Futebol

Clube avaliado em milhões é vendido por apenas R$ 6 para tentar evitar falência

O grupo inglês Park Bench assumiu o controle do clube.

O Bordeaux, um dos maiores símbolos do futebol francês, foi vendido por 1 euro (R$ 5,90) para escapar da falência. O grupo inglês Park Bench assumiu o controle do clube, que atravessa a pior crise financeira de sua história, com endividamento acumulado de 26 milhões de euros.

O proprietário anterior, Gérard Lopez, cedeu seus direitos sobre a equipe pelo valor simbólico para desvincular seu nome da estrutura endividada. O Tribunal de Comércio francês autorizou a transação após meses de negociações frustradas.

Como a reestruturação financeira funciona

A venda por 1 euro é apenas o primeiro passo de um plano mais amplo de recuperação. O acordo estende o prazo para quitação dos débitos de 10 para 12 anos, reduzindo o montante total de 26 milhões de euros para 13 milhões de euros.

Essa redução pela metade resulta das negociações intermediadas pelo tribunal, o que dá à nova gestão espaço para estabilizar as contas. E investir em operações que tragam receita, como contratações estratégicas e melhorias nas estruturas de base.

Da potência continental à sexta divisão

A queda do Bordeaux em menos de uma década revela a magnitude do desastre. Há cinco anos, a equipe ainda disputava o topo da Ligue 1 e chegou às quartas de final da Liga dos Campeões da UEFA em 2009/10.

Hoje compete na Regional 1, o equivalente à sexta divisão do futebol francês — uma queda que poucos clubes europeus tradicionais atravessam sem desaparecer completamente.

Fundado em 1881, o Bordeaux contabiliza seis títulos do Campeonato Francês (1949/50, 1983/84, 1984/85, 1986/87, 1998/99 e 2008/09) e quatro da Copa da França (1940/41, 1985/86, 1986/87 e 2012/13). Zinedine Zidane, que construiu sua projeção internacional pelo clube na década de 1990, é o nome mais destacado entre seus ídolos históricos.

Esse patrimônio pesou na decisão de credores e autoridades de manter o clube vivo, em vez de permitir seu desaparecimento.

O caminho para a reconstrução

A entrada de Park Bench inicia a reconstrução do Bordeaux. A empresa inglesa terá de reconstruir um clube que perdeu a posição competitiva e a credibilidade institucional, abaladas pela crise financeira que o levou à sexta divisão.

Com a dívida reduzida pela metade e novos prazos em vigor, a nova gestão busca estabilizar as finanças e dar início à reconstrução esportiva. A venda por 1 euro exemplifica uma realidade cada vez mais frequente no futebol europeu: clubes tradicionais enfrentam crises sem precedentes quando administrações anteriores esgotam suas possibilidades de financiamento.

Curiosidades

Homem usou pedra de 10 kg como batente e 30 anos depois descobriu que era um meteorito de R$ 500 mil

Durante anos, a história pareceu apenas uma lenda familiar.

08/10/2026 14h29

Imagem gerada por IA

Continue Lendo...

Um fazendeiro de Michigan, nos Estados Unidos, usou por três décadas uma pedra de mais de 10 quilos como batente de porta, sem imaginar o valor daquele objeto. Após um exame especializado, descobriu que se tratava de um meteorito avaliado em mais de 100 mil dólares.

Em 1988, quando a propriedade mudou de dono, a pedra permaneceu entre os bens da propriedade, já posicionada sob a porta de um galpão. Contaram a ele que, segundo um antigo relato da família anterior, o objeto teria caído do céu, mas ninguém havia investigado cientificamente sua origem.

Da curiosidade ao exame oficial

Durante anos, a história pareceu apenas uma lenda familiar transmitida entre os moradores da propriedade. O homem continuou usando a rocha no dia a dia e chegou a deixar que os filhos a levassem à escola para mostrá-la aos colegas.

A história ganhou novo impulso em 2018, quando a queda de outro meteorito em Michigan chamou atenção para esse tipo de achado. Por causa da repercussão, ele decidiu levar a pedra à Central Michigan University para uma análise detalhada.

O que os exames revelaram

A geóloga Mona Sirbescu identificou traços incomuns no material e, após testes mais aprofundados, constatou que ele era composto por 88,5% de ferro e 11,5% de níquel. Uma amostra foi então enviada ao Instituto Smithsoniano, que confirmou que se tratava de um meteorito autêntico.

Com 10,22 quilos e dimensões de 17 por 20 por 23 centímetros, o meteorito ficou entre os maiores já registrados no estado. Por seu alto teor de ferro e níquel, foi classificado como um meteorito de ferro do grupo IIIAB.

Em 2019, a peça recebeu reconhecimento oficial com o nome de Edmore, batizada em homenagem à localidade de Michigan onde ficou guardada por tanto tempo. Depois de servir por 30 anos para manter uma porta aberta, a pedra se transformou em uma peça científica avaliada em seis dígitos.

Ciência

Cientista prevê que humanos poderão parar de envelhecer a partir de 2032 e faz projeção para 2045

Trata-se de uma hipótese sobre um momento futuro.

08/10/2026 13h59

Foto: Andrea Piacquadio/Pexels

Continue Lendo...

O futurista Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, trouxe novas projeções sobre os rumos da humanidade em seu livro The Singularity Is Nearer.

Para cada ano vivido, segundo ele, haverá um avanço médico equivalente capaz de repor esse tempo no organismo. Esse raciocínio, que o autor chama de velocidade de escape da longevidade, não quer dizer que a medicina já tenha chegado a esse ponto.

Trata-se de uma hipótese sobre um momento futuro em que o avanço científico anularia, na mesma medida, os efeitos do envelhecimento no corpo.

O que seria a velocidade de escape da longevidade

O conceito descreve um equilíbrio entre o deterioramento do corpo e sua renovação por meio de tratamentos médicos cada vez mais avançados. Na prática, cada ano vivido seria compensado cientificamente por um ano adicional de expectativa de vida, criando um ciclo que, em tese, afastaria os limites biológicos conhecidos hoje.

Essa é uma extrapolação sobre o que a medicina poderá realizar, não um resultado já comprovado. O próprio raciocínio reconhece que as datas funcionam como marcos de referência para o debate, sem garantia científica de que se confirmem.

Fusão entre cérebro humano e máquinas

Outra frente das previsões envolve a conexão direta entre o cérebro humano e sistemas computacionais, por meio de robôs microscópicos. Esses nanodispositivos entrariam no organismo sem necessidade de cirurgia e ligariam o usuário a recursos em nuvem, ampliando a capacidade de raciocínio e memória.

O ano de 2045 é apontado como o momento em que essa integração atingiria a fusão completa entre humanos e inteligência artificial. Nesse estágio, as fronteiras entre as duas formas de inteligência deixariam de existir, com a mente humana ganhando uma expansão descrita como da ordem de um milhão de vezes.

Histórico de acertos e o ritmo das inovações

Segundo ele, o ritmo das inovações continuará aumentando na próxima década e concentrará transformações tecnológicas mais intensas do que as observadas ao longo do último século.

As projeções seguem sendo tratadas como hipóteses de trabalho, não como fatos científicos consolidados. Mesmo assim, servem como referência para discutir até onde a medicina e a computação podem avançar nos próximos anos.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).