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Giba Um

"A Justiça tomou uma decisão correta ao colocar você como interino até as eleições...

...Ninguém quer que você faça uma ponte, que você trabalhe para prender políticos que as pessoas querem que façam parte de uma milícia organizada"

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O técnico da seleção brasileira (o novo contrato já foi esticado até 2030), Carlo Ancelotti, acaba de ganhar um daqueles bonecos gigantes de Olinda. A escultura carnavalesca é do produtor Leandro Castro, da Embaixada dos Bonecos.

Mais: quer fazer um boneco outro de Neymar. Não fez antes porque não sabia se o jogador seria convocado ou não. E já está pronto o boneco de Vini Jr., cujo término do namoro com Virginia Fonseca ganhou mais destaque do que sua convocação.

 

Meio século vem aí

Ticiane Pinheiro (na foto com seu marido César Tralli e as filhas Rafa e Manuella) já entrou no clima da nova fase da vida. Com seu 50º aniversário se aproximando (16 de junho) e prestes a fazer a mudança de São Paulo para o Rio de Janeiro, após assinar contrato com a Globo, a apresentadora optou por antecipar a comemoração e, ao mesmo tempo, realizar uma despedida memorável. A festa ocorreu na Bisutti Boulevard JK, em São Paulo, e contou com cerca de 300 convidados em um ambiente que resgatava a atmosfera das discotecas dos anos 80. Os looks de Ticiane foram o grande destaque da noite, com ela deslumbrando em duas produções cheias de glamour, plumas e franjas.

O primeiro traje foi um macacão prateado com bordados, criado por Koya, perfeito para brilhar na pista de dança. A segunda roupa, assinada por Israel Valentim, era um vestido curto com detalhes transparentes e elegantes mangas de plumas. O menu sofisticado também se destacou, oferecendo opções como bobó de camarão, mini nhoque trufado e sobremesas especiais, além de um bolo de 1,40 metro de altura, feito pela cake designer Mariana Junqueira, que escolheu uma estética maximalista inspirada nas antigas discotecas, com acabamentos prateados Entre os convidados estavam sua mãe, Helô Pinheiro, Vera Viel, Wanessa Camargo, entre tantos outros.

Pai de Daniel preso: surtos de desespero

Apontado pela Polícia Federal como operador (e responsável pelo pagamento) da milícia usada por Daniel Vorcaro para intimidar adversários (são os grupos “A Turma” e “Os Meninos”, braços de segurança e monitoramento ilegal), o empresário Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master, passa os dias no presídio Nelson Hungria, em Contagem, chorando e se desesperando, em surtos seguidos. Familiares dizem que ele teria problemas mentais, momentos de grande depressão e que “não aguenta muito tempo” na prisão, que é conhecida pela superlotação (tem 61% a mais da capacidade projetada, com 2.690 detentos, quase “empilhados”).

No domingo (24), o ministro Luiz Fux votou pela manutenção da prisão de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo de Daniel. Na época da prisão, a Polícia Federal apontou ainda que o pai de Vorcaro foi usado para suposta ocultação de recursos bilionários em meio às investigações. Antes de ser preso, ele foi aconselhado a colaborar com as investigações, mas preferiu seguir a orientação do advogado do filho e ficar em silêncio (e o advogado José Luis de Oliveira Lima, o Juca, já foi afastado).

Especialista

O advogado José Luis de Oliveira Lima, o Juca, conhecido no meio jurídico e considerado “especialista” na condução de uma delação, já atuou em casos de grande repercussão, como a Operação Lava Jato, ao defender o empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, e a ação da trama golpista, ao trabalhar para o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro. Oliveira Lima trabalhou em outros casos de delação envolvendo mais figuras do circuito de empreiteiros. Com Vorcaro, Juca insistia para que não tentasse enganar a PF e a PGR.

Maiores momentos

No Vivo Rio, localizado no Aterro do Flamengo, Gaby Amarantos evidenciou por que se destaca como uma das principais figuras da música brasileira, vivenciando um dos momentos mais marcantes de sua carreira. Assim que os sons graves começaram, o público se deixou cativar pelo tecnobrega da cantora paraense, que classifica este projeto como o mais ousado de suas três décadas de trajetória musical. “É o maior em todos os aspectos”. O álbum rapidamente se transformou em um sucesso estrondoso, impulsionado por suas canções, clipes e um filme gravado em uma única tomada, atraindo atenção até fora do Brasil. “Sabíamos que era algo inovador”. O êxito se refletiu em números impressionantes, prêmios e um aumento expressivo na autoestima: “Finalmente recebemos o reconhecimento que merecíamos”. Entre turnês, aspirações internacionais e novos empreendimentos na música e na atuação, Gaby segue levando a cultura do Pará para o mundo. “Meu ouro está aqui”, afirma, confiando na força da cultura amazônica para expandir seu espaço no cenário global — sempre com autenticidade, brilho e coragem.

Até beijinho

No final de semana, programas jornalísticos das emissoras de TV exibiram o momento em que a Polícia Civil entra na mansão de Deolane Bezerra, com lanternas, e ela sai do quarto já com as mãos levantadas. Virou uma “atração especial”, exibida e repetida várias vezes. Acusada de ser caixa do PCC e lavar dinheiro sujo, Deolane também é considerada amiga pessoal do presidente Lula. Rodou no Congresso, nos últimos dias, o book de fotos de Deolane ao lado de Janja e Lula, que deu até beijinho na testa da influenciadora.

Suplente de Alcolumbre

A Polícia Federal já concluiu o inquérito que apura suspeitas de fraudes em licitações e desvios de recursos em contratos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Amapá e indiciou o empresário Bento Chaves Pinto, suplente do senador Davi Alcolumbre (União-AP). Ele foi flagrado pela PF deixando uma agência bancária após sacar R$ 350 mil em espécie e entrando em um carro ligado a primos do presidente do Senado. Chaves Pinto é apontado como integrante de um núcleo suspeito de atuar para direcionar contratos públicos.

Pérola

A Justiça tomou uma decisão correta ao colocar você como interino até as eleições. Ninguém quer que você faça uma ponte, que você trabalhe para prender políticos que as pessoas querem que façam parte de uma milícia organizada”,

de Lula a Ricardo Couto, desembargador e governador interino do Rio.

Vale tudo 1

Dependendo do partido, a maioria das legendas brasileiras, quando não consegue algum nome para determinadas candidaturas, lança mão de algum famoso só para sentar no bloco. Exemplo recente é o Democracia Cristã que, vendo que Aldo Rebelo não decolava para a Presidência, colocou em seu lugar — sem informar Aldo e tampouco ao novo “escolhido” — o nome do ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa (ele não quer saber). Agora, o PT está à deriva, sem candidato ao governo de Minas Gerais, e resolveu achar que Josué Gomes da Silva (MDB), ex-Fiesp e dono da Coteminas, é um bom nome.

Vale tudo 2

O primeiro a se espantar com a possibilidade de disputar o Planalto (seu pai, José Alencar, foi vice de Lula em dois governos e, no primeiro, foi vendido por José Dirceu para ser vice do petista) foi o próprio Josué, que está tentando recuperar a Coteminas em um processo de recuperação judicial — e, claro, não pensa em candidatura. A Coteminas (grupo) deve R$ 2 bilhões, sendo R$ 848 milhões em tributos federais. Seus maiores credores são Banco do Brasil e Bradesco. E já teve até petista que queria colocar Josué, como seu pai, na vice de Lula em 2026 (Alckmin está confirmado).

“Fico” de Ciro

O Ceará espera contar com a participação mais ativa de Lula nas eleições no estado este ano. A decisão de Ciro Gomes de disputar o governo cearense piorou o cenário para Elmano de Freitas, que tenta a reeleição. Com Ciro no pleito, a disputa ganha mais caráter emocional, e aí é que Elmano leva desvantagem. Nos bastidores, o ex-governador Camilo Santana surge como plano B, caso Elmano não engrene de vez. Mesmo assim, Ciro ainda comandaria as pesquisas. Agora, o PT conta com Cid Gomes para garantir musculatura ao PSB na chapa (o senador precisa renovar seu mandato).

Espontânea

Desmascaradas as mentiras (mais uma vez), o filho presidenciável de Bolsonaro apareceu no Datafolha com 17% de intenção de voto na consulta espontânea (quando não há cartela de nomes exibida ao eleitor), ante 28% de Lula; 31% ante 40% na pesquisa simulada; e 43% ante 47% na simulação de segundo turno. Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO), que se apresentaram como opções à direita de Flávio, ficaram na irrelevância em que já estavam, abaixo de 4% das intenções de voto.

Guerra interna

Os últimos momentos de Marcelo Lopes no comando da comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro foram mais do que caóticos. O ex-policial surtou com integrantes da equipe, gritando e colocando o dedo na cara deles, por suspeitar de vazamentos nessa crise em torno das juras de fidelidade que o “01” fazia ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Marcelão, como é chamado, quebrou objetos na produtora, e as ameaças chegaram até o PL. Flávio decidiu pessoalmente demitir o marqueteiro.

Mistura Fina

O garimpo ilegal avança no atual governo. Em 2024, eram 749 pistas de pouso clandestinas na mata. Agora, já são quase 3.000 pistas de garimpo na região — e subindo. Poucas foram destruídas no ano passado, o que não afetou o crescimento do número de pistas. O garimpo ilegal consegue abrir espaços na mata para novos pousos usando “profissionais” da área, que também utilizam manobras para ocultá-las.

Como na Câmara, servidores do Senado (são 6.558 ativos) só faltam se estapear para saber quem entrará na folha de pagamentos de horas extras, com valores sempre obesos. Em abril, foram preenchidas 408 páginas com a lista dos “sortudos” contemplados com “serviços extraordinários”, garantindo, em média, cerca de R$ 9,5 mil ao mês. Um servidor que atua em comissão do Senado recebeu R$ 10.385,98 somente em horas extras. E ainda havia R$ 9.545,60 de “pendência” relativa a fevereiro.

O servidor lotado em comissão trabalhou 2 horas e 25 minutos a mais em 2 de março. Faturou mais de um meio salário-mínimo: R$ 840,38. Outro servidor, que fez a “proteção de comissões”, levou outra bolada: R$ 9.488,74. Foram 33h48 que disse ter trabalhado a mais, em março. Segundo o IBGE, mais de um terço dos trabalhadores no Brasil recebe até um salário mínimo. O valor diário é de R$ 54,04, ou R$ 7,37 por hora.

Desde a oficialização do instituto da delação premiada no Brasil, em 2013, são poucos os casos de delações que acabaram rejeitadas pelas autoridades responsáveis pela negociação, especialmente no âmbito do STF. Em 2018, a Primeira Turma do Supremo rejeitou acordo proposto pelo ex-deputado José Riva, alvo da Operação Ararath, condenado a mais de 70 anos de prisão. Em 2021, foi a vez de a Corte rejeitar o acordo do ex-governador do Rio Sérgio Cabral.

In — Roupas com estampas pequenas
Out — Roupas com estampas grandes

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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