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Principal jogador africano, Mané é convocado, mas há dúvida se jogará

Atacante do Senegal se recupera de lesão; Achraf Hakimi e André Ayew também são destaques de seleções do continente

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Apesar do bom elenco da seleção do Senegal para esta Copa do Mundo, o principal jogador do ataque, Sadio Mané, ainda é dúvida para o mundial, em função de uma lesão. Ex-jogador do Liverpool e um dos destaques do Bayern de Munique, Mané foi convocado para a Copa mesmo estando lesionado. 

Em entrevista, o treinador da seleção senegalesa explicou o motivo da insistência na convocação.
“Estamos monitorando a situação. A boa notícia é que não precisará de cirurgia. Saberemos mais na próxima semana. Sadio é muito importante para o grupo, esse é o motivo para eu decidir convocá-lo. Faremos o que for necessário”, disse o treinador Aliou Cissé, em coletiva de imprensa. 

Recém-vencedor do prêmio de Melhor Jogador Africano de 2022 e segundo Melhor Jogador do Mundo segundo a revista France Football, dona do prêmio Bola de Ouro, o atacante de 30 anos foi um dos principais responsáveis pelo inédito título do Campeonato Africano das Nações da seleção senegalesa, conquistado neste ano. 

Pela seleção, Mané tem 10 anos de convocações e uma participação na última edição da Copa do Mundo, em 2018. Nesta década, Mané marcou 33 gols, em 92 jogos disputados por Senegal.

Na atual temporada, jogando pelo Bayern, Mané tem 11 gols e quatro assistências, em 23 jogos. Jogando em seis temporadas no Liverpool, onde foi campeão da Liga dos Campeões e campeão inglês, Mané disputou 269 partidas e marcou 120 gols.

A seleção senegalesa conta em sua convocação com 10 jogadores que atuam em clubes do futebol inglês. Entre os destaques que jogam na Inglaterra, o goleiro Édouard Mendy e o zagueiro Kalidou Koulibaly, ambos jogadores do Chelsea, trazem solidez defensiva para a seleção africana.

Contestado como titular no clube inglês, Mendy segue com altos e baixos. O jogador senegalês reveza a posição com o goleiro espanhol Kepa Arrizabalaga. Nesta temporada, Mendy jogou 11 partidas e sofreu 15 gols – ficou apenas um jogo sem tomar gols.

Além do mal desempenho, nas partidas mais importantes da Liga dos Campeões, Mendy amarga a reserva, tendo jogada apenas uma partida na fase de grupos do torneio europeu.

Koulibaly, zagueiro de 31 anos, é um dos novos reforços do Chelsea para a temporada. Há oito anos no futebol italiano, sendo um dos destaques do Napoli, Koulibaly deixou o clube no qual jogou 317 partidas para entrar na Liga Inglesa.

No Napoli, ele foi importante na conquista de dois títulos: a Supertaça Itália, em 2015, e a Taça Itália, de 2020. Principal jogador no setor defensivo da seleção senegalesa, Koulibaly já disputou 64 partidas pelo Senegal e deu cinco assistências neste período: seu desempenho representando o país foi determinante para o jogador se tornar o capitão da seleção a partir de 2019.

Na Copa do Mundo do Catar, a estreia da seleção de Senegal ocorrerá no dia 21, contra a Holanda, no estádio Al Thumama, às 12h (horário de Mato Grosso do Sul).  Além da seleção Holandesa, os senegaleses vão enfrentar, no Grupo A, os donos da casa, Catar, e o Equador.

ÁFRICA NA COPA

Na briga por um lugar nas oitavas de final da Copa do Mundo: Gana, Marrocos, Tunísia e Camarões são as demais seleções que representam o continente africano nesta edição da Copa do Mundo.

Das seleções africanas que vão ao país do Oriente Médio, Gana deve ser a escolhida dos árabes para ter uma torcida local, já que um dos principais jogadores do país joga por um clube catari.

Os irmãos Jordan Ayew, 31 anos, atacante do Crystal Palace (Inglaterra), e André Ayew, 32 anos, meio-campista do Al-Sadd, são os principais jogadores de Gana.

André Ayew está jogando no Catar há duas temporadas no Al-Sadd, equipe que já venceu 16 vezes o campeonato da primeira divisão do país. 

O jogador frequenta a seleção de Gana desde 2007, é o atual capitão e foi campeão da Taça das Nações Africanas, em 2015.

Seu irmão, Jordan Ayew, começou a ser convocado três anos depois, em 2010. O atacante marcou até o momento 19 gols, em 83 partidas pelo país. Ele disputou a Copa do Mundo de 2014, sediada no Brasil, mas não marcou nenhum gol, em três partidas.

A última vez que Gana disputou a Copa do Mundo foi justamente em 2014, quando a seleção foi eliminada precocemente na fase de grupos. 

Os ganeses perderam, por 2 a 1, contra Portugal e Estados Unidos e empataram com a Alemanha, por 2 a 2.
Em sua sexta participação na Copa do Mundo, a modesta Tunísia enfrentará no seu grupo as seleções de Austrália, Dinamarca e França.

Entre os destaques dos 26 convocados estão o artilheiro Wahbi Khazri, do Montpellier (França), e a revelação tunisiana Hannibal Mejbri, de 19 anos, jogador do Manchester United que está emprestado para o Birmingham (Inglaterra).

HAKIMI NO COMANDO

De volta entre as melhores seleções da África, o Marrocos está a caminho de sua sexta Copa do Mundo, com o lateral Achraf Hakimi sendo o principal nome desta nova safra de jogadores.

Em busca de um bom desempenho, que supere o resultado obtido pela seleção em 2018, Achraf Hakimi, lateral de 24 anos do Paris Saint-Germain, terá a missão de comandar o sistema defensivo do Marrocos.
Multicampeão por onde passou, Hakimi saiu com títulos de Real Madrid e Internazionale e, recentemente, venceu a Liga Francesa, pelo PSG.

Na seleção de Marrocos, Hakimi já disputou 53 partidas e marcou oito gols. Esteve presente na Copa do Mundo de 2018, quando a seleção marroquina foi eliminada na fase de grupos, perdendo para as seleções de Irã e Portugal e garantindo um empate, por 2 a 2, com a Espanha.

Garantido

Ancelotti garante Neymar na Copa e descarta corte por lesão

Treinador disse que santista jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita

30/05/2026 23h00

Ancelotti

Ancelotti Divulgação

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Carlo Ancelotti confirmou que Neymar continuará integrado ao grupo da seleção brasileira e jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita, que o tirou de campo nos primeiros dias de trabalho para a competição em Teresópolis (RJ).

O treinador italiano afirmou que levou Neymar por uma decisão técnica e que vai esperar sua recuperação, sem possibilidade de corte. A previsão é que ele possa estar em campo em duas ou três semanas, o que significaria estar pronto para enfrentar o Haiti, no dia 19 de junho, na segunda partida pelo Grupo C.

"Acreditamos que ele vai se recuperar o mais rápido possível. Está trabalhando bem, está motivado e tem condições de evoluir rapidamente. Para ser claro, ele permanecerá conosco durante esse período de recuperação. A expectativa é que esteja disponível o quanto antes. Talvez não para o primeiro jogo, mas acreditamos que poderá se recuperar para a segunda partida. Não temos dúvidas sobre isso", disse Ancelotti em entrevista neste sábado, 30, na Granja Comary.

"Os 26 escolhidos para a Copa são esses. Neymar teve esse pequeno problema, mas está trabalhando muito bem individualmente para estar pronto o mais rápido possível", afirmou o treinador.

Perguntado se chamaria Neymar no dia 18 de maio, quando divulgou a lista de 26 convocados, caso soubesse que a lesão na panturrilha direita era de grau 2, portanto, mais grave do que o imaginado,, Ancelotti fez uma brincadeira:

"Na Itália falamos que, se minha avó fosse uma roda, seria um carro. O 'se' não existe. Neymar está entre os 26 por uma decisão nossa", afirmou.

Neymar monopolizou boa parte da entrevista. Lembraram Ancelotti de que ele disse várias vezes que só levaria à Copa jogadores que estivessem 100% fisicamente. O treinador afirmou que acredita que o camisa 10 do Santos estará bem durante o Mundial

"Talvez, em março, eu não tenha me expressado bem. A ideia era que ele pudesse estar totalmente recuperado durante a competição Infelizmente, por azar, isso não aconteceu com alguns jogadores É o caso de Éder Militão, Rodrygo e Estêvão, que não conseguiram chegar à Copa em plenas condições físicas."

A convocação para a Copa foi a primeira de Neymar na era Ancelotti e, portanto, marca o primeiro contato do treinador com o atacante dentro do ambiente da seleção.

"Creio que Neymar é muito querido e respeitado por todos. É um jogador muito amado pelos companheiros. Conversamos com ele sobre tudo, principalmente sobre a importância que pode ter neste momento. Ele entendeu muito bem qual é o seu papel nesta Copa do Mundo", disse Ancelotti.

"Acredito que, a cada dia, ele está trabalhando da melhor forma possível para estar pronto e disponível. Além da questão física, sua presença é importante para o ambiente do grupo. É um jogador que compreende bem a função que tem dentro da equipe neste momento", completou.

Antes da convocação, Ancelotti e o diretor de seleções da CBF, Rodrigo Caetano, ligaram para o jogador para explicar que, num primeiro momento, ele seria reserva e para saber se aceitaria essa condição. A resposta foi positiva.

Neste domingo, sem Neymar, o Brasil enfrenta o Panamá, no Maracanã, no amistoso de despedida da seleção brasileira antes da viagem para a Copa do Mundo. Ancelotti confirmou que a equipe vai entrar em campo com Alisson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Matheus Cunha, Vini Jr. e Raphinha. O treinador disse que utilizará todos os demais jogadores, com mudanças no segundo tempo.

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Carlo Ancelotti confirmou que Neymar continuará integrado ao grupo da seleção brasileira e jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita, que o tirou de campo nos primeiros dias de trabalho para a competição em Teresópolis (RJ).

O treinador italiano afirmou que levou Neymar por uma decisão técnica e que vai esperar sua recuperação, sem possibilidade de corte. A previsão é que ele possa estar em campo em duas ou três semanas, o que significaria estar pronto para enfrentar o Haiti, no dia 19 de junho, na segunda partida pelo Grupo C.

"Acreditamos que ele vai se recuperar o mais rápido possível. Está trabalhando bem, está motivado e tem condições de evoluir rapidamente. Para ser claro, ele permanecerá conosco durante esse período de recuperação. A expectativa é que esteja disponível o quanto antes. Talvez não para o primeiro jogo, mas acreditamos que poderá se recuperar para a segunda partida. Não temos dúvidas sobre isso", disse Ancelotti em entrevista neste sábado, 30, na Granja Comary.

"Os 26 escolhidos para a Copa são esses. Neymar teve esse pequeno problema, mas está trabalhando muito bem individualmente para estar pronto o mais rápido possível", afirmou o treinador.

Perguntado se chamaria Neymar no dia 18 de maio, quando divulgou a lista de 26 convocados, caso soubesse que a lesão na panturrilha direita era de grau 2, portanto, mais grave do que o imaginado,, Ancelotti fez uma brincadeira:

"Na Itália falamos que, se minha avó fosse uma roda, seria um carro. O 'se' não existe. Neymar está entre os 26 por uma decisão nossa", afirmou.

Neymar monopolizou boa parte da entrevista. Lembraram Ancelotti de que ele disse várias vezes que só levaria à Copa jogadores que estivessem 100% fisicamente. O treinador afirmou que acredita que o camisa 10 do Santos estará bem durante o Mundial

"Talvez, em março, eu não tenha me expressado bem. A ideia era que ele pudesse estar totalmente recuperado durante a competição Infelizmente, por azar, isso não aconteceu com alguns jogadores É o caso de Éder Militão, Rodrygo e Estêvão, que não conseguiram chegar à Copa em plenas condições físicas."

A convocação para a Copa foi a primeira de Neymar na era Ancelotti e, portanto, marca o primeiro contato do treinador com o atacante dentro do ambiente da seleção.

"Creio que Neymar é muito querido e respeitado por todos. É um jogador muito amado pelos companheiros. Conversamos com ele sobre tudo, principalmente sobre a importância que pode ter neste momento. Ele entendeu muito bem qual é o seu papel nesta Copa do Mundo", disse Ancelotti.

"Acredito que, a cada dia, ele está trabalhando da melhor forma possível para estar pronto e disponível. Além da questão física, sua presença é importante para o ambiente do grupo. É um jogador que compreende bem a função que tem dentro da equipe neste momento", completou.

Antes da convocação, Ancelotti e o diretor de seleções da CBF, Rodrigo Caetano, ligaram para o jogador para explicar que, num primeiro momento, ele seria reserva e para saber se aceitaria essa condição. A resposta foi positiva.

Neste domingo, sem Neymar, o Brasil enfrenta o Panamá, no Maracanã, no amistoso de despedida da seleção brasileira antes da viagem para a Copa do Mundo. Ancelotti confirmou que a equipe vai entrar em campo com Alisson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Matheus Cunha, Vini Jr. e Raphinha. O treinador disse que utilizará todos os demais jogadores, com mudanças no segundo tempo.

Outra vez!

Nos pênaltis, PSG derrota o Arsenal e conquista o bicampeonato da Champions League

Brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal

30/05/2026 15h30

Brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal,

Brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal, Foto: Getty Images

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Após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, o Paris Saint-Germain se tornou a segunda equipe a revalidar o título na era Champions League ao vencer o Arsenal nos pênaltis por 4 a 3 após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, neste sábado na Puskas Arena, em Budapeste.

O brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal, que definiu o bicampeonato dos franceses. O clube parisiense repetiu o feito do Real Madrid de 2017, que foi o primeiro a conquistar dois títulos consecutivos da Champions - no ano seguinte, o Real somou mais uma Orelhuda a sua coleção.

O PSG chegou ao bicampeonato embalado por uma campanha dominante no mata-mata. Os franceses marcaram 45 gols na competição na temporada, com 19 deles saindo nas fases decisivas, nas quais eliminaram os gigantes Chelsea, Liverpool e Bayern de Munique e superaram o Arsenal.

Liderado por Luis Enrique, que chegou ao terceiro título da competição, o PSG está invicto há 12 jogos de mata-mata e passou na final pelo único time invicto na Champions. O time do técnico Mikel Arteta havia sofrido até a final apenas seis gols e ficou 9 dos 14 jogos sem ser vazado. Se mantivesse a escrita, conquistaria o título inédito, já que saiu na frente em Budapeste.

Arteta iniciou a decisão com o alemão Kai Havertz no lugar do sueco Viktor Gyökeres no ataque, e a aposta funcionou logo no início do jogo. Autor do gol do título do Chelsea na vitória por 1 a 0 na final da Champions de 2021 contra o Manchester City, Havertz abriu o placar aos 6 minutos do primeiro tempo.

Em uma jogada próxima à linha do meio campo, o brasileiro Marquinhos tentou afastar uma bola que explodiu em Trossard e sobrou para o atacante alemão. Ele disparou pela esquerda, invadiu a área e disparou um chute forte e preciso, quase sem ângulo. A bola passou por cima do goleiro Safonov.

Em vantagem no placar, o Arsenal soube preencher os espaços e dificultou muito as criações ofensivas do Paris Saint-Germain, que tinha muito mais posse de bola (cerca de 80%) e até conseguia finalizar, mas sem qualidade para superar o goleiro Raya no primeiro tempo.

Os times voltaram sem alterações para a segunda etapa. Neutralizado no primeiro tempo, o PSG precisa de mais velocidade para desestabilizar o efetivo esquema defensivo rival ou mais brilho de suas estrelas. Apagado na decisão até então, o georgiano Kvaratskhelia sofreu pênalti aos 17 minutos. Após uma tabela com Dembélé, ele foi derrubado com uma falta por trás de Mosquera. Dembélé cobrou forte e rasteiro no canto direito de Raya, que pulou para o lado errado, e empatou.

Logo após o gol, Arteta mexeu no Arsenal e colocou Jurrien Timber e Gyökeres nos lugares de Mosquera, pendurado com cartão amarelo no começo do segundo tempo, e Odegaard. Havertz foi recuado para o meio-campo. O time francês cresceu no jogo.

Aos 32, Kvaratskhelia apareceu novamente com perigo para a defesa do Arsenal. Ele partiu em velocidade pela esquerda e conseguiu a finalização, que desviou em Lewis-Skelly e bateu na trave. O georgiano, visivelmente cansado, foi substituído aos 38 por Barcola. Poucos momentos antes, Gabriel Martinelli e Madueke entraram no lugar de Trossard e Saka no Arsenal.

O time francês desperdiçou uma ótima chance de definir o duelo nos 90 minutos, quando Vitinha finalizou, de fora da área, por cima do gol de Raya, aos 43. Já nos acréscimos, Dembélé mancava demonstrando desconforto na perna direita e feoi substituído por Gonçalo Ramos. No último lance do tempo regulamentar, Barcola puxou o contra-ataque pela esquerda e finalizou para fora.

Na prorrogação, o Arsenal colocou Eze e Zubimendi nos lugares de Havertz e Lewis-Skelly e conseguiu seus primeiros escanteios na partida. O PSG, com continua com mais volume de jogo, mas o Arsenal conseguia algum perigo. No final do primeiro tempo da prorrogação, Madueke passou por Nuno Mendes e pareceu ser derrubado dentro da área. Apesar das reclamações do Arsenal, o pênalti não foi marcado.

O segundo tempo da prorrogação deixou nítido os jogadores esgotados fisicamente. Os dois times chegaram a finalizar, mas os atletas pareciam mais receosos em cometer algum erro do que de buscar o gol para definir o título.

Na disputa de pênaltis, Gonçalo Ramos, Doue, Hakimi e Beraldo marcaram para o PSG, com Nuno Mendes desperdiçando. Gyökeres, Declan Rice, Gabriel Martinelli fizeram para o Arsenal. Èze e Gabriel Magalhães erraram suas cobranças.

FICHA TÉCNICA

PARIS SAINT-GERMAIN 1 (4) X (3) 1 ARSENAL

PARIS SAINT-GERMAIN - Safonov; Hakimi, Marquinhos (Zabarnyi), Pacho e Nuno Mendes; Fabian Ruiz (Zaire-Emery), Vitinha (Beraldo) e João Neves; Doue, Dembélé (Gonçalo Ramos) e Kvaratskhelia (Barcola). Técnico: Luis Enrique.

ARSENAL - Raya; Mosquera (Timber), Saliba, Gabriel e Hincapie; Odegaard (Gyökeres), Rice e Lewis-Skelly (Zubimendi); Saka (Mandueke), Havertz (Eze) e Trossard (Gabriel Martinelli). Técnico: Mikel Arteta.

GOLS - Havertz, aos 6 do primeiro tempo, e Dembélé, aos 20 do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Mosquera, Saka e Declarn Rice (Arsenal); João Neves e Nuno Mendes (PSG).

ÁRBITRO - Daniel Siebert (ALE).

LOCAL: Puskas Arena, em Budapeste (Hungria).

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