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Paulo Henrique Vollkopf apita jogo importante do Brasileirão da Série C

Outro árbitro sul-mato-grossense, Augusto Domingos Borges Ortega, apita a partida entre Hercílio Luz (SC) contra Pelotas (RS) pelo Brasileirão da Série D

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O árbitro sul-mato-grossense Paulo Henrique Vollkopf estará presente neste final de semana em dois jogos do Campeonato Brasileiro. Além de Vollkopf, os assistentes de Mato Grosso do Sul, Marcelo Grando e Diego dos Santos Ruberdo, farão parte da equipe que representará o estado na competição nacional.

O primeiro compromisso de Paulo Henrique Vollkopf é neste sábado, às 16h, quando ele apita o jogo entre Sampaio Corrêa (MA) e Remo (PA), no estádio Castelão, em São Luís (MA). A partida tem extrema importância na tabela do Campeonato Brasileiro da Série C, já que ambas as equipes lutam para escapar da zona do rebaixamento.  

O time maranhense tem apenas dois pontos em cinco jogos e está na 17ª posição, na linha de rebaixamento. Já o Leão, com quatro pontos em seis jogos, é o 14º colocado.

A arbitragem desse jogo será toda sul-mato-grossense. Além de Vollkopf, ele contará com o auxílio dos assistentes Marcelo Grando e Diego dos Santos Ruberdo.

A partida entre Sampaio Corrêa contra o Remo, válido pela 7º rodada do Brasileirão da Série C, será transmitido no streaming do DANZ e também pelo canal fechado do Nosso Futebol 

Mais arbitragem de sul-mato-grossense

Ainda neste sábado (1º), às 16h30 (horário de Mato Grosso do Sul), o duelo entre Hercílio Luz (SC) e Pelotas (RS) terá a arbitragem do sul-mato-grossense Augusto Domingos Borges Ortega, auxiliado pelos catarinenses José Roberto Larroyd e Laurindo Schaefer Bianchezzi.

A partida válida pelo grupo A8, tem o destaque especial do retorno do Pelotas (RS) na competição. A equipe gaúcha retorna às competições nacionais., após passar semanas com problemas de treinamento, após enfrentar problemas sobre as enchentes que matou mais de 170 pessoas. 
 

Esportes

Seleção brasileira terá 1ª convocação pós-Copa em 9 de setembro

Brasil fará amistosos contra Austrália e Índia na próxima Data Fifa

02/09/2026 23h00

Foto: Rafael Ribeiro / CBF

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A primeira convocação da seleção brasileira pós-Copa do Mundo está programada para a próxima quarta-feira (9), a partir das 15h (horário de Brasília). A data foi confirmada hoje pela CBF. O técnico italiano Carlo Ancelotti anunciará os 26 jogadores que enfrentarão Austrália e Índia em três amistosos fora do país na próxima Data Fifa (entre 21 de setembro e 6 de outubro). Os jogos serão os primeiros do ciclo de preparação para o Mundial de 2030, com sedes em Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Ancelotti divulgará a lista de convocados na sede da CBF, no Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo na CBF TV, no YouTube. É grande a expectativa em torno da primeira lista do técnico italiano após a eliminação precoce do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final do Mundial deste ano. Além de acompanhar os jogos no país, o treinador passou a última semana na Europa, acompanhando jogos com atletas brasileiros que defendem clubes franceses e ingleses.  

O Brasil enfrentará a Austrália duas vezes na casa dos adversários. O primeiro confronto será em 25 de setembro (uma sexta-feira), às 7h (horário de Brasília), no estádio Queensland Country Bank, em Townsville. Quatro dias depois, as duas seleções voltam a duelar, no mesmo horário, no estádio Suncorp, em Brisbane. Já a partida contra a Índia está programada para 3 de outubro (um sábado), às 11h, no estádio Salt Lake, em Calcutá.

projeto de lei

Árbitros poderão ter proteção especial contra ameaças e agressões em MS

Projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa prevê protocolo com medidas de prevenção, segurança e resposta a casos de violência durante competições esportivas

02/09/2026 18h01

Projeto quer medidas para proteger equipes de arbitragem

Projeto quer medidas para proteger equipes de arbitragem Foto: Pixabay

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Árbitros e demais profissionais que atuam nas equipes de arbitragem durante competições esportivas poderão contar com proteção do Estado. Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul propõe a criação de um protocolo específico para aumentar a segurança dos profissionais.

A proposta, de autoria do deputado Professor Rinaldo (União Brasil) prevê a criação da Política Estadual de Segurança à Arbitragem Esportiva, que será colocada em prática por meio de um protocolo com medidas de prevenção e resposta a situações de violência, ameaça, intimidação e constrangimento. 

As diretrizes, em caso de aprovação e sanção do governador, serão válidas para eventos profissionais e amadores.

O projeto estabelece que as medidas deverão levar em consideração as características de cada modalidade esportiva, o tamanho do evento, a estimativa de público, o histórico de ocorrências e o nível de risco identificado.

Dentre as mudanças previstas está a realização de uma avaliação das condições de segurança antes do início das competições.

O texto afirma que o árbitro principal ou o responsável pela equipe de arbitragem deverá verificar, por meio de um formulário ou checklist, aspectos como as condições do local, o controle de acesso do público, a segurança dos vestiários, as rotas de saída, a iluminação e a existência de meios de comunicação com os responsáveis pela organização.

Os organizadores dos eventos serão responsáveis por adotar medidas peventivas, como garantir áreas de acesso restrito, disponibilizar espaço seguro para a preparação e permanência dos árbitros, assegurar estacionamento ou local adequado para embarque e desembarque e adotar medidas para prevenir ameaças, agressões, tumultos e invasões da área de competição.

Nos casos de partidas consideradas de maior risco, o protocolo prevê reforço das medidas e, quando necessário, o acionamento dos órgãos de segurança pública.

Também está prevista a possibilidade de interrupção da competição caso ocorra qualquer situação que represente risco concreto e iminente à integridade física ou psicológica da equipe de arbitragem.

Caso o problema persista e as condições mínimas de segurança não sejam restabelecidas, a partida poderá ser suspensa ou encerrada, conforme as regras da modalidade e das entidades esportivas responsáveis.

O projeto busca ainda proteger o árbitro de eventuais retaliações. A equipe de arbitragem não poderá sofrer prejuízo por interromper ou se recusar a iniciar uma atividade esportiva diante de uma situação de risco devidamente fundamentada e registrada.

A proposta estabelece que essa decisão, por si só, não poderá resultar em desconto de remuneração, perda de diária, multa ou exclusão de escala, sem prejuízo da apuração dos fatos pelas instâncias competentes.

Por fim, o protocolo cria previsão de um relatório específico para registrar ocorrências envolvendo ameaças, agressões, intimidações, invasões da área de competição, danos patrimoniais ou outras situações que comprometam a segurança dos árbitros.

O documento deverá reunir informações sobre o local, horário, envolvidos, providências adotadas e eventuais provas, como fotografias e vídeos obtidos licitamente.

Além das medidas de segurança, a proposta prevê ações educativas e de capacitação, com campanhas de respeito à arbitragem, orientação de atletas, dirigentes, comissões técnicas e torcedores e divulgação dos canais para comunicação e registro de ocorrências.

Na justificativa do projeto, o deputado afirma que a iniciativa parte do diagnóstico de que árbitros estão expostos a agressões físicas e verbais, ameaças e outras formas de violência, que podem comprometer a integridade dos profissionais e desestimular a permanência na atividade. 

O objetivo seria mudar a forma de enfrentamento da violência no esporte, priorizando a prevenção e o planejamento antes das competições, estabelecendo responsabilidades e criando mecanismos para preservar a integridade dos profissionais responsáveis pela arbitragem.

O protocolo não substituirá a atuação das forças de segurança pública, dos serviços de emergência, das entidades esportivas ou da Justiça Desportiva.

O projeto de lei ainda passará por discussão e votação na Assembleia Legislativa e, caso seja aprovado, vai à sanção do governador.

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