Vida luxuosa

Robert De Niro comprou uma fazenda, transformou o celeiro em estúdio e construiu pista de esqui

Ator guarda um dos maiores patrimônios imobiliários entre os atores de Hollywood

Robert De Niro guarda um dos maiores patrimônios imobiliários entre os atores de Hollywood, e boa parte dele está concentrada numa propriedade comprada em 1997 em Nova York. O ator pagou US$ 1,5 milhão por um terreno de 32 hectares na pequena localidade de Gardiner, no vale do Hudson.

Nos anos seguintes, ele adquiriu lotes vizinhos até ampliar a propriedade para quase 50 hectares. O que começou como uma casa de campo do século XVIII virou um complexo residencial com 6 quartos e 7 banheiros, além de outras construções para hóspedes.

Um celeiro virou estúdio de cinema

Na época da compra, o terreno abrigava apenas a construção original, sem estrutura de lazer. De Niro decidiu reformar um antigo celeiro de 1.300 metros quadrados, usado em atividades rurais.

Em vez de manter o uso agrícola, o ator transformou o espaço em um ambiente com academia, sala de boxe, salão de jogos e um estúdio de cinema na fazenda. Um segundo celeiro foi adaptado para funcionar como escritório.

 

Pista de esqui e quadra de tênis

A extensão do terreno permitiu a instalação de uma pista de esqui particular dentro da própria fazenda. A propriedade também ganhou quadra de tênis e outros espaços esportivos e recreativos.

A combinação de ambientes residenciais, esportivos e profissionais tornou a propriedade um refúgio para o ator, longe do centro de Nova York. A fazenda cresceu de 32 hectares, na aquisição inicial, para quase 50 e reflete o gosto de De Niro por transformar espaços simples em projetos elaborados e funcionais.

Tradição natalina

Folha de louro debaixo da árvore de Natal: por que dizem que atrai sorte e prosperidade?

Tradição costuma ganhar força em períodos natalinos

16/10/2026 09h26

Foto: https://kaboompics.com//Pexels

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Uma tradição que ganha força no período natalino sugere colocar ramos de louro sob a árvore de Natal para atrair sorte e abundância no Ano Novo. A crença vem do Feng Shui, sistema que atribui a certos objetos e plantas o poder de atrair energias positivas para dentro de casa.

O louro já é conhecido por outro uso popular: recomenda-se guardar folhas debaixo da cama para multiplicar ganhos financeiros. Menos conhecida é sua aplicação na decoração natalina, com o mesmo propósito de proteção e harmonia atribuído pelo Feng Shui.

O que o louro representa no Feng Shui

Nessa tradição, a folha de louro representa proteção, estabilidade e harmonia no lar. Por isso, está associada à ideia de abrir caminhos e afastar as más vibrações do ambiente doméstico. Também nessa crença, o aroma intenso das folhas verdes é apontado como responsável por manter o espaço livre de inveja e energias negativas.

Formas de usar o louro na decoração natalina

Existem várias maneiras de incorporar o louro à árvore sem destoar visualmente. Uma delas é colocar ramos secos dentro de bolas decorativas transparentes, como em outros enfeites. Caso as bolas não se abram, é possível remover cuidadosamente a tampa de metal e inserir os ramos.

Quem prefere algo mais discreto pode guardar as folhas em um pequeno frasco de vidro e deixá-lo junto ao pé da árvore. Também é possível espalhá-las diretamente na base, sem frasco ou embalagem, mantendo o louro junto à decoração.

Outras formas de usar o louro

As folhas também podem formar pequenos buquês amarrados com fita vermelha ou dourada, cores tradicionais da época. Esses buquês funcionam como enfeites naturais, semelhantes aos feitos com canela e casca de laranja seca.

Também existe a prática de colocar uma folha de louro inteira e ainda aromática dentro da carteira ou bolsa, junto com dinheiro. Alguns adeptos da crença recomendam trocá-la uma vez por mês para evitar estagnação energética.

Há ainda quem prepare o louro para um ritual: coloca a folha em água, amassa-a até quebrá-la e deixa-a no chão, e o procedimento é repetido até três vezes.

Para quem segue essa tradição, cada uso do louro reforça a expectativa de um Ano Novo com mais equilíbrio financeiro, proteção e menos conflitos em casa.

Ataque hacker

Ciberataque na França desativou refrigeradores de 300 supermercados e acendeu um alerta

Mais de 300 supermercados na França tiveram os sistemas de refrigeração desligados

16/10/2026 08h55

Foto: Gustavo Fring/Pexels

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Mais de 300 supermercados na França tiveram os sistemas de refrigeração desligados remotamente por um ataque hacker na madrugada do último domingo. Os criminosos invadiram controladores de refrigeração da marca Danfoss e ativaram o modo de descongelamento automático, elevando a temperatura dos equipamentos até 50 graus Celsius.

Com isso, o desligamento simultâneo rompeu a cadeia de frio dos alimentos em dezenas de lojas.

Como a invasão aconteceu

A brecha explorada estava em versões antigas do software que comanda as geladeiras industriais à distância — tecnologia que permite às redes de mercado gerenciar a refrigeração sem precisar de técnicos no local. Essa mesma funcionalidade remota, pensada para facilitar a operação das lojas, acabou sendo a porta de entrada usada pelos invasores.

O especialista em cibersegurança Baptiste Robert, da empresa Predicta Lab, encontrou mais de 2.700 sistemas Danfoss expostos na internet, dos quais 1.500 estavam em território francês. O número revela o tamanho da vulnerabilidade além do grupo de supermercados já identificados como vítimas.

 

Investigação e prejuízo financeiro

A Procuradoria de Paris abriu investigação sobre o que classificou como ataque em grande escala contra sistemas de refrigeração de redes de distribuição alimentar no país. O objetivo é identificar as vítimas e relacionar os danos a perdas de produtos e a possíveis princípios de incêndio nos equipamentos afetados.

Um porta-voz de Intermarché confirmou que várias de suas lojas foram afetadas pelo ataque direcionado ao provedor dos sistemas de refrigeração.

E que algumas vitrines de produtos frescos e congelados ficaram fora de serviço. Christophe Hansen, comissário de Agricultura e Alimentação da União Europeia, também condenou o episódio publicamente. A emissora britânica BBC estimou os prejuízos em milhões de euros, somando produtos descartados e o impacto operacional nas lojas atingidas.

Resposta do fabricante dos equipamentos

A Danfoss reconheceu que os aparelhos comprometidos são modelos antigos, cujo software de proteção não podia mais receber atualizações contra falhas de segurança conhecidas. A empresa orienta clientes a manter os sistemas compatíveis sempre atualizados como forma de reduzir esse tipo de exposição.

O caso expõe o risco de equipamentos industriais conectados à internet sem suporte técnico contínuo. Esse risco é relevante para qualquer rede que dependa de refrigeração automatizada em centenas de pontos de venda simultaneamente.

Se os sistemas remotos facilitam a operação, por que não os desligar da internet?

Porque a operação remota é justamente o benefício principal: sem ela, redes de supermercados precisariam de técnicos visitando cada loja para ajustar temperaturas, diagnosticar problemas ou otimizar consumo de energia. O risco existe porque essa conveniência coloca o equipamento na internet — e equipamentos antigos sem atualizações de segurança se tornam portas abertas para invasores.

A solução não é remover a tecnologia remota, mas manter sempre o software atualizado e monitorar quais sistemas estão expostos na rede.

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