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IMPERADOR MUNDIAL

Depois da Venezuela, agora Trump mira petróleo da Groelândia

De acordo com Trump, a Groenlândia possui mais petróleo disponível do que "praticamente qualquer terra, em qualquer lugar do mundo"

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Dez meses depois de capturar o presidente da Venezuela e se apropriar da exploração do petróleo do país latino, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (14) que a Groenlândia possui mais petróleo disponível do que "praticamente qualquer terra, em qualquer lugar do mundo", e acrescentou que as empresas americanas estão se preparando para explorá-lo.

Em publicação na rede Truth Social, Trump disse também que a ilha que pertence à Dinamarca terá um propósito de "segurança, defesa e ataque" para Washington, tendo em vista que qualquer ofensiva contra o território norte-americano teria de passar por lá.

"Explorações massivas de petróleo, gás e minerais estão ficando prontas para começar na nossa nova e linda Groenlândia! Há especialistas dizendo que o tamanho do petróleo facilmente disponível é maior do que em outras partes do mundo", disse o líder norte-americano.

"Ainda mais importante, o propósito de segurança na defesa e no ataque para os EUA e para a Europa é incomparável. Qualquer futuro ataque sobre os Estados Unidos precisará vir através da Groenlândia, onde nossas defesas abaterão rotineiramente drones, mísseis e qualquer outra forma de arma que ainda não foi concebida", afirmou Trump.

temor

EUA se preparam para chegada do furacão Isaias na Costa do Golfo

Furacão que deve atingir a costa dos EUA nesta sexta-feira foi classificado na categoria 2, com ventos de até 169 quilômetros por hora

09/10/2026 06h54

Flórida e Alabama decretaram emergência, afirmando que cerca de 5.000 militares da Guarda Nacional foram mobilizados

Flórida e Alabama decretaram emergência, afirmando que cerca de 5.000 militares da Guarda Nacional foram mobilizados

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Moradores pregaram tábuas em janelas e empilharam sacos de areia nesta quinta-feira, 8, enquanto milhares de militares da Guarda Nacional eram mobilizados diante da chegada do furacão Isaias, que avança com ventos fortes e ameaça provocar ressaca e inundações severas na Costa do Golfo dos Estados Unidos.

O Isaias, primeiro furacão da temporada do Atlântico, deve levar condições perigosas ao noroeste da Flórida, ao sul do Alabama e ao sul do Mississippi quando tocar terra no fim da sexta-feira, 9. Há previsão de chuva intensa e alagamentos ao longo do fim de semana, com possibilidade de impactos até Tennessee e Carolina do Norte.

O Centro Nacional de Furacões informou que o Isaias estava na categoria 2, com ventos sustentados máximos de 169 km/h. O sistema seguia para norte-nordeste a 22 km/h e estava a cerca de 370 km ao sul da foz do rio Mississippi.

O Serviço Nacional de Meteorologia em Mobile disse que o cenário mais provável é o de impacto na faixa próxima à divisa Alabama-Flórida, com ressaca potencialmente fatal na baía de Pensacola.

Um alerta de furacão foi emitido de Ocean Springs, Mississippi, até a linha Bay-Gulf County, na Flórida, e um alerta de ressaca estava em vigor da foz do Mississippi até o rio Suwannee.

Governos locais aceleraram preparativos. A governadora do Alabama, Kay Ivey, determinou evacuação imediata de não residentes em Gulf Shores, Orange Beach e Dauphin Island. Na Flórida, pelo menos quatro distritos escolares cancelaram aulas no fim da semana, e condados emitiram evacuações obrigatórias em áreas costeiras.

Os governadores da Flórida e do Alabama decretaram emergência, com o primeiro, Ron DeSantis, afirmando que cerca de 5.000 militares da Guarda Nacional devem estar mobilizados até sexta.

O Isaias se formou tardiamente: surgiu mais de quatro meses após o início da temporada do Atlântico, que tem sido incomumente tranquila por causa de um El Niño forte.

No Pacífico, o furacão Simon se formou na costa do México e pode se intensificar até categoria 4, enquanto a tempestade tropical Rachel pode atingir Baja California e o sul da Califórnia no fim de semana.

Antes da chegada do Isaias, empresas de petróleo e gás interromperam parte relevante da produção offshore no Golfo. Cerca de 63% da produção regional havia sido paralisada temporariamente, retirando quase 1,3 milhão de barris por dia do mercado, e 121 de 371 plataformas tripuladas foram evacuadas, segundo a Marine Minerals Administration.

Em Pensacola, autoridades anunciaram o fechamento do aeroporto para voos comerciais na manhã de sexta-feira. Fonte: Associated Press.

 

radicalismo

Copiloto que atacou voo da FlyDubai já era proibido de voar em Omã

Ele havia sido barrado em empresas de seu país por suspeita de radicalismo religioso. Mesmo assim ele conseguiu emprego na empresa de Dubai

03/10/2026 07h09

Possível tragédia com aeronave da FluDubai foi evitada porque um piloto indiano consegui tomar o controle do avião

Possível tragédia com aeronave da FluDubai foi evitada porque um piloto indiano consegui tomar o controle do avião

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O copiloto da Flydubai que esfaqueou o comandante do voo FZ1073, que saiu de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com destino a Tel-Aviv, Israel, na última quarta-feira, 30, não tem permissão de pilotar em Omã, onde nasceu, devido à suspeita de que ele tivesse adotado visões ideológicas radicais. A informação, revelada sob condição de anonimato, foi publicada pelo Wall Street Journal neste sábado, 3.

Apesar da proibição, ele foi contratado pela Flydubai, o que lhe permitiu operar a rota que liga os Emirados Árabes Unidos a Israel. Ainda segundo a reportagem do WSJ, o autor do atentado é um cidadão omanense chamado Hamam al-Hammami, revelaram outras fontes ligadas à investigação em andamento do caso.

Na quinta, 1º, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirmou que o copiloto havia sofrido "radicalização islâmica", mas sem apresentar provas. "Estamos investigando se ele foi enviado, e quem o enviou pagará um preço muito alto", disse Netanyahu em uma mensagem de vídeo na sexta, 2.

A declaração vai na mesma linha da do presidente Donald Trump, que, no final da quinta, afirmou que os Estados Unidos realizarão um grande ataque contra o Irã caso seja confirmado que o país persa é o responsável pelo atentado ocorrido no voo da Flydubai. O mandatário americano diz considerar provável o envolvimento de Teerã no caso.

O ataque deu início à uma crise no setor aéreo da região, levantando questões sobre a segurança da aviação e afetando um Oriente Médio já abalado pela guerra entre os EUA e o Irã. O governo de Israel emitiu alertas de segurança para o espaço aéreo local. Voos com origem nos Emirados Árabes só voltaram a pousar em Israel neste sábado.

Dubai se tornou um destino popular para israelenses desde que Tel-Aviv e Dubai estabeleceram relações diplomáticas em 2020 como parte dos Acordos de Abraão, mediado pelos Estados Unidos, que visavam normalizar as relações entre Israel e os países árabes.

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