Colunistas

Giba Um

"Que moral esse cara tem para julgar alguém? Nenhuma, ele tem que ser afastado imediatamente...

...e tomar um impeachment. Ele quer calar seus opositores. Mas eu não tenho medo dele", de Silas Malafaia, pastor que virou réu, contra Alexandre de Moraes (STF).

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Gilberto Kassab havia estabelecido 14 de abril como a data do anúncio da candidatura presidencial do partido. Ratinho Junior, Eduardo Leite e Ronaldo Caiado disputam o posto, mas tudo indica que não vão esperar até lá. Ronaldo Caiado faz discurso e avisa que, quando eleito, brindará Bolsonaro com indulto nas primeiras 24 horas.

MAIS: e Eduardo Leite acaba de distribuir um verdadeiro plano de governo. Eles esperam que Kassab antecipe para os próximos dias e anuncie o candidato. Ratinho Júnior não esconde sua dúvida: segundo pesquisas internas, seria eleito senador com grande votação pelo Paraná.

Supremo em teste

Nas redes sociais, há uma certa expectativa em relação a um bom teste do Supremo, que acontece no próximo dia 13, quando a Segunda Turma julgará se mantém ou não a prisão de Daniel Vorcaro, hoje recolhido a uma cela solitária da Papuda, em Brasília. Apesar da votação ser no plenário virtual, é provável que a Segunda Turma deixe o ex-banqueiro trancafiado. Se preferir a PGR, poderá voltar a deixar crescer seus cabelos, agora quase raspados. Na Segunda Turma estão André Mendonça, Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux, que não têm aberto a boca. Detalhe: Toffoli está disposto a votar.

Festa com Coldplay

O romance entre Daniel Vorcaro e Martha Graeff poderia ter ganhado uma festa de noivado na Itália, com a banda Coldplay tocando de fundo e até mesmo num castelo que foi cenário para o filme "O Poderoso Chefão". Primeiro, aconteceu em Roma; depois, estava planejada para acontecer na Sicília, num mega-evento com gasto estimado em US$ 41 milhões (R$ 214 milhões em valores atuais). Vorcaro desistiu depois da repercussão que teve a festa dos 15 anos de sua filha em Belo Horizonte, que custou R$ 15 milhões. Só a banda do Coldplay, na festa de noivado, custou cerca de R$ 60 milhões. 

"Peleleca" caiu fora

Daniel Vorcaro e Marta Graeff estavam apaixonados, ele mais do que ela. Trocavam juras na base do "meu amor", "meu amorzinho", "minha vida" e até "Peleleca" que, depois dos primeiros embates em torno da fraude do Master, rompeu o relacionamento. Juntos, eles chegaram a quase comprar uma luxuosa casa em Miami. Aos mais chegados, Martha confessou que não aguentava a pressão. Ela é influenciadora, cofundadora da marca de bem-estar Happy Aging e da ONG Bazaar for Good. Já namorou Aécio Neves no passado e, quando Vorcaro estava sendo preso pela segunda vez, ela vendia marcas esportivas no Instagram.

Carrão

Há algum tempo, Daniel Vorcaro pediu que um motorista buscasse sua então namorada, Martha Graeff, em uma Mercedes avaliada em R$ 2 milhões. Os dois estavam iniciando um relacionamento. Há poucas unidades desse modelo no Brasil. Um dos raros proprietários é o jogador Neymar. Versões mais sofisticadas podem chegar a R$ 4 milhões. Depois, ela até achou que poderia ganhar um modelo parecido. Ficou na vontade: quando precisava, o mesmo motorista é que atendia Martha e no mesmo carro.

Pretendentes

As redes sociais continuam se divertindo com a publicação, repetida várias vezes, de um telefonema de João Doria, ex-governador de São Paulo e dono da organização Lide, a Daniel Vorcaro alertando que "estavam sendo preparadas ações contra a pessoa do banqueiro", que, aliás, já havia sido homenageado pela entidade promocional. Doria propunha que "tomassem um café". Vorcaro não teria se interessado. Outro suposto "pretendente" a mais relações com o dono do Banco Master foi Luciano Huck, que chegou a jantar com Vorcaro. A conversa não foi além da sobremesa.

 Sempre Gisele

Apesar de não desfilar mais, sua despedida pública foi na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, mas oficialmente foi na São Paulo Fashion Week, onde ela desfilou pela marca brasileira Colcci, apresentando a coleção verão 2016, em abril de 2015, Gisele Bündchen continua sendo uma das mais requisitadas para campanhas publicitárias.  Como diz o velho ditado: “A rainha perde a coroa, mas nunca a majestade”, apesar de já não ser a modelo mais bem paga do mundo (posto que ocupou por 15 anos ininterruptamente), Gisele continua no ranking das modelos mais recompensadas e é considerada uma das modelos mais ricas da história. Voltando aos poucos ao trabalho após o nascimento de seu terceiro filho, que acaba de completar um ano, ela tem tomado uma postura bastante seletiva, equilibrando sua atuação como empreendedora, ativista ambiental e, claro, seu compromisso com a família.  

Nestes últimos meses, podemos ver Gisele nas campanhas do icônico relógio J12 da Chanel, da nova coleção da Democrata calçados e, mais recentemente, da  Marc O'Polo, continuando sua parceria com a marca, ela foi a estrela das campanhas de 2025 e ainda estrela a campanha da Garnier, que a anunciou como sua primeira embaixadora mundial, uma ação que comemora os 120 anos de história da marca. Em entrevista, Gisele revelou que a natureza é o segredo para mantê-la focada e em equilíbrio.

“A  natureza é o meu templo. O mundo em que vivemos hoje é tão acelerado e tudo tenta nos puxar para fora de nós mesmos. É uma distração e a sobrecarga de informações chega muito rápido. Para mim, a natureza é o remédio”. E claro que übermodelo também diz que procura sempre se movimentar para manter a saúde e brinca: "Eu pratico jiu-jtsu, pilates, ioga, e musculação agora que tenho 45 anos. Eu realmente levanto pesoas, algo que nunca imaginei que faira, mas é essencial agora. O corpo é um presente e meu objetivo é ficar mais forte a cada dia para que, aos 90 anos, eu esteja surfando com uma bengala”.

Cuba é a próxima da fila de Trump

Um position paper de Carnegie Endowment for International Peace, um think tank norte-americano que varre com ênfase o cenário latino, revela que a apuração que emerge é que Cuba, depois da Venezuela, esteve a um minuto de deixar de ser um museu castrista e voltar ser uma Angra dos Reis de Miami. O conflito no Oriente Médio empurrou para um segundo momento o destino inexorável da ilha na gestão Trump. Ou seja: o país regrediu na fila do pacote de submissões geopolíticas dos Estados Unidos. Observadores acham que vai acabar se ajoelhando, virar protetorado. A nomenclatura cubana também não baixa a crista para desanuviar a tempestade que virá com Trump. Agora mesmo, um novo belisco: a declaração do presidente cubano, Miguel Diaz-Canel, que classificou a morte do aiatolá Ali Khamenei como "um ato vil e execrável" e que "Khamenei será lembrado sempre como um estadista". A aposta maior é que, ao contrário da Venezuela, cujo modelo foi uma gestão "pseudo compartilhada", Cuba seria anexada.

Próxima da fila 2

Mais: os comandos de uma Cuba não são tão obedientes quanto as raspas e restos que sobraram da soberania venezuelana. Os generais da ilha podem ter bem menos recursos de defesa, mas cairiam atirando. Para dobrar as dobradiças que ainda seguram o regime, os comandos e o sobrenome Castro do Primeiro Secretário do Partido Comunista de Cuba, o "Raul", os norte-americanos usariam técnicas de intimidação por Trump. Os cubanos têm seu orgulho e a maioria não aceitaria posar de ovelhas. É verdade que a população está cansada da pobreza, não quer voltar ao prostíbulo de Fulgêncio Batista, mas não tem firmeza em trocar entre hambúrguer do McDonald's e caldo de cana de açúcar.

 Filha de peixe

Marcella Tranchesi é uma empreendedora cuja carreira se destaca  por sua presença na moda, beleza e estilo de vida. Mais recentemente, aventurou-se no empreendedorismo gastronômico ao criar, em 2024, a Doce Aquarella, uma empresa especializada em bolos feitos de forma artesanal. Seu lado empreendedor não poderia ser diferente: filha de Eliana Tranchesi (falecida em 2012), herdou uma característica marcante da mãe: o foco. Marcella diz que se orgulha de poder inspirar outras mulheres a empreender: “Com o tempo, percebi que aquilo que eu dividia inspirava outras mulheres seja no estilo, na forma de viver ou nas decisões do dia a dia. Esse reconhecimento e essa conexão foram fundamentais para consolidar minha identidade e minha força como mulher no meu trabalho”. E completa que apesar de grande avanço das mulheres no mercado de trabalho ainda é preciso mais: “Acredito que já avançamos muito, mas ainda precisamos fortalecer uma cultura de respeito, reconhecimento e apoio entre mulheres. É importante que cada vez mais mulheres ocupem espaços de liderança, sejam ouvidas e valorizadas por suas ideias e competências. Também acredito muito na importância de abrirmos caminhos umas para as outras, criando redes de apoio que tornem esses espaços cada vez mais naturais e diversos.”

 "Selecionadas a dedo"

No começo de fevereiro, antes de suas ligações telefônicas para Daniel Vorcaro se tornarem públicas, Alexandre de Moraes (STF) trocou o número de seu celular. Mais: Alexandre não frequentava apenas a mansão de Brasília do banqueiro. Conheceu também a casa de R$ 300 milhões que Vorcaro alugava em Trancoso, um imóvel de 40 mil metros quadrados, 12 suítes, cinco bangalôs e, de vez em quando, festas com participação de, por baixo, 80 "convidadas especiais selecionadas a dedo", por assim dizer. A propósito: sempre com mania de grandeza, Vorcaro dizia que tinha um arquivo-cardápio de 300 nomes dessas "convidadas".

Até o osso 1

A deterioração da CSN, Companhia Siderúrgica Nacional, está longe de ser apenas uma consequência da já notória perda de atividade da siderurgia brasileira. Segundo analistas, há método e premeditação por trás desse declínio. No mercado, cresce a percepção de que a CSN de hoje é o resultado de um processo calculado de esvaziamento conduzido por Benjamin Steinbruch, que ao longo do tempo foi tirando valor financeiro da companhia, a ponto de deixá-la quase no osso e empurrar o problema para a conta do governo, estadual e federal.

Até o osso 2

Nos últimos anos, a siderúrgica tornou-se uma plataforma de extração de caixa e alocação de capital em outros ativos do grupo, como mineração, cimentos e logística. De 2021 para cá, o caixa operacional da empresa caiu de R$ 14 bilhões para cerca de R$ 8 bilhões. Ao mesmo tempo, a siderúrgica virou um depositário de passivos. Desde 2021, a dívida líquida da companhia disparou, saindo de R$ 16 bilhões para R$ 38 bilhões. Ainda assim, na condição de controlador, Steinbruch não tem do que se queixar: desde 2020, a CSN já distribuiu cerca de R$ 13,8 bilhões em dividendos.

Mistura Fina

A escalada do conflito envolvendo o Irã acendeu um sinal de alerta no governo brasileiro. O Ministério da Agricultura e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio discutem possíveis cenários para garantir o fluxo de exportações de milho, contemplando inclusive a busca de mercados alternativos. O Irã é o maior comprador de milho brasileiro. No ano passado, os embarques para o país asiático somaram 9,1 milhões de toneladas ou 20% de todas as exportações do grão pelo Brasil.
 
Mais: essas vendas superaram US$ 1,9 bilhão. O foco da atenção é a circulação marítima do Estreito de Ormuz. Se o conflito perdurar por muito tempo, com o consequente bloqueio da passagem por longo período, é quase inevitável que os embarques de milho para o Irã sofram um baque significativo. Por isso, autoridades brasileiras passaram a discutir a ampliação das vendas para outros mercados do Oriente Médio e do Norte da África, como Egito, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.
 
E nem poderia ser diferente: o presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), vai exigir que a Polícia Federal e o Ministério da Justiça esclareçam se houve "queima de arquivo" na morte de Luis Machado de Moraes Mourão, o "Sicário", suspeito de ser comparsa de Daniel Vorcaro, na organização criminosa responsável pela maior fraude financeira da história do Brasil. Viana acha impossível ele ter se matado usando apenas uma camisa na cela da PF em Belo Horizonte.

A Claro e os acionistas da Desktop - HIG Capital e Denio Alves Lindo (15%) reabriram conversações em torno da venda do controle da provedora de banda larga. As tratativas estavam congeladas desde o fim do ano passado, devido a divergências de preço e da estrutura da operação. Só que desta vez a Claro não está sozinha. A Desktop abriu um processo de market sounding para buscar outros interessados. Um dos candidatos seria a  Vivo. A eventual venda da Desktop é vista como uma das oportunidades de consolidação do segmento de banda larga no Brasil. 
 
Ainda: a empresa é a maior provedora de São Paulo, fora o clube das grandes operadoras de telefonia Claro, Vivo e TIM.  A companhia construiu uma posição dominante em diversas cidades do interior e do litoral de São Paulo e hoje possui 1,9 milhão de assinantes em sua base de clientes. Nos últimos meses, seu valor de mercado saltou 65%, chegando a R$ 1,6 bilhão. 

In - Unhas curtas

Out - Unhas compridas

 

Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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