Mundo

suspeita de terrorismo

Avião com destino a Israel faz pouso de emergência na Arábia Saudita

Informação inicial é de pilotos teriam brigado, mas também existe suspeita de ação terrorista que teria sido praticada pelo copiloto

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Um avião comercial que viajava dos Emirados Árabes Unidos para Israel fez um pouso de emergência na Arábia Saudita, gerando preocupações momentâneas sobre um possível sequestro e levando Tel-Aviv a mobilizar caças nesta quarta-feira, 30.

Uma autoridade regional informada sobre o incidente, que falou sob condição de anonimato, disse que uma briga eclodiu na cabine de comando e aparentemente envolveu os pilotos. Não ficou claro de imediato o que motivou a briga.

Passageiros a bordo relataram por telefone que ouviram gritos de outros viajantes na parte dianteira da aeronave durante a confusão, afirmando que o avião perdeu altitude bruscamente antes de pousar na Arábia Saudita.

O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informou posteriormente que a situação estava sob controle.

Na aeronave estavam 180 pessoas, sendo em torno de 100 israelense e a suspeita é de que um dos pilotos tenha tentado sequestrar a aeronave. Uma equipe de pilotos à paisana estava na aeronave e conseguiu pousar em segurança, já que o piloto estava ferido. 

Um segundo voo da mesma empresa também fez um pouso emergencial, mas até a manhã desta quarta-feira não havia informações sobre os motivos que levaram a este segundo pouso emergencial. 

radicalismo

Copiloto que atacou voo da FlyDubai já era proibido de voar em Omã

Ele havia sido barrado em empresas de seu país por suspeita de radicalismo religioso. Mesmo assim ele conseguiu emprego na empresa de Dubai

03/10/2026 07h09

Possível tragédia com aeronave da FluDubai foi evitada porque um piloto indiano consegui tomar o controle do avião

Possível tragédia com aeronave da FluDubai foi evitada porque um piloto indiano consegui tomar o controle do avião

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O copiloto da Flydubai que esfaqueou o comandante do voo FZ1073, que saiu de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com destino a Tel-Aviv, Israel, na última quarta-feira, 30, não tem permissão de pilotar em Omã, onde nasceu, devido à suspeita de que ele tivesse adotado visões ideológicas radicais. A informação, revelada sob condição de anonimato, foi publicada pelo Wall Street Journal neste sábado, 3.

Apesar da proibição, ele foi contratado pela Flydubai, o que lhe permitiu operar a rota que liga os Emirados Árabes Unidos a Israel. Ainda segundo a reportagem do WSJ, o autor do atentado é um cidadão omanense chamado Hamam al-Hammami, revelaram outras fontes ligadas à investigação em andamento do caso.

Na quinta, 1º, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirmou que o copiloto havia sofrido "radicalização islâmica", mas sem apresentar provas. "Estamos investigando se ele foi enviado, e quem o enviou pagará um preço muito alto", disse Netanyahu em uma mensagem de vídeo na sexta, 2.

A declaração vai na mesma linha da do presidente Donald Trump, que, no final da quinta, afirmou que os Estados Unidos realizarão um grande ataque contra o Irã caso seja confirmado que o país persa é o responsável pelo atentado ocorrido no voo da Flydubai. O mandatário americano diz considerar provável o envolvimento de Teerã no caso.

O ataque deu início à uma crise no setor aéreo da região, levantando questões sobre a segurança da aviação e afetando um Oriente Médio já abalado pela guerra entre os EUA e o Irã. O governo de Israel emitiu alertas de segurança para o espaço aéreo local. Voos com origem nos Emirados Árabes só voltaram a pousar em Israel neste sábado.

Dubai se tornou um destino popular para israelenses desde que Tel-Aviv e Dubai estabeleceram relações diplomáticas em 2020 como parte dos Acordos de Abraão, mediado pelos Estados Unidos, que visavam normalizar as relações entre Israel e os países árabes.

soberania

EUA dizem que barco do tráfico do Equador foi afundado no Pacífico

A embarcação, identificada como "Siempre Don Carlos", é a sexta afundada por forças dos Estados Unidos em menos de três semanas

16/09/2026 07h11

Tripulantes da embarcação foram retirados antes da explosão e serão entregues às autoridades equatorianas, disseram os EUA

Tripulantes da embarcação foram retirados antes da explosão e serão entregues às autoridades equatorianas, disseram os EUA

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O Comando Sul dos EUA informou na terça-feira, 16, o afundamento nas águas do Pacífico de outro barco do Equador, identificado como uma "estação de reabastecimento flutuante que apoiava operações ilícitas de tráfico de drogas em alto-mar", supostamente associada à perigosa facção criminosa Los Choneros.

Os americanos garantiram que os tripulantes foram retirados do barco e "serão transferidos para as autoridades equatorianas". Em publicação no X, os EUA divulgaram um vídeo que mostra um helicóptero sobrevoando a embarcação, que depois é abordada por um grupo de militares estrangeiros, e, finalmente, uma explosão que a destrói.

As autoridades do Equador não fizeram comentários sobre este novo caso. A embarcação, identificada como "Siempre Don Carlos", é a sexta afundada por forças dos Estados Unidos em menos de três semanas.

Estes episódios se somam aos de outras três embarcações cujos tripulantes afirmam ter sido interceptados por forças norte-americanas este ano. Além disso, há o caso do barco "Fiorella", cujos oito pescadores seguem desaparecidos desde janeiro. Os tripulantes das demais embarcações retornaram ao país.

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