Esportes

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Zagueiro Alex cita Adão e Eva para criticar jogadores homossexuais

Zagueiro Alex cita Adão e Eva para criticar jogadores homossexuais

TERRA

08/01/2014 - 12h00
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O zagueiro Alex, do Paris Saint-Germain, deve ser alvo de polêmica na França nos próximos dias. Em declarações dadas a um programa da emissora Canal+, o ex-jogador de Santos, Chelsea e PSV Eindhoven usou argumentos religiosos para rebater a opção sexual de jogadores gays.

“Deus criou Adão e Eva, e não Adão e Yves”, declarou o defensor. A informação foi divulgada pelo site 101 Great Gols – que, por sua vez, credita a veiculação da frase ao jornal Le Parisien.

A declaração de Alex se tornou pública no mesmo dia em que o ex-meio-campista alemão Thomas Hitzlsperger anunciou ser homossexual. Aposentado em setembro de 2013 aos 31 anos, o jogador afirmou à revista Die Zeit que o anúncio vinha sendo estudado nos últimos anos de carreira, após um “processo longo e complicado”.

A opinião de Alex é semelhante à do lateral Ceará, do Cruzeiro, também entrevistado pelo programa. Jogador do PSG entre 2007 e 2012, o cruzeirense adotou ponto de vista contrário à decisão de jogadores como Hitzlsperger.

“Sou contra o divórcio e o aborto. Não sou um incentivador da homossexualidade”, declarou o jogador, com passagens também por Internacional, Santos, São Caetano, Botafogo e Coritiba, entre outros clubes do Brasil.

Copa Sul-Americana

Casa cheia: Recoleta x Santos esgotam ingressos para jogo na fronteira com MS

Jogo pela Copa Sul-Americana em Pedro Juan Caballero deve lotar o Estádio Río Parapití e atrair torcedores dos dois lados da fronteira

01/05/2026 18h28

Jogo pela Copa Sul-Americana em Pedro Juan Caballero deve lotar o Estádio Río Parapití e atrair torcedores dos dois lados da fronteira

Jogo pela Copa Sul-Americana em Pedro Juan Caballero deve lotar o Estádio Río Parapití e atrair torcedores dos dois lados da fronteira Divulgação

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Todos os ingressos para a partida entre Deportivo Recoleta e Santos, válida pela   4ª rodada da Copa Sul-Americana, já foram vendidos. O confronto está marcado para o dia 5 de maio, às 20h30 (horário de Mato Grosso do Sul), no Estádio Río Parapití, com capacidade para cerca de 25 mil torcedores.

A alta procura pelos ingressos evidencia a expectativa em torno do duelo internacional, especialmente pela presença do Santos, que mobiliza grande número de torcedores, dentro e também fora do Brasil.

Com a demanda aquecida, cambistas paraguaios já oferecem entradas por cerca de R$ 500, indicando escassez no mercado oficial. Os ingressos foram comercializados inicialmente, de forma oficial, por valores entre R$ 40 e R$ 198.

Embora o Recoleta tenha sede em Assunção, a diretoria optou por transferir a partida para Pedro Juan Caballero, cidade localizada na fronteira com Ponta Porã (MS).

A estratégia visa ampliar o público no estádio, atraindo torcedores sul-mato-grossenses e de estados vizinhos, como São Paulo e Paraná, além da significativa comunidade brasileira residente no Paraguai.

Inicialmente, o confronto estava previsto para o Estádio Defensores del Chaco, mas foi transferido após decisão confirmada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL).

A mudança ocorreu mesmo fora do prazo mínimo exigido pelo regulamento, que é de 15 dias para alterações de sede em jogos com distância superior a 50 quilômetros, caso de Assunção para Pedro Juan Caballero.

Por conta disso, o clube paraguaio foi penalizado com multa de 7 mil dólares.

Situação no grupo

Após três rodadas disputadas, o Santos ocupa a última colocação do grupo, com dois pontos. O Deportivo Recoleta soma três pontos. Já o Deportivo Cuenca, do Equador, aparece na vice-liderança, com quatro pontos, enquanto o San Lorenzo, da Argentina, lidera a chave, com cinco.

Pelo regulamento da Copa Sul-Americana, apenas o primeiro colocado de cada grupo avança diretamente às oitavas de final. O segundo colocado disputa uma fase eliminatória adicional contra equipes que terminam em terceiro lugar nos grupos da Copa Libertadores.

Futebol

'Com essa lesão, não poderia continuar sua carreira', diz médico que operou Militão

Militão rompeu o tendão proximal do bíceps femoral da perna esquerda e está fora da disputa da Copa do Mundo de 2026

30/04/2026 23h00

Éder Militao

Éder Militao Foto/Reprodução

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O médico Lasse Lempainen, responsável pela cirurgia de Éder Militão, afirmou que o procedimento era inevitável diante da gravidade da lesão sofrida pelo zagueiro do Real Madrid. Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o especialista foi direto ao explicar o cenário clínico do jogador

"Não havia outra opção. O que posso dizer é que a lesão era muito grave. A única alternativa era a cirurgia: com esse problema no isquiotibial, ele não poderia continuar sua carreira profissional no mais alto nível", declarou o cirurgião.

Militão passou pelo procedimento após romper o tendão proximal do bíceps femoral da perna esquerda, lesão que o tirou da disputa da Copa do Mundo de 2026. Segundo o médico, apesar do impacto imediato, a decisão foi tomada pensando no futuro do atleta.

RECUPERAÇÃO EXIGE TEMPO E CAUTELA

De acordo com Lempainen, lesões musculares são comuns no futebol, mas nem todas exigem cirurgia. No caso de atletas de alto rendimento e com quadros mais severos - como o de Militão -, a intervenção se torna necessária.

Ele explicou que o tempo de recuperação varia, mas há um padrão para casos desse tipo: "Em termos gerais, quando um jogador sofre uma lesão grave de isquiotibial, leva entre quatro e seis meses para voltar a competir no mais alto nível."

O defensor brasileiro tem retorno previsto para cerca de cinco meses, o que o colocaria de volta aos gramados apenas no segundo semestre.

O médico também destacou que, mesmo após a cirurgia, não é possível eliminar completamente o risco de uma nova lesão. Ainda assim, há formas de reduzir esse perigo: "Sempre existe uma vulnerabilidade e um risco residual, como em outras lesões. Por isso, é fundamental uma boa cirurgia e uma reabilitação bem planejada, passo a passo, para minimizar esse risco ao máximo."

Militão pode voltar ao alto nível

Apesar do histórico recente de lesões, Lempainen demonstrou otimismo quanto à recuperação do jogador. Segundo ele, há diversos exemplos de atletas que retornaram ao mais alto nível após problemas semelhantes.

"Já tratei muitos esportistas de elite com esse tipo de lesão e eles conseguiram voltar ao máximo rendimento. Alguns, inclusive, tiveram seus melhores anos depois da cirurgia."

A nova lesão de Militão ocorre em um momento delicado para a seleção brasileira, comandada por Carlo Ancelotti. O zagueiro era peça importante no planejamento para a Copa do Mundo, mas está oficialmente fora do torneio.

A ausência se soma a outros problemas físicos no ciclo, ampliando as dúvidas sobre o setor defensivo. Ainda assim, a prioridade, neste momento, é garantir que Militão retorne em plenas condições - mesmo que isso signifique um período maior longe dos gramados.

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