Colunistas

Giba Um

"Se a rede elétrica permanece desse jeito, nas árvores, só tem um capaz de gerenciar, mas não é...

...humano, é Jesus Cristo porque não é possível, de outro jeito, evitar o apagão", de Flavio Cattaneo, CEO do grupo Enel, reclamando da "festa de fios" que assola postes e árvores de São Paulo.

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A queda do Santos no Campeonato Paulista apertou o relógio de Neymar na corrida por uma vaga na Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo. Fora das semifinais do Estadual, ele terá apenas três partidas para tentar convencer Carlo Ancelotti - sendo que a última, o clássico com o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro.

MAIS: o jogo acontece no próximo dia 15 de março, um dia antes da lista da próxima convocação Já quase inconformado, Neymar tem dito que deverá se aposentar logo para tratar de seus negócios. Considerando salários, patrocínios e prêmio acumulados, Neymar tem um patrimônio estimado em cerca de R$ 6,2 bilhões.

Amigo de Lula

O veterano José Luiz Datena, depois das mais recentes passagens pelo SBT e pela RedeTV, parece ter encontrado a tranquilidade em seu novo contrato (R$ 120 mil mensais ou R$ 1,44 milhão por ano)na Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Já está em campo com noticiário diário na Rádio Nacional com o programa "Alô, Alô, Brasil" e na TV Brasil Uma vez por semana, com "Na mesa com Datena", com entrevistas é o que ele sempre queria fazer. Por enquanto, Datena está gostando muito da produção de seus programas e das equipes técnicas. Mais: todos sabem que ele é amigo de Lula.

Olho na banana

Na semana passada, Michelle Bolsonaro postou no Instagram uma banana frita que levou para o marido, Jair Bolsonaro, preso na Papudinha por tentativa de golpe de Estado. A postagem foi entendida como resposta às críticas de Eduardo Bolsonaro pela falta de empenho dela na campanha de Flávio. Desde os tempos do governo do pai, Eduardo carrega o apelido de "Dudu Bananinha", que lhe foi dado pelo então vice Hamilton Mourão. Ainda Flávio: Silas Malafaia até agora não quer nada com a campanha dele, diz que "falta experiência". Malafaia queria ter sido consultado, mas o ex-presidente preferiu ser o único "pai da criança".

Atendimento psicológico

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro entrou com pedido junto ao Supremo pedindo autorização para receber atendimento psicológico na Papudinha, onde cumpre pena por tentativa de golpe. Os advogados solicitam que o psicólogo Ricardo Caiado possa comparecer à Sala do Estado Maior de Bolsonaro três vezes por semana, ao fim do dia, para também receber atendimento de neuromodulação não invasiva por Estímulo Elétrico Craniano (CES). A neuromodulação não invasiva é uma técnica que utiliza estímulos elétricos de baixa intensidade para modular a atividade cerebral. Quem decide é Alexandre de Moraes.

Vice para o PL

Valdemar Costa Neto, dono do PL, não desistiu de ver seu favorito André do Prado , presidente da Assembleia Legislativa (Alesp) - e do PL também - na vice da chapa de Tarcísio de Freitas à sua reeleição. Está organizando um documento (quer 40 nomes em duas semanas) para pedir a vaga de vice a Tarcísio, alegando que "o PSD já teve sua chance". Refere-se ao atual vice Felício Ramuth, que apareceu nos jornais sob suspeita de lavagem de dinheiro em Andorra (usaria sua mulher, Vanessa Ramuth, como titular da dinheirama lá fora. Tarcísio, à propósito, considerou a denúncia como "fofoca". Quer manter Felicio na vice.

Gerando ruídos

A Polícia Federal recebeu com alívio as decisões do ministro André Mendonça (STF) sobre a novela do Banco Master e avalia que ele restabeleceu o "fluxo ordinário" da investigação, com o afastamento de Dias Toffoli. Só que as decisões de Mendonça também podem gerar ruídos. O ministro determinou que apenas autoridades diretamente envolvidas na análise dos procedimentos devem ter conhecimento das informações acessadas. Detalhe a decisão impede, por exemplo, que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, tenha acesso ao que é analisado.

Homenagem a cometa

Uma das modelos mais requisitadas para campanhas publicitárias Hailey Bieber, praticamente cresceu sob os holofotes por conta de seu pai o ator, diretor, produtor Stephen Baldwin com a designer gráfica brasileira Kennya Deodato Baldwin. Capa da revista Vogue australiana ela abriu seu coração para falar de carreira, maternidade, relacionamento, família e amigos, aliás respondeu algumas perguntas vinda justamente de amigos. Hoje ainda com mais notoriedade por conta de seu casamento com o cantor Justin Bieber, disse que por conta da obsessão da mídia e de seguidores  por sua vida privada e do marido lhe causou momentos bem conturbados.  “Acho que nunca fica realmente mais fácil, para ser honesta. Acho que é sempre difícil lidar com tanto ruído, tantas opiniões e perspectivas externas, e ser constantemente julgada. As coisas tendem a passar despercebidas, mas isso nunca torna a situação menos intensa ou menos dolorosa”. 

Apesar de tudo Hailey acredita que sua vida está pronta para mudar. “Novos começos, porque acho que estou realmente entrando em uma nova fase da minha vida. Acredito muito em numerologia. Tenho 29 anos e faço 30 este ano. Sinto uma grande mudança de energia na minha vida, em mim mesma e na minha família. Estamos navegando em águas desconhecidas e a sensação é de muita paz e tranquilidade.” Sobre se sentir realizada é direta: “Honestamente, me sinto mais realizada quando estou com minha família, com meu marido e com meu filho. É definitivamente quando me sinto mais completa, quando minha família está unida e estamos juntos”.

Sobre estilo e influência ela conta que sempre se inspirou em pessoas que moldaram a cultura e cita a Princesa Diana e atualmente fala que Rihanna é uma dessas pessoas. “As pessoas a amam e o estilo dela é uma grande representação de si mesma e de quem ela é. Para mim, eu me guio por como me sinto e pelo meu instinto, e sempre quero que meu estilo seja uma expressão de mim e de como me sinto”. Curiosidade que poucos sabem seu nome é uma homenagem ao Cometa Halley.

Menos desemprego: dados produzidos

Além de controlar beneficiários do Bolsa Família, sem lhes oferecer meios para saí rem da pobreza, o governo Lula ainda dá ao IBGE, comandado pelo polêmico Marcio Poch mann, forma de falsear os indicadores do desem prego. Pesquisadores perguntam se o entrevis tado procura emprego há mais de uma semana. Instruídos a dizerem "não", para evitar o risco de perder a Bolsa, inscritos nos programas sociais são dados como "empregados". Aí, o governo trombeteia queda acentuada no desemprego. Ainda que pobres desempregados dependam só do Bolsa Família como quer o governo, eles pas sam a recusar empregos com carteira assinada. Hoje, perto de 14 milhões inscritos no Bolsa Famí lia não entram nas estatísticas de desemprego, são considerados um "exército de invisíveis". Em 2005, o Bolsa Família assistia 8,7 milhões e 20 anos depois atende a mais de 19 milhões de famí lias: equivale a dois Portugal.

Flávio não vai

O ato de 1º de março na Avenida Paulista, em São Paulo, convocado pelo deputado Nikolas Ferreira, pode ficar sem a participação de Flávio Bolsonaro, malgrado a pressão de aliados mais radicais. O intuito é pedir o impeachment de Lula e dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Auxiliares de Flávio acham que ele deveria se manter distante, devido à possibilidade de ataques de mais radicais devido ao escândalo do Master. E há o receio de afugentar eleitores mais ligados ao centro na campanha contra Lula.

Enfim casados

No sábado, (21) o prefeito do Recife, João Campos, e a deputada federal Tabata Amaral, se casaram na icônica Capela de São Benedito, na Praia dos Carneiros, em Pernambuco. Cerca de 500 convidados estiveram presentes, incluindo personalidades influentes da política (nacional e estadual), além de membros do Judiciário e líderes partidários. Embora a área ao redor não tenha sido completamente isolada, houve um reforço na segurança e o acesso dos convidados foi controlado por um QR Code, e por pulseiras específicas para o evento. João Campos fez sua entrada na capela ao lado de sua mãe, Renata Campos, ao som da canção "De Janeiro a Janeiro", interpretada por Roberta Campos e Nando Reis, enquanto Tabata foi levada ao altar por seu irmão, Allan Thales Amaral, começando sua entrada com a tradicional marcha nupcial e seguida por "Céu de Santo Amaro", uma adaptação da Cantata 156 de J.S. Bach, executada por Flávio Venturini. Um dos momentos mais marcantes ocorreu quando as mães dos noivos entraram segurando uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, enquanto a cantora Fafá de Belém entoava "Ave Maria". Ao deixar a igreja como recém-casados, João e Tabata celebraram com a famosa canção "Beleza Rara", um clássico do axé eternizado pela Banda Eva.

Único confirmado

Se é grande a chance de Flávio Bolsonaro não dar as caras na manifestação de 1º de março na Paulista, até agora o Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, é o único pré-candidato à Presidência que já confirmou presença. Ronaldo Caiado (PSD-GO) já avisou que não irá porque tem outro compromisso. Zema tem planos de tomar dos bolsonaristas a pauta das críticas ao STF. O governador de Minas, nas últimas semanas, está um tanto à deriva: sabe, pelas pesquisas, que não tem chance de vitória no Planalto e tenta ser o vice de Ratinho Jr.

Gilmar ganha cidade

Decano do Supremo, o ministro Gilmar Mendes pode batizar uma nova cidade de Mato Grosso, que acaba de ser lançada pelo empresário Eraí Maggi, o chamado "rei da soja". A criação de um distrito administrativo ganhou o nome informal de "Gilmarlandia" e agora empresários, políticos e amigos do ministro querem oficializar o nome. A cidade planejada com o novo nome provisório de Nova Aliança do Norte, será construída em área limite de Diamantino, onde Gilmar nasceu.

Camburão recheado

Há no STF, forte expectativa para os novos relatórios da Polícia Federal que serão apresentados sobre mais achados no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Por outro lado, decretada por Alexandre de Moraes, a operação contra auditores da Receita pegou ministros de surpresa por ter sido colocada na rua sem participação de Fachin. Cabe ao presidente da Corte decidir em casos semelhantes. Nos próximos dias, ministros do Supremo devem autorizar nova leva de ações da PF contra políticos. Um bem-humorado apostou que "o camburão vai ficar recheado".

Mistura Fina

Líder do PP no Senado e ex-ministra da Agricultura no governo Bolsonaro, Tereza Cristina (MS) aposta em nova eleição polarizada e defende que a União Progressista esteja na chapa de Flávio Bolsonaro ou de outro candidato da direita. Ela reconhece que muita gente defende seu nome para a vaga de vice, uma discussão para a qual teria "bons olhos" futuramente, caso seja o desejo de seus correligionários.

O presidente Lula chega hoje de sua viagem à Índia e quer anunciar o papel do ministro Fernando Haddad (Fazenda) como candidato ao governo de São Paulo. Ele não quer, prefere trabalhar na campanha de Lula à reeleição. O núcleo central da campanha lulista, contudo, estará formado pelo presidente nacional do PT, Edinho Silva, e pelos ministros da Secretaria da Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira e da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. Sidônio vai se afastar da Pasta e assumir papel de marqueteiro em julho, quando oficialmente começa a campanha eleitoral.

O presidente interino da Eletronuclear, Alexandre Caporal, balança no cargo, ou melhor, nos cargos, porque acumula a diretoria financeira da estatal. Sua declaração comparando a empresa aos Correios em razão do risco de um colapso financeiro, teve o efeito de um curto-circuito no Ministério de Energia. A fala soou como um ataque direto ao ministro Alexandre Silveira, que prometeu anunciar até o fim de 2025 uma solução para o impasse de Angra 3 - as obras estão paralisadas desde 2015.

Mais: o ano acabou e as palavras de Silveira foram levadas pelo vento. Caporal também reivindicou publicamente a suspensão da cobrança de R$ 7 bilhões em dívidas referentes à usina junto a bancos públicos. Jogou luz sobre algo que já gera faíscas nos bastidores. Aos olhos da Eletronuclear, Silveira tem se empenhado pouco ou quase nada em relação ao assunto.

A Suprema Corte dos EUA dá novas lições de conduta ética. Acaba de adotar um software que auxilia os ministros a identificar possíveis conflitos de interesse. O software compara dados sobre advogados e partes em disputa com informações sobre gabinetes de magistrados. O software não custou bilhões: foi desenvolvido por funcionários do seu Departamento de Tecnologia de Informação. Nem precisava, mas a Suprema Corte aprovou seu primeiro código de conduta em 2023.

In – Exercício: Arnold Press

Out – Exercício: Crucifixo Inverso

 

 

Arthur Maximilliano

Uma Nova Coluna sobre Gestão, Negócios e o Futuro das Empresas

25/02/2026 00h04

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Ao longo dos próximos meses, esta coluna será um ponto de encontro entre empresários, gestores, líderes e todos aqueles que acreditam que empresas são organismos vivos — que aprendem, erram, evoluem e impactam pessoas.

Sou Arthur Maximilliano, engenheiro de produção pela UFMS, professor universitário, com pós-graduação em gestão pela INSTED e MBA em Inteligência Artificial pelo IBMEC. Atuo há anos diretamente com pequenas, médias e grandes empresas, acompanhando de perto seus desafios reais com a minha empresa - RETENMAX: crescimento desorganizado, falta de clareza estratégica, decisões tomadas no improviso e a dificuldade constante de transformar boas ideias em resultados sustentáveis.

Recentemente, lancei o livro Sussurros Empresariais, uma obra que traduz, em forma de reflexões e histórias, tudo aquilo que muitas empresas vivem — mas poucas conseguem nomear. Essa mesma lógica estará presente nesta coluna: menos teoria distante, mais prática aplicada ao mundo real dos negócios.

Sobre o que vamos falar aqui

Esta não será uma coluna de modismos empresariais, frases prontas ou soluções mágicas. A proposta é falar sobre negócios com profundidade, mas com linguagem acessível.

Entre os temas que estarão presentes:

  • Inteligência Artificial como ferramenta de produtividade — não como ameaça
  • Gestão estratégica aplicada à realidade brasileira
  • Cultura organizacional e comportamento humano nas empresas
  • Liderança, tomada de decisão e conversas difíceis
  • Finanças empresariais além da contabilidade obrigatória
  • Marketing, vendas e construção de valor real
  • Educação empresarial como vantagem competitiva
  • O papel do empresário no crescimento saudável da própria empresa

Também trarei reflexões a partir de aulas, projetos, mentorias, livros, pesquisas e experiências práticas vividas dentro das organizações.

Como essa coluna será construída

A escrita será direta, reflexiva e, muitas vezes, provocativa — no bom sentido. A intenção não é apontar erros, mas gerar consciência. Não é dizer o que o empresário “deveria fazer”, mas ajudá-lo a pensar melhor sobre o que já faz.

Acredito profundamente que toda empresa é, antes de tudo, uma empresa de educação. Educação de pessoas, de processos, de decisões e de visão de futuro. Quando esse aprendizado para, o negócio começa a regredir — mesmo que os números ainda não mostrem isso.

Um convite ao leitor

Esta coluna nasce como um espaço de diálogo com o ecossistema empresarial de Mato Grosso do Sul e do Brasil. Um lugar para refletir, questionar e, principalmente, evoluir.

Se ao final de cada texto o leitor sair com uma pergunta melhor do que aquela com que entrou, o objetivo estará cumprido.

Seguimos juntos.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Metade da República quer proteger Vorcaro; blindagem absurda"

Senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS

24/02/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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STF tem histórico de dificultar investigação da CPMI

O Supremo Tribunal Federal (STF) continua emitindo sinais de que vive tempos muitos estranhos, como diz o ministro aposentado Marco Aurélio. Após o ministro Edson Fachin arquivar a alegação de suspeição de Dias Toffoli, mandando para a cesta o relatório de mais de duzentas páginas da Polícia Federal sobre suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, coube a Cristiano Zanin permitir bico calado para mais um suspeito. É ao menos a 29ª decisão do STF criando dificuldades para a CPMI do INSS.

Eles têm a força

O STF concedeu várias vezes o “direito” de investigados e suspeitos, como Daniel Vorcaro, de ignorar a convocação da CPMI. Haja poder.

Vai, mas não fala

Quando obrigou investigados a comparecer na CPMI, o STF associou a medida à pegadinha que lhes concede o direito à boca fechada.

Vida difícil da CPMI

Toffoli vetou acesso aos sigilos de Vorcaro à própria à CPMI do INSS que os quebrou, reforçando o papel da Corte de criar dificuldades. 

Transparência saudável

Muda tudo a decisão do novo relator, ministro André Mendonça, de dar acesso dos sigilos à CMPI. Na prática, põe fim ao sigilo da investigação.

Queda das tarifas de Trump não ajuda Eduardo

Especialistas confirmaram à Coluna que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro não será beneficiado pela decisão da Suprema Corte dos EUA de derrubar tarifas aplicadas por Donald Trump contra o Brasil (e outros países). “A ação [no STF] verifica se houve violência ou grave ameaça com a finalidade de interferir em processo judicial”, explica o criminalista Berlinque Cantelmo. “Mudança no cenário político ou econômico não desfaz automaticamente a conduta” que consta na acusação, esclarece.

Pode ter reflexos

Cantelmo avalia, entretanto, que o fim do tarifaço pode ter reflexos na análise da gravidade da acusação de grave ameaça.

Cerne da ação

“A linha divisória entre retórica política dura e ameaça juridicamente relevante é um dos pontos centrais” do julgamento, avalia Cantelmo.

Só possibilidades

Para o advogado Newton Lins, o fim das tarifas “abre espaço para possibilidades jurídicas antes não aventadas” e pode influenciar o caso.

Lobo mau

Após as movimentações recentes, o deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) concluiu, na sessão da CPMI do INSS: “Quem tem medo do Master é o PT; o Lula e esse governo que tá afundado até a lama”.

Só corporativos

Os gastos do governo Lula (PT) apenas com cartões de pagamento, os famosos cartões corporativos atingiram o maior nível da História, em 2025: R$ 94,3 milhões. Quase tudo protegido por sigilo.

Voltou a crescer

As despesas do governo Lula (PT) com o programa Bolsa Família voltaram a crescer em 2026 e novamente superaram a marca de R$ 13 bilhões por mês. Em dezembro de 2025 foram R$ 12,7 bilhões.

Gastos paulistanos

Janaína Paschoal (PP) e Amanda Vettorazzo (União) são as vereadoras que menos gastaram a verba de gabinete na Câmara de São Paulo, em 2025; R$ 56,7 mil e R$ 110,8 mil. Na outra ponta, três torraram o teto de R$ 416,5 mil: Silvinho Leite (União), Senival Moura (PT) e Isac Félix (PL).

Masters

O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) reagiu à decisão do presidente do STF Edson Fachin de arquivar a ação de suspeição contra o ministro Dias Toffoli no caso do Banco Master: “Eles não vão desistir de se blindar”.

Boa ideia

O deputado Kim Kataguiri (União-SP) apresenta nesta terça-feira (24) Proposta de Emenda à Constituição para fixar teto de 1% para o IPVA e estabelecer limites constitucionais para gastos com publicidade.

Memória-cofre

A última vez em que uma CPI usou sala-cofre foi durante a investigação sobre o 8/jan, quando documentos sigilosos (inclusive do STF, Abin e Coaf) ficaram guardados para análise presencial, sem cópias permitidas.

Quase dois governos

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) demorou sete anos para pedir o arquivamento do inquérito das fake news no STF, um dos mais longos da História, instaurado no terceiro mês do governo Bolsonaro.

Pensando bem...

...inquérito não é órgão público.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Questão de memória

Na campanha presidencial de 1960, Jânio Quadros, dono de memória prodigiosa, seguia com rigor uma espécie de script, que incluía os gestos teatrais. Repetia o mesmo discurso em cada cidade. Milton Campos, o vice, ao contrário, abordava temas diferentes.

Certa noite, Jânio observou:

“Dr. Milton, que maravilha. Um discurso para cada comício! Que cultura!”.

“Não é cultura”, respondeu Campos, gentil, “é incapacidade de memorizar”.

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