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Giba Um

"Temos que conversar com o Poder Judiciário. Há muita queixa dos governadores de que a polícia...

...prende os bandidos e, uma semana depois, os bandidos estão soltos. É uma coisa que, se a gente não fizer, continuará sendo uma grande falha no combate ao crime organizado", de Lula, no lançamento de pacote para segurança pública

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Ainda não foi dimensionado o estrago do escândalo do Master sobre as campanhas de Flávio Bolsonaro e de Lula. Quanto mais atingir congressistas e governadores do Centrão, mais difíceis serão as explicações de Flávio.

MAIS: e quanto mais holofotes sobre ministros do STF, pior para Lula. A operação da PF sobre o mensalão de Vorcaro para o senador Ciro Nogueira indica que, depois de meses revirando o Supremo, as investigações estacionarão no Congresso nas próximas semanas.

Fase mais leve

A nova edição da Revista Glamour Brasil apresenta Anitta em um estado de calma, maturidade e uma conexão mais profunda consigo mesma. A artista aborda suas reflexões sobre autoconhecimento, espiritualidade e a satisfação que encontra em sua criatividade. Todas as manhãs, Anitta lê o livro Mitologia dos Orixás, de Reginaldo Prandi, escolhendo uma página aleatoriamente para mergulhar na história de um orixá. Esse hábito exemplifica bem a fase que a artista atravessa: mais tranquila e com paz interior. Essa evolução pessoal resultou no álbum Equilibrivm, que foi gravado em sua residência, no Rio de Janeiro, e está cheio de elementos da cultura brasileira e referências ao candomblé. “Nem tinha como dar ruim, porque fui curtindo os momentos em que fizemos aquilo acontecer. O processo já foi a parte boa”, contou a cantora. Anitta revelou que, anteriormente, sua atenção estava apenas focada nos resultados, números e nas pressões externas. “Eu já acordava tensa porque o resultado ainda não tinha chegado.” Contudo, após se dedicar a retiros, estudos e práticas de autoconhecimento, Anitta aprendeu a encontrar felicidade e leveza em seu trabalho. “Passei a trabalhar nesse prazer, nessa alegria.” Além do ensaio impactante, não foram só as palavras da entrevista que provocaram agitação na internet. A capa da Glamour também reacendeu os rumores sobre um possível romance entre Anitta e Alice Carvalho. A atriz deixou um comentário na postagem da cantora poucos minutos após a publicação, deixando fãs em polvorosa. As duas já haviam sido vistas juntas em festas, no carnaval e até no cinema, aumentando ainda mais as especulações sobre o affair.

Plano Safra vira palanque de Lula

Há uma discussão no entorno de Lula sobre a possibilidade de o lançamento do Plano Safra 2026/27 sair do Palácio do Planalto, onde é feito tradicionalmente, e ser levado para o “campo”. Leia-se: uma cidade representativa do agronegócio, notadamente no Centro-Oeste. O principal defensor da proposta é o ministro-chefe da Secom, Sidônio Palmeira. A ideia é transformar um anúncio de governo em um ato de campanha. Seria uma forma de Lula capitalizar os efeitos do programa e fazer um aceno direto ao agro, território historicamente hostil a ele. O ministro da Agricultura, André de Paula, já indicou que o Plano Safra deve ser apresentado em junho e com números vitaminados em relação ao ciclo anterior, de R$ 516 bilhões. O pleito da CNA é de R$ 623 bilhões em crédito, dos quais R$ 518,2 bilhões para médios e grandes agricultores. Também está sobre a mesa uma frente de negociação de dívidas rurais, no valor de até R$ 80 bilhões.

Sete mandantes”

A ministra do STF, Cármen Lúcia, mantém paralisada, desde o começo do ano, uma ação de flexibilização da Lei da Ficha Limpa. Não julga nem suspende as alterações que afrouxaram regras para condenados por improbidade, como no caso da Lei da Dosimetria, o que gera incertezas para a eleição de outubro. Por outro lado, Paulinho da Força (SD-SP), relator do projeto da Lei da Dosimetria, acredita que o Supremo vai acabar por “homologar” a lei e que condenados do 8 de janeiro serão soltos, com exceção dos “sete mandantes”.

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Segredos de Cate

Enquanto muitas personalidades famosas dedicam várias horas do dia a treinos rigorosos na academia, Cate Blanchett, que completa hoje 57 anos, adota uma estratégia mais prática e realista. Durante um bate-papo com a The Cut, a atriz revelou que encontrou no Pilates a maneira perfeita de cuidar de seu corpo de forma equilibrada, conciliando a exigência de sua carreira com suas obrigações como mãe. “Eu adoro Pilates. Acho que foi feito sob medida para o corpo de atores. Para mim, preciso de aulas individuais. Percebo que, em aulas grandes, preciso de alguém para me orientar”. No entanto, o Pilates não é a única atividade que ela realiza. Cate também utiliza um aparelho elíptico em sua residência para exercícios de baixo impacto e mantém o hábito diário de se alongar antes de iniciar suas atividades de trabalho. Para ela, esses cuidados já são fundamentais para manter um corpo ativo e uma sensação geral de bem-estar. Cate também expressou seu interesse em integrar a meditação à sua rotina de cuidados pessoais. Essa ideia surgiu após uma conversa com um colega ator, que destacou como essa prática pode aumentar a presença e a expressividade emocional no palco. Apesar de seu ceticismo inicial, ela decidiu experimentar a prática. “Tudo bem, vou dar uma chance”, mostrando que até as estrelas estão em busca de formas de desacelerar.

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Saia na vice

Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força ainda sonhava em ser candidato a vice-presidente na chapa de Ciro Gomes (PSDB) ao Planalto, como já aconteceu nas eleições de 2002. Ciro já avisara que não aceitaria o convite de Aécio Neves para disputar a Presidência, preferindo permanecer como candidato ao governo do Ceará, onde aparece na liderança das pesquisas. No próximo sábado, haverá em Fortaleza o evento de lançamento oficial da candidatura de Ciro. Ainda não há definição de vice. Ciro e o partido examinam dois nomes: o da vereadora Priscila Costa (PL) e o de Amanda Bezerra, vice-prefeita de Ocara (Republicanos).
 

Brecha eleitoral

Gilberto Kassab, presidente do PSD, já enxerga a possibilidade de o partido eleger um senador a mais na esteira do escândalo do Master. A brecha vem da ofensiva policial sobre Ciro Nogueira, que é pule de dez para se reeleger ao Senado pelo Piauí, caso possa concorrer. As investigações da PF podem alterar as condições de temperatura e pressão. Se Nogueira ficar privado do jogo eleitoral, aumentariam as chances do candidato do PSD ao Senado pelo Piauí, Júlio César. Hoje, ele é o terceiro nas pesquisas, com 11%, atrás de Marcelo Castro (MDB), com 29%. Ciro, líder absoluto da última enquete, tem 52%.

Pérola

“Temos que conversar com o Poder Judiciário. Há muita queixa dos governadores de que a polícia prende os bandidos e, uma semana depois, os bandidos estão soltos. É uma coisa que, se a gente não fizer, continuará sendo uma grande falha no combate ao crime organizado”,

de Lula, no lançamento de pacote para segurança pública.

Na vice de Flávio 1

A maior parte do PL não quer escantear o PP na estratégia eleitoral de Flávio Bolsonaro, ideia ventilada no partido depois de a PF realizar busca e apreensão na mansão do senador Ciro Nogueira (PP-PI). Há até uma costura para que a vaga de vice seja de um quadro do Progressistas. O núcleo mais próximo de Flávio quer insistir em Romeu Zema (Novo) para o posto, mas o ex-governador mineiro insiste em manter sua candidatura à Presidência.

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Zema é citado pelo perfil liberal (embora tenha menos de 2% nas pesquisas), por ter boa aprovação em importante colégio eleitoral, além de atrair eleitor antipetista e não bolsonarista. O PL conta com uma rica máquina política da Federação União Progressista em estados e municípios do Nordeste. No União Brasil, há movimentação para que Ciro se afaste da presidência. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) não quer ser vice de Flávio, mas poderia assumir a presidência do PP.

Mais “amigos de vida” 1

A investigação do Banco Master terá o desafio de identificar parceiros ou “amigos de vida” que usavam cartões ilimitados em nome de Daniel Vorcaro e expedidos pelo seu próprio banco. A suspeita é de que, entre 2019 e 2025, foram “distribuídos” mais de R$ 104 milhões a agentes públicos por meio de 80 a 90 cartões de crédito de Vorcaro, que recebiam para gastar à vontade. Rastrear compras de investigados, como carrões, pode ser um começo.

Mais “amigos de vida” 2

Eles usavam cartões e senhas do banqueiro e podiam gastar como quisessem, do aluguel de jatinhos a jantares e viagens de luxo. Os gastos de Vorcaro com cartões chamaram a atenção da CPMI do INSS, mas a maioria governista barrou a investigação. Suspeitos negam que Vorcaro tenha pago seus cartões: ele pagou boletos em seu nome, mas os gastos foram feitos pelos “amigos”. Conversa vazada de Vorcaro com Léo Serrano, seu operador financeiro, trata do pagamento de cartões com Ciro Nogueira, por exemplo.

Terras raras” 1

O Planalto insiste que a visita de Lula a Trump é para reiterar a “soberania mineral” nas reservas brasileiras de terras raras (a conversa foi pouca, todavia), mas a oposição sente cheiro forte de defesa dos irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS. Trump mandou investigar a JBS por prática abusiva de preço quando o petista chegava a Washington. Não é a primeira vez que Lula é acusado de governar com o dedo no gatilho dos interesses privados dos seus empresários favoritos.

Terras raras” 2

Joesley e Wesley Batista têm investido pesado em minerais críticos, via LHG Mining, incluindo o tema “terras raras”, que Lula teria colocado na mesa de Trump. Por isso, falar em terras raras quando a JBS é investigada nos Estados Unidos, para a oposição, soa como troca de favores disfarçada de “política de Estado”. Para deputados da oposição, a visita a Trump não foi sobre “soberania mineral” brasileira, mas para proteger e viabilizar o império da J&F.

Mistura Fina

O documento enviado pela defesa de Vorcaro à PF foi intencionalmente fraco para forçar um recurso à 2ª Turma do STF. Traz, no entanto, um novo nome: o do investidor Nelson Tanure, que se notabilizou desde os anos 1990 por comprar grandes empresas em crise nos setores de energia, saúde, telecomunicações, petróleo, infraestrutura e mídia. De acordo com a PF, Tanure colocou pelo menos R$ 1,6 bilhão no Banco Master por meio de complexas operações em múltiplas empresas, dificultando o rastreio.

Em janeiro, Tanure já havia sido alvo de mandado de busca e apreensão em operação policial ligada ao caso Master. O que reforça uma tese que ganha força na PF: a de que Vorcaro terceirizava parte de sua rede de contatos políticos. Intermediava eventuais acordos entre empresários e políticos, usando o Master para quitar o pagamento de propinas, evitando contato direto entre as duas partes.

Foco da operação deflagrada na semana passada pela Polícia Federal, a influência do ex-banqueiro Daniel Vorcaro no Congresso tinha como pano de fundo, de acordo com as investigações, o interesse em projetos que poderiam impactar seus negócios. A apuração identificou que a agenda legislativa dele incluía uma proposta que regulamentou o mercado de carbono no Brasil, área na qual Vorcaro possuía investimentos, e outra que tratava sobre transição energética.

O governo Lula já pagou R$ 2,7 bilhões de emendas parlamentares apenas este ano. Enquanto usou como munição política o “empenho” (reserva) de R$ 12 bilhões às vésperas da votação da sabatina de Jorge Messias, rejeitado pelo Senado, a administração petista distribuiu, de fato, cerca de R$ 200 milhões nos últimos dias. As informações são da Transparência do Tesouro Nacional.

Até agora, em 2026, emendas individuais custaram R$ 1,52 bilhão ao contribuinte e emendas de bancada, outros R$ 1,19 bilhão. Em abril, o governo Lula pagou quase R$ 437 milhões em emendas, mas o recorde foi em fevereiro de 2026, quando distribuiu R$ 1,13 bilhão. O total distribuído por Lula não inclui emendas parlamentares que já começaram a ser pagas em maio.

In – Coquetel de maçã verde com limão
Out – Mocktail de abacaxi com pepino

Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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