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Júpiter, o maior planeta do sistema solar, poderá ser visto a olho nu neste sábado

A boa visibilidade acontece porque o gigante gasoso estará em oposição, fenômeno astronômico que acontece quando a Terra fica diretamente alinhada entre Júpiter e o Sol

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Os amantes da astronomia têm um motivo a mais para observar o céu na noite deste sábado, 10: a possibilidade de ver Júpiter a olho nu. Segundo a Nasa, o maior planeta do sistema solar atingirá o seu ponto máximo de brilho durante todo o ano de 2026

A boa visibilidade acontece porque o gigante gasoso estará em oposição, fenômeno astronômico que acontece quando a Terra fica diretamente alinhada entre Júpiter e o Sol. Esse alinhamento faz com que o gigante gasoso fique maior e mais brilhante no céu.

"Nesse alinhamento, Júpiter parecerá maior e mais brilhante no céu noturno do que em qualquer outro momento do ano", disse a agência especial.

Para observar Júpiter, Nasa recomenda olhar em direção ao leste e buscar a constelação de Gêmeos. O planeta será um dos objetos mais brilhantes do céu.

Outros fenômenos em janeiro

A oposição de Júpiter não será o único evento astronômico de janeiro. Ainda de acordo com a Nasa, no próximo dia 23, Saturno e Lua também chamarão atenção ao estarem próximos um do outro no céu, fenômeno definido como conjunção.

"Uma conjunção ocorre quando objetos no céu parecem próximos uns dos outros, embora na realidade estejam distantes", diz Nasa.

Para avistá-los, basta olhar para o este e verá Saturno logo abaixo da Lua.

negacionismo

Eduardo Bolsonaro critica obrigatoriedade de vacinas no Brasil

Para ele, a obrigatoriedade acaba com o que ele chama de liberdade. Alega, também, que os pais sabem o que é melhor para as crianças do que o poder público

08/08/2026 15h00

Eduardo Bolsonaro mostra um papel em que ele diz assumir a responsabilidade por possíveis danos decorrenes da falta de vacina

Eduardo Bolsonaro mostra um papel em que ele diz assumir a responsabilidade por possíveis danos decorrenes da falta de vacina

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Em meio a um surto de sarampo em São Paulo, que até agora registrou 23 casos, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro publicou nesta sexta-feira, 7, um vídeo em que critica a obrigatoriedade da vacinação para crianças brasileiras. A lei está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

"No Brasil, papai Lula obriga que todas as crianças se vacinem com tudo quanto é tipo de coisa. E se der alguma coisa errado, certamente ele não será o responsabilizado", afirmou o ex-parlamentar em vídeo publicado no X.

Ele disse ter assinado uma declaração no Texas (estado em que se exilou com a família) para isentar a filha da obrigatoriedade de vacinação e matriculá-la em uma escola. Ele afirmou que o modelo texano deveria ser adotado no Brasil.

"Imprimi esse papel em casa aqui, do governo do Texas, assinei, trouxe em uma espécie de cartório, só que sem fila. Paguei 10 dólares e tá feita a declaração juramentada, onde eu fico responsável pela minha filha não tomar vacinas", disse o irmão do candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Eduardo Bolsonaro afirmou ainda que uma grande fabricante de vacinas, durante a pandemia, isentava-se de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais na própria bula do produto. Para ele, esse episódio reforça a necessidade de o Brasil copiar a política americana, que classificou como uma política de liberdade. Segundo o ex-parlamentar, os pais é que sabem o que é melhor para os filhos, e não deveria existir responsabilização compartilhada com o Estado.

"Até porque se ocorrer algum efeito colateral, ninguém do governo vai ser responsabilizar. Ou talvez muito pelo contrário, né? Vão até abafar uma investigação, que só aumenta a suspeita", afirmou Eduardo.

mundo

Katy Perry critica governo Trump por uso de sua música em vídeo de guerra

Até o momento, Donald Trump e a Casa Branca não se pronunciaram sobre o tema

26/07/2026 22h00

Foto: Reprodução Instagram @katyparry

Foto: Reprodução Instagram @katyparry

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Katy Perry usou seu perfil no X para criticar o governo de Donald Trump, presidente dos EUA, pelo uso da música Firework em um vídeo.

Postado no TikTok, o trecho de nove segundos mostra um bombardeio a uma estrutura iraniana enquanto a letra diz "Boom, boom, boom! Even brighter than the moon!", algo como barulho de explosões seguidos da expressão "mais claro do que a lua".

"Estou profundamente horrorizada e irritada em ver Firework sendo usada pela conta de TikTok da Casa Branca como música de fundo de um vídeo de ataques militares. Eu não aprovei isso, não fui perguntada e certamente não concordo com isso", disse Katy Perry.

A cantora prosseguiu: "Escrevi essa música para ser um símbolo de esperança, cura e força interior para pessoas passando por seus momentos pessoais mais sombrios."

"Ver uma mensagem de autoestima e empoderamento ser usada como trilha sonora de destruição e violência é uma completa violação de tudo que a minha música representa. Minha música é feita para trazer união às pessoas, não para celebrar a guerra", encerrou Katy Perry.

Até o momento, Donald Trump e a Casa Branca não se pronunciaram sobre o tema.

Outras cantoras também criticaram Trump

Não é a primeira vez que Trump enfrenta críticas por parte de cantoras pop pelo uso de músicas em vídeos oficiais. Sabrina Carpenter lamentou o uso da música Juno em material anti-imigração. "Este vídeo é maligno e nojento", disse, em dezembro de 2025.

Já no último mês de março, Kesha esteve em situação parecida à de Katy Perry. A cantora condenou o uso da música Blow em um vídeo mostrando bombardeio militar a um navio.

Há cerca de 14 anos, Katy Perry lançou um clipe vinculado à temática militar, o da música Part Of Me. O vídeo mostra uma mulher que termina o relacionamento e se alista para o exército. Apesar de trazer treinamentos, veículos e armas, não há mortes ou ataques a outras pessoas na produção.

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