Esportes

GP Bahrein

Massa é prejudicado por safety car e fica em 7º; Hamilton vence

Massa é prejudicado por safety car e fica em 7º; Hamilton vence

Terra

06/04/2014 - 12h55
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As chances reais que Felipe Massa tinha de subir ao pódio pela primeira vez a bordo de uma Williams foram prejudicadas neste domingo por conta de um acidente espetacular do mexicano Estaban Gutiérrez, da Sauber, no final do Grande Prêmio do Bahrein neste domingo. O brasileiro não conseguiu mais do que a sétima posição em uma corrida novamente comandada pela Mercedes: o inglês Lewis Hamilton levou a melhor e conquistou a vitória, à frente do alemão Nico Rosberg.

A Williams vinha bem na corrida e brigava com a Force India como segunda força no GP deste domingo, mas a estratégia da equipe inglesa não contava com o acidente de Gutiérrez - o mexicano da Sauber foi acertado em cheio pelo venezuelano Pastor Maldonado na 41ª volta (de um total de 57). O carro de segurança ficou seis voltas na pista, atrapalhando os planos de Massa.

Lewis Haimlton venceu uma equilibradíssima e emocionante briga caseira com Rosberg e conquistou a segunda vitória na temporada. O terceiro lugar foi do mexicano Sergio Pérez, da Force India. Massa ficou em sétimo, uma colocação à frente do finlandês Valtteri Bottas. 

A corrida

Massa havia conquistado o direito de sair da sétima posição do grid, mas realizou uma ótima largada e pulou para a terceira colocação logo nos primeiros metros de Grande Prêmio. De uma só vez, o brasileiro superou Bottas, Sergio Pérez, Kimi Raikkonen e Jenson Button, para ficar atrás apenas das Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg.

Enquanto os carros da equipe alemã se desgarravam para uma briga particular pela vitória, Massa tentava sustentar o terceiro lugar – ele ficou 12 voltas na posição, até ser ultrapassado por Pérez. A parada nos boxes na 13ª volta não mudou muita coisa: ele voltou à frente do mexicano da Force India, mas atrás de Bottas.

Muitos segundos à frente, Hamilton e Rosberg faziam uma disputa incrível pela primeira posição, com manobras arrojadas e ultrapassagens perigosas. O ameão, que havia largado na pole, até recuperou a liderança da corrida, mas não conseguiu ficar muito tempo à frente do britânico.

Massa recuperou o terceiro posto quando Bottas foi para os boxes, mas o desgaste dos pneus comprometeu o rendimento de sua Williams – ao parar, o brasileiro já ocupava a quinta posição, tendo sido superado pelos dois carros da Force India: Pérez e Hulkenberg.

Novamente as paradas nos boxes restabeleceram a ordem da corrida com as duas Williams na briga pela última vaga no pódio. Massa continuou atrás do finlandês no quarto lugar, até realizar o terceiro pit stop.

No entanto, um acidente incrível alterou o panorama do GP bareinita: o venezuelano Pastor Maldonado acertou em cheio a Sauber do mexicano Esteban Gutierrez, que capotou em uma curva e ficou um pouco zonzo até conseguir sair do carro. O safety car entrou na pista e embolou o pelotão.

Enquanto os carros faziam uma procissão na pista, Massa ocupava a oitava posição - uma à frente de Bottas. O veículo de segurança deixou a pista na 50ª volta, permitindo que vários pilotos "economizassem" pneus - incluindo os que estavam à frente das Williams.

O brasileiro conseguiu passar Jenson Button (que mais tarde abandonaria a prova) e brigou pelo sexto posto com Sebastian Vettel, mas não conseguiu ganhar a colocação do alemão da Red Bull.

A próxima etapa do calendário 2014 da Fórmula 1 será realizada dentro de duas semanas, ainda no Oriente. A corrida será em Xangai, na China, durante a madrugada brasileira (o GP tem início programado para as 4h). 

Equiparação

Fifa iguala premiações de participação na Copa feminina e CBF receberá R$ 12,6 milhões

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026

22/10/2026 23h00

Espanha é atual campeã mundial da categoria

Espanha é atual campeã mundial da categoria Cameron Spencer / Getty Images

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira, 22, um aumento na premiação às seleções que disputarão a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Cada equipe classificada receberá US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 12,6 milhões) para a preparação para o torneio, igualando o valor oferecido às seleções participantes da Copa do Mundo masculina de 2026. A decisão faz parte de um conjunto de medidas voltadas ao desenvolvimento do futebol feminino.

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026. A Fifa também estabeleceu que eventuais excedentes financeiros gerados pela competição feminina serão distribuídos às associações nacionais participantes, com uma parcela reservada exclusivamente às jogadoras.

A edição de 2027 será realizada entre 24 de junho e 25 de julho, com o Brasil como país-sede. O sorteio dos grupos está marcado para 11 de dezembro de 2026, às 13h30, no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Por ser o anfitrião, a seleção brasileira será cabeça de chave do Grupo A e fará a partida de abertura no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 24 de junho. A competição será a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul.

Além das mudanças financeiras para o Mundial de seleções, a Fifa anunciou novidades sobre a primeira edição da Copa do Mundo de Clubes Feminina. Os Estados Unidos foram escolhidos como sede do torneio, que será disputado entre 5 e 30 de janeiro de 2028 e contará com 19 equipes de todas as seis confederações continentais.

Sete clubes já tiveram suas vagas confirmadas: Arsenal (Inglaterra), Club América (México), Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang Women’s FC (Coreia do Norte), Wuhan Jiangda (China) e Corinthians.

futebol

Bola de Ouro abre votação para escolher maior de todos os tempos sem Pelé e Maradona

Entre os candidatos, Ronaldo Fenômeno é o único brasileiro

20/10/2026 22h00

Foto: Divulgação

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A revista France Football abriu uma votação popular para eleger o maior vencedor da história da Bola de Ouro. Batizada de B.O.A.T. (Ballon d’Or of All Time, ou Bola de Ouro de todos os tempos), a iniciativa reúne dez lendas do futebol que conquistaram o prêmio pelo menos duas vezes. Entre os candidatos, Ronaldo é o único brasileiro.

A eleição faz referência à expressão G.O.A.T. (Greatest of All Time), utilizada mundialmente para definir o maior atleta de todos os tempos em determinada modalidade. A proposta da revista é permitir que os torcedores escolham seu favorito entre alguns dos nomes mais marcantes da história da premiação.

Para participar, é necessário pagar 1 euro, cerca de R$ 5,60. A contribuição dá direito a uma fotografia icônica relacionada à Bola de Ouro e habilita o torcedor a concorrer a dois ingressos para a cerimônia da premiação em 2027. A votação será encerrada em 27 de outubro de 2026, e o resultado oficial está previsto para o dia seguinte.

Além de Ronaldo Fenômeno, a lista conta com outros nove nomes que marcaram diferentes gerações do futebol mundial. Lionel Messi, com oito conquistas oficiais da Bola de Ouro, e Cristiano Ronaldo, com cinco, estão entre os principais destaques da seleção.

Confira os dez candidatos e o número de Bolas de Ouro conquistadas:

  • Lionel Messi (Argentina): 8 títulos
  • Cristiano Ronaldo (Portugal): 5 títulos
  • Johan Cruyff (Holanda): 3 títulos
  • Michel Platini (França): 3 títulos
  • Marco van Basten (Holanda): 3 títulos
  • Ronaldo Fenômeno (Brasil): 2 títulos
  • Alfredo Di Stéfano (Argentina/Espanha): 2 títulos
  • Franz Beckenbauer (Alemanha): 2 títulos
  • Kevin Keegan (Inglaterra): 2 títulos
  • Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha): 2 títulos

Apesar de reunir grandes nomes da história do futebol, a lista não contempla lendas como Pelé, Diego Maradona e Garrincha. A ausência está relacionada aos critérios históricos de elegibilidade da Bola de Ouro e às regras utilizadas para definir os candidatos desta votação.

Durante décadas, a premiação teve restrições que impediram jogadores de fora da Europa de concorrer. A elegibilidade foi ampliada em 1995 para incluir atletas de qualquer nacionalidade que atuassem em clubes europeus e, em 2007, passou a abranger jogadores de todo o mundo.

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