Gracyanne Barbosa, Edmundo, Silvia Abravanel e Rico Melquiades, entre outros, poderiam estar em uma escalação para um reality show, mas compõem uma lista de famosos que estarão disputando cargos nas urnas em outubro. Gracyanne, que já esteve no BBB25, anunciou sua filiação ao Republicanos, mas ainda não sabe qual cargo disputará.
MAIS: Val Marchiori, que anunciou candidatura a deputada federal em São Paulo pelo mesmo Republicanos. Silvia Abravanel está no PSD, também concorrendo a uma vaga de deputada federal em São Paulo. Rico Melquiades está no PSDB e sua bandeira é “cirurgia plástica pelo SUS”. Edmundo, no PSDB, disse querer “representar o Vasco nessa aventura”.

Semelhante ao brinquedo
Construir, errar, desmontar e recomeçar. Pode parecer um guia de usuário, mas, na verdade, é simplesmente o novo passatempo de Iza: montar miniaturas. A confissão foi feita pela cantora em entrevista à revista Vogue Brasil, da qual é capa. Para a artista, essa atividade proporciona relaxamento e também possui um significado simbólico. Afinal, sua trajetória nos últimos dez anos tem sido semelhante: construindo pedaço por pedaço, tentando e aprendendo. Hoje, aos 35 anos, Iza reflete sobre sua jornada e observa o quanto tudo evoluiu. Em 2016, a carioca de Olaria fez a escolha de deixar a carreira na publicidade para se dedicar integralmente à música. Antes disso, já postava covers no YouTube, acumulando milhões de visualizações e recebendo comentários de admiradores que reconheciam seu talento. E eles estavam corretos. A cantora obteve indicações ao Grammy Latino, ganhou reconhecimento internacional e se estabeleceu como uma das grandes figuras da música brasileira. Contudo, essa trajetória também trouxe desafios pessoais, expostos ao olhar do público. Em 2024, enquanto esperava sua filha Nala, lidou com uma traição que se tornou tema de discussão nas redes sociais. Esse episódio desencadeou um período de introspecção sobre quem ela era antes de viver sob constante vigilância. Entre maternidade, carreira e recomeços, Iza optou por realizar algo simples: reencontrar a si mesma. Ela decidiu diminuir a agitação das redes, reorganizar seu cotidiano e relembrar da Isabela que existia antes da fama. Hoje, afirma viver com mais liberdade para fazer escolhas, cometer erros e tentar novamente. Assim como nas miniaturas que monta pacientemente, Iza continua a reconstruir seu próprio caminho — peça por peça.
Nível de endividamento suspende "bet da Caixa"
O plano da Caixa Econômica de criar sua própria plataforma de bets já tomou chá de sumiço. A direção do banco estatal colocou o projeto na geladeira. Os trabalhos foram suspensos e a equipe que se dedicava ao assunto foi praticamente desmobilizada. As gestões com possíveis parceiros tecnológicos também foram interrompidas. O recuo se deu por pressão política do próprio Planalto. Basta lembrar a reação de Lula, em outubro do ano passado, quando a instituição financeira anunciou o lançamento da "bet da Caixa". O presidente petista cobrou explicações do nº 1 da Caixa, Carlos Vieira, que quase perdeu o cargo. Lula não foi uma voz isolada. O agora ex-ministro Fernando Haddad também fez carga dentro do governo contra o projeto. Seria um contrassenso estimular a jogatina por meio de um banco estatal no momento em que o governo faz uma cruzada pré-eleitoral para reduzir o elevado nível de endividamento das famílias brasileiras.
Três marcas
Ainda a "bet da Caixa": seja no Lula 4, seja no Flávio 1, se, por acaso, o próximo governo quiser a plataforma de bets da Caixa, encontrará um projeto praticamente pronto. O banco chegou até a definir três marcas para atuar no segmento das apostas online: BetCaixa, MegaBet e XBet Caixa. Entre outros pontos, o plano formatado previa a possibilidade de parceria com players do mercado. Estabeleceria ainda operação simultânea com canais digitais e físicos, incluindo as próprias casas lotéricas. Isso aumentaria a capilaridade do serviço e aplacaria a resistência na rede de loterias da Caixa, que considerava a plataforma de bets uma ameaça ao próprio negócio.

Sem qualquer envolvimento
Na quarta-feira (8), a modelo e influenciadora Martha Graeff divulgou um vídeo em suas redes sociais para compartilhar sua versão sobre o relacionamento com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master (detido por suspeitas de envolvimento em um esquema de gestão fraudulenta, corrupção e lavagem de dinheiro). Embora não tenha qualquer conexão com as irregularidades investigadas, Martha se tornou um dos nomes mais mencionados no caso após a divulgação de conversas que teve com seu ex-noivo, nas quais ele fazia referência a compromissos diários e encontros com autoridades. A influenciadora relatou que foi alvo de ataques e se sentiu humilhada e desrespeitada, afirmando ter enfrentado uma violência incalculável. Ela também contou que conheceu Vorcaro após o término de um relacionamento de 13 anos, em um período em que ainda buscava se recuperar emocionalmente. Martha disse ter ficado surpresa com o escândalo financeiro, afirmando que soube de tudo através da mídia, assim como qualquer outra pessoa. Destacou ainda que não está sendo investigada e negou ter recebido bens valiosos do ex-noivo, assegurando que seu patrimônio permanece inalterado nos últimos dois anos. “Não comprei mansão, carro ou barco”, afirmou. Ao final, Martha criticou o vazamento de suas mensagens privadas, dizendo que se tornou parte de uma narrativa que, segundo ela, não lhe diz respeito.

Prudência maior
Durante evento em que recebeu o Colar de Honra ao Mérito Legislativo na Assembleia Legislativa de São Paulo, o ministro André Mendonça (STF) defendeu que magistrados precisam ter um grau elevado de contenção em suas relações para preservar a credibilidade da Justiça. “O magistrado precisa ter um grau de contenção a mais, um grau de prudência maior. O bom magistrado precisa ser prudente e íntegro. Precisamos estar imunes a ações que comprometam, de forma substancial, de forma voluntária, de forma consciente, a credibilidade que a sociedade espera de um bom magistrado".
Temas de segurança em campo
As eleições de outubro devem ter como um dos temas centrais a violência. Responsáveis por coordenar o combate à criminalidade deixaram seus cargos nas últimas semanas com o objetivo de alçar voos políticos. Pelo menos 15 secretários de Segurança ou chefes das polícias Militar e Civil anunciaram suas candidaturas. Um deles é Guilherme Derrite (PL), ex-secretário de Segurança de São Paulo, que tem a bênção de Jair Bolsonaro. Os candidatos estão espalhados por 12 estados, quase metade das 27 unidades da federação.
Pérola
"Nós não vamos ficar nessa polarização entre Lula e Flávio. Tenho certeza, como médico e cirurgião, de que vou estourar essa bolha. Se amanhã vai ser 15% ou mais, eu só tenho uma certeza: vou para o segundo turno, vou ganhar do Lula e governar o Brasil",
de Ronaldo Caiado (PSD), apostando na vitória.
Substituição de Lula 1
Perder a eleição é um dos maiores medos de Lula. - e não só dele. Assessores petistas em geral também temem pesquisas que o colocam empatado ou atrás do principal adversário pela primeira vez desde a primeira vitória, em 2002. De lá para cá, Lula liderou pesquisas meses antes da disputa, mesmo quando não poderia concorrer. Mas seu desempenho hoje faz lembrar o de Jair Bolsonaro em 2022 — o primeiro presidente a perder a reeleição.
Substituição de Lula 2
Lula liderou pesquisas em 2002, 2006 e até em 2010, quando não poderia concorrer ao terceiro mandato, e em 2018, quando estava preso. A taxa de rejeição do governo Lula gira em torno de 52%. A de Bolsonaro, em 2022, era de 54%, a mais de seis meses da eleição. Os resultados alimentam a expectativa de desistência de Lula, que poderia ser substituído por petistas como Fernando Haddad e Camilo Santana. Nos EUA, Joe Biden foi substituído por Kamala Harris em 2024. Alberto Fernández, na Argentina, cedeu lugar a Sergio Massa.
Carlucho vs. Esperidião 1
Está difícil para o bolsonarismo fechar uma equação eleitoral em Santa Catarina, especialmente no que diz respeito à disputa no Senado. A ordem da campanha de Carlos Bolsonaro é bombardear Esperidião Amin, adversário direto na corrida à Casa Alta do Congresso. Agora circulam, em grupos de WhatsApp e canais de Telegram ligados ao bolsonarismo, ataques a Amin. A maior parte tenta colar no ex-governador a pecha de “traidor”, sob a narrativa de que, na eleição de 2022, apesar de declarar apoio à reeleição de Jair Bolsonaro, ele não se envolveu na campanha.
Carlucho vs. Esperidião 2
O problema é como sincronizar a estratégia de "Carlucho" com a campanha de Flávio Bolsonaro. O senador já disse que apoia a campanha do "01" e que palanque não se nega a adversário do irmão nas urnas. São encaixes que Flávio terá de fazer em Santa Catarina, onde há três nomes fortes da direita na disputa pelo Senado, além de Carlos e Amin: a líder nas pesquisas, Carol de Toni. A descoordenação e as rusgas familiares ficaram ainda mais evidentes quando Michelle Bolsonaro repostou um vídeo favorável a Amin, gesto interpretado como uma provocação ao enteado — notório desafeto — Carlos Bolsonaro.
Paca no prato 1
Enquanto Lula discursa sobre teses que nem compreende, como “transição ecológica”, o vídeo de domingo (5) expõe o abismo entre a fala e a prática. Janja preparou e serviu carne de paca, roedor silvestre cuja caça é proibida pela Lei de Proteção à Fauna, de 1967, e pela Lei de Crimes Ambientais (1998). Lula saboreou o prato e não aguentou: “Divina”, disse, depois de prová-la. Ele também faz discursos sobre “biodiversidade”, que igualmente não sabe direito o que é, e põe no prato um animal cuja captura configura crime ambiental.
Paca no prato 2
Há ainda outros contrastes protagonizados por Lula — e por sua mulher, Janja — diante da negligência com a exploração racional de riquezas como bilhões de barris de petróleo na Margem Equatorial. O Brasil importa cerca de 80% do que precisa para fertilizantes, mesmo tendo reservas de grande escala de fosfato e potássio na Amazônia e no Mato Grosso. O governo fala - e nem sabe exatamente o que está falando - sobre o agronegócio “devastar” a Amazônia e dificulta produzir insumos que reduziriam a pressão por novas áreas de cultivo. No domingo, quem pagou o pato foi a paca.
Mistura Fina
Apesar de ainda não haver nenhuma definição para ele na chapa de Fernando Haddad em São Paulo, o ex-governador e ex-ministro do Empreendedorismo, que até hoje luta por mesas e cadeiras em seu gabinete, Márcio França (PSB) acaba de anunciar sua candidatura ao Senado por São Paulo. A primeira vaga na chapa de Haddad já foi acertada: será de Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento, bem colocada nas pesquisas. De quebra, Márcio gravou um vídeo ao lado de Rubens Furlan, ex-prefeito de Barueri, que seria seu suplente.
O MPF enviou ao Ministério Público Militar uma investigação sobre corrupção, fraude e direcionamento de licitação contra militares do Exército, envolvendo contrato do Batalhão da Guarda Presidencial do Planalto — ou seja, bem perto do presidente da República. Por outro lado, em três meses, o governo Lula puniu 203 servidores envolvidos em irregularidades na máquina federal. Segundo dados da CGU, nesse universo, 79 servidores investigados foram expulsos e 97 acabaram suspensos.
A montadora chinesa (é a terceira) XPeng está conversando com os governos de São Paulo e Goiás em torno do projeto de instalação de uma fábrica no Brasil. O movimento ocorre em paralelo à instalação de sua operação comercial no país. A partir do segundo semestre, deve começar a vender seus automóveis, importados da China. Listada nas bolsas de Nova York e Hong Kong, a XPeng tem a Volkswagen como um de seus acionistas minoritários. Em 2025, vendeu 429 mil veículos em todo o mundo, crescimento de 126% na comparação com o ano anterior.
A abertura de uma fábrica no Brasil é considerada uma peça-chave para competir com outras chinesas instaladas no país, como BYD e GWM, notadamente no segmento de veículos elétricos. A XPeng só produz veículos eletrificados. E agora avança para carros sem motorista. Em março, conseguiu autorização na China para testar táxis com a chamada autonomia nível 4, ou seja, automóveis que se deslocam sem qualquer interferência humana.
In — Mojito de Maracujá
Out — Mojito de Coco






