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Ancelotti garante Neymar na Copa e descarta corte por lesão

Treinador disse que santista jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita

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Carlo Ancelotti confirmou que Neymar continuará integrado ao grupo da seleção brasileira e jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita, que o tirou de campo nos primeiros dias de trabalho para a competição em Teresópolis (RJ).

O treinador italiano afirmou que levou Neymar por uma decisão técnica e que vai esperar sua recuperação, sem possibilidade de corte. A previsão é que ele possa estar em campo em duas ou três semanas, o que significaria estar pronto para enfrentar o Haiti, no dia 19 de junho, na segunda partida pelo Grupo C.

"Acreditamos que ele vai se recuperar o mais rápido possível. Está trabalhando bem, está motivado e tem condições de evoluir rapidamente. Para ser claro, ele permanecerá conosco durante esse período de recuperação. A expectativa é que esteja disponível o quanto antes. Talvez não para o primeiro jogo, mas acreditamos que poderá se recuperar para a segunda partida. Não temos dúvidas sobre isso", disse Ancelotti em entrevista neste sábado, 30, na Granja Comary.

"Os 26 escolhidos para a Copa são esses. Neymar teve esse pequeno problema, mas está trabalhando muito bem individualmente para estar pronto o mais rápido possível", afirmou o treinador.

Perguntado se chamaria Neymar no dia 18 de maio, quando divulgou a lista de 26 convocados, caso soubesse que a lesão na panturrilha direita era de grau 2, portanto, mais grave do que o imaginado,, Ancelotti fez uma brincadeira:

"Na Itália falamos que, se minha avó fosse uma roda, seria um carro. O 'se' não existe. Neymar está entre os 26 por uma decisão nossa", afirmou.

Neymar monopolizou boa parte da entrevista. Lembraram Ancelotti de que ele disse várias vezes que só levaria à Copa jogadores que estivessem 100% fisicamente. O treinador afirmou que acredita que o camisa 10 do Santos estará bem durante o Mundial

"Talvez, em março, eu não tenha me expressado bem. A ideia era que ele pudesse estar totalmente recuperado durante a competição Infelizmente, por azar, isso não aconteceu com alguns jogadores É o caso de Éder Militão, Rodrygo e Estêvão, que não conseguiram chegar à Copa em plenas condições físicas."

A convocação para a Copa foi a primeira de Neymar na era Ancelotti e, portanto, marca o primeiro contato do treinador com o atacante dentro do ambiente da seleção.

"Creio que Neymar é muito querido e respeitado por todos. É um jogador muito amado pelos companheiros. Conversamos com ele sobre tudo, principalmente sobre a importância que pode ter neste momento. Ele entendeu muito bem qual é o seu papel nesta Copa do Mundo", disse Ancelotti.

"Acredito que, a cada dia, ele está trabalhando da melhor forma possível para estar pronto e disponível. Além da questão física, sua presença é importante para o ambiente do grupo. É um jogador que compreende bem a função que tem dentro da equipe neste momento", completou.

Antes da convocação, Ancelotti e o diretor de seleções da CBF, Rodrigo Caetano, ligaram para o jogador para explicar que, num primeiro momento, ele seria reserva e para saber se aceitaria essa condição. A resposta foi positiva.

Neste domingo, sem Neymar, o Brasil enfrenta o Panamá, no Maracanã, no amistoso de despedida da seleção brasileira antes da viagem para a Copa do Mundo. Ancelotti confirmou que a equipe vai entrar em campo com Alisson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Matheus Cunha, Vini Jr. e Raphinha. O treinador disse que utilizará todos os demais jogadores, com mudanças no segundo tempo.

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Carlo Ancelotti confirmou que Neymar continuará integrado ao grupo da seleção brasileira e jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita, que o tirou de campo nos primeiros dias de trabalho para a competição em Teresópolis (RJ).

O treinador italiano afirmou que levou Neymar por uma decisão técnica e que vai esperar sua recuperação, sem possibilidade de corte. A previsão é que ele possa estar em campo em duas ou três semanas, o que significaria estar pronto para enfrentar o Haiti, no dia 19 de junho, na segunda partida pelo Grupo C.

"Acreditamos que ele vai se recuperar o mais rápido possível. Está trabalhando bem, está motivado e tem condições de evoluir rapidamente. Para ser claro, ele permanecerá conosco durante esse período de recuperação. A expectativa é que esteja disponível o quanto antes. Talvez não para o primeiro jogo, mas acreditamos que poderá se recuperar para a segunda partida. Não temos dúvidas sobre isso", disse Ancelotti em entrevista neste sábado, 30, na Granja Comary.

"Os 26 escolhidos para a Copa são esses. Neymar teve esse pequeno problema, mas está trabalhando muito bem individualmente para estar pronto o mais rápido possível", afirmou o treinador.

Perguntado se chamaria Neymar no dia 18 de maio, quando divulgou a lista de 26 convocados, caso soubesse que a lesão na panturrilha direita era de grau 2, portanto, mais grave do que o imaginado,, Ancelotti fez uma brincadeira:

"Na Itália falamos que, se minha avó fosse uma roda, seria um carro. O 'se' não existe. Neymar está entre os 26 por uma decisão nossa", afirmou.

Neymar monopolizou boa parte da entrevista. Lembraram Ancelotti de que ele disse várias vezes que só levaria à Copa jogadores que estivessem 100% fisicamente. O treinador afirmou que acredita que o camisa 10 do Santos estará bem durante o Mundial

"Talvez, em março, eu não tenha me expressado bem. A ideia era que ele pudesse estar totalmente recuperado durante a competição Infelizmente, por azar, isso não aconteceu com alguns jogadores É o caso de Éder Militão, Rodrygo e Estêvão, que não conseguiram chegar à Copa em plenas condições físicas."

A convocação para a Copa foi a primeira de Neymar na era Ancelotti e, portanto, marca o primeiro contato do treinador com o atacante dentro do ambiente da seleção.

"Creio que Neymar é muito querido e respeitado por todos. É um jogador muito amado pelos companheiros. Conversamos com ele sobre tudo, principalmente sobre a importância que pode ter neste momento. Ele entendeu muito bem qual é o seu papel nesta Copa do Mundo", disse Ancelotti.

"Acredito que, a cada dia, ele está trabalhando da melhor forma possível para estar pronto e disponível. Além da questão física, sua presença é importante para o ambiente do grupo. É um jogador que compreende bem a função que tem dentro da equipe neste momento", completou.

Antes da convocação, Ancelotti e o diretor de seleções da CBF, Rodrigo Caetano, ligaram para o jogador para explicar que, num primeiro momento, ele seria reserva e para saber se aceitaria essa condição. A resposta foi positiva.

Neste domingo, sem Neymar, o Brasil enfrenta o Panamá, no Maracanã, no amistoso de despedida da seleção brasileira antes da viagem para a Copa do Mundo. Ancelotti confirmou que a equipe vai entrar em campo com Alisson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Matheus Cunha, Vini Jr. e Raphinha. O treinador disse que utilizará todos os demais jogadores, com mudanças no segundo tempo.

TÊNIS

Vitória de Fonseca contra Djokovic fará tênis ter campeão de Grand Slam inédito

Com a eliminação do sérvio, aliada à ausência de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, Roland Garros registrará um novo nome na seleta galeria de campeões de Grand Slam

29/05/2026 23h00

João Fonseca derrotou Djokovic em Rolando Garros

João Fonseca derrotou Djokovic em Rolando Garros Julien Crosnier / Federação Francesa de Tenis (FFT)

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Brasil, França, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Noruega, Canadá, Holanda, Chile, Rússia, República Checa ou novamente Espanha? Muitos países ainda estão na disputa do cobiçado troféu de Roland Garros e uma coisa é certa: um campeão inédito de Grand Slam será conhecido no segundo Major da temporada. Graças à vitória de João Fonseca diante do número quatro do mundo, o experiente Novak Djokovic.

Com a eliminação do sérvio, aliada à ausência do atual bicampeão Carlos Alcaraz, fora por lesão, e a eliminação na estreia do líder do ranking, Jannik Sinner, Roland Garros registrará daqui uma semana um novo nome na seleta galeria de campeões de Grand Slam ainda em atividade.

E João Fonseca tentará acabar com o jejum brasileiro que vem desde Gustavo Kuerten, vencedor na terra batida francesa em 1997, 2000 e 2001. Ele garante estar bem fisicamente, apenas de ter jogado em cinco sets somente duas vezes - seu rival será o norueguês Casper Ruud, que também se desgastou com triunfo por 4/6, 7/6 (7/4), 6/4, 6/7 (4/7) e 7/5 sobre o norte-americano Tommy Paul após 4h47 de jogo.

"Para os próximos jogos, é descansar. Não tenho tanta experiência ainda (em cinco sets), não sei como e onde posso chegar, mas estamos tirando lições, é apostar no coração e entrar com tudo dentro de quadra", disse, em coletiva.

Dos tenistas em atividade, apenas Djokovic, o atual bicampeão Alcaraz e o veterano Stanislas Wawrinka tinham vencido em Roland Garros. Até para Sinner o troféu em Roland Garros seria inédito - é o Grand Slam que falta em sua galeria.

Entre os principais nomes do ranking, Alexander Zverev (3 do mundo), Félix Auger-Aliassime, Flávio Cobolli e Andrey Rublev são tenistas que sonham em desencantar em Roland Garros. Para isso, precisam desbancar o talento de jovens promissores que vêm embalados, casos de João Fonseca, Rafael Jódar, Jakub Mensik e Lerner Tien, todos de no máximo 20 anos e bem na disputa.

tênis

João Fonseca bate Djokovic em batalha épica e consegue maior vitória da carreira em Roland Garros

Duelo de quase cinco horas mostra poder de reação do brasileiro diante do atual número 4 do mundo

29/05/2026 15h31

João Fonseca venceu Djokovic em cinco sets

João Fonseca venceu Djokovic em cinco sets Foto: Federação Francesa de Tênis (FFT)

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Um jogo épico com final feliz. Assim pode ser definida a vitória de virada de João Fonseca sobre o sérvio Novak Djokovic nesta sexta-feira, na quadra Philippe Chartrier. A exemplo do que fez contra o croata Dino Prizmic na última rodada, o brasileiro superou uma desvantagem de 2 a 0, mostrou um incrível poder de reação e garantiu a vaga nas oitavas de final de Roland Garros com triunfo de 3 sets a 2, parciais de 4/6, 4/6, 6/3, 7/5 e 7/5 em 4h54 de duração.

Na partida mais esperada desta sexta-feira, falou mais alto a juventude e agressividade de João Fonseca (30º) diante da experiência do atual 4º do mundo. Considerado um dos grandes talentos da nova geração, o resultado positivo chega para mostrar que ele já começa a fazer frente aos tenistas do Top-10 da ATP.

Até o confronto desta sexta-feira, o cenário se mostrava amplamente desfavorável. Nas sete vezes anteriores em que enfrentou rivais deste quilate, o triunfo só veio em uma oportunidade, no embate contra Andrey Rublev em compromisso válido pelo Australian Open do ano passado.

Antes, ele amargou o revés nos confrontos contra o italiano Jannik Sinner, o espanhol Carlos Alcaraz, o alemão Alexander Zverev, além dos norte-americanos Ben Shelton e Taylor Fritz, e ainda o britânico Jack Draper.

Esta vitória de virada na terceira rodada do torneio parisiense já supera a campanha realizada pelo jovem tenista carioca na edição 2025 de Roland Garros. Neste ano, depois de estrear superando o francês Luka Pavlovic, ele venceu na última rodada, também de virada, o croata Dino Prizmic.

Dono de 24 títulos de Grand Slam e com três troféus de Roland Garros em seu extenso currículo, Djokovic entrou em quadra bastante focado e logo apresentou seu cartão de visitas, mostrando a sua maior categoria.

Com o saque na mão, o brasileiro foi surpreendido pela frieza e precisão do tenista de 39 anos e teve o serviço quebrado logo de cara.

João bem que tentou ousar no confronto para tentar tirar o rival da zona de conforto. Variou os golpes e apostou em bolas curtas, mas voltou a falhar em lances capitais. Esses erros custaram mais uma quebra. Absoluto, o sérvio abriu 5 a 1 e ficou muito perto de definir a parcial. O que ele não contava é com a reação de seu adversário.

Apostando na força do saque (obteve três aces), ele venceu três games seguidos e diminuiu a distância para 5 a 4. Pressionado, o experiente tenista reagiu, manteve o rival no fundo de quadra e definiu o primeiro set em 6/4 com uma linda bola curta.

A facilidade de leitura da partida foi o caminho encontrado por Djoko para abrir frente. Com os dois tenistas praticando um jogo de alto nível, ele aproveitou uma breve oscilação de Fonseca para obter a quebra no quinto game e cravar um 6/4 e fazer dois a zero em sets.

O terceiro set teve um início diferente em relação às outras duas parciais. Mais concentrado e com muita agressividade, o brasileiro conseguiu abrir 3 a 0 com uma quebra e contou com a apoio efusivo da torcida com a vantagem. Ele subiu o nível seu jogo, administrou o duelo e fechou a parcial em 6/3 com um belo ace.

A empolgação que tomou conta da quadra com a vitória do brasileiro no terceiro set aumentou ainda mais a temperatura do jogo quando Fonseca iniciou a quarta parcial quebrando o serviço do rival, fazendo 2 a 0. No entanto, do outro lado estava Novak Djokovic. Ele soube segurar a pressão, voltou a se impor e deixou tudo igual no quarto game: 2 a 2. O duelo se manteve equilibrado até o final, quando a estrela de Fonseca voltou a brilhar. Ele fechou o quarto set em 7/5 e levou a disputa para o quinto set.

Numa etapa da partida onde os erros costumam custar caro, o improvável continuou deixando a sua marca. Fonseca teve o serviço quebrado no quarto game, mas respondeu de forma imediata e deu o troco na sequência. Com 5 a 4 a seu favor, Djoko viu novamente um eficaz adversário confirmar seu serviço e manter a igualdade

Contando com o apoio da torcida e mais inteiro fisicamente, João passou a apostar em jogadas de efeito para surpreender o seu rival. Ao quebrar o serviço e ter o saque na mão, ele mostrou frieza para ser efetivo no momento final e fechou o quinto set em 7/5.

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