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Polícia Militar Rodoviária apreende 1,7 tonelada de drogas em Amarok e Sandero

Prejuízo estimado ao crime foi de R$ 4.865.000,00

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Policiais militares do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), do Batalhão de Polícia Militar Rodoviáia (BPMRv), apreenderam 1.740 kg de entorpecentes, sendo 1.600 kg de maconha e 140 kg de Skank, na madrugada desta quarta-feira (22), em Ponta Porã, município localizado a 353 quilômetros de Campo Grande.

Um casal foi preso. O prejuízo estimado ao crime foi de R$ 4.865.000,00.

Conforme apurado pela reportagem, os policiais realizavam patrulhamento noturno pela região, quando viram três homens, que ao notarem a presença policial, comportaram-se de maneira suspeita.

Os militares deram voz de abordagem, mas eles desobedeceram, saíram correndo e entraram em uma casa.

A equipe policial acessou a residência e viu que dois pularam pelo muro dos fundos, mas um não conseguiu, caiu no chão e foi capturado.

Ele foi preso em flagrante junto com a namorada, que também estava na residência. Os outros dois não foram localizados.

No quintal, havia dois veículos, sendo uma caminhonete Volkswagen Amarok e um Renault Sandero, recheados de droga. Na Amarok havia 1.600 kg de maconha e no Sandero 140 kg de Skank.

Após identificação veicular, foi constatado que os veículos estavam com registro de roubo/furto no estado de Minas Gerais.

O casal, as drogas e os veículos foram encaminhados à delegacia.

Neste domingo (19), o DOF apreendeu 10,1 mil kg de maconha, em três caminhonetes: Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford F250, na rodovia MS-180, em Japorã, município localizado a 453 quilômetros de Campo Grande.

O prejuízo estimado ao crime foi de R$ 20,8 milhões. Até o momento, esta é a maior apreensão de maconha do ano.

Nesta terça-feira (21), o DOF apreendeu 1.524 kg de maconha, em uma residência localizada no bairro Moreninhas II, em Campo Grande.

Números da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 579,42 toneladas de maconha foram apreendidas, de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2024, em Mato Grosso do Sul.

Operação Dupla Face

PF prende PM aposentado envolvido no tráfico de armas

Sargento teve o porte de arma suspenso e bens e valores sequestrados pelas autoridades

06/03/2026 08h08

Operação Dupla Face foi desencadeada pela PF e PM

Operação Dupla Face foi desencadeada pela PF e PM DIVULGAÇÃO/PF

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Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, em combate ao tráfico internacional de armas de fogo, nesta sexta-feira (6), durante a Operação Dupla Face, em Ponta Porã, município localizado a 313 quilômetros de Campo Grande.

A ação mira um sargento da Polícia Militar aposentado, que possivelmente atuava como fornecedor de armamentos clandestinos, realizava viagens frequentes a fronteira e apresentava movimentação financeira incompatível com seus rendimentos declarados.

Ele teve o porte de arma suspenso e bens e valores sequestrados pelas autoridades. A ação contou com apoio da Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) apontam que 214 armas foram apreendidas, entre 1° de janeiro e 6 de março de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Das 214 armas apreendidas,

  • 154 foram apreendidas em janeiro
  • 60 foram apreendidas em fevereiro
  • 51 são revólveres
  • 39 são pistola
  • 1 é rifle
  • 1 é arma de pressão
  • 2 são carabinas
  • 6 são espingardas
  • 3 são fuzis
  • 110 correspondem a "outras armas" - que estão adulteradas ou com a numeração raspada

A apreensão de armas pela polícia é fundamental para a segurança pública pelos seguintes motivos:

  • Interrupção do ciclo de violência
  • Preservação de Vidas e Redução da Violência
  • Redução da letalidade
  • Desarticulação do Crime Organizado
  • Fortalecimento da inteligência e investigação

Geralmente, o destino de armas apreendidas é depósito judicial (permanência sob custódia do Estado) e destruição (armas são destruídas pelo Exército Brasileiro). 

REGIME FECHADO

Homem é condenado a 32 anos de prisão por torturar esposa e filhos

Ele torturou, estuprou e praticou vários tipos de violência contra sua família ao longo de aproximadamente 20 anos

27/02/2026 11h35

Fachada do MPMS, em Campo Grande

Fachada do MPMS, em Campo Grande DIVULGAÇÃO

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Homem, que não teve a identidade divulgada, foi condenado a 32 anos, 10 meses e 23 dias de prisão em regime fechado, pelos crimes de tortura, estupro de vulnerável, violência psicológica e lesões corporais, praticados contra sua companheira e filhos ao longo de aproximadamente 20 anos.

A denúncia indica que as vítimas eram agredidas com martelo, mangueira ou raquete elétrica; sofriam violência física, psicológica e sexual; eram ameaçados de morte; vigiados por câmeras e expostos a castigos humilhantes, de 2005 a 2025, no Jardim Colibri, em Campo Grande.

O réu praticou estupro de vulnerável, em 2010, aproveitando-se de momentos em que a vítima dormia profundamente, além de estupro mediante violência, em 2021, quando a constrangeu a ato libidinoso sob acusação de traição.

Os depoimentos da vítima, das filhas, da mãe da vítima e demais testemunhas foram decisivos para confirmar o ciclo contínuo de violência e o controle absoluto exercido pelo autor em casa, tendo em vista a importância da palavra da vítima no contexto de violência doméstica.

A 48ª Promotoria de Justiça de Campo Grande ainda sustentou que os depoimentos foram firmes, detalhados e compatíveis com o histórico de violência familiar.

Os relatos das jovens revelam sequelas emocionais profundas, como crises de pânico, pesadelos recorrentes e medo constante.

A condenação se deu por intermédio do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 48ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

A sentença, proferida pela 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campo Grande e assinada pela Juíza Tatiana Dias de Oliveira Said.

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