase marcou aos 15 minutos. O ex-são paulino conseguiu tirar dois jogadores da defesa tricolor e bater com força, também por cima do gol. Menos de um minuto depois, o Grêmio chegou bem com Jonas, que chuta na rede pelo lado de fora.

Pouco depois, aos 20 minutos, o zagueiro Wallace saiu jogando errado e a bola sobrou para Maylson. Livre, dentro da área, o gremista bateu com vontade, na saída do goleiro Lee e abriu o placar para os gaúchos: 1 a 0.

A partir daí, só deu Vitória no primeiro tempo. O time criou boas oportunidades com Ricardo Conceição, Júnior, Ramon, Henrique e até com o zagueiro Thiago Martinelli, mas terminou a primeira etapa atrás no placar.

O Vitória começou o segundo tempo do mesmo jeito em que terminou o primeiro: pressionando. A equipe levava perigo ao gol de Victor, que fazia boas defesas e evitava o empate dos baianos.

Aos 11 minutos, depois de um bate-rebate dentro da área do Grêmio, o zagueiro Neuton conseguiu fazer um corte providencial, dentro da pequena área, evitando que a bola sobrasse para o artilheiro Júnior.

Bem postado no campo defensivo, o Grêmio conseguia segurar o ataque do Vitória, que fazia pressão sobre os tricolores. O rubro-negro baiano diminuiu um pouco o ritmo depois da saída de dois de seus principais jogadores: Júnior e Ramon.

Depois de um tempo com o jogo morno, Thiago Humberto teve boa chance aos 26, depois de um rebote de Victor. Ele bateu duas vezes: a primeira em cima da zaga e a segunda sobre o gol.

O Vitória tentava pressionar, mas a zaga gremista conseguia sempre levar vantagens sobre os atacantes rivais, sem sequer deixar os baianos chutar ao gol.

O Grêmio, apostando nos contra-ataques, quase ampliou o placar aos 40 minutos. Jonas tirou a zaga adversária, mas acabou travado. Em seguida, Gabriel arriscou uma batida com perigo, mas por cima do gol.

Aos 44, grande chance do Vitória após cobrança de escanteio. Entretanto, Schwenk, mesmo livre, cabeceou por cima da meta de Victor.

O Grêmio conseguiu ampliar no finalizinho do jogo, com Diego. O jogador aproveitou o rebote de Lee para bater com calma, no cantinho. No lance seguinte, Edílson fez o terceiro, em uma bomba no ângulo.

 

Gazeta Press

nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

Queda de sanção

FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

13/08/2026 23h00

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1 Foto: Divulgação / FIA

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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira que as restrições a pilotos da Rússia e de Belarus por causa da guerra com a Ucrânia, impostas desde março de 2022, chegaram ao fim e eles poderão disputar corridas defendendo a bandeira de seu país e ouvirem o hino nacional no pódio.

Até esta semana, os pilotos destes países estavam obrigados a correr sob a bandeira da FIA. Mesmo as seleções destes países não podiam disputar eventos sob a chancela da federação. Apenas quem tinha dupla nacionalidade competia, e defendendo as cores de outro país.

"Atualização sobre a resposta da FIA ao conflito na Ucrânia. O objetivo desta circular é notificar todos os membros da FIA, detentores de licenças, competidores e oficiais, organizadores e outras partes interessadas da FIA sobre a decisão recente do Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC), adotada em 3 de agosto de 2026. Pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais da Rússia e de Belarus têm permissão para participar de competições internacionais ou zonais sem quaisquer restrições", anunciou a FIA em nota oficial.

"A exigência de assinar um termo de neutralidade não se aplica mais", continuou o comunicado. "A exibição de símbolos nacionais, cores e bandeiras da Rússia e de Belarus (em uniformes, equipamentos e veículos), bem como a execução de seus hinos nacionais, é permitida em competições internacionais ou regionais."

A liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1. O piloto da Rússia defendeu a Haas na temporada de 2021, mas acabou demitido pela escuderia norte-americana no ano seguinte por causa das restrições imposta após os ataques à Ucrânia. Deu lugar para Kevin Magnussen.

A autorização dos pilotos não significa que o Grande Prêmio da Rússia voltará ao calendário. Ao menos não de imediato. A prova ocorreu no circuito de Socchi até 2021. Depois, o contrato acabou rompido pela FIA justamente pela guerra. Belarus também não pode receber GPs.

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