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Katy Perry critica governo Trump por uso de sua música em vídeo de guerra

Até o momento, Donald Trump e a Casa Branca não se pronunciaram sobre o tema

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Katy Perry usou seu perfil no X para criticar o governo de Donald Trump, presidente dos EUA, pelo uso da música Firework em um vídeo.

Postado no TikTok, o trecho de nove segundos mostra um bombardeio a uma estrutura iraniana enquanto a letra diz "Boom, boom, boom! Even brighter than the moon!", algo como barulho de explosões seguidos da expressão "mais claro do que a lua".

"Estou profundamente horrorizada e irritada em ver Firework sendo usada pela conta de TikTok da Casa Branca como música de fundo de um vídeo de ataques militares. Eu não aprovei isso, não fui perguntada e certamente não concordo com isso", disse Katy Perry.

A cantora prosseguiu: "Escrevi essa música para ser um símbolo de esperança, cura e força interior para pessoas passando por seus momentos pessoais mais sombrios."

"Ver uma mensagem de autoestima e empoderamento ser usada como trilha sonora de destruição e violência é uma completa violação de tudo que a minha música representa. Minha música é feita para trazer união às pessoas, não para celebrar a guerra", encerrou Katy Perry.

Até o momento, Donald Trump e a Casa Branca não se pronunciaram sobre o tema.

Outras cantoras também criticaram Trump

Não é a primeira vez que Trump enfrenta críticas por parte de cantoras pop pelo uso de músicas em vídeos oficiais. Sabrina Carpenter lamentou o uso da música Juno em material anti-imigração. "Este vídeo é maligno e nojento", disse, em dezembro de 2025.

Já no último mês de março, Kesha esteve em situação parecida à de Katy Perry. A cantora condenou o uso da música Blow em um vídeo mostrando bombardeio militar a um navio.

Há cerca de 14 anos, Katy Perry lançou um clipe vinculado à temática militar, o da música Part Of Me. O vídeo mostra uma mulher que termina o relacionamento e se alista para o exército. Apesar de trazer treinamentos, veículos e armas, não há mortes ou ataques a outras pessoas na produção.

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Boeing 737 desaparece perto de Karachi, no Paquistão

Voo da K2 Airways partiu de Sharjah, nos Emirados Árabes, para Karachi, mas relatou um problema no sistema de navegação

07/07/2026 21h00

Bandeira do Paquistão

Bandeira do Paquistão

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Um Boeing 737 desapareceu do radar nesta terça-feira, 7, perto de Karachi, no Paquistão, com cinco pessoas a bordo. O voo da K2 Airways partiu de Sharjah, nos Emirados Árabes, para Karachi, mas relatou um problema no sistema de navegação e foi atendido pelo Centro de Controle da Área de Karachi (ACC).

Segundo a Autoridade de Aviação Civil do Paquistão, três minutos depois, a aeronave "foi observada no radar descendo rapidamente, acompanhada de uma mudança brusca de rumo". Em seguida, o centro de controle perdeu o contato por radar e a comunicação, 155 milhas náuticas a oeste de Karachi.

Após o incidente, o Centro de Coordenação de Resgate foi acionado e deu início a uma operação de busca e resgate no Mar Arábico para tentar localizar a aeronave.

"Dados preliminares do ADS-B indicam uma perda de altitude, seguida por uma subida e, em seguida, uma segunda perda de altitude repentina e drástica. O último dado recebido da aeronave foi às 16h21 UTC, localizando a aeronave a 1.100 pés AMSL com uma taxa de subida vertical relatada de -22.400 pés por minuto", diz nota o site Flighradar24 sobre a ocorrência.

*Com informações da Associated Press (AP).

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Trump pressiona postos a reduzir preço da gasolina e ameaça: 'grandes problemas virão'

Combustível nos EUA subiu em torno de 33% depois do começo da guerra contra o Irã, no final de fevereiro

30/06/2026 07h18

Presidente dos EUA, Donald Trump alega que o preço do petróleo voltou aos patamares de antes do início da guerra contra o Irã

Presidente dos EUA, Donald Trump alega que o preço do petróleo voltou aos patamares de antes do início da guerra contra o Irã

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cobrou uma redução imediata no preço da gasolina no país. Em publicação no Truth Social, ele afirmou que os combustíveis continuam caros apesar da queda no valor do petróleo no mercado internacional e fez um apelo direto aos revendedores.

"Os revendedores de gasolina precisam baixar seus preços IMEDIATAMENTE! Estão muito altos, considerando que o petróleo está agora a US$ 68 o barril e continua caindo", escreveu na noite de segunda-feira, 30.

Na mensagem, Trump afirmou que os postos devem repassar a redução dos custos aos consumidores e disse que não aceitará aumentos motivados por especulação. "É totalmente ilegal. Se os revendedores não fizerem isso, grandes problemas virão!", declarou.

A cobrança ocorre após integrantes do governo defenderem que a recente queda das cotações do petróleo deve ser refletida rapidamente nas bombas. Também na segunda-feira, o secretário do Interior dos Estados Unidos, Doug Burgum, afirmou que o preço da gasolina pode voltar rapidamente ao patamar de US$ 3 por galão, depois de ter ultrapassado US$ 4 nas últimas semanas.

Em entrevista à Fox News, Burgum atribuiu a expectativa ao aumento da oferta de petróleo no mercado e afirmou que a flexibilização das sanções à Venezuela, descrita por ele como uma aliada estratégica dos Estados Unidos, também contribui para a redução dos preços pagos pelos consumidores americanos.

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