Esportes

GINÁSTICA ARTÍSTICA

Seleção Feminina de Ginástica Artística participa de treinamento de pódio no Mundial

Seleção Feminina de Ginástica Artística participa de treinamento de pódio no Mundial

DA REDAÇÃO

14/10/2010 - 22h51
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As Seleções Brasileiras de Ginástica Artística já entraram no clima do Mundial de Roterdã, que será realizado de 16 a 24 de outubro, na Holanda. Comandadas pelas técnicas Iryna Ilyashenko e Viviane Cardoso, a equipe feminina formada por Danielle Hypólito, Jade Barbosa, Ethiene Franco, Priscila Cobelo, Bruna Leal, Adrian Gomes e Gabriela Soares participaram do treinamento de pódio, que é considerado um ensaio geral para a competição, na última terça-feira.

A treinadora Viviane Cardoso ficou satisfeita com esse momento, que é considerado uma prévia para o Mundial. "Esse treinamento é sempre positivo. É um simulado da competição em que a gente pode observar toda a equipe em ação e ver detalhadamente o desempenho das meninas", explicou a técnica.

A estreia da Seleção Brasileira Feminina no Mundial será neste sábado no primeiro dia da qualificação, que se estenderá ao domingo. Finalista no Mundial de Londres, na Inglaterra, em 2009, a ginasta Bruna Leal, de 17 anos, falou sobre a importância do estágio de treinamento realizado na última semana em Madri (Espanha).

"Essa preparação foi fundamental para que a gente pudesse sentir os aparelhos e o mais importante é a seleção treinar junta todos os dias. Estarmos reunidas o tempo todo faz com que o grupo fique ainda mais focado. Temos consciência de que esse Mundial é muito importante, pois precisamos de uma boa classificação para buscarmos uma vaga na Olimpíada de 2012", explicou a ginasta.

Sob o comando de Renato Araújo e Marcos Goto, a equipe masculina que conta com Sérgio Sasaki, Petrix Barbosa, Mosiah Rodrigues, Danilo Nogueira, Péricles Silva, Francisco Barreto e Felipe Polato participa do treinamento de pódio nesta sexta-feira e estreia na terça-feira no qualificatório.
 

Campeonato

Inscrições para os Jogos Escolares de Campo Grande começam hoje

Competição reúne equipes de basquete, futsal, handebol e vôlei em duas categorias; prazo vai até 25 de agosto

17/08/2026 13h45

Reprodução/Pref. Campo Grande

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Estão abertas, a partir desta segunda-feira (17), as inscrições para a 39ª edição dos Jogos Escolares de Campo Grande 2026, Etapa 1. A competição terá disputas de basquetebol, futsal, handebol e voleibol, divididas em duas categorias.

Na Categoria A, podem participar atletas nascidos em 2010, 2011 e 2012. Já a Categoria B reúne estudantes nascidos em 2013, 2014 e 2015.

As inscrições podem ser feitas até 25 de agosto, exclusivamente por formulário eletrônico. É necessário preencher os dados solicitados e enviar a ficha de inscrição preenchida, carimbada e assinada pela direção e pela secretaria da escola.

A competição faz parte do calendário esportivo estudantil de Campo Grande e também funciona como etapa de seleção das equipes que poderão representar a Capital na fase estadual. Os classificados podem ainda avançar para a formação de equipes que disputarão a etapa nacional.

Como se inscrever

O formulário de inscrição está disponível neste link.

O regulamento e as fichas de inscrição podem ser consultados no site da Funesp, na seção “Jogos”.

nova política

Tifanny se pronuncia após regra que veta trans no vôlei: "Retrocesso"

A jogadora, de 41 anos, é a primeira transgênero a atuar na Superliga e afirmou que não desistirá de seguir jogando

16/08/2026 22h00

Tifanny defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde

Tifanny defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde Foto: Divulgação / Osasco

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A oposta Tifanny, que defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde, manifestou-se, pela primeira vez, sobre a nova política de elegibilidade da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que restringe a participação nas competições entre mulheres a atletas designadas com o sexo biológico feminino ao nascer.

A jogadora, de 41 anos, a primeira transgênero a atuar na Superliga, considerou um "enorme retrocesso" e afirmou que não desistirá de seguir jogando.

"A CBV está tirando tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que eu venho exercendo todos esses anos. Mas isso não afeta só a mim. Afeta o meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim e o direito de todas as pessoas trans. É um enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e pela inclusão. Voltamos para a forma vexatória como se testavam as atletas nos anos 60 e 70", disse Tifanny, em pronunciamento compartilhado pela assessoria de imprensa do Osasco.

"Não vou me calar e vou tomar todas as medidas possíveis para que a minha luta pelo direito à visibilidade, à inclusão e à prática do esporte não tenha sido em vão", emendou a oposta, que atua no vôlei feminino desde 2017 e foi campeã da Superliga em 2025, sendo a primeira trans a conquistar o principal torneio do país na modalidade.

O pronunciamento foi feito após a estreia do Osasco no Campeonato Paulista da modalidade, na noite do último sábado (15), em casa, no Ginásio José Liberatti, contra o Pinheiros.

Apesar dos 19 pontos de Tifanny, muito festejada pela torcida osasquense, as visitantes levaram a melhor e venceram por 3 sets a 2, com parciais de 25/21, 25/16, 21/25, 23/25 e 15/11, após pouco mais de duas horas de partida.

A participação da oposta no jogo, mesmo depois de a nova política da CBV ser anunciada, ocorreu após a Federação Paulista de Volleyball (FPV) informar que o Estadual seguiria o regulamento em vigor desde o início do torneio. Segundo a entidade, "eventuais medidas" serão tomadas "para as próximas competições [...] após análise e manifestação das áreas jurídica e de saúde".

O novo critério de elegibilidade foi anunciado pela CBV na última sexta-feira (14). Segundo a entidade, a meta é estar em conformidade com regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). De acordo com a confederação, as atletas deverão atender a critérios estabelecidos pela nova política, que incluem a apresentação de resultado negativo para o gene SRY.

Antes, mulheres trans podiam atuar desde que os níveis de testosterona sérica estivessem abaixo de determinado limite. A nova determinação é válida já para as edições deste ano da Superliga (nas duas principais divisões) e da Supercopa, além da Copa Brasil e do Circuito Brasileiro de vôlei de praia de 2027.

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