Esportes

74 anos de fundação

Operário pode confirmar sua extinção

Operário pode confirmar sua extinção

esporte ágil

28/06/2012 - 08h18
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Um dos poucos clubes no país que foram campeões por dois Estados – Mato Grosso (4) e Mato Grosso do Sul (10) -, o Operário deve, no mês de outubro, confirmar sua extinção no futebol brasileiro. Problemas financeiros e a falta de comando da Federação Sul-Matogrossense deverão culminar no fim do famoso “Galo Carijó”, que completará no mês de agosto (dia 21) 74 anos de fundação.

Fundado por operários de uma construção civil, o Operário Futebol Clube foi profissionalizado apenas em 1938. Após ser campeão por quatro vezes do Campeonato Matogrossense (1974, 1976,1977 e 1978), o clube passou a atuar no Mato Grosso do Sul, onde continuou bem e conquistou mais dez títulos Estaduais. Sua melhor fase no cenário Nacional aconteceu em 1977, quando foi terceiro colocado do Campeonato Brasileiro.


 Além de problemas com dirigentes locais, muitos culpam a própria CBF pela atual situação do time. A decadência do Operário começou em 1987, com a criação do Clube dos 13. Desde então, o time foi “esquecido” e passou a acumular dívidas trabalhistas pelo dinheiro que não vinha da entidade que tinha o controle do futebol brasileiro.

Apesar de todos os problemas financeiros, em 2008 foi transformado “clube-empresa”, tendo maior investimento para contratar jogadores e ressurgir no cenário Nacional. A princípio os torcedores ficaram entusiasmados e até chegaram a sonhar com acesso no Campeonato Brasileiro da Série C. Mas, mesmo com o experiente Macedo (ex-Ponte e São Paulo) no elenco, sequer passou da primeira fase. Mais tarde, a parceria foi desfeita.

Sobre este difícil momento financeiro, o presidente do clube, Toni Vieira, confirmou uma reunião entre os associados para sacramentar sua extinção. O dirigente também não poupou críticas ao atual presidente da Federação Sul-Matogrossense de Futebol, Francisco Cezário de Oliveira.

O Operário foi punido em dois anos pela Federação do estado por escalar um jogador de forma irregular, além de perder seis pontos na classificação, caindo para a Segunda Divisão. Inconformado com a decisão, o Galo Carijó fez denúncias contra os rivais MS Saad e Aquidauanense, ato repudiado pela entidade local, que prontamente o tirou do quadro de filiados.

ginástica

Rebeca Andrade anuncia retorno às competições neste ano após pausa em 2025

Maior medalhista olímpica do Brasil se ausentou para cuidar da saúde mental e ficar com a família

12/04/2026 22h00

Ginasta Rebeca Andrade é uma das três brasileiras que aparecem entre as 100 mulheres mais influentes ao redor do mundo

Ginasta Rebeca Andrade é uma das três brasileiras que aparecem entre as 100 mulheres mais influentes ao redor do mundo Foto: Luiza Moraes / COB

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Maior medalhista olímpica do Brasil, Rebeca Andrade anunciou neste domingo que está de volta às competições. Depois de tirar um tempo em 2025 para cuidar da saúde mental e ficar com a família, a ginasta de 26 anos se diz pronta para voltar a representar as cores do País.

Rebeca esteve prestigiando a etapa brasileira do Sail GP, competição internacional de vela, onde conversou com a reportagem do SporTV. Segundo ela, "está mantido (o plano de voltar a competir em 2026). Já conversei com o Chico direitinho, e ele já decidiu as competições que eu vou participar, mas todo mundo vai saber também".

Apesar de confirmar o retorno às atividades, Rebeca não cravou uma data exata para competir. "Estou bem animada. 2025 foi um ano muito importante para mim para eu cuidar da minha mente, cuidar do meu corpo. Ter mais esse momento com a minha família, com meus amigos para poder aproveitar também", acrescentou.

A ginasta foi o principal nome do Brasil em 2024, na Olimpíada de Paris. Depois disso, decidiu tirar um tempo 'sabático' para passar mais tempo com a família e cuidar da saúde mental. Rebeca é uma das principais representante da luta pela valorização do trabalho psicológico no esporte.

"Fazer viagens que um atleta de alto rendimento não consegue fazer. A gente tem que sempre se doar 100% para as competições, para a sua equipe, para todo mundo. Ter tido esse tempo para mim foi essencial. Esse ano eu já comecei com a energia lá em cima, estou muito animada para voltar", disse ao SporTV quando questionada sobre o que fez durante o período em que esteve afastada do esporte.

Em Paris-2024, Rebeca conquistou a medalha de ouro no solo, prata no individual geral e no salto, e bronze na categoria de equipes. Além dessas conquistas, ela também faturou o ouro no salto e prata no individual geral em Tóquio-2020.

VITÓRIA

Brasil garante duas medalhas na Copa do Mundo de Ginástica Rítmica

Jojô leva bronze na fita e conjunto fica com a prata na série mista

12/04/2026 21h00

A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas

A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas CBG/Divulgação

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A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas. Neste domingo (12), a capixaba Geovanna Santos, a Jojô, conquistou o bronze na exibição com a fita. Já no conjunto, a série mista - em que as atletas se apresentam com três arcos e duas maças (aparelho semelhante a um pino de boliche) - valeu a prata.

O pódio de Jojô foi o primeiro dela em uma etapa de Copa do Mundo e o segundo do Brasil no individual. Ela repetiu o feito da paranaense Bárbara Domingos, a Babi, que foi bronze em Sofia (Bulgária), em 2023, também na fita.

Na final deste domingo, a capixaba obteve 27.600 de nota, ficando atrás somente da alemã Darja Varfolomeev (29.650) e de Rin Chaves, dos Estados Unidos (27.800).

No conjunto, a exibição do quinteto composto pela alagoana Duda Arakaki, a paulista Nicole Pírcio, a capixaba Sofia Madeira, as paranaenses Julia Kurunczi e Mariana Gonçalves e a amazonense Maria Paula Caminha, ao som da música Abracadabra, de Lady Gaga, valeu o segundo lugar, com 28.100 de pontuação.

A China ficou com o ouro (28.950). O bronze foi para a Rússia (27.400), que compete como país neutro, devido à punição do Comitê Olímpico Internacional (COI) pelo conflito militar na Ucrânia.

Elas também disputaram a final da apresentação com cinco bolas, mas ficaram na oitava e última colocação (21.400), no embalo da canção Feeling Good, de Michael Bublé. A vitória foi novamente das chinesas (27.300), com Rússia (25.950) e Belarus (25.600) completando o pódio. As bielorrussas, assim como as russas e pela mesma razão, também competem como atletas neutras.

Babi também se apresentou neste domingo, mas ficou longe da briga por medalhas. A paranaense ficou na oitava e última colocação tanto na exibição com a bola (23.150) como com as maças (25.650).

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