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Palmeiras arranca empata com o Vasco e ajuda rival

Palmeiras arranca empata com o Vasco e ajuda rival

uol

16/11/2011 - 23h00
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A festa do Vasco estava bonita no Pacaembu. A torcida não coube em seu espaço, fez barulho e comemorava a liderança com um gol do melhor jogador do Brasileirão. Mas Luan frustrou os planos. O Palmeiras arrancou o empate por 1 a 1 e ajudou o rival Corinthians que se isola na primeira colocação.

O Vasco não conseguiu se manter na cola e viu o rival do Parque São Jorge se distanciar após três rodadas seguidas. O time de São Januário alcança 62 pontos a quatro rodadas do fim, dois a menos que o rival que venceu o Ceará por 1 a 0, em Fortaleza.

Apesar do empate, Dedé mais uma vez foi decisivo. O ‘zagueiro-artilheiro’ fez o quarto gol em três jogos, comprovou a fase inspirada e fez a alegria da torcida. Os vascaínos lotaram o espaço destinado aos visitantes do estádio e ocuparam também o tobogã, liberado pela Polícia Militar.

Já o Palmeiras aos poucos vai se livrando da incômoda ameaça do rebaixamento. Mesmo sem conseguir vencer no certame nacional, os comandados de Felipão alcançam a 12ª colocação com 43 pontos, seis à frente do Atlético-PR, primeiro da zona da degola. Mas a fase segue ruim e já são dez jogos sem vitória.

O Vasco começou a partida impondo forte pressão e logo foi coroado pela iniciativa. Em cobrança de escanteio, Deola falhou e Dedé abriu o placar de cabeça aos 4 minutos. O time seguiu criando novas oportunidades, mas caiu de produção.

Apesar de ter muita movimentação, recuou e viu os paulistas levarem perigo explorando a troca de passes e as jogadas de bola parada com Marcos Assunção. O Palmeiras rondou a intermediária, mas novamente sentia a falta de Valdivia e apresentava dificuldades no setor de criação.

A equipe cruzmaltina chegou a ficar 17 minutos sem dar um chute a gol sequer e tomou sufoco. Nos minutos finais, se recuperou e conseguiu um bom contra-ataque com Éder Luís. Ainda chegou mais duas vezes, mas não conseguiu ampliar.

Na volta do intervalo, o Palmeiras manteve a pressão e conseguiu o apoio de sua torcida que se empolgou. O Vasco não aproveitou os contra ataques que teve e viu os anfitriões chegarem ao empate em jogada iniciada por Marcos Assunção que Luan aproveitou a sobra.

O Palmeiras cresceu com o gol e se lançou ao ataque com frequência. A equipe parecia perto da virada, enquanto o Vasco cometia muitas faltas próximas a área e não não conseguia tocar a bola, demonstrando nervosismo em campo.

Esportes

Seleção brasileira terá 1ª convocação pós-Copa em 9 de setembro

Brasil fará amistosos contra Austrália e Índia na próxima Data Fifa

02/09/2026 23h00

Foto: Rafael Ribeiro / CBF

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A primeira convocação da seleção brasileira pós-Copa do Mundo está programada para a próxima quarta-feira (9), a partir das 15h (horário de Brasília). A data foi confirmada hoje pela CBF. O técnico italiano Carlo Ancelotti anunciará os 26 jogadores que enfrentarão Austrália e Índia em três amistosos fora do país na próxima Data Fifa (entre 21 de setembro e 6 de outubro). Os jogos serão os primeiros do ciclo de preparação para o Mundial de 2030, com sedes em Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Ancelotti divulgará a lista de convocados na sede da CBF, no Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo na CBF TV, no YouTube. É grande a expectativa em torno da primeira lista do técnico italiano após a eliminação precoce do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final do Mundial deste ano. Além de acompanhar os jogos no país, o treinador passou a última semana na Europa, acompanhando jogos com atletas brasileiros que defendem clubes franceses e ingleses.  

O Brasil enfrentará a Austrália duas vezes na casa dos adversários. O primeiro confronto será em 25 de setembro (uma sexta-feira), às 7h (horário de Brasília), no estádio Queensland Country Bank, em Townsville. Quatro dias depois, as duas seleções voltam a duelar, no mesmo horário, no estádio Suncorp, em Brisbane. Já a partida contra a Índia está programada para 3 de outubro (um sábado), às 11h, no estádio Salt Lake, em Calcutá.

projeto de lei

Árbitros poderão ter proteção especial contra ameaças e agressões em MS

Projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa prevê protocolo com medidas de prevenção, segurança e resposta a casos de violência durante competições esportivas

02/09/2026 18h01

Projeto quer medidas para proteger equipes de arbitragem

Projeto quer medidas para proteger equipes de arbitragem Foto: Pixabay

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Árbitros e demais profissionais que atuam nas equipes de arbitragem durante competições esportivas poderão contar com proteção do Estado. Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul propõe a criação de um protocolo específico para aumentar a segurança dos profissionais.

A proposta, de autoria do deputado Professor Rinaldo (União Brasil) prevê a criação da Política Estadual de Segurança à Arbitragem Esportiva, que será colocada em prática por meio de um protocolo com medidas de prevenção e resposta a situações de violência, ameaça, intimidação e constrangimento. 

As diretrizes, em caso de aprovação e sanção do governador, serão válidas para eventos profissionais e amadores.

O projeto estabelece que as medidas deverão levar em consideração as características de cada modalidade esportiva, o tamanho do evento, a estimativa de público, o histórico de ocorrências e o nível de risco identificado.

Dentre as mudanças previstas está a realização de uma avaliação das condições de segurança antes do início das competições.

O texto afirma que o árbitro principal ou o responsável pela equipe de arbitragem deverá verificar, por meio de um formulário ou checklist, aspectos como as condições do local, o controle de acesso do público, a segurança dos vestiários, as rotas de saída, a iluminação e a existência de meios de comunicação com os responsáveis pela organização.

Os organizadores dos eventos serão responsáveis por adotar medidas peventivas, como garantir áreas de acesso restrito, disponibilizar espaço seguro para a preparação e permanência dos árbitros, assegurar estacionamento ou local adequado para embarque e desembarque e adotar medidas para prevenir ameaças, agressões, tumultos e invasões da área de competição.

Nos casos de partidas consideradas de maior risco, o protocolo prevê reforço das medidas e, quando necessário, o acionamento dos órgãos de segurança pública.

Também está prevista a possibilidade de interrupção da competição caso ocorra qualquer situação que represente risco concreto e iminente à integridade física ou psicológica da equipe de arbitragem.

Caso o problema persista e as condições mínimas de segurança não sejam restabelecidas, a partida poderá ser suspensa ou encerrada, conforme as regras da modalidade e das entidades esportivas responsáveis.

O projeto busca ainda proteger o árbitro de eventuais retaliações. A equipe de arbitragem não poderá sofrer prejuízo por interromper ou se recusar a iniciar uma atividade esportiva diante de uma situação de risco devidamente fundamentada e registrada.

A proposta estabelece que essa decisão, por si só, não poderá resultar em desconto de remuneração, perda de diária, multa ou exclusão de escala, sem prejuízo da apuração dos fatos pelas instâncias competentes.

Por fim, o protocolo cria previsão de um relatório específico para registrar ocorrências envolvendo ameaças, agressões, intimidações, invasões da área de competição, danos patrimoniais ou outras situações que comprometam a segurança dos árbitros.

O documento deverá reunir informações sobre o local, horário, envolvidos, providências adotadas e eventuais provas, como fotografias e vídeos obtidos licitamente.

Além das medidas de segurança, a proposta prevê ações educativas e de capacitação, com campanhas de respeito à arbitragem, orientação de atletas, dirigentes, comissões técnicas e torcedores e divulgação dos canais para comunicação e registro de ocorrências.

Na justificativa do projeto, o deputado afirma que a iniciativa parte do diagnóstico de que árbitros estão expostos a agressões físicas e verbais, ameaças e outras formas de violência, que podem comprometer a integridade dos profissionais e desestimular a permanência na atividade. 

O objetivo seria mudar a forma de enfrentamento da violência no esporte, priorizando a prevenção e o planejamento antes das competições, estabelecendo responsabilidades e criando mecanismos para preservar a integridade dos profissionais responsáveis pela arbitragem.

O protocolo não substituirá a atuação das forças de segurança pública, dos serviços de emergência, das entidades esportivas ou da Justiça Desportiva.

O projeto de lei ainda passará por discussão e votação na Assembleia Legislativa e, caso seja aprovado, vai à sanção do governador.

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