Esportes

Paris 2024

Olimpíadas 2024: Brasil vence a Turquia e conquista o bronze

Vitória foi de 3 sets a 1 para as brasileiras

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Após uma derrota difícil para os Estados Unidos na semifinal, a seleção feminina de vôlei garantiu o bronze neste sábado (10) ao vencer a Turquia por 3 sets a 1 (25/21, 27/25, 22/25 e 25/15). A equipe teve uma campanha quase perfeita, com seis vitórias e apenas um set perdido, exceto no confronto contra as atuais campeãs olímpicas, quando foram derrotadas no tie-break.

Apesar do sabor amargo da eliminação, a campanha em Paris rendeu o sexto pódio do vôlei feminino, que agora acumula dois ouros, uma prata e três bronzes. Esse contraste é evidente em comparação ao time masculino, que teve um desempenho decepcionante ao ser eliminado nas quartas de final, o pior resultado desde Sydney-2000. É também a primeira vez, desde as Olimpíadas australianas, que o vôlei de quadra do Brasil não chega a uma final.

Na Arena Paris Sul, arquibancadas com alguns espaços vazios, algo raro nos jogos do Brasil, refletiam um novo momento para o vôlei nacional. Em quadra, o time de José Roberto Guimarães começou de forma ofensiva, dominando o jogo com ataques potentes. Após abrir 8 a 4, um pedido de tempo da Turquia ajustou o adversário, que virou para 10 a 9 após um emocionante rali finalizado com um forte ataque de Vargas.

O set seguiu equilibrado até o placar de 20 a 20, com Vargas e Rosamaria, as maiores pontuadoras até então, se destacando nos ataques. Dois bloqueios consecutivos de Thaisa e Gabi Guimarães mudaram o ritmo da partida, e o Brasil fechou o primeiro set por 25 a 21.

Impulsionadas pela vitória no primeiro set, as brasileiras começaram o segundo set abrindo uma vantagem de 4 a 0, interrompida apenas por um pedido de tempo da Turquia e, mais uma vez, por Vargas. Em um novo rali emocionante, com 13 toques na bola, a Turquia diminuiu para 6 a 5. A partida se intensificou, com o bloqueio turco se mostrando mais eficaz, e o Brasil só conseguiu empatar o jogo em 20 a 20.

Em uma repetição do primeiro set, dois bloqueios seguidos, desta vez de Thaisa e Ana Cristina, colocaram o Brasil à frente. A Turquia lutou, mas acabou cedendo o segundo set por 27 a 25 após uma intensa troca de pontos.

O terceiro set foi mais equilibrado, com as equipes empatadas até 15 a 15. Dois erros de recepção do Brasil deram a vantagem à Turquia, forçando Zé Roberto a pedir tempo. O técnico brasileiro ainda precisou intervir novamente com o placar em 21 a 17 para a Turquia. Com dificuldades, a Turquia fechou o set em 25 a 22.

No quarto set, o Brasil voltou a ser ofensivo, com Gabi Guimarães brilhando e virando várias bolas. Ela foi o destaque da equipe, com 28 pontos. Sem grandes complicações, a seleção brasileira fechou o set e a partida em 25 a 15, garantindo a medalha de bronze.

Neste domingo (11), as americanas defenderão o título olímpico contra a Itália, a partir das 8h (horário de Brasília).

Com informações de Folha Press

Postura

Presidente da CBF 'garante' renovação de Ancelotti na seleção até 2030: 'Dá para cravar'

Seria uma maneira de dar tranquilidade e tirar a pressão sobre Ancelotti na Copa do Mundo

07/05/2026 13h30

Foto: Rafael Ribeiro / CBF

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A Confederação Brasileira de futebol (CBF) está bastante satisfeita com o trabalho de Carlo Ancelotti no comando da seleção e, mais uma vez, Samir Xaud, presidente da entidade, 'garantiu' a permanência do italiano até o ciclo para a Copa do Mundo de 2030.

Xaud vem sendo repetitivo nas últimas semanas ao cravar a renovação de Carlo Ancelotti. Nesta quinta-feira, o presidente da CBF participou da FutPro Expo 2026, em Fortaleza, e voltou a falar sobre o assunto em atendimento à imprensa.

Há alguns dias, Xaud disse que Ancelotti chegaria à disputa da Copa do Mundo dos Estados Unidos, Canadá e México - anuncia a lista final no dia 18 de maio - já com o contrato renovado. O atual acordo termina justamente após a competição desde meio de ano. Questionado sobre o novo vínculo, o presidente da CBF mostrou-se confiante.

"(Vamos anunciar) Antes (da Copa do Mundo), com certeza", cravou Xaud. "Estão faltando ajustes jurídicos, tanto dos advogados do lado dele, quanto do nosso, mas acredito que antes da nossa ida para a Copa do Mundo a gente vai estar anunciando", disse. "Dá para cravar (a permanência até 2030)."

Seria uma maneira de dar tranquilidade e tirar a pressão sobre Ancelotti na Copa do Mundo, já que a seleção brasileira vem sofrendo com os desfalques com pouco tempo para a estreia na competição, diante do Marrocos.

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Esportes

Mercado iGaming brasileiro em 2026: como operadores escolhem fornecedores B2B

06/05/2026 10h33

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A regulamentação das apostas esportivas e cassinos online no Brasil, em vigor desde janeiro de 2025, transformou o setor em um dos mais cobiçados do mundo. Centenas de operadores nacionais e internacionais já buscaram licença junto à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, e a guerra pelo player brasileiro está apenas começando. Mas a corrida pela licença é apenas o primeiro passo — a verdadeira batalha está na escolha da tecnologia que sustenta o produto.

O Brasil: ecossistema regulatório em construção

A SPA, cujas regras detalhadas estão publicadas no portal oficial do governo federal, continua refinando seus requisitos técnicos, de KYC, de jogo responsável e de prevenção à lavagem de dinheiro. O movimento espelha uma tendência maior de modernização regulatória brasileira: o Banco Central tem agido de forma cada vez mais firme em outros setores financeiros, como mostra a recente decisão de liquidação extrajudicial de uma fintech competidora do Nubank. O recado para o setor de apostas é claro: a tolerância para operadores que não cumprem regras está em queda.

O peso da decisão tecnológica

Para um operador brasileiro, escolher uma plataforma B2B é uma decisão estratégica que afeta tudo: tempo de lançamento, conformidade com a SPA, qualidade da experiência do jogador, custo operacional e capacidade de escalar. Operadores que entram no mercado brasileiro sem um stack técnico robusto enfrentam dificuldades para crescer, mesmo quando têm marketing forte e uma boa equipe comercial. A diferença entre quem cresce e quem trava costuma estar na arquitetura.

O que um agregador moderno entrega

Um agregador competitivo precisa oferecer três pilares ao operador:

  • Catálogo amplo — centenas de slots, jogos de mesa e cassino ao vivo via integração única

  • Conteúdo localizado — temas brasileiros, suporte em português, jogos com identidade visual regional, dealers em português, integração com Pix

  • Conformidade automatizada — relatórios para a SPA, ferramentas de jogo responsável, KYC integrado e suporte para autoexclusão

Plataformas como Agreegain — agregador de jogos atendem especificamente o mercado brasileiro com conteúdo curado para o público local, em vez de simplesmente replicar bibliotecas europeias. Para operadores que estão entrando agora ou migrando de plataformas legacy, a curva de adaptação ao mercado brasileiro tem sido o maior obstáculo — e onde os bons parceiros B2B fazem a maior diferença.

Localização: o fator de retenção

Os primeiros dados de retenção do mercado brasileiro mostram um padrão claro: operadores que apostaram em conteúdo localizado retêm jogadores significativamente melhor do que aqueles que dependem de bibliotecas genéricas. Slots de tema brasileiro, mesas com dealers em português, e promoções amarradas a eventos como o Brasileirão ou a Copa do Mundo geram engajamento que não vem de portfólios globais.

A afinidade cultural com loterias e jogos é parte da identidade brasileira há décadas — basta ver o volume de buscas por resultados da Quina e outras loterias federais para entender o tamanho desse hábito. O iGaming entra nesse ecossistema cultural com a vantagem de oferecer experiência mais imediata, mais variada e adaptada a celular, mas só funciona se a marca souber falar a língua do jogador.

A integração com o futebol

Nenhuma estratégia de iGaming no Brasil é completa sem uma camada forte de apostas esportivas conectada ao casino. O futebol é o pulmão do esporte brasileiro, e operadores que combinam cobertura de competições nacionais como a Série D do Brasileirão com casino integrado capturam jogadores que de outra forma se dispersariam entre marcas separadas. A integração entre os dois produtos — uma carteira única, uma conta única, uma experiência fluida — virou padrão de mercado.

Migração: o próximo desafio

Operadores que já possuem licença e querem migrar de uma plataforma legacy enfrentam o desafio adicional de fazer a transição sem downtime. APIs flexíveis, suporte técnico dedicado e onboarding rápido são critérios decisivos nessa decisão. Quem migrou cedo, antes do mercado encher, geralmente teve um caminho mais tranquilo. Quem deixar para depois, vai migrar competindo pela atenção da equipe técnica do parceiro junto com dezenas de outros operadores.

O que esperar nos próximos meses

O mercado iGaming brasileiro deve consolidar-se em torno de operadores que combinam licença regularizada, plataforma técnica sólida e conteúdo profundamente localizado. Os parceiros B2B escolhidos agora definirão quem lidera o setor nos próximos anos. A janela para construir uma vantagem estrutural ainda está aberta, mas está fechando rapidamente — e quem demora demais na escolha da tecnologia terminará pagando o preço em retenção, custos e velocidade de adaptação regulatória.

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