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Nicole Silveira fica em 11º no skeleton e atualiza recorde brasileiro nos Jogos de Inverno

Medalha de ouro ficou com a austríaca Janine Flock, que fechou em 3min49s02 e chegou a alcançar 124,91 km/h

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O melhor resultado do Brasil em esportes de gelo em Olimpíadas de Inverno foi atualizado, neste sábado, por Nicole Silveira. Quatro anos após ser 13ª colocada no skeleton em Pequim-2022, ela terminou a prova dos Jogos de Milão e Cortina em 11º lugar, com o tempo final de 3min51s82, superando a própria marca e 14 adversárias das 25 que contra as quais competiu.

A medalha de ouro ficou com a austríaca Janine Flock, que fechou em 3min49s02 e chegou a alcançar 124,91 km/h. As alemãs Susane Kreher (3min49s32) e Jacqueline Pfeifer (3min49s46) completaram o pódio. Mulher de Nicole, a belga Kim Meylemans brigou diretamente pelas primeiras posições e terminou sexto lugar, com 3min50s67.

"É dia dos namorados aqui. Então, foi o final perfeito. Estou muito orgulhosa de ter ela como esposa", disse Nicole à CazéTV. "A jornada não foi fácil. A gente conseguiu mostrar ao mundo que dois países sem tradição de inverno conseguem lutar contra esses maiores que têm mais verba", concluiu.

Na competição olímpica da modalidade, a classificação final é definida pela soma dos tempos de todas as quatro descidas. Nicole fez uma ótima largada na terceira descida, mas perdeu tempo por causa de uma pequena batida no início do trajeto.

Dessa forma, completou o percurso em 58s11, tempo pior do que os dois anotados na sexta-feira, quando anotou 57s93 e 57s85 nas primeira e segunda baterias, respectivamente. Ela começou a disputa neste sábado em 12º lugar. Com o tempo total de 2min53s89 ao fim da terceira rodada, a gaúcha conseguiu ganhar uma posição e ficou em 11º.

Na quarta bateria, as atletas descem em ordem decrescente de acordo com a classificação da bateria anterior. Por isso, Nicole chegou a liderar a provar ao registrar 57s93 e fechar o toal em 3min51s82. A partir dali, para ganhar posições, precisava que alguma das 10 adversárias que restavam piorasse o desempenho na descida final.

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OURO INÉDITO

Brasil ganha primeira medalha na história das Olimpíadas de Inverno

Lucas Pinheiro Braathen dominou a pista com o melhor tempo nas duas baterias e garantiu primeiro ouro e medalha brasileira nas Olimpíadas de Inverno de Milano-Cortina

14/02/2026 09h37

Luas Pinheiro Braathen traz medalha inédita na história do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno

Luas Pinheiro Braathen traz medalha inédita na história do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno Dustin Satloff / Sean M. Haffey Getty Images

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Dominando a pista do início ao fim, o esquiador alpino brasilo-norueguês Lucas Pinheiro Braathen ganhou a primeira medalha na história do Brasil nas Olimpíadas de Inverno Milano Cortina 2026 e colocou o país no lugar mais alto do pódio com o ouro.

Na primeira vez competindo pelo Brasil, o atleta fez os dois melhores tempos em ambas as baterias na modalidade Slalom Gigante do esqui alpino.

Por ordem de sorteio, Lucas foi o primeiro a descer e fez quase um segundo de vantagem do segundo colocado na primeira bateria. O esquiador voou na pista Stelvio, no norte da Itália, e realizou o percurso em 1min13s92. 

Na segunda bateria, o atleta de 25 anos, fez o percurso em 2min25s cravados, 58 milésimos a menos do que o segundo colocado. Com isso o Brasil está no 15º lugar no quadro de medalhas, e representa não só a primeira medalha brasileira do país, mas também da América do Sul na história das Olimpíadas de Inverno.

Slalom Gigante

A prova é disputada em duas baterias no mesmo dia e os tempos são somados, quem tiver a marca mais rápida com a soma vence a prova. A ordem de descida dos atletas é por meio de sorteio, em que Lucas Pinheiro Braathen foi o primeiro a descer dentre outros mais de 70 atletas.

Na segunda bateria a ordem dos 30 primeiros é invertida, então o primeiro atleta a descer na primeira bateria, realiza o segundo percurso depois de 29 atletas, quando as condições da pista já estão modificadas conforme a descida dos outros.

A prova de slalom gigante das equipes masculinas do esqui alpino nos Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina 2026 ocorre na pista Stelvio, no Stelvio Ski Centre em Bormio, norte da Itália, com inclinação de até 63% e queda vertical de 1.023 metros.

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Esportes

CBF define formato da Copa Verde 2026; Operário disputa título

Competição terá 24 clubes divididos entre Copa Norte e Copa Centro-Oeste; campeões garantem vaga na terceira fase da Copa do Brasil 2027

13/02/2026 18h15

Foto: Rodrigo Moreira

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou o Regulamento Específico, a Tabela Básica e o Plano Geral de Ações da Copa Verde 2026, que chega à 13ª edição com mudanças no formato.

A principal novidade é a divisão da competição em dois blocos regionais (Copa Norte e Copa Centro-Oeste) reunindo 24 clubes. Entre eles, o Operário, atual campeão Sul-Mato-Grossense, representante do Estado na disputa pelo título.

A partir deste ano, os 24 times das regiões Norte, Centro-Oeste e Espírito Santo serão divididos em duas chaves regionais, com 12 equipes cada.

Cada Copa terá dois grupos de seis clubes, que se enfrentam em turno único dentro da própria chave. Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam ao mata-mata. As quartas de final e semifinais serão disputadas em jogo único.

Já as finais regionais e a final da Copa Verde ocorrerão em partidas de ida e volta. Os campeões da Copa Norte e da Copa Centro-Oeste garantem vaga na terceira fase da Copa do Brasil de 2027.

A primeira fase será disputada entre março e abril, com rodadas previstas para os dias 25 ou 26 de março, 28 ou 29 de março, 8 ou 9 de abril, 15 ou 16 de abril e 29 ou 30 de abril, enquanto a segunda fase está marcada para 6 de maio.

As semifinais regionais terão jogos de ida em 20 de maio e volta em 27 de maio. A final da Copa Verde será disputada nos dias 3 e 7 de junho.

Neste modelo, os finalistas regionais poderão disputar até 10 partidas. Já os finalistas da Copa Verde podem chegar a 12 jogos.

Participam da competição os 12 campeões estaduais das federações envolvidas, os 10 vice-campeões com melhor posição no ranking e mais duas equipes classificadas pelo Ranking Nacional de Clubes.

Na Copa Norte estão confirmados: Remo, Paysandu, Águia de Marabá, Amazonas, Nacional-AM, Porto Velho, Guaporé, Independência-AC, Galvez, Grêmio Sampaio, Monte Roraima e Trem.

Na Copa Centro-Oeste disputam: Vila Nova, Anápolis, Atlético-GO, Primavera-MT, Cuiabá, Gama, Capital-DF, Araguaína, Tocantinópolis, Rio Branco-ES, Porto Vitória e Operário. 

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