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Júpiter, o maior planeta do sistema solar, poderá ser visto a olho nu neste sábado

A boa visibilidade acontece porque o gigante gasoso estará em oposição, fenômeno astronômico que acontece quando a Terra fica diretamente alinhada entre Júpiter e o Sol

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Os amantes da astronomia têm um motivo a mais para observar o céu na noite deste sábado, 10: a possibilidade de ver Júpiter a olho nu. Segundo a Nasa, o maior planeta do sistema solar atingirá o seu ponto máximo de brilho durante todo o ano de 2026

A boa visibilidade acontece porque o gigante gasoso estará em oposição, fenômeno astronômico que acontece quando a Terra fica diretamente alinhada entre Júpiter e o Sol. Esse alinhamento faz com que o gigante gasoso fique maior e mais brilhante no céu.

"Nesse alinhamento, Júpiter parecerá maior e mais brilhante no céu noturno do que em qualquer outro momento do ano", disse a agência especial.

Para observar Júpiter, Nasa recomenda olhar em direção ao leste e buscar a constelação de Gêmeos. O planeta será um dos objetos mais brilhantes do céu.

Outros fenômenos em janeiro

A oposição de Júpiter não será o único evento astronômico de janeiro. Ainda de acordo com a Nasa, no próximo dia 23, Saturno e Lua também chamarão atenção ao estarem próximos um do outro no céu, fenômeno definido como conjunção.

"Uma conjunção ocorre quando objetos no céu parecem próximos uns dos outros, embora na realidade estejam distantes", diz Nasa.

Para avistá-los, basta olhar para o este e verá Saturno logo abaixo da Lua.

cessar-fogo

Chegada imprecisa dos EUA e do Irã ao Paquistão cria ambiente difícil

Principais negociadores, o vice-presidente dos EUA e o presidente do parlamento iraniano chegarão a capital paquistanesa Islamabad apenas na manhã da quarta-feira (22)

21/04/2026 14h00

Trump afirmou nesta terça-feira que forças armadas do país estão prontas para entrar no país persa, enquanto citou que o Irã não tem opção a não ser enviar uma missão para as conversas.

Trump afirmou nesta terça-feira que forças armadas do país estão prontas para entrar no país persa, enquanto citou que o Irã não tem opção a não ser enviar uma missão para as conversas. Divulgação

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Informações que divergem sobre a chegada de negociadores dos EUA e do Irã têm criado um ambiente de incerteza sobre o futuro das negociações sobre a guerra no Oriente Médio, na véspera do fim do cessar-fogo de duas semanas acordado anteriormente entre os dois países.

De acordo com a Associated Press, nem os EUA nem o Irã confirmaram publicamente a data das negociações, e a televisão estatal iraniana negou que qualquer funcionário já estivesse na capital paquistanesa.

Ainda, fontes da AP revelaram que mediadores liderados pelo Paquistão receberam a confirmação de que os principais negociadores, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, chegarão a capital paquistanesa Islamabad apenas na manhã da quarta-feira, 22.

Por outro lado, nas redes sociais, traders repercutem a notícia da Al Hadath de que Vance deverá chegar a Islamabad nas próximas horas. Anteriormente, Trump havia dito que a delegação americana viajaria nesta terça-feira ao local de negociações.

Segundo o Tehran Times no X, até o momento, o Irã não enviou nenhuma delegação, de qualquer nível, à capital paquistanesa para o diálogo com Washington.

Em meio às expectativas sobre o potencial encontro, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que as forças armadas do país estão prontas para entrar no país persa, enquanto citou que o Irã não tem opção a não ser enviar uma missão para as conversas.

Na mesma linha, o repórter da Axios Barak Ravid revelou em publicação no X que o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, o General Dan Caine, disse que Washington está pronto para retomar grandes operações de combate contra o Irã a qualquer momento.

 

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IMBRÓGLIO

Líder do parlamento do Irã diz que bloqueio naval dos EUA é medida 'desajeitada e ignorante'

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) informou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que a medida dos EUA seja suspensa

18/04/2026 23h00

Petróleo é um peça-chave nas negociações diplomáticas entre EUA e Irã

Petróleo é um peça-chave nas negociações diplomáticas entre EUA e Irã Foto: Divulgação

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O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, classificou neste sábado, 18, o bloqueio naval de embarcações e portos iranianos pelos Estados Unidos como uma decisão "desajeitada e ignorante". A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) informou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que a medida dos EUA seja suspensa.

"O que significa o cerco? Isso significa que todos podem transitar, exceto o Irã. Que decisão desajeitada e ignorante!", declarou Ghalibaf, em entrevista ao canal iraniano Press TV. "Então, se existe o estreito, e se nós e todos que querem transitar estão lá, todos podem transitar, exceto nós? Isso é possível? Isso é um erro sobre outro erro", criticou.

Dirigindo-se ao povo iraniano, o líder do parlamento disse que a rota de navegação está sob controle do país persa. Falando sobre as negociações ocorridas em Islamabad, no Paquistão, entre uma delegação iraniana e outra dos EUA, que terminaram sem sucesso, Ghalibaf disse que os negociadores americanos queriam enviar varredores de minas ao estreito, ao que ele se opôs.

"Nos opusemos firmemente a isso. Consideramos que isso seria uma violação do cessar-fogo e que se eles tomassem essa ação, nós iríamos atacar. Estávamos a um passo do confronto. Eles recuaram", relatou o parlamentar.

Enquanto estava no Paquistão, continuou, um colega do governo iraniano entrou em contato com ele para contar que um varredor de mina dos EUA havia chegado e estava posicionado em um local no qual, se tivesse avançado mais um pouco, teria sido atingido por míssil iraniano.

"Eu disse isso à delegação americana. Falei 'ele está aqui, e se ele for além desse limite, vamos atingi-lo'. Eles nos pediram 15 minutos e ordenaram o retorno do artefato", contou."Então, se há tráfego no estreito hoje e ele está avançando, o controle do estreito está em nossas mãos", reforçou Ghalibaf.

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