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Lateral quer deixar SP por Libertadores

Lateral quer deixar SP por Libertadores

Terra

06/01/2014 - 00h00
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O lateral esquerdo Clemente Rodríguez não quer ficar encostado no São Paulo e já planeja deixar o clube do Morumbi neste mês de janeiro. Embora tenha contrato até o final do ano, o argentino visitou o país de origem durante as férias e se ofereceu para reforçar o Lanús, campeão da Copa Sul-Americana e que disputará a Copa da Libertadores da América de 2014. As informações são da emissora TyC Sports.

“Gostaria de jogar no Lanús. É um clube muito bonito, que vai jogar a Copa Libertadores. Sei que houve uma reunião com o time, mas quem decide é o Guillermo (Barros Schelotto, técnico do time). Ainda tem tempo”, disse Clemente Rodríguez, que foi colega de equipe de Schelotto no Boca Juniors, no início da década passada.

Rodríguez foi contratado pelo São Paulo na metade de 2013, mas não conseguiu manter uma sequência durante o pior momento do clube tricolor na temporada. Com a chegada de Muricy Ramalho ao comando da equipe, perdeu de vez seu espaço.

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Rodríguez, 32 anos, sabe também da importância de continuar em atividade para ter a oportunidade de figurar na lista dos 23 convocados de Alejandro Sabella para a disputa da Copa do Mundo de 2014. O lateral esquerdo era nome frequente na seleção da Argentina.

“Quando retornar ao São Paulo, vou ver se há alguma coisa pelo Brasil ou outro clube daqui para continuar jogando. Na segunda-feira começo a treinar e vou conversar com meu empresário, porque quero ter continuidade. Quero mostrar meu futebol também para conseguir a seleção”, afirmou.

Copa Sul-Americana

Casa cheia: Recoleta x Santos esgotam ingressos para jogo na fronteira com MS

Jogo pela Copa Sul-Americana em Pedro Juan Caballero deve lotar o Estádio Río Parapití e atrair torcedores dos dois lados da fronteira

01/05/2026 18h28

Jogo pela Copa Sul-Americana em Pedro Juan Caballero deve lotar o Estádio Río Parapití e atrair torcedores dos dois lados da fronteira

Jogo pela Copa Sul-Americana em Pedro Juan Caballero deve lotar o Estádio Río Parapití e atrair torcedores dos dois lados da fronteira Divulgação

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Todos os ingressos para a partida entre Deportivo Recoleta e Santos, válida pela   4ª rodada da Copa Sul-Americana, já foram vendidos. O confronto está marcado para o dia 5 de maio, às 20h30 (horário de Mato Grosso do Sul), no Estádio Río Parapití, com capacidade para cerca de 25 mil torcedores.

A alta procura pelos ingressos evidencia a expectativa em torno do duelo internacional, especialmente pela presença do Santos, que mobiliza grande número de torcedores, dentro e também fora do Brasil.

Com a demanda aquecida, cambistas paraguaios já oferecem entradas por cerca de R$ 500, indicando escassez no mercado oficial. Os ingressos foram comercializados inicialmente, de forma oficial, por valores entre R$ 40 e R$ 198.

Embora o Recoleta tenha sede em Assunção, a diretoria optou por transferir a partida para Pedro Juan Caballero, cidade localizada na fronteira com Ponta Porã (MS).

A estratégia visa ampliar o público no estádio, atraindo torcedores sul-mato-grossenses e de estados vizinhos, como São Paulo e Paraná, além da significativa comunidade brasileira residente no Paraguai.

Inicialmente, o confronto estava previsto para o Estádio Defensores del Chaco, mas foi transferido após decisão confirmada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL).

A mudança ocorreu mesmo fora do prazo mínimo exigido pelo regulamento, que é de 15 dias para alterações de sede em jogos com distância superior a 50 quilômetros, caso de Assunção para Pedro Juan Caballero.

Por conta disso, o clube paraguaio foi penalizado com multa de 7 mil dólares.

Situação no grupo

Após três rodadas disputadas, o Santos ocupa a última colocação do grupo, com dois pontos. O Deportivo Recoleta soma três pontos. Já o Deportivo Cuenca, do Equador, aparece na vice-liderança, com quatro pontos, enquanto o San Lorenzo, da Argentina, lidera a chave, com cinco.

Pelo regulamento da Copa Sul-Americana, apenas o primeiro colocado de cada grupo avança diretamente às oitavas de final. O segundo colocado disputa uma fase eliminatória adicional contra equipes que terminam em terceiro lugar nos grupos da Copa Libertadores.

Futebol

'Com essa lesão, não poderia continuar sua carreira', diz médico que operou Militão

Militão rompeu o tendão proximal do bíceps femoral da perna esquerda e está fora da disputa da Copa do Mundo de 2026

30/04/2026 23h00

Éder Militao

Éder Militao Foto/Reprodução

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O médico Lasse Lempainen, responsável pela cirurgia de Éder Militão, afirmou que o procedimento era inevitável diante da gravidade da lesão sofrida pelo zagueiro do Real Madrid. Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o especialista foi direto ao explicar o cenário clínico do jogador

"Não havia outra opção. O que posso dizer é que a lesão era muito grave. A única alternativa era a cirurgia: com esse problema no isquiotibial, ele não poderia continuar sua carreira profissional no mais alto nível", declarou o cirurgião.

Militão passou pelo procedimento após romper o tendão proximal do bíceps femoral da perna esquerda, lesão que o tirou da disputa da Copa do Mundo de 2026. Segundo o médico, apesar do impacto imediato, a decisão foi tomada pensando no futuro do atleta.

RECUPERAÇÃO EXIGE TEMPO E CAUTELA

De acordo com Lempainen, lesões musculares são comuns no futebol, mas nem todas exigem cirurgia. No caso de atletas de alto rendimento e com quadros mais severos - como o de Militão -, a intervenção se torna necessária.

Ele explicou que o tempo de recuperação varia, mas há um padrão para casos desse tipo: "Em termos gerais, quando um jogador sofre uma lesão grave de isquiotibial, leva entre quatro e seis meses para voltar a competir no mais alto nível."

O defensor brasileiro tem retorno previsto para cerca de cinco meses, o que o colocaria de volta aos gramados apenas no segundo semestre.

O médico também destacou que, mesmo após a cirurgia, não é possível eliminar completamente o risco de uma nova lesão. Ainda assim, há formas de reduzir esse perigo: "Sempre existe uma vulnerabilidade e um risco residual, como em outras lesões. Por isso, é fundamental uma boa cirurgia e uma reabilitação bem planejada, passo a passo, para minimizar esse risco ao máximo."

Militão pode voltar ao alto nível

Apesar do histórico recente de lesões, Lempainen demonstrou otimismo quanto à recuperação do jogador. Segundo ele, há diversos exemplos de atletas que retornaram ao mais alto nível após problemas semelhantes.

"Já tratei muitos esportistas de elite com esse tipo de lesão e eles conseguiram voltar ao máximo rendimento. Alguns, inclusive, tiveram seus melhores anos depois da cirurgia."

A nova lesão de Militão ocorre em um momento delicado para a seleção brasileira, comandada por Carlo Ancelotti. O zagueiro era peça importante no planejamento para a Copa do Mundo, mas está oficialmente fora do torneio.

A ausência se soma a outros problemas físicos no ciclo, ampliando as dúvidas sobre o setor defensivo. Ainda assim, a prioridade, neste momento, é garantir que Militão retorne em plenas condições - mesmo que isso signifique um período maior longe dos gramados.

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