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"O Brasil não aguenta mais"

Deputado Deltan Dallagnol reage à liberdade de Sergio Cabral, condenado a 400 anos de cana

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R$100 mil por mês, o custo para se livrar de Dilma

A boquinha para a qual Dilma Rousseff será despachada, na China, vai render à petista salário mínimo de US$187,7 mil (R$ 992 mil) por ano, além de bonificação que chega a até 26% desse total.

Isso significa que o salário da futura chefe do Novo Banco de Desenvolvimento, o “banco dos Brics”, com sede em Shanghai, será maior que o do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante (R$96 mil mensais) e até que o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, que embolsará R$103 mil por mês.

Longe é melhor

A suspeita de que a ideia de despachar Dilma para o outro lado do mundo, defendida por Fernando Haddad, faz a delícia de Brasília.

Truyjo tem mandato

A indicação brasileira é uma violência: o atual presidente do banco é o diplomata brasileiro Marcos Truyjo, cujo mandato vai até 2025.

Pedaladas no Brics?

No Congresso, a indicação de Dilma provoca constrangimento: ela foi destituída do cargo por haver cometido crime de responsabilidade.

Boquinha de sonho

O banco dos Brics paga salários em dólar e funcionários recebem uma “mesada” de 10% a 26% de acréscimo aos pagamentos.

Prefeitos acumulam queixas de ministros de Lula

Uma comitiva de prefeitos gaúchos que esteve em Brasília nesta semana voltou para o Sul de mãos abanando, até com menos do que veio.

Os prefeitos dos municípios que foram atingidos por severa seca precisam de ajuda do governo federal. Foram recebidos pelos ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), que parecem perdidos.

Um prefeito desabafou, em relato à coluna sobre as reuniões inúteis que mantiveram: “Só discurso, nada de solução”.

Furiosos e decepcionados

Apesar do discurso rancoroso de Lula, a comitiva chegou a Brasília esperançosa, mas só ganhou água, café de licitação e decepção.

Pior que está, fica

Pela situação de penúria dos municípios, os prefeitos pedem anonimato para evitar retaliação, mas avaliam: “Entramos salame, saímos salsicha”.

Desertor

A mágoa maior é com Fávaro, ex-bolsonarista, pecuarista e senador por Mato Grosso, que assumiu de vez o “nós contra eles” do Lula.

Tempo passa

A Polícia Federal concluiu que o govenador do DF, Ibaneis Rocha, político afastado do cargo pelo STF, não atuou para ajudar os invasores em Brasília, dia 8 de janeiro. E o STF ainda não reverteu a decisão.

Não sabe o que diz

O ministro Márcio França (Portos e Aeroportos) contou lorota na Rádio Bandeirantes. Disse que se pretende privatizar a “Autoridade Portuária” e não o porto de Santos. Ele não sabe o que faz, nem o que diz.

Finalmente

O ex-tucano Geraldo Alckmin tentou por duas vezes virar presidente da República. Acabou derrotado por Lula e depois por Jair Bolsonaro, mas ontem conseguiu chegar ao cargo, pelo menos por alguns dias.

Projeto pró-bandido

O Podemos foi às redes perguntar se seus seguidores concordam com o projeto do senador Styvenson Valetim (PR), que prevê penas reduzidas para condenados que doarem órgãos. Houve uma onda de “nãos”.

Maluquice sem seguro

A boquinha que o PT pretende usar mandando Dilma ao outro lado do mundo tem seguros de saúde, de vida e contra acidentes, além de uma bolada para a mudança. Só não tem seguro contra decisões malucas.

Inchaço

A Câmara dos Deputados tem agora 30 comissões permanentes. Uma fartura de boquinhas. A justificativa é que os grupos “acompanham o trabalho” (sic) da igualmente inchada Esplanada dos Ministérios de Lula.

Inimigo do bom

Reginaldo Lopes (PT-MG) coordenador do grupo que vai bolar o projeto da reforma tributária, uma das mais complexas em discussão na Câmara, garante que seu trabalho estará pronto em cerca de três meses.

Fla e Real em campo

O papelão do Flamengo no “mundial”, o torneio no Marrocos, ainda inspira gozadores em todo o País. Um meme lembra que neste sábado tem Flamengo e Real Madrid: um joga às 12h30h e o outro às 16h.

Pergunta na China

Banco do Brics valoriza responsabilidade fiscal?

PODER SEM PUDOR

Mortes matadas

Em 1995, Zenaldo Coutinho, presidente da Assembléia Legislativa do Pará, hoje deputado federal tucano, tomou um susto quando lia requerimentos dos colegas.

Deparou-se com uma solicitação do deputado Matildo Dias: “Requeiro ao governador reforço da Segurança Pública no Município de Rondon do Pará. Só no último fim de semana houve cinco homicídios, sendo três com vítimas fatais”.


 

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CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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