Colunistas

GIBA UM

"A terra foi ceifada, salgada e todas as suas possibilidades cortadas"

de DANIEL FILHO // 86 anos, diretor de cinema, lamentando o digital e o streaming

Continue lendo...

Entre 1970 e 2020, 250 longas-metragens brasileiros superaram a marca de um milhão de espectadores nas salas de cinema, em média cinco produções por ano, segundo dados da Ancine. Entre março de 2020 e outubro de 2023, contudo, o enredo mudou.

Mais: o número de filmes nacionais a atingir essa marca de espectadores é zero. Turma da Mônica: lições (2021) e Tô ryca 2 (2022), tiveram público de cerca de 500 mil, muito distante dos 11,6 milhões que assistiram Minha mãe é uma peça 3 entre o final de 2019 e começo de 2020.

In – Cinema: Plauto, um Sopro Musical

Out – Cinema: Oficina do Diabo

 O direito de ser autêntica

A atriz Nanda Costa está aguardando ansiosamente para a chegada de 2024 que será movimentado. Primeiro porque dará vida a Milena na segunda temporada da série Justiça. Sua personagem se envolverá romanticamente com Jordana vivido por Paolla Oliveira.

E ainda voltará ao cinema numa adaptação do livro de Milly Lacombe O Ano em que Morri em Nova York. Assumidamente homossexual e casada com a percussionista e cantora Lan Lan confessou que todas as coisas que ela fez até hoje, inclusive se assumir foi com medo. “Tinha medo de assumir, medo de me tirarem do armário à força, medo de abraçar as minhas amigas. Sentia como se estivesse sendo vigiada, mas isso já faz muito tempo. Achava que não era possível ter filho. Como ia ter filho com outra mulher? Entendi que a gente é amor, é uma família. Assumi isso publicamente e minha vida não parou, pelo contrário”.

Ela disse que sonhou em ser jogadora de futebol e que cada trabalho, e principalmente prêmio que recebe dedica ao seu avô, que foi fundamental para trilhar seu caminho de autenticidade e perseverança. “Meu avô foi a pessoa que me ensinou a sonhar”. Mãe das gêmeas Kim e Tiê, não romantiza a gravidez, disse que tudo é difícil principalmente porque são duas vidas e revelou também que teve depressão pós parto, mesmo assim diz que a maternidade trouxe benefícios. “A maternidade me trouxe uma paciência maior”.

Parte do PT apoia o Hamas

“Resistência não é terrorismo” – é assim que começa o manifesto de apoio ao Hamas assinado por grupo de deputados do PT e outros simpatizantes do Movimento de Resistência Islâmico, em 2021 protestando contra declaração de Priti Patel, secretária do Interior da Inglaterra, chamando o grupo de “organização terrorista” e “radicalmente antissemita”.

E acentuam: “A resistência é um legitimo direito dos palestinos contra a ocupação e as reiteradas violações dos direitos humanos, bem como os crimes de guerra”. Lula classificou como “terrorista” o bloco que atacou Israel sem citar o Hamas e o embaixador de Israel, Daniel Zinshine, reclamou que o governo deveria ter “posição mais firme contra o movimento”.

Algumas redes exibiram nas últimas horas (e depois, retiraram do ar) corpos de crianças degoladas e houve muitos bombardeios de Israel com os vizinhos Líbano e Síria. Dois ministros de Lula, Paulo Pimenta (Comunicação) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) estavam entre os parlamentares que assinaram o manifesto contra a secretária britânica. Da lista ainda constam os deputados petistas Zeca Dirceu (PR), Erika Kokay (DF), Professora Rosa Neide (MT), Ênio Verri (PR), Helder Salomão (ES), Nilto Tatto (SP), Padre João (MG) e Paulão (AL). Ainda Lula: ele chamou de “falecimento” a morte de um brasileiro atingido pelos radicais do Hamas.

Herdeiros no futuro

Ainda debaixo de muita crítica, não pela criação em si, mas pelo uso indevido, a inteligência artificial vem cada vez ganhando mais espaço, principalmente para recriação de imagens e projeções de pessoas no futuro, ou até mesmo de como seriam seus filhos com determinado parceiro. Nesta febre algumas mídias divulgaram algumas projeções de como serão os futuros herdeiros do trono britânico: o príncipe George (segundo na linha sucessória depois do pai o príncipe Willians), a princesa Charlotte (terceira na linha sucessória) e príncipe Louis, o quarto da linha sucessória que está à frente de seu tio o príncipe Harry, que abriu mão do título da realeza.

203 tiroteios

Em setembro, Salvador registrou 203 tiroteios – uma média de um a cada três horas e meia. O levantamento é do Instituto Fogo Cruzado, que registrou a morte de 143 pessoas e outras 43 feridas com as trocas de tiros na cidade. A maior parte dos tiroteios nasceu em operações policiais (74), disputa entre grupos armados (20) e perseguições (1), que paralisaram o funcionamento de partes de Salvador em determinados momentos do dia.

Muito longas

333 A Faria Lima até votaria em Fernando Haddad se ele trocasse de partido. Mesmo achando que a mistura de ortodoxia e heterodoxia tem uma combinação além do recomendável. Há senões: a insuficiência do corte de gastos é um deles. Outros são a reforma tributária da renda, a que mexe com dividendos, redução do IR para pessoas física e outros. No entanto, o que incomoda mais a banca é o timing. Executivos acham que Haddad perde muito tempo em longas negociações de medidas que exigem rapidez.

Vazia

Com o vice-presidente Geraldo Alckmin, Rodrigo Pacheco (presidente do Senado), Arthur Lira (presidente da Câmara), boa parte dos ministros do Supremo (o novo presidente Luís Roberto Barroso está na Europa), Fernando Haddad e até o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, viajando cada um para um canto do mundo, associando feriadão e vários eventos, não sobrou ninguém em Brasília – além de Lula e Janja. Nem havia pessoal para articulações por cadeiras vagas na PGR e no STF e tampouco para a agenda econômica da Fazenda andar no Congresso. Arthur Lira nomeou o relator de projetos para incrementar a arrecadação, mas logo voou para um demorado tour entre China e Índia (fica fora também na semana que vem).

ÍNDIA-MERCOSUL

333 O Brasil tentará um acordo de livre comércio entre o Mercosul e Índia. A iniciativa defendida pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin. O acordo atual foi celebrado em 2004 e vigente desde 2009, mais ainda considerado tímido diante do potencial de comércio entre as partes. Em 2022, a corrente comercial entre Mercosul e Índia somou apenas US$ 23,2 bilhões, representando 2,7% do comércio do bloco com o mundo. Alckmin quer aumentar a lista de produtos que integram o comércio bilateral entre os dois países. Hoje, são apenas óleo de soja, petróleo e ouro.

Direitos fundamentais

Depois de batalhas envolvendo porte de drogas, direito ao aborto e demarcação de terras indígenas, a cruzada parlamentar teve novo round esta semana. A Comissão de Previdência e Assistência Social da Câmara aprovou projeto de lei que proíbe o casamento de pessoas do mesmo sexo. Muitos parlamentares, antes da votação, reclamavam “da interferência do Judiciário” e que “juízes não teriam direito de se contrapor à vontade do Congresso”. Juristas e analistas dizem que a democracia não se resume à regra da maioria. A defesa dos direitos fundamentais de todos inclui minorias políticas e sociais. E mais: em países democráticos, quem cuida disso são as cortes constitucionais – que é o caso do Supremo.

CONGELADO

A reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) marcada para hoje poderá ser suspensa pelo governo. A pauta é a polêmica definição do novo teto de juros para empréstimos consignados de aposentados e pensionistas do INSS. A proposta é do Ministério da Fazenda e a ideia é que o encontro aconteça apenas na primeira semana de novembro. Com isso o teto dos juros do consignado permaneceria congelado até a próxima reunião do Copom, em 31 de outubro, como querem os bancos. Carlos Lupi, ministro do Trabalho, batalha pela redução de juros do consignado de 1,91% para 1,84%.

É o Brasil!

Enquanto Lula se omite da decapitação de crianças e bebês e da execução de jovens brasileiros, seu assistente de Assuntos Internacionais Celso Amorim defende o Hamas e o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, está em turnê pelo Pacífico Sul. Já visitou Jacarta e Camboja. Também Comissões da Câmara e do Senado que tratam de temas internacionais nem pensam em convocar reuniões para discutir o terror em Israel. Na Câmara, a única reunião prevista, dia 19, será para discutir “importação de laticínios” e no Senado, a última reunião da Comissão de Relações Exteriores foi em setembro e não há nada de novo marcado.

NOVAS AÇÕES

Novas conversas entre Lula (por videoconferência) e assessores de política externa teriam aprovada novas ações para definir um posicionamento do Brasil diante do confronto Israel-Hamas. Uma seria o envio de uma carta aberta de Lula a todos os 193 países membros da ONU, o que já aconteceu. Outra ideia é uma manifestação do presidente por meio do Conselho de Segurança das Nações Unidas, temporariamente presidido pelo Brasil. A terceira hipótese poderia ser um posicionamento de Lula ao G20. Essa não emplacará: afinal trata-se de um clube de ministros da Fazenda e autoridades monetárias.

MISTURA FINA

A GALAXY Entertainment, de Macau, está avisando o ministro do Turismo, Celso Sabino, que tem interesse em operar no Brasil. representantes da companhia acenam com um investimento da ordem de R$ 200 milhões para instalação de um resort e um cassino no Nordeste. Um dos interlocutores do grupo no Congresso seria o senador Irajá (PSD-GO) e a Galaxy chegou na hora certa. Sabino é reconhecidamente defensor da reabertura dos cassinos, jogos eletrônicos e apostas esportivas.

A PETROBRAS quer recomprar a Liquigás, que pertence à Copa Energia, mas que carrega ainda grande associação da estatal com as camadas mais baixas da população, histórica base de Lula. E mais: a operação seria vital para posicionar a Petrobras na direção da sustentabilidade. E não foi por outro motivo que Jair Bolsonaro instituiu o Auxílio Gás no apagar das luzes em 2021, ano anterior às eleições presidenciais, o que, inclusive, lhe valeu uma investigação do TCU.

GILBERTO Kassab, presidente do PSD, está batalhando para conseguir uma cadeira no Banco do Brasil e Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, ajuda. Querem indicar Gustavo Junqueira para vice-presidência do agronegócio, dona de um orçamento de R$ 240 bilhões a valores de 2023. Atualmente, Gustavo é conselheiro da Sociedade Rural Brasileira, entidade que já comandou.

O GRUPO Sada e a chinesa BYD estão se aproximando. O conglomerado mineiro, que reúne negócios na área de logística, autopeças, revenda de veículos e biocombustíveis, saiu na frente na disputa pela operação de transporte e distribuição dos veículos que serão produzidos em Camaçari. A Sada “está em casa”: com faturamento anual superior a R$ 6 bilhões era responsável pela logística de grande parte da produção da Ford na fábrica baiana, vendida à BYD. Os “caminhões cegonhas” constituem um dos segmentos mais concorridos desse mercado. No ano passado, faturou R$ 10,7 bilhões. Fiat, Volkswagen e General Motors desembolsam por ano mais de R$ 4,5 bilhões nesse tipo de transporte.

ALÉM da poderosa H&M, do setor de moda, outra grande varejista sueca está rondando o Brasil. É a Ikea, uma das grandes redes europeias de moveis e decoração. Representantes da empresa já conversaram com grande grupo da área de shoppings centers. A entrada no Brasil teria processo mais amplo de investimento. A Ikea abriu sua primeira loja na Colômbia e já opera no Chile e no Peru. O país vive, à propósito, período conturbado de varejo de móveis e artigos do lar. A Tok&Stok precisou de um aporte de R$ 100 milhões e a Camicado desativou 13 lojas neste ano. A Etna fechou. A Ikea tem 450 lojas em 50 países.

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

Continue Lendo...

Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Continue Lendo...

Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).