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Giba Um

"O Haddad está na frente na capital e na região metropolitana. Simone Tebet, Marina Silva e...

...Márcio França têm que estar bem encaixados na chapa. O que eu defendo? Dois para o Senado e um para vice. Será uma chapa potente", de José Guimarães (Relações Institucionais), feliz com os 47% de intenções de voto para Lula na pesquisa

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O Planalto decidiu abrir mão da disputa pela relatoria do projeto que estabelece o marco legal dos minerais críticos. Mesmo tratando-se de um tema dos mais sensíveis, que está no centro da mesa de negociações com a Casa Branca, a articulação política do governo recuou para evitar mais uma derrota no Senado.

Mais: entre os candidatos à relatoria do projeto, há um único nome próximo do Planalto: o senador Eduardo Braga (MDB-AM). Só que sua escolha está longe de ser contabilizada como articulação do governo. Outros nomes são Nelsinho Trad (PSD-MS), Wilder Moraes (PL-GO) e Esperidião Amin (PP-SC).

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Premiação musical

O American Music Awards de 2026 foi um evento repleto de emoções numa cerimônia que ocorreu na segunda (25), na MGM Grand Garden Arena, Paradise, Nevada, consolidando-se como um dos maiores festivais musicais do mundo. Ao contrário de outras premiações, Taylor Swift, apesar de ter sido indicada em oito categorias, saiu sem conquistar nenhum prêmio. Os reencontros roubaram a cena. O BTS retornou aos palcos após uma ausência de quatro anos e se destacou como um dos grandes vencedores, levando para casa os prêmios de Artista do Ano e Música do Verão. Fergie, por sua vez, reuniu-se com o Black Eyed Peas em um momento nostálgico, celebrando o prêmio de Throwback do Ano com “Rock That Body”. Outro destaque foi o retorno das The Pussycat Dolls, com três integrantes — Nicole Scherzinger, Kimberly Wyatt e Ashley Roberts — que animaram a plateia com suas músicas icônicas e muita energia. Queen Latifah também foi uma figura marcante ao apresentar a cerimônia, após três décadas longe do palco do AMA. Dentre os vencedores, Sombr impressionou com uma apresentação repleta de efeitos visuais e conquistou três prêmios significativos: Melhor Álbum, Música e Revelação de Rock/Alternativo. Katseye provou seu valor como uma das bandas femininas mais promissoras da atualidade, enquanto Karol G recebeu uma homenagem merecida por sua notável trajetória, e Billy Idol foi celebrado por sua longa carreira, fazendo todos cantarem juntos suas clássicas canções.Entre tantas no tapete vermelho estavam, Hillary Duff e Paula Abdul.

Devolução de R$ 60 bi na delação de Vorcaro

Se o Banco Master é “terceira divisão do sistema financeiro”, como disse Gabriel Galípolo, presidente do BC, a dinheirama que o dono do enrolado banco, Daniel Vorcaro, pode ter de devolver segue o “padrão Fifa”. Confirmada a devolução do montante de R$ 60 bilhões no acordo entre o banqueiro e a Procuradoria-Geral da República, o valor é maior que o orçamento de quase todas as capitais brasileiras. Só não consegue superar São Paulo (R$ 137 bilhões) e Brasília (R$ 74,4 bilhões). Rio de Janeiro (R$ 52 bilhões) e Belo Horizonte (R$ 24,1 bilhões) seguem no ranking dos maiores orçamentos, mas menores do que o cofre de Vorcaro. Listando as capitais pelo tamanho do orçamento, a delação supera a somatória da receita de 14 capitais. Para comparar, o lucro líquido do Itaú Unibanco em 2025, com 70 milhões de clientes, foi de R$ 46,8 bilhões. A delação é mais da metade do que faturou a Petrobras em 2025: R$ 110,1 bilhões. E mais do que o lucro de 2024: R$ 36,6 bilhões.

Hidrovias ameaçadas

Entre investidores do setor, há uma descrença generalizada de que o governo conseguirá colocar de pé, ainda neste ano, os editais de concessões hidrodoviárias prometidos pelo Ministério de Portos e Aeroportos. A descrença aumentou depois do adiamento da hidrovia do Rio Paraguai para 2027 e já contaminou projetos do Arco Norte. O calendário regulatório não fecha. Some-se o alto potencial de judicialização e os conflitos com comunidades indígenas e ambientalistas em trechos sensíveis da Amazônia. Olho vivo.

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De volta às novelas

A atriz Alinne Moraes voltou a movimentar as redes sociais com fotos repletas de estilo e um toque de mistério, divulgando imagens vestindo apenas um elegante sobretudo vermelho. Há cerca de dois meses, ela vem publicando fotos sensuais sem dar detalhes. Enquanto encanta seus seguidores com essas imagens, Alinne está vivendo um intenso retorno às novelas. Atualmente, ela aparece na reprise de Além do Tempo, exibida nas tardes da Globo, e também integra o elenco de Guerreiros do Sol, disponível no Globoplay. Após sua participação em Um Lugar ao Sol (2021), ela não havia atuado em novelas da Globo, mas já se prepara para um novo desafio: dará vida à vilã Vanessa em Por Você, a futura novela das 19h. Para se preparar para essa personagem, Alinne até mudou o visual, clareando os cabelos para interpretar a poderosa médica que dirige um hospital. Anteriormente, ela havia sido considerada para o papel de Violeta, mãe de Juquinha (Gabriela Medvedovsky), na novela “Três Graças”.

Olho vivo

O ministro André Mendonça (STF) está convencido de que a defesa de Daniel Vorcaro atua para tumultuar as investigações do caso Master, alinhada a interesses de forças dentro do próprio Supremo. Paulo Henrique Costa, ex-chefe do BRB preso por receber propina de Vorcaro, não tem elementos que sustentem uma proposta de colaboração. As histórias que ele quer contar os investigadores já conhecem há tempos.

Para anotar

O eleitor do centro se apresenta de modo fragmentado na pesquisa Datafolha, com leve preferência por Lula. Numa escala ideológica de 1 (extrema esquerda) a 7 (extrema direita), os pesquisados que estão no nível 4 (centro) dão ao presidente 29% das intenções de voto, contra 20% para Flávio Bolsonaro. O senador vem tentando se colocar como “moderado”, diferente do pai, mas não tem dado certo. Os que se apresentam como “terceira via” patinam entre os moderados. Ronaldo Caiado (PSD) obtém 6% no grupo e Romeu Zema (4% também) consegue índices modestos. O resto é o resto.

Pérola

“O Haddad está na frente na capital e na região metropolitana. Simone Tebet, Marina Silva e Márcio França têm que estar bem encaixados na chapa. O que eu defendo? Dois para o Senado e um para vice. Será uma chapa potente”,

de José Guimarães (Relações Institucionais), feliz com os 47% de intenções de voto para Lula na pesquisa.

Michelle na vice

O escândalo que abalou a candidatura de Flávio Bolsonaro não convenceu, até agora, o ex-presidente preso a permitir que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se prepare para entrar no páreo. Ele veta qualquer possibilidade de Michelle disputar a Presidência da República neste ano. Contudo, sob inspiração de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, um grupo de aliados acha que ela “cairia como uma luva” na vice de Flávio Bolsonaro. Detalhe: os três enteados, Carlucho, Eduardo e o próprio Flávio, não gostam dessa ideia do pai. Preferem vê-la eleita senadora pelo Distrito Federal.

Resistência a Flávio 1

O olhar perdido e a distância que Sergio Moro manteve de Flávio Bolsonaro durante um pronunciamento dele na Câmara são mais que reveladores. Aos poucos, a candidatura do “01” começa a enfrentar focos de resistência dentro do próprio PL, e Moro é um deles. Flávio tem uma viagem a Curitiba marcada para a próxima sexta-feira, dia 29, quando se encontrará com Moro e Filipe Barros, aliado do ex-ministro da Justiça e candidato ao Senado pelo PL. A princípio, o roteiro traçado previa uma declaração de ambos em apoio a Flávio. No entanto, a revelação das relações promíscuas com Daniel Vorcaro deverá provocar rasuras no script.

Resistência a Flávio 2

Moro está reticente em se manifestar formalmente a favor da candidatura de Flávio à Presidência. O ex-juiz já confidenciou que, à luz dos novos fatos, não está disposto a entrar na batalha sanguinolenta entre Lula e os Bolsonaro. Ele pode até bater no presidente da República — afinal, para os seus, sempre terá capital político para dizer “eu coloquei o Lula na cadeia” —, mas não pretende fazê-lo na posição de backing vocal para o clã Bolsonaro. Moro está numa posição confortável no Paraná. Lidera com folga todos os cenários para o governo estadual e já consolidou apoio do eleitor bolsonarista.

Investidor assediado 1

Em negociações para comprar a SAF do Vasco, Marcos Lamacchia virou o dono do cheque mais assediado do futebol brasileiro. Além de Botafogo e Fluminense, que o procuraram nos últimos meses, Santos e Santa Cruz também fizeram sondagens junto a Lamacchia. Paulistas e pernambucanos estão na fase de garimpar investidores. O clube paulista ainda joga no primeiro tempo: ainda não aprovou seu novo estatuto. O Santa Cruz quase vendeu 90% da SAF ao consórcio Cobra Coral, mas as tratativas foram encerradas. Tanto no Santos quanto no Santa Cruz, os milhões de Lamacchia viriam a calhar.

Investidor assediado 2

Marcos Lamacchia é filho de José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, e de Júnia, uma das herdeiras de Aloysio Faria, fundador do Banco Real. Seu avô, um dos banqueiros mais míticos do país, figurou entre as 20 maiores fortunas do Brasil. Além da linhagem, não há muita clareza sobre os negócios de Marcos Lamacchia. Pesquisa realizada sobre os 40 maiores veículos jornalísticos não fez nenhuma menção a ele ou à sua gestora, a Blue Star. Há quem aposte, contudo, que ele estaria comprando a SAF do Vasco como front de seu pai e de sua madrasta, Leila Pereira, presidente do Palmeiras.

Mistura Fina

A semana começou no governo com a certeza de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), vai pisar no freio na PEC que pode acabar com a jornada de trabalho de 44 horas semanais, a escala 6x1. Como as festas juninas esvaziam o Congresso, a aposta é que, entre o recesso de meio de ano e as eleições, o senador só coloque o item para votação após o período eleitoral, ou seja, com sorte, em novembro ou dezembro.

Lula parece ter esquecido que o Congresso é bicameral e ignorou a reunião no Planalto. Alcolumbre não deve atuar ativamente contra a PEC, mas o texto deve seguir o fluxo normal e sem pressa para o relator. O texto deve sofrer alterações no Senado, e o prazo de transição para a mudança é ponto de divergência entre os parlamentares. Na Câmara, Hugo Motta aceitou o projeto e marcou sessões deliberativas às sextas-feiras, o que é mais do que raro.

Decretos de Lula fixando controle do seu governo sobre conteúdos das redes sociais, roubando prerrogativas do Congresso, reforçam a omissão dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta. Eles poderiam reagir à iniciativa autoritária de Lula com instrumentos democráticos em defesa das instituições, anulando a norma, mas mantêm silêncio. Advogados advertem que o decreto é grave risco à liberdade de expressão.

Tem sido recorrente no regime (Lula e aliados no STF) desqualificar e neutralizar o Legislativo, como se houvesse a ideia de torná-lo dispensável. Essa suposta paralisia esvazia o papel do Legislativo, reduzindo-o a coadjuvante do Planalto e do Supremo. O decreto autoritário obriga as plataformas a estabelecer a autocensura, ferindo a internet livre.

In - Exercício: Burpee
Out - Exercício: Jump Squat 

Cláudio Humberto

"Michelle está fora de questão"

Valdemar Costa Neto, presidente do PL, sobre a ex-primeira-dama disputar o Planalto

26/05/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Governo vê chance de 6x1 emperrar no Senado

A semana começou, no governo, com a certeza de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), vai pisar no freio da tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pode acabar com a jornada de trabalho de 44 horas semanais, a escala 6 por 1. Com as festas de São João que esvaziam o Congresso, recesso de meio de ano e as eleições, a aposta é que o senador só coloque o item para votação após o período eleitoral, ou seja, com sorte, novembro ou dezembro.

Nem convidou

Lula parece ter esquecido que o Congresso é bicameral e ignorou a existência de Alcolumbre na reunião de ontem (25), no Planalto.

Fogo baixo

Alcolumbre não deve atuar ativamente contra a PEC, mas o texto deve seguir o fluxo normal. Sem pressa, por exemplo, para escolher relator.

Falta consenso

Outro ponto é que o texto deve sofrer alterações no Senado. O prazo de transição para alteração é ponto de divergência entre parlamentares.

Cabeça de bacalhau

Na Câmara, Hugo Motta (Rep-PB) acelerou o projeto e até marcou sessões deliberativas às sextas-feiras, coisa raríssima na Casa.

Lula decreta fim da internet livre, Congresso se omite

Decretos de Lula (PT) fixando controle do seu governo sobre o conteúdo das redes sociais, roubando as prerrogativas do Congresso Nacional, reforça a grave omissão dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB). Eles poderiam reagir à inciativa autoritária de Lula com instrumentos democráticos em defesa das instituições, anulando a norma, mas mantêm acovardado silêncio. O advogado Luiz Augusto D’Urso, especialista em direito digital, advertiu no programa Pânico que o decreto é grave risco à liberdade de expressão.

Poder dispensável

Tem sido recorrente no regime (Lula e aliados no STF) desqualificar e neutralizar o Legislativo como se a ideia fosse torná-lo dispensável.

Só um coadjuvante

Essa paralisia sistemática de dignidade esvazia o papel do Legislativo, eleito pela população, reduzindo-o a coadjuvante do Planalto e do STF.

Internet livre agoniza

O decreto autoritário obriga as plataformas a estabelecer a autocensura, ferindo de morte a internet livre, adverte o professor no MBA da FGV.

Sobreviver é a meta

Deve ser hoje (26) reunião de PSDB e Cidadania em torno do deputado tucano Aécio Neves à Presidência da República. Não é pra valer: a ideia é apenas tentar puxar mais votos para tirar o PSDB da rota de extinção.

Não é brincadeira

A previsão é que dure cerca de três semanas o tratamento de Lula após retirar um câncer de pele. O tratamento, muito duro, trata de uma doença grave, e inclui 15 sessões de radioterapia. Começou ontem.

Incerteza geral

Até a pesquisa contratada pelo BTG junto a FSB, de ricos contratos no governo do PT, ainda aposta na incerteza entre Lula e o Flávio Bolsonaro (PL): a previsão ainda é de 47% a 43%: empate técnico no 2º turno.

Entra e sai

Teve mudança na equipe de comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL). Sai Marcello Lopes e entram os sócios Alexandre Oltramari e Eduardo Fischer. Fischer é ex-sócio de Roberto Justus.

Reta final

A Lei da Dosimetria deve ser julgada até a próxima semana no Supremo Tribunal Federal. A Advocacia-Geral da União já apresentou parecer (contrário). Falta o posicionamento da Procuradoria-Geral da República.

Homeschooling

A deputada Carol de Toni (PL-SC) quer anistiar pais e responsáveis investigados, processados, condenados ou penalizados por adotarem a educação domiciliar, o homeschooling. Já apresentou o projeto de lei.

Para todos os gostos

Apenas nos últimos sete dias foram registradas 35 pesquisas eleitorais, no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que vão avaliar em que pé está a disputa para presidente da República, este ano.

Impacto mínimo

Valdemar Costa Neto disse ter certeza de que Flávio Bolsonaro passaria por algum desgaste eleitoral antes da eleição de outubro. “Até que não foi tão grande”, minimizou ontem o presidente do PL.

Pergunta na grandeza

E se todo o sistema for de “terceira divisão”?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Sem-vergonhice

Certa vez, em 1988, o ex-ministro Nelson Jobim foi dar uma força na campanha do PMDB à prefeitura de Tupanciretã (RS), região em que os candidatos têm o hábito de demonstrar civilidade visitando os palanques dos adversários. Jobim já discursava quando o adversário, Dr. Marcel (PDS), subiu ao palanque. Ele impostou a voz para perguntar à plateia: “Por que será que o Dr. Marcel está no nosso comício?”... O grito de um bêbado estragou a profunda reflexão pretendida por Jobim: “Porque ele é um sem-vergonha, tchê!”.

Giba Um

"A Justiça tomou uma decisão correta ao colocar você como interino até as eleições...

...Ninguém quer que você faça uma ponte, que você trabalhe para prender políticos que as pessoas querem que façam parte de uma milícia organizada"

26/05/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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O técnico da seleção brasileira (o novo contrato já foi esticado até 2030), Carlo Ancelotti, acaba de ganhar um daqueles bonecos gigantes de Olinda. A escultura carnavalesca é do produtor Leandro Castro, da Embaixada dos Bonecos.

Mais: quer fazer um boneco outro de Neymar. Não fez antes porque não sabia se o jogador seria convocado ou não. E já está pronto o boneco de Vini Jr., cujo término do namoro com Virginia Fonseca ganhou mais destaque do que sua convocação.

Giba Um

 

Meio século vem aí

Ticiane Pinheiro (na foto com seu marido César Tralli e as filhas Rafa e Manuella) já entrou no clima da nova fase da vida. Com seu 50º aniversário se aproximando (16 de junho) e prestes a fazer a mudança de São Paulo para o Rio de Janeiro, após assinar contrato com a Globo, a apresentadora optou por antecipar a comemoração e, ao mesmo tempo, realizar uma despedida memorável. A festa ocorreu na Bisutti Boulevard JK, em São Paulo, e contou com cerca de 300 convidados em um ambiente que resgatava a atmosfera das discotecas dos anos 80. Os looks de Ticiane foram o grande destaque da noite, com ela deslumbrando em duas produções cheias de glamour, plumas e franjas.

O primeiro traje foi um macacão prateado com bordados, criado por Koya, perfeito para brilhar na pista de dança. A segunda roupa, assinada por Israel Valentim, era um vestido curto com detalhes transparentes e elegantes mangas de plumas. O menu sofisticado também se destacou, oferecendo opções como bobó de camarão, mini nhoque trufado e sobremesas especiais, além de um bolo de 1,40 metro de altura, feito pela cake designer Mariana Junqueira, que escolheu uma estética maximalista inspirada nas antigas discotecas, com acabamentos prateados Entre os convidados estavam sua mãe, Helô Pinheiro, Vera Viel, Wanessa Camargo, entre tantos outros.

Pai de Daniel preso: surtos de desespero

Apontado pela Polícia Federal como operador (e responsável pelo pagamento) da milícia usada por Daniel Vorcaro para intimidar adversários (são os grupos “A Turma” e “Os Meninos”, braços de segurança e monitoramento ilegal), o empresário Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master, passa os dias no presídio Nelson Hungria, em Contagem, chorando e se desesperando, em surtos seguidos. Familiares dizem que ele teria problemas mentais, momentos de grande depressão e que “não aguenta muito tempo” na prisão, que é conhecida pela superlotação (tem 61% a mais da capacidade projetada, com 2.690 detentos, quase “empilhados”).

No domingo (24), o ministro Luiz Fux votou pela manutenção da prisão de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo de Daniel. Na época da prisão, a Polícia Federal apontou ainda que o pai de Vorcaro foi usado para suposta ocultação de recursos bilionários em meio às investigações. Antes de ser preso, ele foi aconselhado a colaborar com as investigações, mas preferiu seguir a orientação do advogado do filho e ficar em silêncio (e o advogado José Luis de Oliveira Lima, o Juca, já foi afastado).

Especialista

O advogado José Luis de Oliveira Lima, o Juca, conhecido no meio jurídico e considerado “especialista” na condução de uma delação, já atuou em casos de grande repercussão, como a Operação Lava Jato, ao defender o empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, e a ação da trama golpista, ao trabalhar para o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro. Oliveira Lima trabalhou em outros casos de delação envolvendo mais figuras do circuito de empreiteiros. Com Vorcaro, Juca insistia para que não tentasse enganar a PF e a PGR.

Giba Um

Maiores momentos

No Vivo Rio, localizado no Aterro do Flamengo, Gaby Amarantos evidenciou por que se destaca como uma das principais figuras da música brasileira, vivenciando um dos momentos mais marcantes de sua carreira. Assim que os sons graves começaram, o público se deixou cativar pelo tecnobrega da cantora paraense, que classifica este projeto como o mais ousado de suas três décadas de trajetória musical. “É o maior em todos os aspectos”. O álbum rapidamente se transformou em um sucesso estrondoso, impulsionado por suas canções, clipes e um filme gravado em uma única tomada, atraindo atenção até fora do Brasil. “Sabíamos que era algo inovador”. O êxito se refletiu em números impressionantes, prêmios e um aumento expressivo na autoestima: “Finalmente recebemos o reconhecimento que merecíamos”. Entre turnês, aspirações internacionais e novos empreendimentos na música e na atuação, Gaby segue levando a cultura do Pará para o mundo. “Meu ouro está aqui”, afirma, confiando na força da cultura amazônica para expandir seu espaço no cenário global — sempre com autenticidade, brilho e coragem.

Giba Um

Até beijinho

No final de semana, programas jornalísticos das emissoras de TV exibiram o momento em que a Polícia Civil entra na mansão de Deolane Bezerra, com lanternas, e ela sai do quarto já com as mãos levantadas. Virou uma “atração especial”, exibida e repetida várias vezes. Acusada de ser caixa do PCC e lavar dinheiro sujo, Deolane também é considerada amiga pessoal do presidente Lula. Rodou no Congresso, nos últimos dias, o book de fotos de Deolane ao lado de Janja e Lula, que deu até beijinho na testa da influenciadora.

Suplente de Alcolumbre

A Polícia Federal já concluiu o inquérito que apura suspeitas de fraudes em licitações e desvios de recursos em contratos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Amapá e indiciou o empresário Bento Chaves Pinto, suplente do senador Davi Alcolumbre (União-AP). Ele foi flagrado pela PF deixando uma agência bancária após sacar R$ 350 mil em espécie e entrando em um carro ligado a primos do presidente do Senado. Chaves Pinto é apontado como integrante de um núcleo suspeito de atuar para direcionar contratos públicos.

Pérola

A Justiça tomou uma decisão correta ao colocar você como interino até as eleições. Ninguém quer que você faça uma ponte, que você trabalhe para prender políticos que as pessoas querem que façam parte de uma milícia organizada”,

de Lula a Ricardo Couto, desembargador e governador interino do Rio.

Vale tudo 1

Dependendo do partido, a maioria das legendas brasileiras, quando não consegue algum nome para determinadas candidaturas, lança mão de algum famoso só para sentar no bloco. Exemplo recente é o Democracia Cristã que, vendo que Aldo Rebelo não decolava para a Presidência, colocou em seu lugar — sem informar Aldo e tampouco ao novo “escolhido” — o nome do ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa (ele não quer saber). Agora, o PT está à deriva, sem candidato ao governo de Minas Gerais, e resolveu achar que Josué Gomes da Silva (MDB), ex-Fiesp e dono da Coteminas, é um bom nome.

Vale tudo 2

O primeiro a se espantar com a possibilidade de disputar o Planalto (seu pai, José Alencar, foi vice de Lula em dois governos e, no primeiro, foi vendido por José Dirceu para ser vice do petista) foi o próprio Josué, que está tentando recuperar a Coteminas em um processo de recuperação judicial — e, claro, não pensa em candidatura. A Coteminas (grupo) deve R$ 2 bilhões, sendo R$ 848 milhões em tributos federais. Seus maiores credores são Banco do Brasil e Bradesco. E já teve até petista que queria colocar Josué, como seu pai, na vice de Lula em 2026 (Alckmin está confirmado).

“Fico” de Ciro

O Ceará espera contar com a participação mais ativa de Lula nas eleições no estado este ano. A decisão de Ciro Gomes de disputar o governo cearense piorou o cenário para Elmano de Freitas, que tenta a reeleição. Com Ciro no pleito, a disputa ganha mais caráter emocional, e aí é que Elmano leva desvantagem. Nos bastidores, o ex-governador Camilo Santana surge como plano B, caso Elmano não engrene de vez. Mesmo assim, Ciro ainda comandaria as pesquisas. Agora, o PT conta com Cid Gomes para garantir musculatura ao PSB na chapa (o senador precisa renovar seu mandato).

Espontânea

Desmascaradas as mentiras (mais uma vez), o filho presidenciável de Bolsonaro apareceu no Datafolha com 17% de intenção de voto na consulta espontânea (quando não há cartela de nomes exibida ao eleitor), ante 28% de Lula; 31% ante 40% na pesquisa simulada; e 43% ante 47% na simulação de segundo turno. Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO), que se apresentaram como opções à direita de Flávio, ficaram na irrelevância em que já estavam, abaixo de 4% das intenções de voto.

Guerra interna

Os últimos momentos de Marcelo Lopes no comando da comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro foram mais do que caóticos. O ex-policial surtou com integrantes da equipe, gritando e colocando o dedo na cara deles, por suspeitar de vazamentos nessa crise em torno das juras de fidelidade que o “01” fazia ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Marcelão, como é chamado, quebrou objetos na produtora, e as ameaças chegaram até o PL. Flávio decidiu pessoalmente demitir o marqueteiro.

Mistura Fina

O garimpo ilegal avança no atual governo. Em 2024, eram 749 pistas de pouso clandestinas na mata. Agora, já são quase 3.000 pistas de garimpo na região — e subindo. Poucas foram destruídas no ano passado, o que não afetou o crescimento do número de pistas. O garimpo ilegal consegue abrir espaços na mata para novos pousos usando “profissionais” da área, que também utilizam manobras para ocultá-las.

Como na Câmara, servidores do Senado (são 6.558 ativos) só faltam se estapear para saber quem entrará na folha de pagamentos de horas extras, com valores sempre obesos. Em abril, foram preenchidas 408 páginas com a lista dos “sortudos” contemplados com “serviços extraordinários”, garantindo, em média, cerca de R$ 9,5 mil ao mês. Um servidor que atua em comissão do Senado recebeu R$ 10.385,98 somente em horas extras. E ainda havia R$ 9.545,60 de “pendência” relativa a fevereiro.

O servidor lotado em comissão trabalhou 2 horas e 25 minutos a mais em 2 de março. Faturou mais de um meio salário-mínimo: R$ 840,38. Outro servidor, que fez a “proteção de comissões”, levou outra bolada: R$ 9.488,74. Foram 33h48 que disse ter trabalhado a mais, em março. Segundo o IBGE, mais de um terço dos trabalhadores no Brasil recebe até um salário mínimo. O valor diário é de R$ 54,04, ou R$ 7,37 por hora.

Desde a oficialização do instituto da delação premiada no Brasil, em 2013, são poucos os casos de delações que acabaram rejeitadas pelas autoridades responsáveis pela negociação, especialmente no âmbito do STF. Em 2018, a Primeira Turma do Supremo rejeitou acordo proposto pelo ex-deputado José Riva, alvo da Operação Ararath, condenado a mais de 70 anos de prisão. Em 2021, foi a vez de a Corte rejeitar o acordo do ex-governador do Rio Sérgio Cabral.

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