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Giba Um

"Não acho razoável uma pessoa decente ser insultada de graça e não reagir"

de CIRO GOMES // explicando por que deu um tapa num jovem, avisando que "não leva desaforo para casa"

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Algumas redes sociais estão exibindo um vídeo produzido por inteligência artificial que mostra o ainda ministro e indicado ao STF Flávio Dino, de calção, com penas e pinturas no rosto, peito nu e descalço, dançando ao som de uma música não identificada. 

Mais: a figura do ainda ministro que aparece exibe sua performance com maestria, sabe gingar e se balançar. Depois de algumas horas na segunda (4), o vídeo evaporou. Homens da segurança do ministro estão no encalço do autor – ou autores. 

“Não acho razoável uma pessoa decente ser insultada de graça e não reagir. Eu fico pensando que, se não reagir, estou aceitando”, 
de CIRO GOMES // explicando por que deu um tapa num jovem, avisando que “não leva desaforo para casa”. 

In –  Licor de romã
Out – Licor de figo

Racha

O plano de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado de eleger Davi Alcolumbre (União-AP) seu sucessor em 2025 enfrenta resistências dentro do PSD (presidido por Gilberto Kassab). Correligionários de Pacheco tentam se cacifar à cadeira, em vez de apoiarem um nome de outra sigla. Alcolumbre pode largar na dianteira por ter influência no Congresso e cargos no governo, mas é imprevisível o que acontecerá. Mais: Eliziane Gama (PSD-MA), que ganhou relevância na CPI de 8 de janeiro, tem influência na bancada feminina e quer concorrer à sucessão de Pacheco. Se leva, o Senado elege uma mulher na presidência pela primeira vez. 

“ATÉ MORO”

O ainda ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública), indicado por Lula para a vaga de Rosa Weber no STF, saiu à caça de votos. Até o começo da semana, Dino já tinha solicitado audiência a 16 senadores. Segue à risca recomendações do presidente Lula, que o aconselhou a procurar “até Sérgio Moro”. O ex-juiz e senador acha que o receberia sem maiores problemas. Para ele, o que seria conversado – sem espaço para política – seria a competência jurídica de Flavio Dino. 

Marcha dos votos

Sujeito a chuvas e trovoadas porque os votos da sabatina do Senado são secretos: alguns senadores do Republicanos já declararam contra o ex-filiado do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), passagem de sua vida pública que Dino nunca escondeu e no União Brasil, nenhum dos sete senadores antecipou voto a favor do ministro. No Senado, oito do PT já se manifestaram a favor e no PL de Bolsonaro três já avisaram que votarão a favor. Contudo, a aposta entre os senadores é de que o ministro da Justiça será aprovado.

EM CIMA DO AGRO 1

O governador Romeu Zema, de Minas Gerais, que enfrenta sério problema com dívidas de seu governo com a União, quer aumentar sua arrecadação fiscal. Uma das ideias é a cobrança de uma contribuição do agronegócio. É uma iniciativa com grande dose de risco. No governo federal, a proposta de uma taxa sobre exportações de commodities agrícolas vai e volta e nunca sai do papel. Há ainda a possibilidade de judicialização.

Em cima do agro 2

Outro exemplo: em 2022, o governador Ronaldo Caiado (Goiás) criou uma contribuição de 1,65% sobre produtos agrícolas, com isenção para alimentos da cesta básica e para agricultura familiar. A CNI (Confederação Nacional da Indústria) chegou a obter uma liminar do ministro Dias Toffoli (STF) suspendendo a cobrança. O plenário do Supremo, contudo, derrubou a decisão (o mérito da questão ainda não foi julgado). O próprio Zema tem um caso similar a seu favor. Em 2022, o mesmo governo de Minas Gerais instituiu uma taxa de fiscalização sobre atividades de mineração. Contestada pela CNI, a cobrança foi validada pelo STF.

30 anos com celebridades

A revista Caras está comemorou 30 anos no Brasil, que segundos dados é a quarta de maior circulação no Brasil. Numa megafesta que aconteceu no Teatro B32, no Itaim Bibi, São Paulo, para 400 convidados (muitos deles foram capas de várias revistas), onde o dress code (código de vestimenta, ou roupa a ser usado no evento) pedia um traje branco que faz  parte de uma ação da revista  pela paz, contou com o show de Daniela Mercury, que chegou de branco, mas se apresentou de preto, que dividiu o palco com Lucy Alves (última foto), Tiago Abravanel e com o filho Gabriel. Entre tantos sucessos  ela agitou o público com seu primeiro sucesso O canto da cidade, O mais belo dos Belos entre outros. Este tantos convidados estavam lá o jornalista Cid Moreira (primeira foto à esquerda), de 96 anos, que foi acompanhado da esposa Fátima, em rara aparição;  e da segunda foto a esquerda para direita, a veterana atriz Nivea Maria, a eterna garota de Ipanema Helô Pinheiro e sua filha Ticiane; a atriz Christiane Torloni,  e o casal César Filho e Elaine Mickely.

Tarcísio no PSD é atração em 2030

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, vira e mexe, é criticado por Jair Bolsonaro que o elegeu. Quando acontece, o chefe do Estado paulista faz um agrado ao ex-presidente, sem tirar o pé do governo Lula onde Gilberto Kassab, secretário do Governo, tem três ministérios. Tarcísio nega que pretenda concorrer ao Planalto de 2026 porque aposta que Lula disputará a reeleição – e para ele, será imbatível. Contudo, bem aconselhado por Kassab, ganha inspiração para 2030, quando – seus próprios assessores chegados acreditam nisso – concorreria à Presidência e usando as cores do PSD. Dependendo, Gilberto Kassab poderia ser o vice e o primeiro homem-forte de um possível governo. Mais: o PSD, hoje, ultrapassou o MDB e é o partido que mais tem prefeitos no país e, em São Paulo, das 645 prefeituras tem 329. Seu adversário doméstico, Arthur Lima, secretário da Casa Civil, agora filiado ao PP, não consegue avançar. 

Filho sem herança

A jornalista Natuza Nery, participou do programa Papo de Segunda, do dia 4, onde revelou que já avisou seu filho, Liam de 15 anos. E relembrou fala: “Todo o dinheiro que eu ganhar vou investir na sua educação e gastar em vida.  Uma parte vai ser para eu aproveitar e uma parte para cuidar da minha velhice. Não conte com herança. Depois que você for adulto vai cuidar da sua própria vida”. João Vicente de Castro, Francisco Bosco, Kondzilla e Vladimir Brichta caíram na risada. E para deixar o clima ainda mais engraçado seu filho ligou para ela durante o programa, ela atendeu no ar, mostrando seu lado descontraído. 

Não fala nada

Gilberto Kassab não fala sobre quaisquer candidaturas de Tarcísio de Freitas: acha que é cedo. Apenas repete que “ele é um excelente candidato”. O plano de governo de Tarcísio, na campanha, foi feito por um ex-assessor de Paulo Guedes e que, há anos, até se candidatou ao Planalto: trata-se de Guilherme Afif Domingos, que também já foi vice de Alckmin no governo paulista. Afif assinou com Kassab a ata de reconstrução do PSD. E ele preferiu ser assessor de Tarcísio, nada de secretaria: dá muito trabalho. Mais: não é sempre que dá o ar da graça.

   
Reaproximação

O ex-governador de São Paulo João Doria, que chamava Lula de “ladrão”, está tentando se reaproximar dele, o que também tenta em relação ao antigo padrinho Geraldo Alckmin, que traiu nos tempos do PSDB. No recente encontro que tiveram no domingo (3) “conversaram sobre o cenário político nacional”, segundo Doria, que estuda sua possibilidade de voltar ao campo. Nada definido ainda: estuda alternativas e não abre mão de bom relacionamento com Lula e seu vice, hoje no PSB. E volta aos eventos do Lide no próximo dia 13, em São Paulo, sobre o mercado imobiliário.


Não sabem

Historicamente, as revistas de moda feminina e masculina, vira e mexe, publicam pesquisas onde revelam que as mulheres gostam de dar gravatas para maridos e namorados, mas costumam errar na escolha da estampa. Nas últimas semanas, incluindo a viagem recente ao Oriente Médio, o presidente Lula inovou em suas gravatas, agora escolhidas por Janja. Os que viram as gravatas, acharam que as pesquisas estão certas: as escolhas dela “não eram nenhuma Brastemp”. Uma prateada foi o pior exemplo. 

NO PARANÁ, NÃO

Ainda Jair Bolsonaro: ele e a ex-primeira-dama Michelle, que anda aparecendo em sucessivos comerciais na TV promovendo o PL Mulher, ficaram satisfeitos com o levantamento da Paraná Pesquisas que aponta o nome dela em primeiro lugar na disputa de uma vaga ao Senado no estado do Paraná. Nas eleições presidenciais de 2022, Bolsonaro derrotou Lula no resultado da votação. Se sair mesmo para o Senado em 2026, Michelle disputará pelo Distrito Federal.

MISTURA FINA

O MINISTRO da Agricultura, Carlos Fávaro, está articulando uma viagem à China no começo de 2024. Ele quer voltar de lá com um acordo assinado para investimentos na recuperação e conservação de pastagens em área plantáveis. Até assessores ironizam no Ministério que Fávaro é capaz de ir à China e ficar por lá mesmo. Do lado de cá, seu cargo seria entregue a algum outro postulante do Centrão como uma moeda de troca mais valiosa. Fávaro já ouviu essa história e sacudiu os ombros. 

O GOVERNO elabora decreto com aumento de impostos de importação de veículos elétricos ou híbridos. Os 35% serão aplicados plenamente entre 2026 e 2028 para as marcas que não investirem em fábricas no Brasil. Híbridos terão15% de aumento no imposto já em janeiro de 2024, com ajustes anuais até alcançar os 35% em 4 anos. As marcas que investirem em fábricas no Brasil não sofrerão aumento nos impostos e as demais terão quotas de importação com tarifa zero. 

A “TAXAÇÃO dos super ricos” serve para propaganda, mas quem é rico mesmo já sabe que terá desconto de 46% na tributação. Especialistas explicam: quem tem dinheiro em offshores vem pagando 15% sobre ganhos de capital no momento do resgate dos lucros do investimento. Só que, com a nova regra, pagará 8% (ou 46% a menos) sobre lucros obtidos desde o início. Só a partir do ano seguinte é que pagará 15%. Detalhe: os ricaços terão de declarar ao governo suas contas nos offshores. 

O EX-presidente Jair Bolsonaro entregou, na semana passada, ao jogador de futebol Neymar Jr. a “medalha dos 3 is” ou seja, “imbrochável”, “imorrivel” e “incomivel”. O encontro foi no Rio de Janeiro, onde Neymar se recupera de uma cirurgia. O objeto tem sido distribuído por Bolsonaro a amigos e aliados desde quando era presidente da República. Num dos lados da medalha, aparece Bolsonaro, com cara fechada, apontando o indicador. 

LULA já decidiu: como Javier Milei não lhe pediu desculpas até agora por ter lhe xingado, na campanha, de “comunista” e “ladrão”, não irá à posse do argentino no próximo dia 10. Enviará um representante, o chanceler Mauro Vieira. 

MARIANA Caruso, diretora da revista Ela, conversou com ambientalistas, meteorologistas, antropólogos e “especialistas em carioquice” para desenha os próximos meses no Rio de Janeiro. E teve a má notícia de que a temperatura deverá ser a mais alta dos 115 mil anos. A Praia do Flamengo, contudo, voltará a ser liberada para o banho. E os acessórios que estarão em alta  serão o leque e a bolsinha para garrafa térmica que mantém a água gelada. 

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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