Colunistas

artigos

Mulher e a sua vulnerabilidade no acesso à previdência

Fica explícito que as mulheres estão mais suscetíveis do que os homens a desenvolver qualquer tipo de doença

Continue lendo...

Quando a gente começa a fazer pesquisas sobre a saúde mental e sobre as psicopatologias como todo, fica explícito que as mulheres estão mais suscetíveis do que os homens a desenvolver qualquer tipo de doença.

Minha primeira reação diante dos números foi pensar: “Será que voltamos àquele lugar do início do século 20, em que a ‘histeria’ esteve presente em enciclopédias e manuais de puericultura 
e obstetrícia como representações do feminino e das doenças ‘de mulheres’?”.

Confesso que isso me indignou inicialmente. Mas persisti nas reflexões, até que me deparei com a pesquisa da ONG Think Olga, do ano passado, a qual apontava que, no contexto pós-pandemia, 45% das mulheres brasileiras obtiveram diagnóstico de ansiedade, depressão ou algum outro transtorno mental.

Foram ouvidas 1.078 mulheres entre 18 e 65 anos. A conclusão é meio óbvia, mas precisamos falar sobre o óbvio: elas estavam completamente esgotadas, físico e mentalmente, por desempenharem múltiplas tarefas, além de não terem segurança financeira adequada nem tempo de descanso.

O adoecimento psíquico das mulheres aponta para um cenário social disfuncional em que elas ingressaram no mercado de trabalho, mas continuaram responsáveis pelos cuidados com a casa, os filhos e os idosos. Além disso, quase sempre recebiam salários menores justamente por acumularem as outras funções ligadas 
à família.

Aqui chegamos a um ponto crucial para compreender esse desequilíbrio, que são as crenças que depositam nos ombros da mulher o papel de cuidar dos outros. 

Meninas ainda são socializadas a desenvolver mais habilidades cuidadoras (brincar de boneca e casinha, por exemplo), enquanto meninos são estimulados a brincadeiras de sobrevivência e jogos.

É importante destacar que a educação exerce forte impacto na saúde mental de homens e mulheres. Como são criados para desenvolver forte senso de independência, coragem e autoestima, os homens naturalmente se cuidam e priorizam mais, enquanto as mulheres têm dificuldade para cuidar de si mesmas.

Costumo usar a metáfora do momento em que estamos no avião e o comissário de bordo explica o que fazer se houver um problema: “Em caso de despressurização, máscaras cairão automaticamente. Coloque a máscara de oxigênio primeiro em você. Só depois auxilie os outros, 
caso necessário”.

Fui pesquisar o porquê primeiro em mim e só depois na outra pessoa. Descobri que durante a despressurização da cabine, costuma faltar oxigênio.

Se você tentar colocar a máscara primeiro em outra pessoa, poderá desmaiar por falta de oxigênio – e assim ambos morrem. Portanto, a orientação é simples: coloque a máscara primeiro em si mesmo.

Acontece que, no dia a dia, as mulheres não têm conseguido “colocar a máscara” primeiro em si mesmas: elas priorizam as necessidades dos filhos, do marido, dos pais, do trabalho... E não podemos responsabilizá-las, pois internalizaram, desde muito pequenas, que precisam cuidar das outras pessoas.

No processo psicoterapêutico, a gente passa a olhar para todas essas crenças, com o objetivo de ressignificar, dando espaço para a construção do amor-próprio das pacientes.

Não é sobre deixar de amar ou cuidar do outro, mas sobre ter uma relação amorosa e gentil consigo mesma, 
o que vai permitir equilibrar melhor as atividades e resgatar a saúde.

Durante o mês da mulher, é importante debater pautas prioritárias, entre elas, os cuidados com a saúde mental das mulheres, uma vez que elas desempenham papéis fundamentais na família e na comunidade.

Além disso, mulheres saudáveis são mais produtivas, felizes e contribuem para o desenvolvimento cultural, social e econômico do País.

Giba Um

"Lógico que não estou feliz com esse Congresso. Um Congresso que não dá nenhuma resposta à sociedade

...É um Congresso que não está à altura da sociedade brasileira e precisa ser melhorado", de Gilberto Kassab, cujo projeto pessoal é ser governador de São Paulo - e que não será vice de Tarcísio.

20/02/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

Continue Lendo...

Depois de conseguirem afastar o ministro Marco Buzzi, do STJ, ministros da Corte entraram em contato com ele aconselhando o acusado por assédio sexual a antecipar o julgamento do processo e pedir, por conta própria, a aposentadoria antecipada. Buzzi,68 anos, está pensando na alternativa.

MAIS: afastado do STJ, ele recebeu 1,19 milhão de reais em remunerações ao longo de 2025. A média mensal foi de 99 mil reais, mais do que o dobro do teto salarial. Se escolher a aposentadoria, receberá mensalmente o teto que, em caso de morte, passa diretamente à sua viúva.

Bancada Master

Os dois partidos que declararam apoio a Dias Toffoli após seu afastamento do caso Master são de direita: Partido Progressistas (PP) e União Brasil. O ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, é do PP. Lira indicou para o TCU o ministro (e ex-deputado dos Republicanos) que atropelou o BC nesta novela de Vorcaro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é do União Brasil, estado que colocou dinheiro no Master. O deputado que assina a nota em defesa de Toffoli, é o autor da emenda PEC 65, que teria aumentado o valor da cobertura do Fundo Garantidor de Crédito de R$ 250 mil para R$ 1 milhão.

Dose dupla 1

A escolha do ministro André Mendonça (STF) para a relatoria do caso do Banco Master foi divulgada como resultado de um sorteio. Contudo, muitos apostam que Mendonça recebeu a relatoria por "prevenção". Ele é relator do roubo a aposentados e pensionistas do INSS, que se conecta com o inquérito que apura a suspeita de que o banco de Daniel Vorcaro teria fraudado empréstimos consignados também não autorizados por segurados.

Dose dupla 2

De acordo com a lei e o regimento, André Mendonça seria "juiz prevento" do caso, mas a bancada de Lula no STF resistia à possibilidade. Toffoli disse, em princípio, de que não haveria motivo para se afastar da relatoria, alegando que não fez nada de errado. Mas acabou cedendo à pressão dos colegas e entregou os pontos. Muitos acharam que a chance do caso "sobrar" para André Mendonça foi usada para manter Toffoli na posição. Só que a situação do ex-relator era insustentável. Lula agora até estimula o impeachment de Toffoli: está de olho na vaga que surgiria no Supremo.

Exemplo do STM

Para definir o novo relator do caso Master, faltou ao STF seguir a iniciativa da presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha que, no começo do mês, instalou um telão e convidou a imprensa para acompanhar o sorteio eletrônico, ao vivo, dos relatores e revisores dos processos de perda de patente do ex-presidente Bolsonaro, mais três generais e um almirante condenados por tentativa de golpe de Estado em 2022. Foi considerado um gesto inédito de transparência que deveria inspirar outros tribunais onde técnica e detalhes de sorteios de relatores são nebulosos.

Sem ataques

Conselheiros de Flávio Bolsonaro (PL) dizem que ele não pretende aproveitar a crise envolvendo o ministro Dias Toffoli para fazer ataques ao Supremo. Existiam duas razões para isso: abrir essa frente traria memórias do governo do pai e ofuscaria o bom momento de sua candidatura, que encostou em Lula em algumas pesquisas. Além disso, a avaliação é que Toffoli, ex-petista, é muito mais identificado com o presidente Lula que o nomeou, mesmo ele sendo reprovado em dois concursos para juízes. O desgaste, para Flávio, ficaria muito mais na conta do atual ocupante do Planalto.

Giba Um

Balanço do carnaval

O Carnaval de 2026 ressaltou uma tendência que já estava em ascensão: um planejamento aprimorado e uma redução no improviso. Enquanto os participantes se deliciavam com o esplendor e a emoção nas ruas, as escolas de samba e as prefeituras se organizaram com uma antecedência sem precedentes, dando ênfase à profissionalização, captação de recursos e à organização logística (com algumas exceções). Com investimentos públicos significativos, a expectativa de milhões de foliões durante as festividades e um planejamento com enfoque no turismo como um meio econômico, o Carnaval de 2026 revelou que a maior celebração popular do país se converteu, cada vez mais, em um extenso projeto de gestão, branding e cultura de mercado. E  como  2026 está se destacando como um dos cinco mais quentes registrados até agora, exibindo temperaturas altas semelhantes às de 2025, que ficou em terceiro lugar na classificação histórica, em razão do considerável efeito do aquecimento global, nestes 5 dias de folia nas ruas de todo Brasil (e ainda virão mais; o pós-carnaval e o desfile das campeãs no próximo sábado), as tendências dos foliões e exibir mais a pele nesta época. Tanto no sambódromo, quanto nas ruas, quanto nos camarotes a predisposição de deixar barrigas e pernas de foram proporcionais com o brilho e o pique exibindo pelos estados brasileiros. Com tanta exposição das celebridades é claro que surgiram críticas boas e ruins para todos que se dispuseram a exibir suas curvas.  Entre tantas  que se exibiam nos camarotes dos sambódromos ou do circuito baiano estavam Erika Januza, Scheila Carvalho, Clara Moneke, Gkay, entre muitas outras.

Campanha de Flávio: Michelle insultada

É muito mais complicada a decisão de Michelle Bolsonaro de não fazer campanha para Flávio. Alguns amigos estão tentando interceder achando que um pedido de desculpas pode resolver a crise, iniciada por conta de uma mensagem enviada pelo enteado, quando acusou a ex-primeira-dama de estar tramando contra sua candidatura. Michelle achou que foi insultada, prefere nem falar com Flávio que, por sua vez, tenta espalhar que está tudo bem, que "fala diretamente com Michelle" e acha que tudo "é fabricado por fontes ocultas e mentirosas". Contudo, o "01" não fornece nomes ou grupos que estejam trabalhando contra sua candidatura, "o que atinge também meu pai". Michelle continua afastada da presidência do PL Mulher desde dezembro do ano passado. Ela alega questões médicas. Na realidade, foi uma forma de mostrar ao próprio Bolsonaro que não admitira escolher Flávio para disputar o Planalto sem falar com ela. Na história da família, Michelle nunca foi muito chegada nem a Flávio, menos ainda a Eduardo e Carlos, com quem passou anos sem cumprimentar. Há em Michelle a certeza de que se elege senadora pelo DF, mas gostaria mesmo de ser a vice de uma sonhada candidatura de Tarcísio de Freitas.

Também Nikolas

Tem também outra figura bolsonarista –  e amigo de Michelle –  que está sendo pressionado por Flávio porque teria dito aos mais chegados que não fará campanha pelo "01": é o deputado Nikolas Ferreira, que admitiu em parte a distância. "Estarei na campanha, sem participar ativamente no processo. Flávio é o escolhido pelo presidente Bolsonaro e terá meu apoio". Nikolas queria ter participado do planejamento. Detalhe: Michelle apoia Nikolas e considera o deputado "um verdadeiro filho de Bolsonaro".

Giba Um

 O amor está no ar

A supermodelo Alessandra Ambrósio compartilhou álbum de fotografias em suas redes sociais que retrata uma sessão sensual com seu namorado, Buck Palmer, um designer de joias australiano. As fotos, em preto e branco, foram capturadas para celebrar o Valentine’s Day, (comemorado no sábado,14 nos Estados Unidos e alguns países da Europa). Nas imagens, o casal exibe uma atmosfera de intimidade, trocando carinhos e beijos, vestindo apenas jeans. " Com vontade de...  meu amor",  foi a legenda que ela escolheu para a postagem. A modelo brasileira, de 44 anos, está em um relacionamento com Buck Palmer, um ex-modelo, desde o final de 2024. O relacionamento foi oficializado em suas redes sociais no início de dezembro daquele mesmo ano. É o terceiro relacionamento depois do fim de seu casamento com o empresário norte-americano Jamie Mazur, que chegou ao fim em 2018. O casal frequentemente mostra trechos de suas aventuras e viagens pelo Brasil, incluindo lugares como Fernando de Noronha e Florianópolis, além de seus momentos a sós, que refletem um estilo de vida relaxado, romântico e praiano.

Giba Um

 Poderoso

André Esteves aproveitou a conferência do BTG deste ano, na semana passada, para mostrar sua influência não apenas entre autoridades brasileiras, mas também entre políticos norte-americanos. O troféu do banqueiro foi o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que ele convidou pessoalmente para o encontro e que foi entrevistado por Esteves em um grande painel virtual. Esteves e Bessent têm relação próxima desde a época em que ambos circulavam no entorno de George Soros, hoje alvo de críticas de Trump.

Memória

Para quem tem a memória curta: antes de virar candidato à Presidência por escolha do pai, em julho do ano passado, Flávio Bolsonaro (na época, Eduardo tinha certeza de que seria ele a disputar o Planalto) afirmou que o grupo do ex-presidente só apoiaria um candidato  à Presidência da República disposto a impor ao Supremo a aprovação do indulto para Jair Bolsonaro. E assegurava: "Estamos falando da possibilidade de uso da força, da interferência em outro poder". Como diz Miriam Leitão, "não há um moderado de nome Bolsonaro".

Nada de novo

Nem chega a ser surpresa, embora precoce e já usada por vários políticos na história recente: o candidato Flávio Bolsonaro assumiu o compromisso de não tentar se reeleger, caso consiga impedir a reeleição de Lula no comando do Planalto. Ele argumentou que "um presidente precisa governar tomando decisões que visem o futuro do país e não em seu projeto próprio de reeleição, porque o Brasil está acima de tudo. Assino qualquer proposta que o mandato seja apenas para uma vez". Os mais veteranos morreram de rir: já ouviram a promessa dezenas de vezes. Outros acham que ele está começando a usar salto alto.

Mistura Fina

Lula deverá mandar em março a indicação oficial de Jorge Messias para uma vaga no STF: acha que Davi Alcolumbre não prejudicará a sabatina do Senado. Evangélico Messias acaba de voltar de um retiro espiritual. Para católicos como Lula, a quaresma começou ontem, Quarta-Feira de Cinzas é tempo de reflexão. E se der certo, mais viagens prolongadas ao exterior.

Aliados de Lula dizem que as últimas pesquisas que apontaram consolidação de Flávio Bolsonaro na segunda posição, com diferença apertada para o presidente, já inviabilizam uma candidatura de centro. Segundo uma figura próxima de Lula, "a terceira via está fadada a passar vergonha". Hoje, o candidato mais competitivo deste campo é Ratinho Jr. (PSD), que tem marcado entre 8% e 10%. Ou seja: a polarização de 2022 já se repetiu e a subida de Flávio não surpreende.
 
Ciro Nogueira tem a fala de ser "rápido no gatilho". Em meio à reconciliação com Lula, já manobra para a colocação de aliados no atual governo. O empresário piauiense José Trabulo Junior está cotado para voltar à gestão da Caixa Econômica ou assumir um cargo no Banco do Nordeste. Conterrâneo e ligadíssimo a Nogueira, Trabulo foi exonerado da função de consultor da presidência da Caixa Econômica Federal em outubro do ano passado.
 
Mais: naquela época, o governo decidiu fazer uma limpa em nomes indicados pelo PP para ministérios e estatais após uma sequência de derrotas em votações no Congresso. Homem de confiança do senador piauiense, Trabulo chegou a atuar diretamente na campanha de Jair Bolsonaro à reeleição, em 2022. À essa altura, com a reaproximação de Nogueira e Lula, esse se torna um pecadilho de menor importância.
 
Nenhum dos advogados que atuam na defesa do caso do Banco Master pediu a retirada da ação do âmbito do Supremo. O retorno à primeira instância da Justiça poderia ser requisitado pelos representantes dos acusados, como o dono Master, Daniel Vorcaro, mas até agora ninguém se mexeu. O caso foi todo ao STF por ordem de Toffoli pelo suposto envolvimento de um deputado.

In –  Consultor de investimentos

Out –  Analista de crédito

CLAÚDIO HUMBERTO

"O diabo faz a panela, mas não faz a tampa"

Marcel van Hattem (Novo-RS) após a escola de samba que bajulou Lula ser rebaixada

19/02/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Continue Lendo...

Diante do TSE omisso, agiram os juízes do Carnaval

Enquanto magistrados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os membros do Tribunal de Contas da União (TCU) ignoraram e autorizaram, por omissão, a propaganda eleitoral de Lula no desfile da escola Acadêmicos de Niterói bajulando o pré-candidato à reeleição Lula (PT) em pleno ano eleitoral, coube aos juízes do Carnaval do Rio tomar providências, batendo o martelo para rebaixar a escola que fez o pior desfile do ano.

Papagaiada

A escola faturou alto, mas teve problemas na dispersão, alegorias ruins e presas na saída e até atrapalhou o andamento de outras escolas.

Foi no mérito

Foi muito apertada a distância entre as escolas, separadas por décimos na pontuação, mas a escola de Lula, não: ficou a 3 pontos da penúltima.

Executivo gostou

Um dia após a apresentação, o Palácio do Planalto defendeu o desfile e lembrou que nem TSE, nem TCU viram problemas. Não quiseram ver.

Sidônio na mira

Além de pagar mico pela presepada, Lula ainda corre o risco de ver sua candidatura anulada na Justiça. Deve ir atrás do autor da ideia de jerico.

STF entre medo de Moraes e o conforto da proteção

Declarações de ministros do Supremo Tribunal Federal, sob a condição do anonimato, recém-divulgadas, revelam uma queixa comum: o medo de Alexandre de Moraes. Até eles. Mas, se há esse temor, evidenciado por decisões jamais contestadas, a maioria do STF se sente “confortável”, para dizer o mínimo, com o temor maior imposto a críticos da Corte e ao jornalismo investigativo, que, em larga medida, tem feito o que deveria ser investigado pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Viva o jornalismo

O jornalismo investigativo revelou do contrato milionário do Master com a esposa advogada de Moraes e o espantoso caso do resort Tayayá.

Só nos cochichos

O inquérito na Receita acabou trincando a sensação de medo e conforto dentro e fora do STF, e Moraes passou a ser criticado, mas, em off.

Saindo da toca

Vários juristas disseram ao Estadão que inquérito de Moraes na Receita viola o devido processo legal e usurpa a competência da 1ª instância.

Deuses emitem sinais

Lula (PT) recebeu vários sinais dos deuses do carnaval e, supersticioso como é, deve estar com as barbas de molho: seu boneco caiu e perdeu a cabeça, que foi arrastada pelas ruas, não sem antes de alguém da própria escola defecar sobre a alegoria. E a escola, a pior, foi rebaixada. 

Dividir para multiplicar

Nikolas Ferreira (PL-MG), que convoca para os atos “Acorda Brasil” participará do protesto em Belo Horizonte, enquanto o pré-candidato de oposição Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estará nas ruas do Rio de Janeiro.

Números falam alto

Moraes desconfiou de vazamento da Receita após o furo espetacular de Lauro Jardim, do Globo, apontado que o patrimônio de sua esposa subiu de R$24 milhões para R$79,7 milhões em um ano, entre 2023 e 2024. 

Menos é mais

Enquanto Lula (PT) e Taxadd aumentam impostos no Brasil, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou lei para cortar impostos sobre gorjetas, pensões e horas-extras dos americanos. Foi promessa de campanha.

Insensibiliade

O Itamaraty levou três longos dias para divulgar nota protocolar de pesar pelo falecimento da embaixadora Leda Lucia Martins Camargo, em Porto Alegre, dia 15. Ela foi uma diplomata querida e muito admirada.

De mal a pior

Lula e cia. fizeram até a OAB do Rio manifestar, quem diria, “veemente reprovação” ao desfile de propaganda eleitoral na Sapucaí e pelo “preconceito religioso”. A OAB nacional finge que já morreu.

Bem maior

Governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD) aposta em união da direita para derrotar Lula: “Este ano vamos tirar o PT do poder e devolver o Brasil aos brasileiros de bem”.

Em todo o Brasil

O Acorda Brasil, protesto contra Lula (PT) e os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, marcado para 1º de março, espera reunir mobilizações em todas as capitais brasileiras 

Pensando bem...

...o rebaixamento faz todo sentido, escola nunca foi o forte de Lula.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

O Fusca é o mesmo

Remexendo uns papéis, o então senador Cristovam Buarque (PDT-DF) encontrou o recorte de uma coluna de Danuza Leão, de 1993, noticiando uma visita de Lula a Brasília, tendo sido recebido no aeroporto por ele, ex-reitor da UnB, que depois o levou a compromissos em seu Fusquinha. O ex-ministro da Educação, que ainda tinha o carro, acha que o ex-operário já havia mudado muito: “Lula já não aceita carona em fusquinhas...”

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).