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Medina retorna à WSL, se diz satisfeito com mudanças e focado no tetra

"Eu gosto de fazer tudo na minha vida passo a passo, mas eu acredito (no tetra). É por isso que eu voltei para o circuito", disse ele em entrevista coletiva

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Gabriel Medina começou 2026 de forma muito mais leve do que em 2025, ano em que lesionou o ombro no dia 9 de janeiro e não pôde competir em nenhuma etapa da WSL, o circuito mundial de surfe.

Ele teve bastante tempo para retomar o ritmo, pois a atual temporada começa em 1º de abril, novidade do calendário cuja abertura costumava ser entre o final de fevereiro e o início de janeiro. Em Bells Beach, na Austrália, onde será disputada a primeira etapa, o surfista de 32 anos começa a busca pelo tetracampeonato.

"Eu gosto de fazer tudo na minha vida passo a passo, mas eu acredito (no tetra). É por isso que eu voltei para o circuito. Se eu não tivesse essa vontade eu nem voltaria. Mas eu me sinto bem competindo, é o que faz sentindo pra mim, é o meu propósito.

Seria irado ser quatro vezes campeão mundial, seria além do meu sonho. Sempre quis ser três. Mas você alcança um objetivo e tem de criar outro. Esse é meu objetivo agora. Me colocaria em uma posição que não tem muita gente, isso me deixa ainda mais motivado", disse em coletiva de imprensa.

Apenas dois surfistas têm quatro ou mais títulos do circuito masculino. O australiano Mark Richards é tetra e a lenda americana Kelly Slater tem 11. Medina venceu as edições de 2014, 2018 e 2021.

Nas duas primeiras, a liga era disputada em pontos corridos do início ao fim, formato que está de volta este ano. Ou seja, o campeão será o surfista que terminar em primeiro na classificação.

De 2021, ano do último título do paulista, a 2025, o ranking servia para classificar cinco surfistas para o Finals, etapa derradeira na qual o vencedor da temporada saía de um mata-mata.

"O Finals foi uma experiência legal. É que não deu nada de errado, mas poderia alguém ficar doente, não estar 100%. Justo no dia de definir o que você fez no ano, acaba não sendo tão justo. Sou a favor do novo formato, decidido em Pipeline", opina o tricampeão.

Em uma temporada cheia de novidades, o surfista paulista traz sua própria dose de renovação. Decidiu, após anos sendo treinado pelo australiano Andy King, firmar parceria com um técnico de casa.

Agora, sua preparação está a cargo de Adriano Souza, o Mineirinho, um dos expoentes da Brazilian Storm e segundo brasileiro a vencer o circuito, em 2015, logo depois do próprio Medina.

"Eu tenho uma admiração gigantesca pelo Mineiro. Cresci assistindo ele. A gente sempre se deu super bem, então foi uma liga muito fácil. Ele se mostrou disposto a me ajudar.

A gente teve uma troca e começou a trabalhar mesmo agora no começo do ano. Voltei à minha rotina, a gente teve mais comunicação. É um cara que me entende. Eu tinha meu treinador australiano. Na comunicação, consigo me expressar melhor falando minha língua, ainda mais com o Mineiro", diz o surfista.

Recuperado da lesão desde o meio do ano passado, ele pretendia ter voltado a competir na etapa de Teahupoo, no Taiti, em agosto. Como estava sem ranking e a temporada já estava no fim, dependia de um wild card, convite que a organização costuma ceder em casos especiais, mas a oportunidade não veio porque as vagas já estavam preenchidas.

Dessa forma, teve de manter o ritmo apenas com treinamentos, enquanto também aproveitava o tempo sem competir para dar mais atenção aos amigos e à família. Agora, está 100% disposto a viver o circuito mais uma vez.

"Fiquei me preparando para esse momento que estou vivendo agora. Só estava pensando nessa primeira etapa. Desde o primeiro surfe, eu só pensava: ‘quero estar bem para a primeira etapa e me cuidar’. Tive todos os cuidados, me alimentei super bem, dormi bem, me recuperei super bem rápido. Isso me motiva ainda mais e me mantém fazendo as coisas que estou fazendo. Em nenhum momento pensei em parar. Só quero continuar. Independente do resultado, o surfe sempre tira o melhor de mim."

 

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time

Flamengo negocia aluguel de avião exclusivo para reduzir desgaste em viagens

Hoje, o Flamengo já utiliza voos fretados em todos os deslocamentos, mas ainda depende da disponibilidade das companhias aéreas

29/03/2026 12h00

Reprodução Instagram @flamengo

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O Flamengo trabalha nos bastidores para dar um novo passo na logística do futebol. O clube negocia o aluguel de uma aeronave que ficaria à disposição integral da delegação, com a ideia de reduzir desgaste e ganhar autonomia nas viagens ao longo da temporada.

A expectativa interna é fechar o acordo após a Copa do Mundo. A proposta em discussão prevê um contrato de três a quatro anos. Hoje, o Flamengo já utiliza voos fretados em todos os deslocamentos, mas ainda depende da disponibilidade das companhias aéreas.

Com uma aeronave dedicada, o cenário muda. A ideia é ter o avião baseado no Rio de Janeiro, pronto para uso conforme a necessidade do clube, tanto nas idas quanto nos retornos.

"Vamos garantir 30/35 voos com uma companhia. Se tudo der certo, essa aeronave fica em chão no Rio de Janeiro e só decola quando a gente quiser", afirmou o presidente Bap em entrevista à Flamengo TV.

Antes mesmo de avançar na negociação, o clube já vinha ajustando processos internos para tentar minimizar problemas logísticos. A ideia tem sido antecipar o planejamento das viagens e encaixar os deslocamentos de acordo com a rotina de treinos e jogos.

"Essa aeronave poderia prestar serviço para outros clubes, para o Flamengo fica mais barato e é conveniente para todos. Quando o Flamengo está no Rio, a aeronave estaria em chão e poderia voar com outros clubes. O que o Flamengo está comprando é ter a aeronave no chão no dia e na hora que quisermos voar. Sempre trabalhando na busca da excelência, e a logística não é diferente, ainda mais em um ano como esse. Depois da Copa do Mundo vai ser punk", explicou.

Até a parada para a Copa do Mundo, o calendário será apertado. O último compromisso antes da pausa está marcado para 31 de maio. Nesse intervalo, o Flamengo terá 18 partidas e deve percorrer mais de 27 mil quilômetros em compromissos pelo Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil.

Depois do Mundial, o cenário tende a ser ainda mais exigente, com as competições em fases decisivas e um calendário mais apertado ainda pela paralisação de quase dois meses.

Copa Verde

Após a eliminação na Copa do Brasil, Operário e Vila Nova-GO voltam a se enfrentar

Os times entram em campo pela segunda rodada da Copa Verde

28/03/2026 09h45

Operário encara o Vila Nova-GO pela segunda rodada da Copa Verde

Operário encara o Vila Nova-GO pela segunda rodada da Copa Verde Foto: Rodrigo Moreira

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Neste sábado, dia 28, Operário e Vila Nova voltam a se enfrentar, mas desta pela Copa Verde, em jogo válido pela segunda rodada da fase de grupos, a partida acontece em Goiânia, no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, às 19:30, horário de MS. 

O Operário entra em campo para enfrentar o Vila Nova com um objetivo que vai além dos três pontos, manter a invencibilidade do time no ano, que em 15 partidas somam nove vitórias e 6 empates, incluindo o empate contra o time goiano que culminou na eliminação do Galo na Copa do Brasil, nos pênaltis. 

As equipes chegam para o confronto em situações um pouco diferentes, o Vila Nova, que está optando por jogar as rodadas iniciais com o time sub-20, estreou na competição com derrota diante do time do Rio Branco do Espírito Santo. 

Já o Galo da Capital, foi até o Tocantins para duelar contra o Araguaína e saiu com a vitória por 1 a 0, graças ao gol marcado por Gabriel Teixeira, vale destacar que o Operário está na zona de classificação para a próxima fase, ocupando a segunda colocação do grupo. 

A partida será arbitrada por Arthur Gomes Rabelo, do Espírito Santo, o assistente um Guthieri Javarini Rodrigues e o assistente dois Douglas da Silva Moreira, ambos também do Espírito Santo, o quarto árbitro é Gabriel dos Santos Queiroz, de Goiás. 

O Vila Nova do técnico Jayme Algarte, deve ir a campo um time semelhante ao que enfrentou o Rio Branco, os únicos jogadores do time que não são do sub-20 são o goleiro Gabriel Átila e o meia Gabriel Dias. 

Provável escalação: Gabriel Átila; Gabriel Delfino, Carlos Eduardo, Samuel e Luiz Eduardo; Gil, Guilherme Vieira, Felipe Faria e Gabriel Dias; Lucas Soares e Jackson. 

O Operário do técnico Paulo Massaro, deve ir a campo com algumas alterações com relação ao time que venceu o Araguaína, dentre as mudanças, ganha destaque Gabriel Biteco e Robinho que voltam ao time titular, Roger Modesto também deve entrar na vaga de Luisinho, titular na última partida. 

O time deve ir a campo da seguinte maneira: Lucas Covolan; Gabriel Biteco, Guilherme Teixeira, Titi, Jonilson e Mateus Petri; Leylon, Jonas, Robinho; Roger Modesto e Eduardo Tanque.

Para quem quiser acompanhar, a partida será transmitida pela Sportynet ao vivo no seu canal de Youtube. 

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