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Veja quais adversários do Brasil merecem atenção na primeira fase da Copa

Grupo do Brasil tem Servia, Camarões e Suíça; convocações estão definidas

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A menos de uma semana do início da Copa do Mundo, que inicia no próximo domingo (20), Brasil, Camarões, Sérvia e Suíça estão definidos para o mundial, sediado no Catar.

Com exceção de Camarões, Sérvia e Suíça, foram adversárias da seleção canarinho em 2018, grupo que tinha a Costa Rica. 

Sérvia 

Com estreia prevista para o próximo dia 24, o Brasil entra em campo diante da Sérvia. Forte fisicamente, a defesa brasileira deve se ater, principalmente aos centroavantes Dusan Vlahovic, titular da Juventus da Itália, e Aleksandar Mitrovic, centroavante do Fulham, da Inglaterra.

Pelo campeonato italiano, Vlahovic marcou seis vezes em 10 jogos com a camisa da Juventus, ao passo que Mitrovic tem nove gols em 12 jogos na Premier League, primeira divisão inglesa.

Dusan Vlahovic, atacante da Juventus / Divulgação

Há quatro anos, a equipe sérvia foi derrotada por 2 x 0 pelo Brasil com gols de Thiago Silva e Paulinho. Na ocasião, o confronto com os sérvios aconteceu na última partida da fase de grupos daquele ano. Para além do poderio ofensivo, o meio-campista Milinkovic-Savic, atualmente na Lazio, da Itália, tem bom passe e pode facilitar a vida dos atacantes sérvios.

Mitrovic, centroavante do Fulham
Mitrovic, atacante do Fulham / Divulgação

Suíça

O segundo confronto brasileiro neste mundial será diante da Suíça, no dia 28 deste mês. Há quatro anos, o duelo entre as seleções foi na estreia brasileira. Empate em 1x1 com gols de Philippe Coutinho para o Brasil e Zuber para os suíços.

Curiosamente, ambos os marcadores de 2018 não estão nas listas deste ano. Apesar das ausências, o Brasil deve se preocupar com os meio-campistas Granit Xhaka, do Arsenal, da Inglaterra, e Remo Freuler, do Nottingham Forest, do mesmo país.

Granit Xhaka, meio-campista suiço / Divulgação

Com boa qualidade de passe e grande vigor físico, a seleção suíça deve investir no jogo truncado e nas bolas altas para o centroavante Seferovic, atualmente no Galatasaray, da Turquia. Yann Sommer, goleiro da equipe, costuma crescer nos grandes jogos.

Freuler, jogador tem bom passe e ótima aproximação ao campo adversário / Divulgação

O elenco deste ano conta com o experiente Xherdan Shaqiri, atacante do Chicago Fire, campeão da Champions League pelo Bayern de Munique e Liverpool.

Camarões

O Brasil fecha a fase de grupos diante de Camarões, dia 2 de dezembro. Sem grandes nomes individuais, a seleção camaronesa deve apostar em Aboubakar, atacante de 30 anos que atualmente defende o Al-Nassr da Arábia Saudita.

 

Aboubakar, centroavante camaronês / Divulgação

O atacante já disputou grandes ligas e jogou no Porto, de Portugal. Além da referência de Aboubakar, André-Frank Zambo Anguissa, meio-campista do Napoli, da Itália, tem bom passe, marcação forte e chegada à área adversária. Atualmente seu clube lidera a liga italiana. 

Georges-Kévin N'Koudou, do Besiktas da Turquia, também atacante, pode dificultar para os laterais brasileiros. Ágil, o atacante tende a jogar pelas beiradas do gramado e jogar com o apoio de Aboubakar. Forte fisicamente, o elenco africano não conta com grandes talentos individuais e deve jogar ‘por uma bola’ contra a seleção canarinho.

Zambo Anguissa, meio-campo / Divulgação

Vale ressaltar que os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam. Após a primeira fase, o Brasil pode enfrentar Portugal, assim como a Argentina e a França, na decisão. A final acontece no dia 18 de dezembro, no Lusail Stadium.

 

Tabela do Brasil na primeira fase 

Brasil x Sérvia - 24/11 - Lusail Stadium - 15h (Hora de MS)

Brasil x Suíça - 28/11 - Stadium 974 - 12h (Hora de MS)

Camarões x Brasil -  Lusail Stadium - 15h (Hora de MS)

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Equiparação

Fifa iguala premiações de participação na Copa feminina e CBF receberá R$ 12,6 milhões

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026

22/10/2026 23h00

Espanha é atual campeã mundial da categoria

Espanha é atual campeã mundial da categoria Cameron Spencer / Getty Images

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira, 22, um aumento na premiação às seleções que disputarão a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Cada equipe classificada receberá US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 12,6 milhões) para a preparação para o torneio, igualando o valor oferecido às seleções participantes da Copa do Mundo masculina de 2026. A decisão faz parte de um conjunto de medidas voltadas ao desenvolvimento do futebol feminino.

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026. A Fifa também estabeleceu que eventuais excedentes financeiros gerados pela competição feminina serão distribuídos às associações nacionais participantes, com uma parcela reservada exclusivamente às jogadoras.

A edição de 2027 será realizada entre 24 de junho e 25 de julho, com o Brasil como país-sede. O sorteio dos grupos está marcado para 11 de dezembro de 2026, às 13h30, no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Por ser o anfitrião, a seleção brasileira será cabeça de chave do Grupo A e fará a partida de abertura no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 24 de junho. A competição será a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul.

Além das mudanças financeiras para o Mundial de seleções, a Fifa anunciou novidades sobre a primeira edição da Copa do Mundo de Clubes Feminina. Os Estados Unidos foram escolhidos como sede do torneio, que será disputado entre 5 e 30 de janeiro de 2028 e contará com 19 equipes de todas as seis confederações continentais.

Sete clubes já tiveram suas vagas confirmadas: Arsenal (Inglaterra), Club América (México), Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang Women’s FC (Coreia do Norte), Wuhan Jiangda (China) e Corinthians.

futebol

Bola de Ouro abre votação para escolher maior de todos os tempos sem Pelé e Maradona

Entre os candidatos, Ronaldo Fenômeno é o único brasileiro

20/10/2026 22h00

Foto: Divulgação

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A revista France Football abriu uma votação popular para eleger o maior vencedor da história da Bola de Ouro. Batizada de B.O.A.T. (Ballon d’Or of All Time, ou Bola de Ouro de todos os tempos), a iniciativa reúne dez lendas do futebol que conquistaram o prêmio pelo menos duas vezes. Entre os candidatos, Ronaldo é o único brasileiro.

A eleição faz referência à expressão G.O.A.T. (Greatest of All Time), utilizada mundialmente para definir o maior atleta de todos os tempos em determinada modalidade. A proposta da revista é permitir que os torcedores escolham seu favorito entre alguns dos nomes mais marcantes da história da premiação.

Para participar, é necessário pagar 1 euro, cerca de R$ 5,60. A contribuição dá direito a uma fotografia icônica relacionada à Bola de Ouro e habilita o torcedor a concorrer a dois ingressos para a cerimônia da premiação em 2027. A votação será encerrada em 27 de outubro de 2026, e o resultado oficial está previsto para o dia seguinte.

Além de Ronaldo Fenômeno, a lista conta com outros nove nomes que marcaram diferentes gerações do futebol mundial. Lionel Messi, com oito conquistas oficiais da Bola de Ouro, e Cristiano Ronaldo, com cinco, estão entre os principais destaques da seleção.

Confira os dez candidatos e o número de Bolas de Ouro conquistadas:

  • Lionel Messi (Argentina): 8 títulos
  • Cristiano Ronaldo (Portugal): 5 títulos
  • Johan Cruyff (Holanda): 3 títulos
  • Michel Platini (França): 3 títulos
  • Marco van Basten (Holanda): 3 títulos
  • Ronaldo Fenômeno (Brasil): 2 títulos
  • Alfredo Di Stéfano (Argentina/Espanha): 2 títulos
  • Franz Beckenbauer (Alemanha): 2 títulos
  • Kevin Keegan (Inglaterra): 2 títulos
  • Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha): 2 títulos

Apesar de reunir grandes nomes da história do futebol, a lista não contempla lendas como Pelé, Diego Maradona e Garrincha. A ausência está relacionada aos critérios históricos de elegibilidade da Bola de Ouro e às regras utilizadas para definir os candidatos desta votação.

Durante décadas, a premiação teve restrições que impediram jogadores de fora da Europa de concorrer. A elegibilidade foi ampliada em 1995 para incluir atletas de qualquer nacionalidade que atuassem em clubes europeus e, em 2007, passou a abranger jogadores de todo o mundo.

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